sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Cometa Elenin é destruído e acaba com rumores. Será mesmo?

Devemos acreditar na NASA? A mesma que forjou a farsa do homem na Lua?

A NASA informou hoje que o cometa que disparou uma série de rumores apocalípticos na web foi destruído pelo Sol.
O Elenin, um corpo entre 3 km e 5km de diâmetro, foi descoberto em dezembro de 2010 por Leonid Elenin, um observador de Lyubertsy, na Rússia. Desde então, passou a ser o centro de uma série de teorias sobre o fim do mundo.

Para tentar acalmar os ânimos, a NASA divulgou um comunicado esclarecendo que o corpo celeste não irá afetar, de forma alguma, a Terra – seja caindo aqui, seja “tapando o sol”. Isso porque, no dia 16 de outubro, quanto alcançou sua proximidade máxima do planeta, o Elenin estava muito longe - a 35 milhões de km de nós, ou uma distância de 90 vezes a da Terra à Lua.

Agora, a agência americana anuncia que o Elenin, ou C/2010 X1, foi destruído por sua aproximação com o Sol – um fato que ocorre para 2% dos novos cometas que passam perto do astro. Os cometas são compostos por gelo, rochas, poeira e compostos orgânicos, mas mesmo podendo ser muito grandes, ainda são estruturas frágeis que se partem com facilidade.

O Elenim se partiu em pequenos pedaços que devem seguir o caminho original do cometa, mas não devem cruzar com a Terra pelos próximos 12 milênios.

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Príncipe Charles revela ser parente do satanista Conde Drácula. Linhagem babilônica de William é confirmada

Sim, agora é "OFICIAL". Antes quando alguém escutava que os "Bush" eram aparentados com a família real britânica, a maioria (que NÃO investiga) dizia que era invenção de "teoristas das conspirações". Bom, pra quem precisa de uma "oficialização-ZINHA", temos o próprio príncipe Charles declarando.

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Mídia divulga visita de Illuminatis no Brasil? Elite de líderes mundiais se reúnem com Dilma em Brasília

Quase nove anos depois de deixar a Presidência, Fernando Henrique Cardoso (Illuminati - Clube de Roma) esteve nesta terça-feira no Palácio da Alvorada como convidado da presidente Dilma Rousseff.

Dilma recebeu num jantar em Brasília o grupo conhecido como "The Elders" (os anciãos, em português), que reúne líderes mundiais em torno de uma agenda humanitária e de promoção da paz.

[Agenda humanitária e promoção da paz??? Tão de brincadeira? Se for as mesmas ações "humanitárias" que a OTAN está realizando nos países árabes, eu afirmo: Estamos "ferrados"! O que irão fazer aqui??? Isso está muitíssimo estranho...]

Além de FHC, estiveram presentes: O ex-presidente norte-americano Jimmy Carter; Martti Ahtisaari, ex-presidente da Finlândia; Gro Brundtland, ex-primeira-ministra da Noruega; e Mary Robinson, a primeira mulher a assumir a presidência da Irlanda e ex-alta comissária da ONU para Direitos Humanos.

O grupo foi criado em 2007 pelo ex-presidente sul-africano Nelson Mandela _que não virá ao Brasil por motivos de saúde.

Brasília - Pela primeira vez desde que deixou a presidência da República, em 2003, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso voltou ao Palácio da Alvorada. FHC participou de um jantar com a presidente Dilma Rousseff e o grupo chamado The Elders, que reúne líderes mundiais - ex-presidentes e ex-mandatários de organizações como as Nações Unidas - em torno de uma agenda de promoção da paz e do desenvolvimento.

Fernando Henrique chegou ao Alvorada junto com outros membros do grupo, como a ex-primeira ministra da Noruega, Gro Bruntland, a indiana Ela Bhatt e o ex-presidente americano Jimmy Carter, em uma van cercada de seguranças. O jantar foi ideia de FHC, já que os líderes estariam reunidos essa semana no Rio de Janeiro. Dilma recebeu de bom grado o pedido.

O jantar durou cerca de duas horas. Dele participaram, além do grupo e da presidente, os ministros das Relações Exteriores, Antonio Patriota, e das Comunicações, Helena Chagas - além do assessor especial da Presidência Marco Aurélio Garcia.

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Verdade Ocullta 30 - Terremoto na TURQUIA

Piora depois melhora

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Irã cortará as mãos dos banqueiros que "se portarem mal"

Numa sanção que poderia ser considerada selvagem mas que a muitos de nós gostaria de aplicar aos banqueiros de nossos respectivos países, Irã anunciou que as fraudes e roubos por parte de executivos e bancos serão castigados com todo rigor: serão cortadas as mãos. O anterior foi anunciado pelo máximo líder religioso do país, Ayatola Jamenei.

Este alerta aos banqueiros para que evitem incorrer em ações fraudulentas ou em negócios sujos, será feita com os homens de finanças que participaram numa monumental fraude recentemente detectada, que envolve mais de dois bilhões de dólares e que já foram detidos 22 banqueiros. Esta drástica medida é respaldada dentro da lei islâmica e de fato se aplica há muito tempo a alguns casos de roubo.

fórum anti nova ordem mundial

Rússia vai prover Irã com alta tecnologia de radares de monitoramento

Rússia aumenta arsenal do Irã com radar móvel-jammers contra aviões ou mísseis

Moscou já vendeu ao Irã um altamente avançado sistema Avtobaza um caminhão com sistemas de radares jamming que são capazes de rastrear aeronaves e os instrumentos eletrónicos de orientação para atacar mísseis. Este acordo, anunciado em Moscou nesta terça - feira 25de outubro, aumenta substancialmente a assistência militar russa para a República Islâmica.

Fontes militares DEBKAfile: Esses radares jammers são um componente do sistema de guerra anti -aérea e eletrónica da Rússia os mais sofisticados para o aviso precoce de aviões de ataque e mísseis se aproximando.Avtobaza é apenas uma parte do sistema completo. Seu trabalho é transmitir a informação recebida através de fibras ópticas para separar os centros de comando eletrônico e central de comandos de defesa aérea, que, então, agirão para frustrar ataques aéreos ou de mísseisinimigos.
Argumentando que a arma é puramente defensiva, Moscou reivindicou a sua venda para o Irã o que não viola o embargo de armas do Conselho de Segurança contra o Irã.

No entanto, os EUA e Israel estão suspeitando de um estratagema russo através do qual o jammers Avotbaza são apenas a primeira parte do acordo, que será seguido pela entrega ao Irã de pleno sistema de inteligência ELINT de sinais eletrônicos . O sistema completo permitirá ao Irã a independẽncia de reagir a qualquer movimento aéreo ou de mísseis - não só sobre o seu território, mas nos céus de todo o Golfo Pérsico e o Mar Cáspio.Fontes militares DEBKAfile descrevem o sistema Avrobaza como capaz de detectar simultaneamente e eletronicamente 60 alvos num raio de 150 quilômetros em ângulos que variam de 360 ​​graus em 20 minutos com aviso prévio.

Suspeitas ocidentais foram reforçadas pela maneira que os russos anunciaram a transação.
Foi feito por Konstantin Biryulin, chefe de um departamento no Ministério da Defesa russo, um afastamento da prática usual de anunciar essas transações através de porta-vozes de armas da Rússia e suas agências da indústria de exportação fora do ministério do governo.

Fontes DEBKAfile em Moscou dizem que o Kremlin passará a tratar a venda de armas para o Irã como uma questão estratégica para os escalões de segurança sênior de manuseio. Eles esperam que tais acordos com a Síria sejam atualizados da mesma maneira.

Em sua declaração, Biryulin sublinhou, "a Rússia enviou um conjunto de radares móveis jammers para o Irã e está negociando entregas futuras." Ele não disse quantos jammers foram no contrato ou que as outras armas estavam em negociação com Teerã.

O Aviso-americano e israelense também foi mencionado por uma outro ponto de observação de Biryulin:"Nós não estamos falando de jatos, submarinos ou mesmo Sistemas S-300 (míssil) ", disse ele. "Estamos falando de proporcionar segurança para a estatal iraniana."

Nossas fontes de Moscou tem dito também como aviso do Kremlin que desta vez ele não vai se render à pressão dos EUA e de Israel para colocar in off o negócio Avtobaza da mesma forma como ele revogou seu contrato com o Irã para o fornecimento de mísseis S-300. A partir de agora, a Rússia está assumindo a responsabilidade por fornecer ao Irã com o hardware defensivo de que necessita para a sua segurança nacional.

Implícita neste empreendimento é outra mensagem: a Rússia não vai ficar parada com ataques americanos ou qualquer outros ataques ocidentais contra o Irã ou a Síria como a operação da OTAN que derrubou Muammar Kadafi na Líbia.

Um Novo Despertar

Um peso

Congressistas dos EUA pedem para matar lideranças iranianas

Esta Quarta -feira o Congresso de EUA sugeriu levar a cabo operações especiais secretas contra Irã, incluindo assassinatos dos dirigentes dos Serviços de Inteligência iranianos. Estas declarações foram pronunciadas eno marco do evento titulado 'Operações terroristas iranianas em solo norte americano', onde participarão vários analistas militares e de Inteligência do país.

"Não creio que seja possível assustar a estas pessoas, chamar sua atenção, se não matar alguém", disse francamente o ex agente da CIA, Marc Ruel Gerekt.

Assim mesmo, a mesma ideia foi pronunciada pelo general da reserva Jack Keane, quem disse que "é necessário 'tirar do ficheiro' os iranianos em todas as áreas onde tenham interesses". "Por quê não matá-los se durante 30 anos eles matavam e continuam matando a nossos cidadãos? Por quê não os matamos?", perguntava Kane durante seu discurso.

No entanto, o presidente do Comitê de Segurança Nacional dos EUA, Peter King, propôs expulsar a todos os diplomatas iranianos de Washington, alegando que são "espiões". Sua 'sugestão' resulta bastante ridícula levado em conta que, devido à ausência de relações diplomáticas com Irã, nos EUA não tem diplomatas iranianos, a exceção daqueles que permanecem em New York acreditados pela ONU.

"Durante muitos anos Irã foi inimigo de Estados Unidos. Este país organizou ataques contra EUA., organizou o assassinato do embaixador estrangeiro na capital dos EUA; ainda mais, tinha a intenção de matar centenas de norte americanos , o que é um verdadeiro ato de agressão", enfatizou King. Também assinalou que é necessário impor sanções sobre o Banco Central de Irã.

A principios de outubreo EUA culpou o Irã sem apresentar alguma prova de "infrações indignantes" contra as normas internacionais de direitos humanos e acusou a altos funcionários do país islâmico de organizar um complô para matar o embaixador de Arábia Saudita em Washington. Aquele então a secretaria do l Departamento de Estado, Hillary Clinton, assegurou que os EUA trabalharão com seus sócios internacionais para garantir um maior isolamento do Irã.

Entretanto, Teerã rechaçou as acusações de complô. Os representantes oficiais do Irã anunciaram que se trata de um "cenário pre fabricado" e qualificaram estas acusações dos EUA como um pretexto para desencadear uma guerra contra seu país.

"O Governo norte americano e a CIA tem una larga experiência em desviar la atenção da opinião pública dos problemas internos dos Estados Unidos", expressou em un comunicado o conselheiro do presidente iraniano Mahmud Ahmadineyad, Alí Akbar Javanfekr.

Um Novo Despertar

BRASIL, O PRÓXIMO ALVO.




quarta-feira, 26 de outubro de 2011

A QUEBRA DA ESPANHA E O RISCO SANTANDER

A imprensa internacional informa que o Banco Santander, do Sr. Emílio Botin - acusado, entre outros processos, com a cumplicidade de alguns familiares, de evasão de divisas e de manter, desde o franquismo, contas secretas na Suiça - está sob investigação das autoridades inglesas por ter efetuado empréstimos, não divulgados, de sua filial britânica à matriz espanhola.

Como o país de Cervantes está em crise profunda, a suspeita dos ingleses é a de que Botín esteja transferindo dinheiro de suas filiais do resto do mundo para a Espanha, mediante “empréstimos” intergrupo. Uma eventual quebra da matriz provocará a falência de suas filiais externas.

Embora Botin negue que isso ocorra e que “cada filial é responsável por sua capitalização e suas necessidades de financiamento”, descobriu-se que, nos últimos anos, milhões de euros foram transferidos do Santander da Grã Bretanha para a matriz espanhola, por meio de uma “divisão” pouco conhecida da filial inglesa, a Abbey National Treasury Services.

Os documentos mostram que a filial do Reino Unido “emprestou” mais de dois bilhões de libras esterlinas, o equivalente a dois bilhões e trezentos milhões de euros, à matriz espanhola, e que existem acordos de “financiamento” entre o Santander da Espanha e as filiais do grupo no Brasil e nos Estados Unidos.

Esse quadro é descrito por um analista do UBS AG, Alastair Ryan. Em entrevista ao Wall Street Journal, ele afirma ter havido significativo volume de livre movimento de capitais no interior do Santander recentemente.

Maiores informações sobre esse aspecto da atuação do Banco do Sr. Emilio Botín – cujo nome, curiosamente, quer dizer “pilhagem” em espanhol - podem ser obtidas pela área de fiscalização do Banco Central do Brasil, junto à FSA (Financial Services Authority) inglesa.

Foi esse tipo de gente que deixaram entrar no Brasil na época do PROER.

Gilson Sampaio

Políticos venais querem entregar o petróleo do pré-sal

“Precisamos nos unir para defender o pré sal, porque o lobby é muito forte”

Na comemoração dos 50 anos da Associação dos Engenheiros da Petrobras (Aepet), o presidente da entidade, Fernando Siqueira, falou ao Fazendo Media quais as principais lutas travadas em relação ao petróleo brasileiro hoje. Em sua opinião, a mídia vem escondendo as prioridades nacionais na área para defender interesses das grandes empresas e dos países desenvolvidos.

Gostaria que você falasse do manifesto que foi lançado na festa dos 50 anos a Aepet.

O manifesto é uma declaração do Clube de Engenharia, que faz 130 anos, e defende a soberania e engenharia nacionais. E homenageia os 50 anos da Aepet, que defende também além desses valores a Petrobras e o corpo técnico. O manifesto é feito num momento em que no Congresso Nacional o lobby internacional tenta de todas as formas impedir a legislação proposta pelo presidente Lula para corrigir uma legislação entreguista que nós tínhamos, a Lei 9478/97. É uma lei que dá apenas 21% do petróleo produzido em dinheiro, e 100% em espécie para quem produzir. Então o presidente Lula, quando o pré sal foi descoberto, matou o argumento de que era preciso incentivar a vinda de empresas estrangeiras para correr risco, porque o pré sal não tem risco e, portanto, é uma riqueza imensa. É do nível de um Iraque na América Latina, uma reserva que passa a ser alvo de cobiça dos grupos estrangeiros, do cartel internacional, dos países desenvolvidos que irresponsavelmente calcaram o seu desenvolvimento por petróleo e não têm reservas. Conforme foi denunciado pelos telegramas do Wikileaks, as empresas petroleiras estrangeiras e os EUA não estão satisfeitos com a legislação proposta pelo governo Lula e iriam trabalhar no Congresso para impedir evoluções na lei em favor do Brasil e contra eles. Então usariam o Instituto Brasileiro do Petróleo, que congrega todo o cartel internacional das empresas estrangeiras, a Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) e a Onip (Organização Nacional dos industriais do Petróleo). Essas empresas têm feito um lobby fortíssimo no Congresso, no executivo e no judiciário. Então nós temos que contrapor essa avassaladora pressão que fazem sobre o Congresso.

O que está sendo articulado para contrapor esse movimento?

Agora a gente estava conseguindo impedir uma emenda absurda que eles conseguiram implantar através dos relatores, que era elevar os royalties para 15% e devolvê-lo em petróleo. Ou seja, a empresa paga o royalties e recebe de volta em petróleo. É como se as montadoras fizessem os automóveis, pagassem o IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) e recebessem de volta em automóvel. Então isso é um absurdo imenso, a gente denunciou no Senado, foi retirada a emenda, mas a pressão continuou e o senador Romero Jucá (PMDB) recolocou em 4 artigos dificultando a supressão. Porque cada emenda supressiva tinha que ser feita por um partido, então agora estávamos trabalhando para suprimir essa devolução absurda quando o redator da Câmara, sob pressão dos lobistas, inseriu um texto que acabava com a Petrobras como operadora de todos os campos. Tivemos que acabar com o artigo todo, voltar de novo a colocar um dispositivo que impedisse essa devolução.

E o interessante é que essa devolução de royalties extremamente perniciosa não sai uma linha em jornal grande nenhum. Os jornais grandes defendem os interesses estrangeiros, então se fala dos royalties, da distribuição, do prejuízo, mas não se fala que está se querendo devolvê-los em petróleo para as empresas, o que é absolutamente nocivo para o país. Significa, para ter uma ideia de grandeza, que se o pré sal é previsto ter 100 bilhões de barris e você eleva os royalties para 15% e devolve isso para a empresa indevidamente é uma apropriação indébita de uma reserva maior que uma reserva que a Petrobras tinha antes do pré sal. Ela tinha 14 bilhões de barris e eles estão querendo dar de presente 15 bilhões de barris, ou seja, 15% do pré sal para as empresas estrangeiras. Então estamos enfrentando essa batalha no Congresso e na mídia, porque a gente não consegue colocar que o pior problema não é distribuição royalties e sim a devolução indevida de um imposto que a empresa paga.

O que mais de relevante sobre o tema a mídia não tem pautado?

Outro segredo que não sai em canto nenhum, embora a gente tenha martelado isso em todos os órgãos de mídia que a gente participa, é a Lei Kandir. Ela incentiva a exportação, tem produtos primários, minérios, pequenas empresas que precisam de isenção de imposto, mas o petróleo, que é o bem mais cobiçado do país, não precisa de incentivo. No entanto, por essa lei se isenta o petróleo de 18% de ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) na exportação, e isso significa hoje uma perda para os estados produtores de R$ 7 bilhões por ano. Perda essa que em 2020 vai crescer para R$34 bilhões, então o Brasil está subsidiando os países desenvolvidos e as empresas do cartel internacional. E a gente não consegue sensibilizar o Congresso Nacional para fazer uma simples lei dizendo: A Lei Kandir não se aplica ao petróleo, porque o petróleo não precisa de incentivo. Então são esses absurdos que a gente está trabalhando lá no Congresso Nacional para tentar eliminar e salvar o pré sal para o povo brasileiro.

E qual o simbolismo desse ato na festa dos 50 anos da Aepet?

O simbolismo de hoje (24) é “O pré sal é nosso!”, que foi muito prestigiado por pessoas de alto nível. Tivemos aí 3 deputados, Chico Alencar (Psol), Edson Santos (PT) e Paulo Ramos (PDT), representado pelo seu chefe de gabinete, e alguns convidados tiveram problemas como Pedro Simon, Alceu Moreira e Roberto Requião, todos tinham compromisso mas mandaram um apoio para o ato. Então a gente não quis comemorar o aniversário da Aepet somente, fizemos disso um ato público de esclarecimento a todos os movimentos sociais do Brasil: precisamos nos unir para defender o pré sal, porque o lobby é muito forte.

Gilson Sampaio

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Prova da existência de OVNIs no Brasil

Buzz Aldrin, o segundo homem a pisar na Lua, fala sobre o OVNI que os acompanhou durante sua viagem até lá

Buzz Aldrin é certamente uma figura muito controversa tanto dentro quanto fora da ovniologia.

As declarações contidas neste vídeo são sem dúvida um tapa de luva no rosto daqueles que dizem que os OVNIs são fruto da imaginação das pessoas. Estamos falando aqui das declarações de um astronauta super treinado que, bem como seus dois colegas de vôo, estava em sua forma física e mental plena. Lembramos que o fato foi também confirmado pelos seus dois colegas de vôo: Neil Armstrong e Michael Collins.

Assista no vídeo abaixo, em inglês, com legendas em espanhol, suas declarações sobre o OVNI que teria acompanhado a missão Apollo 11 à Lua:

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Celso Amorim critica ações da OTAN fora de sua área: "ISSO NOS INCOMODA"

“O ministro da Defesa, Celso Amorim, se mostrou reticente sobre operações da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) fora de locais previstos para operações. "Ontem era a Líbia, é verdade que com um mandato [cinicamente distorcido] do Conselho de Segurança (da ONU) e da Liga Árabe. Amanhã poderia ser na África Ocidental e aí a OTAN se aproximaria do Brasil. Isso nos incomoda", afirmou, em entrevista publicada nesta quinta-feira no jornal francês "Le Monde".

A respeito da cooperação com a Argentina, Amorim afirmou que "é essencial para toda a América do Sul" e disse que nenhum dos vizinhos constitui ameaça para o Brasil. "Mas a defesa não precisa de um inimigo identificado. Assim, a complexidade da vigilância da Amazônia exige tecnologias avançadas", disse.

Sobre o potencial de produção de alimentos e de água brasileiro, Amorim afirmou: "temos que estar prontos para defendê-los em caso de conflito entre potências que careçam deles. Também há grupos criminosos, narcotraficantes e outros atores".

COMPRA DE CAÇAS

O ministro afirmou que os critérios econômicos serão mais fortes na decisão sobre a renovação da frota de aviões de combate, entre o caça americano F-18, o francês Rafale e o sueco Saab. "A consideração fundamental para tomar uma decisão é de ordem financeira e econômica", afirmou Amorim, em entrevista ao jornal francês "Le Monde", publicada na quinta-feira.

"Entramos em período de incertezas. O Brasil vai bem, mas não sabemos quais serão as consequências da crise internacional para nossa economia. É preciso ser prudente, esperar o bom momento", disse. Ele não quis dar prazo para a decisão, mas considerou a possibilidade de divulgar a escolha em 2012. O ministro, que no governo anterior ocupou o Ministério de Relações Exteriores, fez uma vista de dois dias a Paris que terminou na quarta-feira.

Amorim foi recebido pelo presidente da França, Nicolas Sarkozy, e por seus ministros de Relações Exteriores, Alain Juppé, e Defesa, Gérard Longuet. O ex-presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva, que encontrou Sarkozy em Paris na sexta-feira em uma conferência do G20, tinha demonstrado ao líder francês em 2009 a intenção de optar pelo Rafale, fabricado pela Dassault. Apesar disso, os militares brasileiros [segundo opinião do portal "Terra"] preferem o F-18 e, inclusive, o Gripen ao caça francês.

Sobre a transferência de tecnologia, que aparecia como ponto chave das negociações para a escolha do avião de combate francês, Amorim afirmou que a "cooperação no submarino nuclear [os franceses não cooperarão na parte nuclear] conseguiu superar os obstáculos". O ministro fez alusão ao acordo que estabelece a venda da França ao Brasil de cinco submarinos de propulsão nuclear [engano do "Terra": os submarinos são de propulsão convencional. O Brasil planeja fazer, por sua conta, uma versão com propulsão nuclear] do tipo Scorpène com transferência de tecnologia. Algo semelhante ocorrerá com 50 helicópteros de transporte militar Eurocopter EC725, que, no futuro, também serão fabricados no Brasil.”

Gilson Sampaio

domingo, 23 de outubro de 2011

Mistério revelado - saiba o que está por trás da CENSURA do GOOGLE feita no céu.

Verdadeiro motivo da morte de Kadhafi

Assassinos de Kadhafi falam espanhol

Logo no início da invasão da Líbia pelo terrorismo imperial – EUA-OTAN – circulou a notícia que mercenários colombianos treinados pela CIA foram enviados para ajudar os rebeldes. É possível que as vozes ouvidas no vídeo sejam colombianas. E não seria surpresa, uma vez que a Colômbia se tornou uma colônia-base americana.

22 outubro. 2011 - O site do jornal espanhol Público (publico.es) mostrou um vídeo onde é possível ouvir claramente no momento da captura do líder líbio vozes em espanhol.

A continuação o vídeo e algumas das opiniões dos leitores desta noticia:

La gata Renata 22-10-2011 09:55

Dubba, no exército dos EUA também existem hispanoamericanos, se vão ao exército eles são legalizados.

Eu ouço o seguinte:

-- No segundo 33-34 diz " já estamos no carro"

-- No segundo 45-47 diz: "deixem que o fuzilem, que o fuzilem..."

-- No segundo1, 02-1,03 diz "deixem que o fuzilem, vamos, que o fuzilem."

-- No segundo 0,06 diz o vídeo "Vamos, vamos"

Não há dúvidas que não são os "rebeldes" líbios os que possuem Kadhafi.

Isto se ouve claramente na conversa dos "rebeldes" líbios à serviço da OTAN.

Isto supõe o seguinte:

Quando diz que já estão no carro estão transmitindo a posição onde se encontram a seus superiores, os quais falam espanhol!

Quando dizem: deixem que o fuzilem, que o fuzilem, quer dizer que aquele que têm Kadhafi na mira da arma e preso é de fala espanhola.

Quando ao final diz: deixem que o fuzilem, vamos, que o fuzilem. Significa que quem o matou é de fala hispana porque têm a Kadhafi em suas mãos e decidiu matá-lo. Significa que têm via livre para matá-lo, se tivesse órdens dos superiores para conservar a sua vida não o teriam matado. Depois o mata.

Este vídeo têm que chegar à ONU como seja, porque têm que julgar os criminosos. Lembremos a Couso, morreu por um lixo destes e isto tem que acabar, os estados que permitem isto são estados terroristas.

Gilson Sampaio

PROJETO CHAMBRIN : A história secreta do carro brasileiro movido a água

Três décadas de um segredo de Estado - JOSÉ LUÍS COSTA

Escolhida em 1980 para acolher um projeto confidencial que pretendia revolucionar a produção mundial de combustíveis, uma oficina da Brigada Militar em Porto Alegre ainda guarda partes do sigilo. Trinta anos depois, um lacre impede que os próprios policiais tenham acesso à área.Construído em meados da década de 1960, um galpão, com 150 metros quadrados e oito metros de altura, no quartel da Escola de Bombeiros, no bairro Santa Cecília, em Porto Alegre, guarda um segredo que agitou o país no século passado. Telhado de amianto despencando, janelas com vidros quebrados e paredes com a tinta descascada, rodeadas de mato e carcaças de viaturas, o local é fonte de proliferação de ratos e insetos. Um lacre soldado à porta enferrujada impede o acesso há três décadas e reforça os contornos do mistério.

A “descoberta do prédio secreto” aconteceu há quatro meses, quando a Brigada Militar começou reformas no quartel para abrigar a sede do comando dos bombeiros. Mas o segredo é tamanho que nem a BM teve acesso. Pleiteia na Justiça autorização para entrar no prédio da corporação. Fechado por ordem do Palácio Piratini em nome da “segurança nacional”, o pavilhão era a oficina II do Centro de Suprimentos de Motomecanização da BM, onde eram pintados os carros dos bombeiros.

Por quase dois anos, o local serviu como laboratório para uma experiência sigilosa do governo sob os olhares vigilantes do extinto Serviço Nacional de Informações (SNI): a invenção de um reator alimentado por água e álcool (em proporções iguais) que fazia mover carros, caminhões, ônibus, tratores e motores em geral, desenvolvida pelo engenheiro mecânico francês Jean Pierre Marie Chambrin.Lacrada desde dezembro de 1982, a oficina foi cenário de um enredo recheado de mistérios e cuja pretensão era mudar os rumos da indústria petrolífera mundial e consagrar o uso de etanol.

A experiência que revolucionaria o mercado de combustíveis e valeria, hoje, R$ 19,4 milhões, conforme calculava Chambrin, não prosperou. Permeada por interesses nem sempre claros, encobertos por suspeitas de sabotagem, boicote, furto e desconfiança, virou uma batalha nos tribunais que só teve derrotados.Levando em conta valores pagos para patentear a invenção de Chambrin, o Estado perdeu R$ 523 mil e foi condenado a pagar R$ 3,6 mil em honorários advocatícios.

Teve gastos com mão de obra dos mecânicos auxiliares de Chambrin, materiais de trabalho, com o sucateamento de três caminhões e de um carro e a impossibilidade de usar a oficina.Capítulos desta história estão no Arquivo do Tribunal de Justiça e no livro Dossiê Chambrin – A Saga do Motor Água e Álcool, do empresário alagoano Jarbas Oiticica. Ao ter acesso aos documentos, ZH revela parte dos mistérios do Projeto Chambrin. Outros, jamais serão conhecidos.– É uma questão complexa, de macroeconomia, no campo científico e tecnológico, envolvendo interesse nacional. Por causa disso, tenho limites para falar – esquiva-se o arquiteto gaúcho Waldir José Maggi, 79 anos, sócio de Chambrin.O engenheiro francês manteve seus segredos em sigilo e os levou para o túmulo, há 22 anos.
A história do carro movido a água
Aos 51 anos, em maio de 1976, o engenheiro francês Jean Pierre Marie Chambrin fechou sua oficina de assistência técnica para a montadora Citröen, em Rouen, na Normandia, para desenvolver sua invenção em Alagoas. No ano anterior, tinha criado o Reator Chambrin, um mecanismo automotivo que aproveitava gases quentes do escapamento para aquecer o combustível, álcool e água, isolar o hidrogênio e aproveitá-lo como fonte de energia para motores.

Na França, Chambrin gozava de elevado conceito no meio científico com prêmios e a distinção de “engenheiro expert em mecânica”. Chambrin chegou ao Brasil pelas mãos do empresário Jarbas Oiticica, diretor da Estação Experimental de cana de açúcar de Maceió, que planejava aproveitar os conhecimentos do francês para impulsionar o álcool alagoano no mercado brasileiro. A bordo de um Corcel, o invento de Chambrin foi testado com sucesso no Parque de Motomecanização do Exército, em Recife (PE), viajou para o centro do país e Brasília, despertando atenção até do general Ernesto Geisel, então presidente da República (1974 a 1979), que já tinha dirigido a Petrobras.

Em abril de 1977, a Empresa Brasileira de Transportes Urbanos (EBTU) se interessou pelo reator para equipar a frota de ônibus nas grandes cidades, e um contrato de prestação de serviços por quatro meses foi assinado. Chambrin recebeu R$ 13 mil de salário, diária de R$ 473 (valores corrigidos) e um carro para uso pessoal.

A EBTU avaliaria o desempenho de um ônibus-protótipo, mas nunca mandou um ônibus para Maceió. Chambrin adaptou o reator em um caminhão emprestado por Oiticica. Em maio de 1978, dois técnicos da EBTU rodaram com o veículo, mas o teste não foi conclusivo. Alegaram desconhecer o funcionamento completo do reator, e Chambrin se negava a revelar o segredo.

A escolha pelo Sul

Desiludido com a EBTU e com o fim do contrato, Chambrin deixou-se levar pelo coração. Em 15 de outubro de 1978, desembarcou em Porto Alegre. Atravessou o Brasil para reencontrar a socióloga Maria Elena Knüppeln de Almeida, 16 anos mais jovem, viúva, servidora da Fundação de Economia e Estatística (FEE).

Os dois se conheceram no hotel onde Chambrin morava, em Maceió. Passaram a morar juntos na casa dela no bairro Cristal, na esperança de que a EBTU comprasse o invento por R$ 19,4 milhões (valores corrigidos), o que nunca aconteceu.

Em 1979, o governo gaúcho conheceu Chambrin por meio de reportagens e vislumbrou uma parceria com o francês. Maria Elena intermediou encontro de Chambrin com o secretário de Administração, Olímpio Tabajara.

Considerada uma questão estratégica e de segurança nacional, em plena ditadura militar, a proposta foi encampada pelo Palácio Piratini e levada ao conhecimento de Brasília, recebendo o sinal verde do governo do general João Batista Figueiredo (1979 a 1985).

A partir de então, o Piratini ordenou que a Casa Militar e o Comando-geral da BM acomodassem, sem alarde, o francês em uma unidade da corporação para ele desenvolver suas experiências. Chambrin foi trabalhar no Quartel Central do Corpo de Bombeiros, na Capital.

Apoiado por uma equipe de mecânicos da BM, em 14 de julho de 1980, Chambrin começou as adaptações em motores de dois veículos: a viatura 80, um caminhão Mercedes-Benz 1113, ano 1969, e a viatura 827, um Corcel, preto, ano 1974, placas AS-7825.

O sócio, Golbery e o SNI

Os contatos entre Chambrin e o Piratini eram intermediados pelo arquiteto Waldir José Maggi, secretário de Obras Públicas do governo Ildo Meneghetti (1963 a 1966). Maggi foi convidado pelo governo para ser coordenador do projeto e virou sócio do francês. Juntos, em 1981, criaram as empresas Agal Reatores e Changer Tecnologia e Patentes. Acreditavam que o projeto prosperaria se estivesse em sintonia com a iniciativa privada.

Maggi mantinha tratativas com o ministro chefe da Casa Civil da Presidência da República, general Golbery do Couto e Silva e com o chefe do Serviço Nacional de Informações (SNI), general Octávio Medeiros.

Em carta enviada a Brasília, Maggi lembrava que Golbery tinha classificado o projeto Chambrin como de “alta reserva” – significando que estaria enquadrado em experiência científica de valor excepcional, previsto no Decreto Federal 60.417/67, que tratava da salvaguarda de assuntos sigilosos. Foi costurado um acordo confidencial sustentado pelas empresas Agal e Changer e pelos governos estadual e federal.

O Palácio do Planalto determinou a formação de um grupo técnico com gente de peso para supervisionar os trabalhos. Faziam parte da equipe o coronel Lício de Freitas Pereiras, do SNI, um dos maiores especialistas em questões energéticas do país naquela época e integrante do Conselho de Segurança Nacional, e o engenheiro aeronauta Edmar Fleury Pereira Filho, do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), que também acompanhava, quase em paralelo, a fabricação do avião AMX, pela Embraer, em São José dos Campos (SP).

Corcel fazia 9,4 km com água

Chambrin fez funcionar com sucesso o Corcel e o caminhão da BM, recebendo R$ 29,9 mil em 1981 das mãos de Maggi. Em viagens para Caxias do Sul e Osório, o carro consumiu um litro (50% água, 50% álcool), em média, a cada 9,4 quilômetros. O caminhão fez 4,5 quilômetros por litro.

Chambrin ganhou um trator para novas experiências. A Casa Militar, em documento reservado, que deveria ser eliminado após a leitura, pediu emprestado à CEEE um caminhão e um gerador Stemac. Requisitou à Corsan um Mercedes-Benz 1113 e uma Belina II.

Em 1982, Chambrin recebeu de Maggi mais R$ 104,8 mil. Foram encaminhados pedidos de patentes – do reator e de componentes – ao Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI). “Atendendo a interesses superiores”, seriam aumentados os pedidos de registros internacionais: de 29 para 40 países. Cartas trocadas entre Maggi e o Piratini apontam que o Estado gastou R$ 523,3 mil com os pedidos de patentes e precisaria de mais R$ 785 mil para despesas. Mas o grosso do dinheiro para os registros internacionais não teria sido liberado pelo Piratini. Eis, aí, um dos mistérios do caso. Era o primeiro sinal de que o projeto saía dos trilhos. Chambrin já se queixava da falta de combustíveis e se enfureceu com a inspeção federal feita pelo engenheiro Fleury, assessor técnico da diretoria do CNPq.

Fleury fez exigências técnicas para novos testes e apontou falhas a serem corrigidas. Surgiram dúvidas sobre a credibilidade do invento, colocando Chambrin em pé de guerra com demais parceiros do projeto.

Em cartas a Maggi, o francês disse que fora desmoralizado e chamou Fleury de “bitolado”. Insinuou que tinha gente com medo da verdade e que sentia cheiro de sabotagem. Alegou que desregularam motores e rodaram com um dos carros sem sua autorização.

Em nome da segurança nacional

O francês revogou procurações que autorizavam Maggi a encaminhar os registros de patente do invento no Exterior e rompeu a sociedade. Chambrin suspeitava ser vítima de uma manobra que visava boicotar seu invento.

Maggi, o SNI e o Piratini desconfiavam que Chambrin se aproveitaria do momento para negociar o invento com terceiros. Um homem, se dizendo representante de uma montadora, teria procurado Chambrin e visitado a oficina.

A situação era grave, e a decisão do Piratini, em nome da segurança nacional, foi de lacrar a oficina e evitar que Chambrin pudesse “causar prejuízos incalculáveis ao país”. Em 8 de dezembro de 1982, Chambrin foi barrado na entrada da oficina por um soldado armado.

Dois meses depois, Fleury retornou a Porto Alegre para duas reuniões com Chambrin. Propôs levar os motores para análise em São Paulo, com a condição de que Chambrin não interferisse nos testes e que tudo fosse feito longe da imprensa. Chambrin respondeu com uma carta de oito páginas ao CNPq, temendo pela eficácia dos testes. Estava proibido de entrar na oficina havia três meses e via a necessidade de ajustes nos motores.

Um visto para o francês

Os primeiros testes com a mistura no motor, 50% álcool e 50% água, empolgaram. Em julho de 1980, o secretário Tabajara publicou no Diário Oficial o boletim 7.894/80, nomeando técnicos para acompanhar a experiência.

Em 17 de setembro daquele ano, o presidente da Fundação para o Desenvolvimento de Recursos Humanos (FDRH), João Carlos Barros Krieger, assinou protocolo de intenções com Chambrin,de olho na possível exploração comercial do invento.

A FDRH se comprometia em subsidiar Chambrin em suas necessidades pessoais. O francês só precisava ter visto permanente no Brasil. E, para isso, pediram ajuda ao governador Amaral de Souza (1979 a 1983), que encaminhou dois ofícios ao ministro da Justiça, Ibrahim Abi- Ackel.

Em um deles, Amaral escreveu ter especial interesse pela “imperiosa necessidade de assegurar o prosseguimento da experiêcia, ora em fase decisiva”.

O visto permanente foi concedido em 8 de abril de 1981, depois da terceira solicitaçã do governador, dessa vez ao ministro das Relaçõs Exteriores, Ramiro Saraiva Guerreiro.

A corrida tecnológica - GILBERTO LEAL

As crises do petróleo nos anos 70 mostraram a fragilidade da dependência do combustível fóssil e desencadearam a busca de fontes alternativas. Ansiedade que levou a pesquisas arrojadas como a de motores movidos a água, feita por Chambrin, e a ar comprimido. Na virada do século, as preocupações foram reforçadas pelos riscos do efeito estufa e da preservação ambiental. O setor automotivo investe pesado na produção de veículos econômicos e limpos como nos motores bicombustível, a gás, a eletricidade e a hidrogênio. A resposta brasileira ao custo do petróleo veio com Proálcool, em 1975. Com o apoio do governo militar, o programa avançou, e o etanol foi adicionado à gasolina. A crise recrudesceu, e os carros a álcool chegaram em 1978. Preço menor, conquistaram o consumidor e, em 1985, representavam 95% da produção nacional. Com a valorização do açúcar no mercado internacional, para não faltar, o governo importou álcool. Foi o fim do Proálcool e do carro a álcool.

Em 2002, foi a vez dos motores flexíveis – que funcionam com gasolina e/ou etanol. Quase 90% dos veículos produzidos no país são flex. Seguem as pesquisas com carros híbridos, movidos por propulsores elétricos e combustão, mas o preço dificulta a venda. A situação brasileira é confortável: o etanol polui menos do que a gasolina, é renovável e a cultura da cana-de-açúcar e as usinas atuais são modernas e eficientes com alta produtividade. A queda dos estoques na entressafra e as oscilações no mercado internacional, no entanto, comprometem o produto.


“A Opep pagaria para ficar no papel”. Milton Weyrich, comandante da Brigada Militar à época - GILBERTO LEAL

O misterioso sumiço de peças

O CNPq não respondeu a Chambrin, e ele entrou com ação judicial contra o Estado para reaver os equipamentos lacrados. Chambrin brigava com Maggi em outro processo sobre a divisão patrimonial das empresas. Em 1983, Chambrin voltou para Maceió, tentando instalar seu invento em ônibus. Mas a frota com motores de diversas marcas e a falta de matéria-prima inviabilizaram o trabalho. Em 1985, retornou a Porto Alegre.

PMs permaneciam 24 horas na porta da oficina, e o comando pedia, em vão, o espaço à Justiça. Em 1984, o CNPq enviou ofício ao governador Jair Soares (1983 a 1987), requisitando os veículos. O documento explicava que, “seguindo recomendação do SNI, o CNPq assumiria a pesquisa”.

Procurado por ZH há duas semanas, o ex-governador Jair Soares afirmou não se lembrar do tal documento do CNPq. Oficialmente, os veículos nunca foram entregues ao CNPq. E parte das peças do Reator Chambrin sumiram da oficina. Nessa época, já não ficavam mais sentinelas na porta. Em abril de 1988, quando a Justiça mandou abrir o local para decidir sobre a devolução das peças, descobriu-se veículos depenados. A oficina seguiu lacrada, e o sumiço das peças foi investigado. Cinco praças foram indiciados pelo sumiço de 12 pneus, mas o caso foi arquivado por falta de provas.

Sequestro e morte do francês

Enquanto isso, Chambrin vivia quase recluso na casa da amada. Nos quartéis da BM, o comentário entre os poucos PMs que sabiam do projeto era de que o francês tinha sido sequestrado, assassinado e o corpo jamais encontrado. Na França, diziam que Chambrin morrera em acidente de carro. Chambrin morreu em casa, fulminado por um infarto, aos 64 anos, em 4 de novembro de 1989. Maria Elena se tornara herdeira. As especulações sobre o destino do Reator Chambrin corriam o mundo. Do interior gaúcho ao Kansas (EUA), surgiam boatos de que o invento tinha sido pirateado e estaria rodando pelas ruas.

Em 1992, sob risco de desabamento do telhado da oficina, a Justiça mandou transferir os equipamentos. O Estado não encontrou outro lugar. A batalha judicial seguiu com novo round em 1993, quando a Justiça determinou a devolução dos pertences a seus donos – Maggi e Maria Elena receberiam os equipamentos. Mas a ordem não foi cumprida na íntegra. Em 1996, dias antes da morte de Maria Elena, por problemas respiratórios, a Justiça pediu avaliação do Reator Chambrin para quantificar o valor que caberia a Maggi e a Maria Elena. A Cientec não teve condições de atender ao pedido, tampouco outros órgãos federais. Em 2000, Maggi tornou-se dono das empresas Agal e Changer, ao adquirir as cotas do filho único de Maria Elena, e até hoje paga os tributos. Evita falar no assunto, mas demonstra acreditar que poderá fabricar e vender o Reator Chambrin e seus componentes, do qual é detentor das patentes concedidas pelo INPI em 1990. Há 27 anos, Maggi segue à espera do laudo do CNPq sobre o funcionamento do reator. A cada novo governador no Piratini, renova o pedido de informações, sem respostas.

O segredo do reator foi enterrado com Chambrin no túmulo 625313 do Cemitério João XXIII, na Capital. Maria Elena, morta em 1996, ocupa o mesmo jazigo. Enquanto isso, restos de um trator, de um caminhão e do Corcel além de outros equipamentos, seguem até hoje apodrecendo na oficina da BM, cujo prédio permanece lacrado, passados 29 anos.

Zero Hora – Como o senhor teve conhecimento do projeto?

Milton Weyrich – O assunto foi levado ao governador Amaral de Souza, e ele mandou conversar comigo. Designei o centro de manutenção do Corpo de Bombeiros.

ZH – O senhor acompanhava a experiência?

Weyrich – Começaram a viajar pelo Interior. Meu pessoal dizia que estava funcionando, cada vez mais com menos combustível e mais água. Se desse certo, criaria um problema econômico tremendo. Seria um desastre. Iam pagar para não comercializar.

ZH – Quem pagaria para o projeto ficar no papel?

Weyrich – A Opep (Organização dos Países Exportadores de Petróleo) pagaria e sei lá quem.

ZH – O senhor acha que o invento causaria um problema mundial?

Weyrich – Acho. Se realmente funcionasse, causaria uma desestabilização econômica. O petróleo, há mais de 60, 70, 80 anos, move o mundo.

ZH – A Opep pagaria e assumiria a patente para não ser usada?

Weyrich – Acho que sim. O mundo ainda não estava preparado para isso. Havia um investimento, como ainda há hoje, um investimento enorme. Nós estamos investindo no pré-sal, que vai sair caríssimo.

ZH – O senhor lembra o que resultou no fechamento da oficina?

Weyrich – Não me recordo disso. O interesse que a gente tinha é que desse certo. Havia até a promessa de que a BM teria uma participação financeiramente desse invento.

ZH – Não prosperou por alguma tentativa de boicote?

Weyrich – Acho que não. Todos estavam torcendo. Se desse 100% certo, ia ser um cataclismo financeiro.

ZH – A experiência era tratada com sigilo dentro da BM?

Weyrich – Sim. Não havia por que alardear uma coisa de valor estratégico. Por isso foi solicitado que a BM abrigasse esse experimento, é uma corporação reservada.

O coronel da reserva Milton Weyrich, 74 anos, era comandante-geral da BM entre 1981 e 1982, quando foi desenvolvido o projeto Chambrin em um quartel. O oficial acompanhava a experiência do seu gabinete e, pelas informações que recebia, se convenceu de que a invenção causaria uma revolução mundial, caso fosse concluída com sucesso.

A Frente

A agenda global em processo de desenvolvimento: agora o Irã é acusado de enviar tropas para Venezuela

O Irã está aumentando sua força Qods agentes paramilitares na Venezuela, enquanto secretamente continuar o fornecimento de armas e explosivos para os insurgentes do Taleban e outros no Afeganistão e no Iraque, segundo o primeiro relatório do Pentágono ao Congresso sobre militares de Teerã.

O relatório sobre o poderio militar iraniano fornece novos detalhes sobre o grupo conhecido formalmente como a Guarda Revolucionária Islâmica-Qods Force (IRGC-QF), as tropas de choque islâmica implantada em todo o mundo para promover os interesses iranianos.
A unidade está alinhada com os terroristas no Iraque, Afeganistão, Israel, África do Norte e América Latina, bem como o relatório adverte que as forças dos EUA são susceptíveis de batalha os paramilitares do Irã no futuro.

A força Qods "mantém a capacidade operacional em todo o mundo", diz o relatório, acrescentando que "é bem estabelecida no Oriente Médio e Norte da África e os anos recentes testemunharam uma maior presença na América Latina, especialmente Venezuela."

Comentário Revelação Final

A meu ver, os EUA e UE estão fazendo uma forte campanha para desmoralizar o Irã com falsas acusações de assassinato, envio de armas, tropas especiais do governo iraniano em nações “inimigas” e a fabricação de armas nucleares, todas estas acusações sem refutação. Agora eles estão fomentando outra farsa, acusando o Irã de fornecer tropas para a Venezuela com intuito de vigiar os EUA de perto, segundo a matéria.

Lembrando que numa reunião do Club dos Bilderberg ,uma das metas principais da agenda global do club, era invadir o Irã e acabar com o governo do Armadinejad e posteriormente a Venezuela, na qual seu presidente Hugo Chávez se diz inimigo declarado dos EUA, ou seja, todo os ditadores que fazem oposição ao sistema da Nova Ordem Mundial, como ex-ditador da Líbia Muammar Gaddafi, estão sendo varridos ao poucos, e certamente os próximos alvos do Tio San e sua trup será o Irã e a pobre Venezuela.

Revelação Final

EUA deixam Iraque e Irã deixa 30 mil combatentes da al Qods estacionados no Iraque

Dez dias se passaram desde que o presidente Barack Obama acusou o Irã de instigar um plano frustrado para assassinar o embaixador saudita em Washington em abril passado. No entanto, nem os EUA nem Arábia Saudita fez nada sobre isso - até mesmo na ONU.Sexta-feira 21 de outubro, Obama reafirmou que todos os soldados dos EUA serão levados para casa do Iraque até o final do ano. Dois dias depois, a secretária de Estado Hillary Clinton prometeu no Tajiquistão: "Para os países da região, especialmente os vizinhos do Iraque, queremos enfatizar que a America vai ficar com nossos aliados e amigos, incluindo o Iraque, em defesa da nossa segurança e interesses comuns. "
Ela falou que a administração Obama se preparava para sair do Iraque, deixando em Bagdá um governo e exército nacional incapaz de defender o país contra a ampliação dos ciclos de terror, liderado por um primeiro-ministro sob influência de Teerã e mais de 30.000 membros armados da Guarda Revolucionária iraniana 'braço terrorista, a Al Qods Brigadas, implantado lá.O primeiro-ministro Nouri al Maliki é tão completamente escravizado pelo Irã que ele tinha medo de aderir à insistente demanda de Washington para imunidade a ser estendida a pelo menos 5.000 soldados dos EUA permanecerem no Iraque, embora deixado sozinho, ele teria se inclinado a fazê-lo .Os oito anos de presença militar dos EUA no Iraque termina, portanto, deixando o Irã assentando-se consideravelmente em seus dois principais objetivos estratégicos:

1. A saída de soldados norte-americanos, cuja presença no Iraque desde a invasão de 2003 foi julgada em Teerã uma ameaça contínua de suas fronteiras. Envolvimento militares dos EUA no Afeganistão é visto sob a mesma luz.

2. Um governo liderado pelos xiitas fraco em Bagdá, pesadamente dependente da vontade de Teerã. Dilacerado por conflitos entre xiitas, sunitas e curdos, o Iraque não está em condições para obstruir os planos hegemônicos do Irã para o Golfo Pérsico e da Síria.
A mão direita do regime iraniano para alcançar essas metas era - e é o- Al Qods comandante,o tenente-general Qassem Soleimani, o homem também acusado por Washington de ser o mentor do plano de assassinato.

Washington está bem ciente da capacidade de Soleimani para interferir com os interesses americanos. Na verdade, ele canta sobre isso.

Em julho passado, fontes dos EUA vazou uma mensagem que ele postou em 2008, para o general David Petraeus, então chefe do Comando Central dos EUA e agora diretor da CIA: "General Petraeus, você deve saber que eu, Qassem Suleimani, controlo a política para o Irã com relação ao Iraque, Líbano, Síria, Gaza e no Afeganistão. E, de fato, o embaixador em Bagdá é membro da Força Quds. O indivíduo que vai substituí-lo é um membro da Força Quds ".
Ele estava exibindo seu controle de Bagdá à custa americana.Desde então, ele ampliou esse controle, relatório DEBKAfile de fontes militares, através da injeção de 30.000 combatentes al Qods na luta pessoal para o Iraque, todos treinados em táticas de guerrilha para os padrões do Ocidente e do Oriente Médio em unidades de elite.

Pelo menos metade são implantados em Bagdá sob a forma de unidades de guarda-costas de membros do governo iraquiano e figuras políticas já contratados por empresas locais. A maioria das figuras xiitas no governo e o parlamento estão usando agora detalhes al Qods para proteção. Isso torna o facilmente vulnerável à manipulação de Teerã.

Hoje, Al Qods tem o prazo da Zona Verde de Bagdá, o enclave de segurança máxima construído um custo de bilhões de dólares americanos para manter a embaixada dos EUA e altos comandos no Iraque e sua sede de governo a salvo de bombas terroristas.Após o rebaixamento militares dos EUA em pouco mais de dois meses, a 16 mil funcionários da embaixada dos EUA permanecem na Zona Verde, incluindo 5.000 agentes de segurança de civis contratados.
Eles vão ficar olho no olho com um igual número de agentes da Al Qods defendendo o governo pró-iraniano no Iraque. É sobre esta nota dissonante que a América está prestes a terminar a guerra no Iraque.

Um Novo Despertar

Irã e Síria assinaram pacto de defesa contra um possível ataque dos EUA


O presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad e seu par da Síria, Bashar al-Assad assinaram um pacto de defesa contra um possível ataque dos Estados Unidos ou Israel. Além disso, esta aliança vai receber armas da Síria ao Irã em troca de não entrar em um processo de negociações de paz com Israel.

Se Israel ou os EUA ou a OTAN atacar a Síria, um exército sírio não será a resposta, mas sim o iraniano. As condições para a guerra e estão preparados.

sábado, 22 de outubro de 2011

É guerra na informação


O HOMEM QUE DISSE TODA A VERDADE NA TELEVISÃO

A Nova Ordem Mundial "Implantada Forçosamente". Globalistas, OTAN, Vaticano e outros grupos se alinham para o governo mundial da ONU

O primeiro-ministro da Itália, Silvio Berlusconi, disse que a guerra na Líbia "acabou", após o anúncio dos líderes rebeldes sobre a captura e morte do ditador Muammar Kadafi.

"Agora a guerra acabou", disse Berlusconi, que falou ainda uma frase em latim "Sic transit gloria mundi", que significa "as coisas mundanas são passageiras". Após essa declaração de morte de Kadafi, o embaixador líbio agradeceu aos líderes mundiais. O representante do país na ONU, Ibrahim Debbashi, afirmou que todos na Missão da ONU estão celebrando a captura de Sirte e a morte de Muammar Kadafi, informou a emissora árabe Al Jazeera. "É o fim do jogo para Kadafi, sua família e seus apoiadores. Agora o povo líbio pode começar a construir o país e a democracia", disse.
Sic transit gloria mundi é uma expressão latina bastante famosa, porém, a sua origem é religiosa, pois fazia parte do"ritual das cerimônias da coroação papal até o ano de 1963".


Poderia ser apenas uma expressão de alívio por parte do primeiro-ministro italiano (romano), mostrando que tudo na vida é passageiro. Porém, às vésperas do encerramento dessa missão malígna na Líbia e desses novaordeanos, vemos agora a seguinte notícia:

O Vaticano anunciou ter preparado um documento para a reforma do sistema financeiro internacional no qual convoca a criação de uma "autoridade pública com competência universal". O documento será apresentado em 24/11/2011 à imprensa e foi elaborado pelo Conselho Pontifício Justiça e Paz, liderado pelo cardeal africano Peter Kodwo Appiah Turkson.

"A reforma do sistema financeiro internacional na perspectiva de uma autoridade pública de competência universal" é o título do documento do VATICANO.

O Vaticano apresenta assim propostas concretas perante a crise econômica e social que afeta o mundo desde 2008. Bento XVI se pronunciou em diversas ocasiões a favor de uma "intervenção pública" e denunciou o sistema econômico atual e suas consequências sobre os setores mais pobres da população, em particular os camponeses. "A crise financeira mundial demonstrou a fragilidade do sistema econômico atual e das instituições a elas conectadas", declarou o Papa em abril. O destaque aqui que chamamos a atenção do leitor é porque em apocalipse está registrado que um lider religioso possivelmente cristão (dois chifres de cordeiro) denominado Falso Profeta (uma das bestas apocalipticas) introduzirá o Líder Global (antimessias) no cenário econômico e político mundial, inclusive exigindo que o líder mundial seja adorado. Leiam e entendam.

Enquanto a maioria alienada ainda continue sem direção, o fato é que os movimentos revolucionários globais contra os banqueiros internacionais indiretamente cooperaram para acelerar o colapso econômico global, alem dos ataques militares contra populações inteiras no Oriente Médio, que estão nos levando a Terceira Guerra Mundial mediante a próxima guerra forjada para os próximos dias, que será contra o Irã e a Síria.

É certo que a partir de agora a Nova Ordem Mundial planejada pelos banqueiros começará a tomar a forma anunciada há muito tempo e que os carneiros incautos só agora começarão a perceber, quando então, viver se tornará mesmo uma missão diária mui dolorosa.

Sabemos que tudo que está acontecendo é uma trama montada para matar aqueles que resistirem capitular perante o poder Illuminati/Novaordeano/Vaticano-Romano, portanto, os próximos alvos em potencial são a Síria e o Irã e outras nações da África. A mídia corporativa já começou a divulgação de mentiras sobre estes dois países para arrumar alguma "desculpa" para invadir e matar as lideranças desses países.

O cenário global centralizado do poder mundial da ONU, encontra-se alinhado aos interesses do Vaticano e dos banqueiros globalistas iluminatis e através do exército mundial da OTAN e NATO, grupos paramilitares, mercenários, terroristas etc., o mundo está nesse momento experimentando a transição, mudança real forçada (imposta) na área econômica, militar, política, religiosa, comportamental e outras em todo o planeta, com destaque especial ao Oriente Médio, Europa e EUA, embora também tenha atingido a Ásia e a África, países esses que também desfilam nesse palco de horrores. É a Nova Ordem Mundial sendo implementada forçosamente e as nações aceitando com relativa submissão, exceto poucos verdadeiros indignados revoltados em minorias, sempre silenciados rapidamente. Pode ser considerado o Novo Império Romano "restaurado" com grande participação de toda Europa e de Roma. *Notas: Adaptado, revisado e acrescido. Links constantes no post.

Libertar IN

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

União Eurasiana será uma realidade até 2015,afirma Putin

O primeiro-ministro Vladimir Putin disse que a proposta " União Eurasiana" - um bloco político e econômico composto por ex-repúblicas soviéticas e demais países- pode se tornar uma realidade até 2015, de acordo com a Rússia mídia.
"Somente por volta de 2015 pode nos aproximamos da realização da idéia de criação da União se trabalharmos tão energicamente como temos sido", Putin escreveu em um artigo.

Putin sugeriu que a união seja fundada sobre a atual "União Aduaneira", um grupo de comércio que atualmente é liderado por Rússia e inclui também a Bielorrússia eo Cazaquistão.
Tal união, Putin indicou, seria projetado para ajudar os Estados membros na coordenação de moeda e políticas econômicas.
Ele acrescentou que a união não seria o mesmo que "a recriação da URSS", mas sim de desenvolver laços mais estreitos entre a Europa e econômias da região Ásia-Pacífico.

O " União Eurasiana" se tornará "um dos pólos do mundo moderno, servindo como uma ponte eficiente entre a Europa e a dinâmica região Ásia-Pacífico", escreveu Putin num artigo publicado no início deste mês.
"Não há como falar de reconstrução da URSS, de uma forma ou de outra."
"Seria ingênuo tentar restaurar ou copiar algo que pertence ao passado, mas uma estreita integração com base em novos valores e base econômica e política é uma exigência do tempo presente."
Segundo relatos, os chefes de Estado da Bielorrússia e Cazaquistão atribuídas à uma declaração apoiando a criação da nova união, com Putin com a expectativa de assinar a declaração, em dezembro.
Em conexão com a união proposta, o russo assinou um acordo de comércio com outros sete ex-Estados soviéticos - Ucrânia , Belarus, Cazaquistão, Armênia, Quirguistão , Moldávia e Tajiquistão - para promover a integração econômica da região.
” Primeiro-ministro russo Vladimir Putin afirmou que o acordo faria as economias das economias "mais competitivo", eliminando exportação e direitos de importação dos estados-membros "toda uma gama de mercadorias."
O primeiro-ministro da Armênia Tigran Sarkisian supostamente apoia a formação da União Eurasiática .
"[A união] é promissora e moderna", disse à universidade, de acordo com o escritório do governo armênio de imprensa.
No entanto, não está claro se Armenia está pronta a união ou não - nem o presidente Serzh Sarkisian, nem o Ministério dos Negócios Estrangeiros arménio ainda comentou sobre o assunto ainda.

Um Novo Despertar

Grécia: Protestos não travam austeridade

Exército turco lança grande ofensiva no Iraque

Greve geral na Grécia é ápice de situação que está se tornando revolucionária 19/10/2011 12:16, Stamatis Karagiannopoulos, com Marxist.com- de Atenas

A situação na Grécia está se tornando mais e mais revolucionária a cada dia que passa. O país foi paralisado por uma onda de greves centradas no setor público e empresas estatais. E esta semana a situação irá aprofundar-se.

Manifestante grego lança bomba contra a polícia, no primeiro dia da greve geral de 48 horas, em Atenas
Esta é a resposta que os trabalhadores dão na tentativa de livrarem-se dos terríveis ataques do governo. Esta onda de greves foi antecipada pelo movimento de ocupação em massa nas universidades e escolas em setembro, o que provou mais uma vez que a juventude é um barômetro sensível da luta de classes.
Nós estamos vendo mobilizações naqueles locais de trabalho onde temos os sindicatos mais poderosos da classe trabalhadora grega. Os trabalhadores do transporte, dos portos, da eletricidade, trabalhadores dos governos municipais, dos ministérios, hospitais, da educação, das repartições fiscais, e dos sítios arqueológicos decidiram todos fazerem greve e estão também ocupando prédios governamentais um atrás do outro.
Pela primeira vez os trabalhadores destes setores têm o apoio da maioria esmagadora dos trabalhadores desempregados e trabalhadores do setor privado. A percepção do passado de que os trabalhadores destes setores, ou seja, funcionários públicos eram privilegiados, não existe mais entre os trabalhadores do setor privado porque é precisamente este setor que se encontra no alvo recebendo os mais duros ataques, com demissões em massa e grandes cortes de até 50% em seus salários. A linha que dividia e separava os trabalhadores públicos e privados não existe mais e isso é resultante do ataque brutal realizado pelo governo.
Agora, também no setor privado, nós temos um enorme ataque do governo, com a mesma nova lei exigida pela troika (equipe constituída por responsáveis da BCU, UE e FMI que negociaram as condições de resgate financeiro na Grécia, na Irlanda e em Portugal) e apresentada ao Parlamento na última semana, a qual visa reduzir ao máximo o salário mínimo (de 750 euros para 550 euros) removendo o Acordo Coletivo Geral Nacional e todos os acordos coletivos setoriais. Na verdade, a lei de fato retira o papel oficial dos sindicatos “até a crise acabar”.
O resultado de tudo isso é que a atmosfera entre os trabalhadores tem se tornado mais militante que nunca. Nesse momento o que se destaca claramente é a determinação para lutar até o fim. Ativistas e líderes sindicais estão dizendo abertamente à mídia que as greves são políticas. Um líder sindicalista dos condutores e cobradores de ônibus, na sexta-feira passada em um famoso programa de TV, disse que: “nós vamos continuar as greves até derrubar o governo. Nós queremos acabar com essa gangue!”.
Os mais militantes são os coletores de lixo que estão em greve nos últimos dez dias e têm feito ocupações nos depósitos de lixo. Ontem o governo enviou as Forças Especiais da Polícia para aterrorizar os grevistas, mas eles se recusaram a acabar com a ocupação. Eles afirmaram que se o governo não voltar atrás, isso levaria ao “derramamento de sangue”. O governo então passou a conceder a coleta de lixo para empresas privadas, que, no entanto, são incapazes de recolher o lixo das ruas porque recebem constantes ataques e insultos de pessoas comuns que gritam a eles: “traidores”. Este incidente expressa muito claramente a solidez do apoio para com os grevistas da parte da maioria do povo grego.
O clima que está se amadurecendo entre a classe trabalhadora está indo mais além da greve geral de 48 horas, iniciada nesta quarta. A ideia de que é preciso fazer uma greve total e política geral está tomando conta das cabeças de muitos trabalhadores.
Esta situação está colocando enorme pressão sobre o governo do PASOK, que agora está bem mais fraco do que esteve durante o verão. O grupo parlamentar do PASOK – no qual muitos estão vendo que se eles continuam a apoiar abertamente a austeridade, seus assentos no parlamento estarão em risco – está sob imensa pressão dos sindicatos e trabalhadores em geral. Um deputado do partido socialista PASOK já disse que pretendia votar contra a nova lei e outro ameaçou renunciar. Isso arriscaria reduzir a maioria parlamentar de Papandreou (primeiro Ministro) a níveis insuportáveis. O PASOK tem 154 deputados em um parlamento de 300 membros.
A perda do apoio popular do PASOK está também sendo refletida dentro dos sindicatos. O PASOK tem suas próprias facções – conhecidas como PASKE – dentro dos sindicatos. Neste ano, no sindicato dos trabalhadores municipais e sindicato dos professores, o PASKE já rachou com o PASOK. Na semana passada o PASKE do sindicato dos ferroviários anunciou que estava rompendo com o PASOK. Estamos também testemunhando em toda a Grécia uma onda de indignação no partido, entre muitos dos seus quadros no PASOK.
O cerco ao prédio do Parlamento, organizado por uma facção da liderança stalinista do KKE dentro dos sindicatos tem caráter muito menos espontâneo, desorganizado e amador do que os protestos de junho. Ele foi organizado com a participação dos “batalhões pesados” da classe trabalhadora, os trabalhadores da construção, dos estaleiros navais, etc. Isso significa que o conflito agora envolve um número muito maior e também muito mais organizado de trabalhadores.
A greve geral marca outra virada na situação na Grécia. É a expressão da intensa raiva que foi gerada no seio dos trabalhadores e da juventude em toda a Grécia, que não estava preparada para segurar todos os ataques que estão por vir. A luta de classes, em níveis sem precedentes, está sendo preparada na Grécia e aí será jogado o futuro de toda a Europa.

Correio do Brasil

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Rothschild oferece quantia zilionária para que a SDB,desapareça

O banksters de alto nível conhecido como a família Rothschild ofereceu a White Dragon Society 25000000000000 $ para "ir embora." Quando o representante WDS disse "você pode fazer isso por 50 trillion dólares?", Responderam eles, sem hesitação, "se o que quiser." O problema é o WDS não pode aceitar o dinheiro roubado ou o dinheiro que foi criado de forma fraudulenta. Em qualquer caso, o Rothschilds e o sindicato do crime de Bush estão apenas ganhando tempo, porque ambos estão tentando iniciar a Terceira Guerra Mundial. A Israel foi dada a luz verde por Obama e o chefe de gabiente Rahm Emmanuel para atacar o Irã. Bush / Rothschild e ao agente Ahmadinejad será então dada luz verde para destruir a maior parte de Israel, segundo fontes do Pentágono de alto nível. Eles esperam que este curso trágico dos acontecimentos, então, farão o seu falso cenário de sua Gog / Magog . O povo israelense necessita impedir essa insanidade o mais rápido possível, eliminando o gângster Benjamin Netanyahu do poder.

A situação atual dos EUA, entretanto, está se aproximando para abrir uma revolta. As ações legais contra Obama por seu cabeça do Departamento de Justiça Eric Holder se destinam a remover o primeiro obstáculo legal para impugnar Obama e seu gabinete, segundo fontes do Pentágono e da CIA. Essa ação legal está sendo relatado pela TV Fox de Murdoch, mas não por outros estabelecimentos empresariais de mídia. Murdoch está aliado com o WDS.

O processo envolvendo o roubo de fundos pertencentes às nações não-alinhadas do mundo também está sendo preparado para ser apresentado no início de novembro. Esta ação supostamente levará a centenas, senão milhares de prisões de mebros da elite, de acordo com a filers, mas ele foi adiado muitas vezes e a prova será no pudim.

O ramo do sindicato de Chicago a Rothschild / Bush, sindicato do crime fascista liderado por Rahm Emmanuel (relacionada ao rei fascista italiano Victor Emmanuel?) Forneceram a Israel, contra as objecções do Pentágono, bombas de fragmentação e bombas estoura bunkers de que necessita para atacar o Irã. A operação Mossad envolvendo um lote falsificado do Irã para matar o embaixador saudita é suposto ser a razão para esse ataque. Bush / agente Mossad o presidente iraniano Ahmadinejad, então usa um contra ataque para disparar "Armagedon", em Israel, segundo as fontes do Pentágono dizem.

No entanto, mesmo se Israel for sacrificado por esses fascistas, o ataque não irá acionar sua 3ª Guerra Mundial desejada.

Do Pentágono e fontes da CIA também acrescentam que uma das razões para o holocausto dos judeus europeus é que estes se recusaram a entregar seu ouro para as famílias reais da Europa. As famílias reais queriam monopolizar o ouro do mundo, a fim de assumir o sistema financeiro mundial, conforme essas fontes dizem. Objetivo principal da Segunda Guerra Mundial foi confiscar nem todos os suprimentos globais de ouro sob o controle dessas famílias.

O WDS também foi contactado por um grupo que afirma ser a "illuminati real." Eles dizem que sua ordem foi fundada pelo rei Salomão e Pitágoras e se opõe a um culto satânico antigo gerido pela Família Real. Seu representante afirma que este grupo"illuminati" estava por trás das revoluções francesa, americana e russa. Eles dizem que seus membros são de 6.000 indivíduos altamente influentes que não fazem parte das antigas famílias dinásticas (as 13 linhagens, também chamadas de "illuminati bloodlines" por alguns escritores).

Vale a pena notar as pessoas da loja maçônica P2, na Itália também se chamavam "illuminati", apesar de sua liderança consistia de antigas e puras famílias romanas aristocráticas.

Temos sido capazes de confirmar de forma independente que este indivíduo, que se chama Alexander Romanoff, está ligado ao MI6, KGB, a Polícia de Segurança australiana, a inteligência militar do Canadá e da máfia internacional de drogas. Nós confirmamos isto através de múltiplas fontes, incluindo membros de todas as agências supra mencionadas e grupos.

Romanoff diz que ele ajudou o ex-campeão mundial de xadrez Bobby Fischer, quando foi preso no Japão em 2004. Ele conseguiu um passaporte islandês a Fischer para impedi-lo de ser deportado para os Estados Unidos. Fischer informou então a Romanoff que ele era um "mestre da illuminati." Romanoff também diz a Fischer que ele era o mentor original por trás do ataque do 11 de setembro e contratou terroristas contra os EUA. O motivo final deste ataque era provocar uma revolução nos EUA contra o controle ainda monarquista , que eles se referem como a "velha ordem mundial", em oposição à "nova ordem mundial", que este grupo illuminati representa.

Dada a utilização da expressão "nova ordem mundial", por linhagem de membros Bush e sua laia, meu conselho para esta pessoa era que seu grupo precisava mudar o nome do regime que planejam montar a algo que tem menos associações negativas.

Romanoff diz que seu grupo apoia a meritocracia, ou governar pelos mais competentes, e se opõe à regra hereditária por famílias puras. É interessante notar que, tríades e grupos asiáticos da yakuza também se opõem ao nepotismo.

O filho de um chefe yakuza nunca seria permitido para herdar o controle da gangue de seu pai, embora ele possa ser autorizado a participar de uma quadrilha diferente.

Enquanto isso no Japão, a Yakuza e a polícia militar japonesa ter informado este autor que o clã Bush está tentando obter um agente norte-coreano para matá-lo. O agente que eles enviam é provável que seja ligado ao tráfico de drogas, arma-running gangue conhecida como Igreja da Unificação. Esta fazenda é ao lado do rancho dos Bush no Paraguai.

Um novo Despertar

MEE, Assim começa a ditadura na Europa!

Grécia: mega protesto em dia de greve geral


ATENAS, Grécia — Mais de 120.000 pessoas se manifestavam nesta quarta-feira, em Atenas, Salônica (norte) e outras cidades da Grécia, no primeiro dia de uma greve geral de 48 horas contra a austeridade, indicou a polícia, o que supõe uma mobilização recorde desde o início da crise da dívida de 2010.
Confrontos explodiram entre grupos de jovens e a polícia perto do Parlamento grego no centro de Atenas. Quase 200 jovens atiraram coquetéis molotov e pedras contra policiais que impediam o acesso ao Parlamento, provocando a resposta das forças de segurança com bombas de gás lacrimogêneo, enquanto 70.000 pessoas, segundo fontes oficiais, avançavam para a praça central de Atenas.
Dezenas de viaturas da polícia estavam estacionadas na Praça Syntagma, diante do Parlamento grego, onde os deputados discutem o projeto de lei apresentado pelo governo do primeiro-ministro Giorgio Papandreou.
A polícia fechou de maneira preventiva duas estações de metrô no centro da capital, onde milhares de simpatizantes do Partido Comunista estavam reunidos antes do início da manifestação.
Os dois principais sindicatos do país, GSEE, do setor privado, e Adedy, do funcionalismo público, convocaram protestos em Atenas e Salônica, a grande cidade do norte do país.
Os manifestantes protestam contra um projeto de lei que contempla novas medidas de austeridade para reduzir a colossal dívida da Grécia imposto por seus principais credores internacionais, e que deve ser votado na quinta-feira pelo Parlamento.

terça-feira, 18 de outubro de 2011

A verdade sobre invasão de ETs sai do arquivo

Testemunhas relatam em depoimentos colhidos em 1972 como teria sido a passagem de óvni em Minas. General chegou a sugerir que governo fizesse acordo com ETs contra invasão

As provas da invasão do espaço de Belo Horizonte e de outras localidades mineiras por supostos discos voadores em julho de 1972 estavam mesmo nas gavetas do Ministério da Aeronáutica. Edison Boaventura, presidente do Grupo Ufológico de Guarujá (SP), conseguiu cópias de depoimentos de testemunhas das aparições, confirmando reportagem publicada pelo Estado de Minas. Um dos documentos contém relato do sargento Raphael Antônio Santarém de Morais, então chefe da torre de controle do aeroporto da Pampulha. Ele não só viu os objetos como recebeu chamados de pilotos de pelo menos três voos alertando sobre as luzes.

A história mais contundente é a do general de Divisão Médica Joaquim Vieira Froes, então na reserva. Ele viajava de ônibus com a família do Rio de Janeiro para Vitória da Conquista (BA). Na BR-116 (Rio-Bahia), perto de Realeza, distrito de Manhuaçu, Zona da Mata, o coletivo foi estudado por cerca de 30 segundos por um objeto voador, na noite de 26 de julho. O militar chegou a sugerir ao país procurar meios de entrar em contato, caso se tratasse mesmo de seres de outro mundo, e propor um acordo para evitar uma invasão. Os relatos, além de confirmar as visões, quebram um silêncio de anos imposto pelo medo da ditadura (as pessoas evitavam comentar o que não podiam explicar)…

Ovni Hoje

OSNI - Perseguindo Veleiro na Costa da Suécia


Um objeto submarino não identificado (OSNI) aparece se deslocando em alta velocidade nas águas do oceano, na costa da Suécia. O vídeo tem deixado até mesmo militares perplexos. A pergunta é: Este é um fenômeno natural, uma criatura não identificada, ou um legítimo OSNI?

Enquanto o objeto continua como não identificado, o movimento do dispositivo ou criatura, é estranho o suficiente, para justificar uma análise mais aprofundada por especialistas.

Observem que no primeiro instante de observação do vídeo, o objeto aparece em alta velocidade seguindo a embarcação, sugerindo que poderia estar sendo puxado por alguma linha de pesca, entretanto subitamente o objeto muda de direção, se afastando de forma surpreendente – eliminando assim, a hipótese de estar sendo puxado por alguém do barco. Outra questão que vem a superfície é se o objeto, poderia estar sob controle de algum dispositivo remoto, no entanto a velocidade de deslocamento, as "marolas" e a correnteza poderiam impossibilitar tal aceleração e movimentos ágeis. Resta expor, que poderia também estar se tratando de uma criatura marinha desconhecida, porém, o formato esférico e a dinâmica de deslocamento, sugerem muito mais que uma criatura marítima.

projeto quartzo azul

Cuarto Milenio.Debate- o Enigma Elenin



Pedem ajuda atravez do Buraco Negro. Mais uma da novela Elenin

Imagens do vulcão submerso nas Ilhas Canárias. Recentíssimo

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Occupy Wall Street: "A casa caiu..." Além de George Soros, Barack Obama também está orquestrando estes movimentos para ser provocada uma Revolução Comunista


Mais uma confirmação que o movimento Occupy Wall Street é uma farsa!
Desta vez, quem desmascara é Olavo de Carvalho...
E a coisa piora mais, sabendo que não é apenas o globalista George Soros que está por trás disto...
O queniano Obama também está orquestrando estas manifestações para ser provocada uma Revolução Comunista!
Então... Por mais que tenham pessoas de boas intenções nestes manifestos, os mercenários da Tirania estão infiltrados neles para se alcançar o objetivo dos seus patrões...
É a nova ordem através do caos...

Prontos para a batalha tropas em standby, as tensões aumentam seguinte ao plano de assassinato duvidosa.

Os Estados Unidos estão começando esta semana uma enorme manobra militare que visam o Irã, com uma frota aérea maciça patrulhando os céus do Oriente Médio pronto para pousar a qualquer momento, em resposta ao envolvimento do Irã em uma tentativa de assassinat e que os especialistas chamaram duvidosa, em meio a temores de que EUA e alvos israelenses poderia ser atingido por ataques.

Como informamos na semana passada, o Secretário de Defesa dos EUA esteve em visita a Tel Aviv em outubro, e os falcões israelenses tentaram persuadir Panetta para dar a luz verde para um ataque militar contra o Irã. Dentro de dez dias, detalhes de um plano de assassinato contra um alegado embaixador saudita surgiu e o ataque frustrado foi atribuído a Irã. Inúmeros especialistas imediatamente expressaram suas dúvidas sobre a autenticidade da trama, com 21 anos o veterano da CIA Robert Baer deu rotulagem a história "um verdadeiramente terrível roteiro de Hollywood".

Os militares dos EUA vão responder esta semana com uma série de importantes manobras militares destinadas a ameaçar o Irã, inclusive, "uma frota aérea americana nos céus do Oriente Médio pronto para pousar a qualquer momento para qualquer contingência", relatou DEBKAfile (e quem está acompanhando o UND, tenho trazido os últimos relatórios do site Debka e que falam a respeito destes e demais assuntos ).

"Os Estados Unidos lançam um exercício de grande escala sobre o Oriente Médio implantando 41 transportadores gigante do Esquadrão de Transporte Aéreo 22nds a partir de segunda-feira 17 de outubro", afirma o relatório, acrescentando que a aeronave será embalado com soldados totalmente equipados, preparados para o combate.

Há mais sete navios de guerra a partir do Grupo de Batalha Stennis também prontos a "fornecer tropas terrestres com o apoio de combate e de terra batida e metas do mar."

Os exércitos egípcios e sauditas e israelís também foram colocados em prontidão máxima, ecoando relatos de que tropas dos EUA serão enviadas para a região e também foram postas em alerta máximo.

As manobras também estão ligados à liberação programada do soldado israelense Gilad Shalit pelo Hamas na terça-feira, um evento que funcionários de inteligência dos EUA medo pode desencadear uma cadeia de ataques na região contra alvos dos EUA e de Israel. Deve ser alvo embaixadas, as tropas dos EUA será no lugar de reagir rapidamente.

Especialistas geopolíticas têm sido consistentes em suas advertências de que Israel se prepara para atacar o Irã neste outono.

Em julho, o veterano da CIA Baer disse KPFK Los Angeles que primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu estava planejando um ataque ao Irã em setembro, para coincidir com o lance da Palestina para a adesão da ONU.

Se as manobras são meramente concebidas para ser um ato de beligerância contra o Irã ou representar os preparativos para um ataque militar real em apoio de Israel continua a ser visto, mas como Gulf News repórter Patrick Seale assinalou sexta-feira, a janela de oportunidade para um ataque ao Irã está se fechando.

"Alguns especialistas militares ocidentais tem sido citados como dizendo que a janela de oportunidades para um ataque aéreo israelense contra o Irã nos próximos dois meses, desde o início do inverno faria tal ataque mais difícil", escreve Seale, acrescentando que os israelenses " ânsiam de lançar o ataque o mais cedo possível "causou alarme considerável em Washington e em várias capitais europeias."

Ambos os legisladores republicanos e democratas dos EUA emitiram veementes declarações contra o Irã nos últimos dias, com vários, mas todos chamando para a guerra. Na semana passada, o republicano Peter King de NY, exortou a administração Obama para colocar tropas em modo de espera, a rotulagem do plano de assassinato alegada ao Irã"um ato de guerra". No domingo, a democrata Dianne Feinstein, chefe da Inteligência do Senado, advertiu que os EUA e o Irã estavam em uma "rota de colisão".

Um Novo Despertar