terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

EUA: Potências vão oferecer alívio de sanções ao Irã

ALMATY – As grandes potências vão oferecer ao Irã algum alívio nas sanções impostas ao país durante conversações em Almaty, no Cazaquistão, nesta semana, se Teerã se comprometer a frear seu programa nuclear, disse uma autoridade dos EUA nesta segunda-feira.

No entanto, a República Islâmica poderá enfrentar mais problemas econômicos se o impasse não for resolvido, disse a autoridade antes da reunião de 26 e 27 de fevereiro, falando sob condição de anonimato.

"Nós acreditamos… que haverá algum alívio adicional das sanções (na proposta atualizada das potências ao Irã)", disse a fonte, sem dar detalhes.

Diplomatas ocidentais disseram à Reuters que Estados Unidos, Rússia, China, Grã-Bretanha, Alemanha e França vão oferecer alívio das sanções sobre o comércio de ouro e metais preciosos se o Irã fechar sua usina subterrânea de enriquecimento de urânio de Fordow.

Autoridades iranianas indicaram, no entanto, que isso não será suficiente. O Irã nega as acusações ocidentais de que está em busca de desenvolver a capacidade de fabricar bombas atômicas, e diz que seu programa nuclear é totalmente pacífico.

A autoridade dos EUA disse que as potências esperam que a reunião em Almaty leve a próximas negociações em breve.

"Estamos prontos para acelerar o ritmo de nossas reuniões e discussões", disse a autoridade, acrescentando que os Estados Unidos também estão preparados para manter conversações bilaterais com o Irã, se Teerã estiver sério sobre isso.

Reuters

Nota da Redação:

Vai Irã, fecha sua usina fecha, para ver o que acontecerá em menos de seis meses…

Mas antes vá numa pitonisa e pergunte a alma de Kadhafi depois que ele cooperou, o que aconteceu depois.

Naval Brasil

Wikileaks: EUA atuaram para unir direita venezuelana em 2012

Os Estados Unidos fizeram um esforço de bastidores para unir a oposição venezuelana e tentar tirar Hugo Chávez do poder nas eleições de outubro de 2012, revelam documentos vazados pelo site Wikileaks. O site, criado pelo jornalista e ativista australiano Julian Assange vazou mais de cinco milhões de telegramas da empresa de espionagem norte-americana Stratfor.

A Stratfor alega prover informações para multinacionais com o desejo de investir na Venezuela. Entretanto, a troca de telegramas mostra outro cenário: a empresa trabalhou como uma agência de espionagem, com o objetivo de influenciar a política do país sul-americano, criando condições adequadas para o aumento da influência norte-americana.

Nos emails são mencionados encontros com vários nomes da oposição venezuelana,como o prefeito de Caracas, Antonio Ledezma, o candidato derrotado no pleito, Henrique Capriles, Leopoldo Lopez, e o analista político direitista Rafael Poleo.

“Falei com Rafael Poleo poucos dias atrás”, diz uma fonte – segundo os telegramas, seria um proeminente economista venezuelano.

Cobrindo o período de julho de 2004 a dezembro de 2011, vários telegramas trazem conversas e informações sobre a política local. Um dos telegramas trata especificamente da campanha para as eleições presidenciais de 2012. Nele, a agência de espionagem fala de uma “revolução na Venezuela”: unir a oposição, fazer a campanha eleitoral e chamar o povo a votar (o voto é facultativo no país).

Ainda nesse telegrama, a Stratfor reconhece que seus serviços são procurados por atores políticos e a ação se desenrola em dois momentos: no primeiro instante, é feita uma análise da situação. Em um segundo momento, é aplicado um plano de ação, denominado pela empresa de espionagem como “missão”.

Há seguidas referências ao grupo sérvio CANVAS (Center for Applied Non Violent Action and Strategies, na sigla em inglês). O grupo recomenda quais os passos a serem tomados para derrubar Chávez, em um guia de “como fazer uma revolução” dentro dos limites legais e, assim, levar a oposição ao poder.

“Quando alguém nos pede ajuda, como é no caso da Vene (Venezuela), fazemos a pergunta ‘O que fazer?’, ou seja analisamos a situação (o documento de Word que te enviei) e depois vem a “missão” (o que ainda precisa ser feito) e também o conceito operacional – o plano de campanha”, diz o autor do telegrama ao destinatário.

Segundo o telegrama da Stratfor, “por causa da completa desconfiança entre os diferentes grupos da oposição venezuelana, a empresa teve que fazer a análise inicial”. A empresa diz que “cabe à oposição venezuelana saber aonde quer chegar, ou em outras palavras, depende da oposição perceber que a falta de unidade poderia fazê-los perder a eleição antes mesmo dela ter começado.”

No entanto, a empresa de espionagem afirma em seu site que apenas “dá ferramentas e informações para que os clientes executem seus planos”. Mas no caso venezuelano, “devido à debilidade da direita venezuelana em se unificar”, precisou começar seu trabalho fazendo uma análise do cenário para criar um plano de ação, diz o telegrama.

Opera Mundi

Naval Brasil

Mil dias de cadeia sem julgamento, para o recruta que denunciou as atrocidades dos EUA no Iraque

A Personalidade do Ano, segundo os leitores do Guardian, foi Bradley Manning. Só que Manning está na cadeia há mil dias, recém completados, sob a acusação de ter vazado os célebres documentos com os quais o Wikileaks mostrou ao mundo a natureza da Guerra do Iraque. Sem julgamento, além de tudo.

Manning, um herói

Um leitor do Guardian expressou assim sua escolha por Manning: “Ele se manteve firme em sua batalha pelo uso democrático da informação, a despeito da imensa pressão física, moral e psicológica posta sobre ele por seus superiores bas Forças Armadas, incluído o presidente dos Estados Unidos.” Palavras do editor do Guardian que coordenou o projeto: “Aprendemos um bocado sobre nossos leitores e sobre nossos herois “.

Manning, se fez mesmo o vazamento, o que é provável, combateu o bom combate. Não é à toa que muitas pessoas o indicaram para o Nobel da Paz. Mas o que ele ganhou mesmo foi um regime de prisão solitária capaz de destruir a sanidade rapidamente. Manning só saiu da solitária por pressão de ativistas, entre os quais se destaca o jornalista americano Glenn Greenwald, a primeira voz a denunciar as condições desumanas em que vivia Manning.

Graças ao vídeo vazado, o mundo pôde ver o que era a Guerra do Iraque. Pôde ver, também, o caráter das guerras movidas no Oriente Médio pelos Estados Unidos em nome da civilização e da democracia. Pôde ver, ainda, o terror da Guerra ao Terror.

Os iraquianos viviam melhor sob Saddam Hussein do que sob os americanos. Da mesma forma, os afegãos viviam melhor sob o Talibã do que sob os americanos.

ABRINDO OS OLHOS

Manning contribuiu para que todos pudéssemos entender melhor as coisas. Você não resolve um problema se não consegue enxergá-lo. Manning nos ajudou a todos a enxergar o problema.

A humanidade como que acordou depois dos vazamentos atribuídos a Manning. A Primavera Árabe é, em boa parte, fruto dos documentos que foram publicados. A corrupção e a violência de governos de países como o Egito e a Tunísia ficaram dramaticamente expostas. E isso foi essencial para que as pessoas tomassem as ruas e varressem administrações predadoras — apoiadas, aliás, pelos Estados Unidos.

A Primavera Árabe acabou contagiando até os americanos. O movimento Ocupe Wall Sreet foi inspirado nela.

Com tudo isso, a agenda planetária mudou. Foi numa atmosfera internacional de protesto e inconformismo que emergiram estatísticas que mostram a espetacular concentração de renda ocorrida nos países ricos nos últimos trinta anos. Bradley Manning está na origem dessa mudança formidável que vai se operando no mundo.

Por isso é um herói, como reconheceram os leitores do Guardian.

Paulo Nogueira (Diário do Centro do Mundo)

Tribuna da Imprensa

Naval Brasil

Patriota condena violência na Síria, mas rebate uso de forças militares

Brasília – O ministro das Relações Exteriores, Antonio Patriota, condenou a violência na Síria, apelando para que a comissão que investiga as denúncias de violação de direitos humanos de ambos os lados – governo e oposição – realize seu trabalho. Também criticou a falta de progresso nas negociações de paz entre palestinos e israelenses e o aumento de casos de islamofobia, assim como de racismo e de xenofobia.
Patriota está em Genebra, na Suíça, onde participa da reunião denominada Segmento de Alto Nível da 22ª Sessão Ordinária do Conselho de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (ONU). O conselho existe há sete anos e é responsável pelo fortalecimento da promoção e proteção, assim como pelo tratamento de situações de violação dos direitos humanos.

Ao mencionar a crise na Síria, que completa dois anos em março, Patriota reiterou que a busca pela paz não pode ser “imposta”, nem ocorrer por meio do uso de “forças militares”. Segundo ele, é lamentável o registro de aumento de mortos, vítimas dos confrontos armados na região. As estimativas mais recentes superam 100 mil mortos.

O chanceler ressaltou a necessidade de buscar um acordo entre palestinos e israelenses. O conflito aumentou com a manutenção da política israelense de construção de imóveis na Cisjordânia e em Jerusalém Oriental. “O conflito Israel-Palestina é uma das fontes mais sérias de tensão das relações internacionais”, acrescentou.

Patriota apelou para que o Conselho de Direitos Humanos participe de maneira ativa no combate à xenofobia, ao racismo e à islamofobia. Segundo ele, é fundamental agir contra a intolerância. “A discriminação racial, sob qualquer forma, é incompatível com os direitos humanos”, disse. “A proteção civil deve ser implementada de maneira não seletiva.”

O ministro lembrou os impactos dos ataques dos drones (aviões não tripulados) sobre as populações civis e a necessidade de evitá-los. No segundo semestre, a ONU pretende investigar denúncias que envolvem mais de 20 ataques registrados no Oriente Médio e na África. Patriota defendeu ainda a atuação do grupo de trabalho que analisa as denúncias de execuções sumárias e arbitrárias.

O chanceler participa da reunião do Segmento de Alto Nível do Conselho de Direitos Humanos (CDH) que ocorre uma vez por ano. Os 20 Anos da Declaração e Programa de Ação de Viena e sobre o empoderamento da mulher são o tema da sessão este ano.

O Brasil foi eleito em novembro de 2012 para um mandato de três anos no Conselho de Direitos Humanos. Anteriormente, já exerceu o cargo por dois períodos consecutivos, de 2006 a 2011.

Agência Brasil

Naval Brasil

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Exército russo tem novo blindado


O exército russo recebeu um novo veículo de combate – o BTR-82A. Esse blindado de transporte foi concebido segundo a tecnologia mais avançada: o motor diesel tem um baixo consumo de combustível, o canhão é controlado por um motor elétrico com estabilizador e tem um sistema de pontaria a laser. Segundo os militares, a eficácia de tiro do novo veículo duplicou.

O novo blindado de transporte é uma versão modernizada do BTR-80, que se encontra ao serviço do Ministério da Defesa desde 1986. No BTR-82A, os construtores conceberam de raiz mais de mil elementos. Já há muito tempo que se sentia a necessidade de adotar um novo veículo, refere o observador militar do jornal Komsomolskaya Pravda Viktor Baranets:

"Isso se deve ao fato de o material blindado de todas as marcas que se encontra ao serviço do exército russo estar a envelhecer de uma maneira catastrófica e os ritmos de abate dos blindados serem muitas vezes superiores ao ritmo de entrada ao serviço de novos equipamentos. Porém, nesse aspeto as coisas devem ser comparáveis. Se são abatidos 300-500 veículos, o exército não pode estar à espera que lhes forneçam veículos novos dentro de um ano ou dois.

Direi mais: a nova direção do Ministério da Defesa afinal não tem pressa em comprar veículos blindados estrangeiros, italianos, por exemplo, mas aposta nos fabricantes russos. Neste momento, o exército russo possui armamento que se pode considerar, de pleno direito, o melhor do mundo. O BTR-82A faz precisamente parte desse tipo de equipamentos".

O novo carro blindado, ao contrário dos seus antecessores, pode atingir com precisão um alvo em andamento. Isso se tornou possível graças ao seu moderno sistema de armamento. No BTR-82A, o canhão possui um motor elétrico para fazer pontaria horizontal e vertical, assim como um estabilizador. O alvo é adquirido pelo aparelho de pontaria e o estabilizador faz o seu seguimento, explica Viktor Baranets:

"Quando o blindado segue por terreno acidentado, quando ele oscila lateralmente, o estabilizador faz com que o canhão não se mova por mais que o BTR se incline. Ele também possui um sistema de pontaria do artilheiro com visão diurna e noturna, também ele com um campo de visão estabilizado. Por fim, está dotado de cortina antiestilhaços e ar condicionado".

O veículo está equipado com um canhão de 30 mm armado com uma metralhadora de calibre 7,62. A velocidade de tiro do canhão é de 110 tiros por minuto. O blindado se pode deslocar a uma velocidade até 90 quilômetros por hora. O carro de combate pode atingir não só alvos em áreas planas, mas também destruí-las em encostas de montanha, nos pisos superiores de edifícios e mesmo abater helicópteros a uma distância até 2,5 quilômetros, sublinha Konstantin Sivkov, vice-presidente da Academia de Problemas Geopolíticos:

"Além disso, no BTR-82A pode ser instalado um sistema de mísseis antitanque Kornet que atinge tanques pesados a uma distância de quatro quilômetros, o que aumenta significativamente as capacidades deste transporte blindado no apoio às ações de combate da infantaria. Uma característica distintiva do BTR-82A é a sua proteção consideravelmente reforçada contra o rebentamento de minas terrestres e de bombas".

O novo veículo blindado tem boas perspetivas de exportação. Um dos seus concorrentes principais é o carro de combate universal francês com 22 toneladas de peso e um canhão de 23 mm, mas o blindado russo pesa menos 7 toneladas e tem um canhão mais potente, sendo portanto bastante competitivo no mercado de armamentos dentro do seu segmento. No dia 9 de maio, os novos blindados deverão desfilar na Praça Vermelha integrados na parada comemorativa da Vitória.

Defesa Net

Argentina acusa Reino Unido de levar armas nucleares às Malvinas


A Argentina acusou nesta segunda-feira o Reino Unido de transportar, em submarinos, armamento nuclear às Ilhas Malvinas e violar, assim, os tratados internacionais que estabelecem que esta zona deveria estar desnuclearizada.

"Nos encontramos em uma etapa precária de implementação do tratado de Tlatelolco, que proíbe completamente o armamento nuclear na América Latina e no Caribe. Esta precária implementação é desafiada pelo Reino Unido", manifestou o secretário de Relações Exteriores da Argentina perante a Conferência de Desarmamento da ONU, Eduardo Zuain.

Além disso, Zuain responsabilizou o Reino Unido de uma injustificada e desproporcional presença militar no Atlântico Sul, "que inclui deslocamentos de submarinos com capacidade de levar armamento nucleares na zona desnuclearizada".

O Tratado para a Proibição de Armas Nucleares na América Latina e no Caribe - conhecido como Tratado de Tlatelolco - é um acordo internacional que estabelece a desnuclearização do território da América Latina e do Caribe e que entrou em vigência em 25 de abril de 1969.

"A República Argentina está especialmente preocupada pela possibilidade, confirmada pela primeira vez pelo Governo britânico em 2003, que este estado estivesse introduzindo armamento nuclear no Atlântico Sul", assinalou Zuain, que acrescentou que o Governo argentino lamenta profundamente que o Reino Unido tenha ignorado as denúncias formuladas sobre esta situação.

Além disso, Zuain criticou o fato de que as Malvinas esteja entre os territórios mais militarizados do mundo, com mais de 1,5 mil soldados britânicos e uma população civil de 3 mil. "Tal desdobramento inclui a presença de um poderoso grupo naval, aviões de combate de última geração, um importante centro de comando e controle, e uma base de inteligência eletrônica que permite 'monitorar' o tráfego aéreo e naval da região", acrescentou.

Zuain disse que a grande presença britânica em áreas disputadas do Atlântico Sul preocupa não somente a Argentina, "mas também os países da região e fora dela, como demonstram pronunciamentos da Cúpula Ibero-Americana, a União de Nações Americanas (Unasul), o Mercosul, o Grupo Rio e a Cúpula de Países da América do Sul e Países Árabes (ASPA)".

Argentina pediu à Conferência de Desarmamento, que começou nesta segunda em Genebra uma nova sessão e que se prolongará até o próximo dia 1 de março, que supere a estagnação à qual está submetida há 15 anos para que possam avançar em diferentes temas, entre eles, o reivindicado por Buenos Aires.

Defesa Net

Irã testa mísseis antitanque em manobras no sudeste do país

T-72 iraniano

Com a prova de dois novos tipos de mísseis antitanque de fabricação nacional, finalizaram nesta segunda-feira as manobras militares Grande Profeta 8, que desde sábado estão sendo realizadas na província de Kerman, no sudeste do Irã, pela Força de Terra do corpo de Guardiões da Revolução Iraniana.

Segundo a televisão oficial Press TV, o novo modelo do míssil Tondar, montado sobre carros de combate T72S, alcançou seus alvos e destruiu as blindagens dos tanques a uma distância de 4 quilômetros do ponto de disparo.

O outro míssil, o Tusan, lançado desde veículos blindados de transporte de pessoal BMP2, alcançou os alvos a 4,5 quilômetros de distância.

Ontem, o porta-voz das manobras, general Hamid Sarjeili, anunciou que o país tinha provado um canhão de uso pessoal antiaéreo de produção nacional, que é utilizado como uma bazuca e dispara projéteis de 20 mm que podem alcançar helicópteros a uma distância de 1.400 metros.

No sábado, na primeira jornada dos exercícios, as forças participantes provaram táticas de guerra "assimétrica", contra uma força superior, equipes de guerra eletrônica e diferentes aviões não tripulados, entre eles alguns "suicidas", disparados contra os alvos.

A cada ano, as Forças Armadas regularas do Irã, os Guardiães da Revolução e também as milícias de Voluntários Islâmicos (Basij) realizam várias manobras no país para provar sua preparação, armamento e equipes, a grande maioria de produção nacional, dado o embargo de armas imposto pela ONU.

As autoridades militares iranianos anunciam com frequência que a indústria militar local desenvolveu novas armas, equipes de alta tecnologia, aeronaves, embarcações e veículos terrestres.

Defesa Net

Presidente afegão ordena retirada de forças dos EUA

O presidente do Afeganistão, Hamid Karzai, ordenou no domingo a retirada de todas as forças especiais dos Estados Unidos de Wardak, uma província no leste do país de importância estratégica. A decisão, motivada por alegações de que afegãos trabalhando com soldados norte-americanos estariam torturando e abusando de seus semelhantes, parece ter pego a coalizão de surpresa.

Os EUA frequentemente alimentam um sentimento de revolta no público afegão por questões que vão desde a queima do Alcorão em uma base militar norte-americana até a morte de civis. "Nós levamos todas as acusações de má conduta a sério e iremos longe para determinar os fatos que as cercam", informou comunicado das forças norte-americanas.

Também no domingo, uma série de ataques no leste do Afeganistão mostrou que os insurgentes continuam na ofensiva, ainda que as tropas internacionais e dos EUA se preparem para encerrar a missão até o final de 2014. Quatro atentados suicidas coordenados contra a agência de inteligência do Afeganistão e outras forças de segurança no coração de Cabul foram um lembrete sangrento da insurgência nesses 12 anos de guerra.

O porta-voz da presidência, Aimal Faizi, afirmou que a decisão de ordenar a saída das tropas especiais dos EUA de Wardak foi tomada durante uma reunião do Conselho Nacional de Segurança devido às supostas ações de afegãos associados às forças norte-americanas.

Ele acrescentou que as operações devem ser suspensas imediatamente na província localizada perto de Cabul, que é vista como porta de entrada para capital e tem sido foco dos esforços contrainsurgência nos últimos anos. Em agosto de 2011, insurgentes derrubaram um helicóptero, matando 30 soldados norte-americanos, a maioria de elite, em Wardak. As informações são da Associated Press.

Agência Estado

Naval Brasil

domingo, 24 de fevereiro de 2013

Um segundo Disclosure Project será realizado em abril de 2013 perante deputados dos EUA

No dia 29 de abril será iniciada uma “audiência cidadã” onde mais de 40 personalidades de diferentes áreas do governo norteamericano contarão suas experiências relativas ao tema extraterrestre sob o lema “Se o governo não faz seu trabalho, o povo o fará”.
Igual ao mítico Disclosure Project de 2001, se celebrará no Club de Imprensa de Washington, sob a direção desta vez de Steve Bassset, e será acompanhada do envío em massa de fax aos escritórios dos representantes dos EUA exigindo a revelação da verdade em relação ao assunto.
Serão realizados atos similares em diferentes países, exigindo aos políticos a desclassificação deste segredo.
O evento poderá ser visto ao vivo em vários idiomas, incluindo o castelhano.

Abaixo o leitor poderá assistir vídeos promocionais do evento.



Caminho Alternativo

Novos vídeos de OVNIs no vulcão Popocatepetl



O vulcão mexicano Popocatepetl já se tornou cenário de muitos avistamentos e registros videográficos de OVNIs. Nos últimos dias mais duas filmagens interessantes teriam sido feitas nas redondezas do vulcão. Não podemos atestar a veracidade das imagens, mas deixamos aqui registrado para a avaliação de nossos caros leitores.


Seguem vídeos:





ETS & ETS


Fukushima: A Radiação do Oceano Pacífico nos próximos 10 anos - Japão -Vídeo desastre nuclear


Cientistas da GEOMAR têm juntos neste lapso de tempo mostrado o quão estamos sendo afetados pelos níveis de radiação no Pacífico.

Pela catástrofe nuclear em Fukushima, grandes quantidades de material radioativo foram liberados. A maior parte veio através da atmosfera, mas em parte também por descarga direta para o Oceano Pacífico, incluindo isótopos de vida longa, como o altamente solúvel em água do mar de césio-137. Usando simulações em computador detalhados, os pesquisadores do GEOMAR | Centro Helmholtz para Pesquisa Oceano Kiel investiga a expansão a longo prazo. "Em nossos modelos, temos colocado grande ênfase em uma representação realista dos detalhes mais finos dos fluxos", disse o líder da equipe, o professor Claus desossa, "porque o material se espalhou não só através da corrente principal, o Kuroshio, mas, principalmente, pela intensa e Eddy altamente variável dominado ".

"Pode ter sido por esta turbulência forte, a água radioativa se espalha e já tem quase metade do Pacífico Norte. De acordo com nossos cálculos de modelo", disse o oceanógrafo graduado Erik Behrens, autor dos revista científica internacional "Environmental Research Letters", que publicou o estudo. "Além disso, as tempestades de inverno ter misturado a água a profundidades de 500 metros." A diluição atendente no projeto de lei modelo que prevê uma rápida diminuição da concentração de césio.

O efeito do oceano largo em mistura é particularmente evidente quando se compara o modelo simulando o curso de tempo dos níveis de radiação no Pacífico com a situação no Mar Báltico. "Isso foi em março e abril de 2011, no Pacífico fluiu quantidade de radioatividade pelo menos três vezes maior do que o registrado em 1986, como resultado do desastre de Chernobyl, no Mar Báltico", disse Boening. "No entanto, nós simulados os níveis de radiação no Pacífico já estão mais baixos do que os valores que temos hoje, 26 anos após Chernobyl, no Mar Báltico."

Depois que o modelo de simulação devem estimular o da primeira faixa sobre água contaminada no outono de 2013, as ilhas havaianas, chegando a dois ou três anos mais tarde, a costa norte-americana. Ao contrário, no detritos flutuantes da superfície do mar, o que também são distribuídos pelo vento, a água transporta radioativos unicamente pelas correntes por baixo da superfície do oceano. A diluição concomitante outra é lenta agora, mas claramente, como o redemoinho oceânico no leste do Pacífico é muito mais fraco do que na região de Kuroshio. Portanto, mesmo durante anos, os níveis de radiação no Pacífico Norte, significativamente maiores do que aqueles antes do desastre.

Seria muito interessante diz Noel Böning a sua equipe em uma medição de comparação direta. "Então podemos ver imediatamente se estamos certo, mesmo se os valores absolutos das concentrações", diz o professor. Esses dados estão disponíveis para os cientistas Kiel mas não disponíveis.

UND

Rebeldes no Mali minam Câmara Municipal e lançam contra-ofensiva

No norte do Mali, na cidade de Gao, invadida na quinta-feira passada pelas forças islamitas do Movimento pela Unidade e a Jihad na África Ocidental (MUAJAO), recomeçaram os confrontos entre militantes e o exército governamental.

As ações dos soldados são seriamente dificultadas pelo fato de os rebeldes terem minado a área da Câmara Municipal. Na cidade, estão operando atiradores.

De acordo com os militares do MUAJAO, o ataque contra Gao é apenas o início de operações de insurgentes, que pretendem recuperar o controle das outras cidades.

Voz da Rússia

A blogueira cubana e o fracasso da diplomacia da desintegração

Não é casual que a blogueira tenha iniciado sua gira pelo Brasil, país que tem participação decisiva no mais importante projeto de infraestrutura em construção em Cuba hoje, o Complexo de Mariel. Será o maior porto de todo o Caribe.

A gira da blogueira cubana Yoani Sanchez pelo Brasil tem se revelado, até o momento, uma exitosa campanha de ‘over’ exposição midiática dela, numa tentativa de distorcer a gigantesca função histórica libertadora da Revolução Cubana e, também, numa fracassada operação da diplomacia da desintegração. Trata-se de uma ação geopolítica da direita para tentar impedir a crescente presença política de Cuba na América Latina e Caribe por meio de vários projetos de cooperação, mas, sobretudo, pela criação da Celca (Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos), da qual Cuba é hoje presidente e onde foram derrotados pelos povos da região todos os esforços da agressiva política dos EUA para isolar a ilha caribenha. Começo por reivindicar 1% do espaço midiático dado a ela, para discutir este outro ponto de vista.

Era previsível que a blogueira tivesse ampla cobertura da mídia. Esta cobertura é marcada pela repetição de uma única tese e, na proporção inversa, pela negativa em informar sobre o que é exatamente a realidade Cuba, a começar pela informação de que Cuba exerce a presidência da Celac, o que, para um país que foi bloqueado, expulso da OEA, atacado militarmente pelos EUA, impedido de ter acesso pleno ao sistema financeiro internacional, representa exatamente uma vitória de Cuba e da causa da integração latino-americana e caribenha. Obviamente, representa um fracasso de todos os países imperiais, de seus meios de comunicação e de personagens como Yoani Sanches, que, observa que seu discurso é de absoluta sintonia com os polos mais conservadores da sociedade brasileira, discurso que tem sido derrotado. O discurso dela e da mídia brasileira que o exalta, é o discurso que quer o fracasso da política externa brasileira de prioridade à integração com a América Latina.

Biotecnologia: avanço técnico-científico

Seria muito informativo e educativo para o povo brasileiro se, na mesma proporção do oferecido à blogueira, também fosse dado espaço midiático aos cientistas cubanos para falar como um país pobre, em pouco mais de 50 anos, e sob bloqueio, conseguiu desenvolver um indústria de biotecnologia das mais avançadas do mundo, com medicamentos de eficácia comprovada e sucesso internacional como o Óleo de Schostakovsky ( para a gastrite), o complexo para combater diabetes, a vacina contra o câncer de intestino (um laboratório dos EUA tentou comprar mas foi proibido pelo governo Bush), as vacinas contra a meningite, etc. Antes da Revolução, Cuba sequer possuía indústria farmacêutica, hoje exporta medicamentos, ciência, e médicos.

Países imperiais exportam soldados, armas, intervenções militares. Esta mesma mídia brasileira que é sócia da SIP (Sociedade Interamericana de Imprensa, apoiadora de todas as ditaduras da região), também fez um grande estardalhaço para tentar impedir que o Brasil reatasse relações com Cuba em 1986, sob o Governo Sarney. Na época, o Brasil teve um surto de meningite e esta mesma mídia, que fez uma acirrada campanha para que o Brasil não comprasse as vacinas cubanas contra a meningite. Uma operação econômica e ideológica.

No primeiro caso, o Brasil tinha e ainda tem o seu setor de medicamentos quase totalmente controlado e ocupado por umas poucas multinacionais farmacêuticas, grandes anunciantes desta mídia, ambos lutando para não perder o controle do mercado para as vacinas cubanas, que o governo Sarney acabou importando em grande quantidade, apesar da pressão dos oligopólios. E era também uma operação ideológica, com a intenção de dizer que era impossível que uma ilha pequenina, cercada de hostilidades imperiais por todos os lados, pudesse, com poucos anos de socialização de sua economia, ter alcançado tal êxito técnico-científico, a ponto de transformar-se em exportadora de sofisticados medicamentos, enquanto o Brasil, uma economia muitas vezes superior, era ainda dependente de sua importação.

Sarney e as vacinas cubanas

A ruidosa campanha contra as vacinas cubanas na época – questionando até sua eficácia apesar dos reconhecimentos da Organização Mundial da Saúde – era uma desumana tentativa de intimidar o governo Sarney que, não apenas reatou com Cuba, mas começou a realizar um processo de intercâmbio comercial, científico e cultural com a Ilha. Vale lembrar, o ministro da Cultura de Sarney era o inesquecível Celso Furtado… O discurso da mídia então, submisso aos ditames imperiais, queria também impedir a criação do Mercosul, cujo fortalecimento posterior e sua consolidação hoje, é algo que desagrada enormemente aos inimigos da integração, pois é evidente que um Mercosul cada vez mais forte e amplo, com a entrada da Venezuela e, proximamente, da Bolívia e do Equador, representa uma alternativa histórica real aos “Cem Anos de Solidão” de uma América Latina antes submissa e desunida e, agora, em processo de transformação , com governos populares e com uma cooperação cada vez maior com Cuba. Estamos abrindo as páginas dos Cem Anos de Cooperação…

Desintegração e fracasso histórico

A este processo de integração crescente se dirige a passagem da blogueira por aqui e deste ponto de vista, revela-se um enorme fracasso Ela se auto classificou como diplomata popular, mas é fácil perceber tratar-se de uma diplomata da desintegração. O pano de fundo, o que ela e seus patrocinadores visam, é obstaculizar a causa maior de nossas mais importantes lideranças históricas, a começar por Simon Bolívar, José Marti, Tiradentes, Abreu e Lima, Perón, Getúlio Vargas, Che Guevara, hoje continuados, concretamente, pelas políticas de integração implementadas pelos governos de Lula-Dilma, Fidel-Raul, Hugo Chávez, Evo Morales, Pepe Mujica, Nestor e Cristina Kirchner, Daniel Ortega e o recém reeleito Rafael Correa.

Dalai Lama

Personagens como Yoani Sanches são criados em determinados momentos, recebem as condições materiais e financeiras de circulação, publicidade e exaltação, mas produzem, concretamente, poucos resultados práticos. Citemos outro personagem fabricado para uma operação similar contra a Revolução Chinesa: Dalai Lama. Sustentado por anos e anos pelo Departamento de Estado dos EUA, que além do salário, do apartamento onde vive perto do Central Park de Nova York, e de uma jorrante publicação de seus livros, Dalai Lama revela-se um retumbante fracasso. Antes da Revolução Chinesa, o Tibet era um regime feudal e escravocrata. O Brasil não foi o último país a abolir a escravidão, foi o Tibet, e por meio de uma revolução dirigida por Mao-Tse Tung e o Partido Comunista. Antes da vitória socialista, em 1949, a China era conhecida pela espantosa fome que levava milhões à morte a cada ano.

Além disso, havia todo tipo de doenças evitáveis, o povo sequer conhecia médicos. E era possível, nas feiras, comprar animais e mulheres como servas, já que não existiam direitos trabalhistas. Hoje, apesar das inúmeras giras de Dalai Lama pelo mundo, a China é conhecida por lançar uma nave tripulada ao espaço sideral, por ser a economia que mais cresce no mundo, que mais fabrica computadores e turbinas de energia solar, que lança satélites em parcerias com a Venezuela e o Brasil, que legalizou e socializou a acupuntura (antes de Mao era proibida) e que, em parceria com a Rússia e o Iran, está travando os planos da Otan de invadir e esquartejar a Síria. O que se houve falar de Dalai? A notícia mais recente é que ele estaria disposto a dialogar com as autoridades chinesas, contrariando seus patrocinadores. Vai ter que mudar-se do Central Park…

Cuba inclusiva?

A blogueira falou em Brasília que quer uma Cuba mais inclusiva e plural. Se examinarmos a realidade cubana, especialmente as estatísticas elaboradas ou reconhecidas por instituições internacionais como a Organização Mundial da Saúde, a Unesco, a Unicef, a Organizaçao Panamericana de Saúde e se a mídia comercial, que tanta exalta a Yoanis, desse ao povo brasileiro o direito de conhecê-las, ficaria claro que é difícil apontar uma sociedade tão inclusiva como a cubana. Há começar porque não existem crianças vagando pelas ruas, crianças fora da escola, crianças pedindo esmolas, nem crianças trabalhando.

A taxa de mortalidade infantil é INFERIOR àquela registrada nos EUA, onde, aliás, o trabalho infantil está em elevação, o que se agravou enormemente com o desemprego e a crise capitalista por lá, onde só os banqueiros e a indústria bélica foram salvos, como revela o Occupy Wall Street.

Não há um único hospital privado em Cuba, todo o atendimento é gratuito. Isto não é inclusão? Inclusive para os bombeiros e sobreviventes dos EUA que trabalharam nas operações de resgate de corpos dos escombros das Torres Gêmeas, demolidas providencialmente pelos autoatentados de 11 de setembro de 2001. Estes bombeiros e sobreviventes, cidadãos norte-americanos, foram levados a Cuba pelo cineasta Michel Moore, pois não tinham planos de saúde nem tratamento médico nos EUA, onde haviam sido condecorados com heróis. Em Cuba, foram atendidos gratuitamente nos hospitais mais avançados, os mesmo que já trataram, depois da eleição de Chávez, 43 mil cidadãos venezuelanos. Se a blogueira tivesse visitado hospitais no Entorno de Brasília, teria uma ideia concreta do que é realmente a falta de inclusão.

Aliás, se o povo brasileiro pudesse ser informado, massivamente – digamos que 10 % do que a TV Globo mostra de baixarias do Big Brother, onde há z até edificantes concursos de pum – sobre um único relatório da UNICEF em que se afirma que “Existem 200 milhões de crianças desnutridas no mundo hoje. Nenhuma delas é cubana!”, entenderia mais claramente os absurdos ditos por esta personagem.

Bloqueio

Houve um tempo em que os opositores de Cuba, inclusive a blogueira, diziam que o bloqueio dos EUA era apenas uma desculpa de Fidel para desviar a atenção dos problemas internos. Agora, quando o bloqueio recebe múltiplas condenações na ONU, sendo defendido apenas pelos EUA, e por razões óbvias de subordinação pelo Canadá, Israel e um ilha desconhecida do Pacífico, sendo criticado até mesmo pelo New York Times e pela Revista Forbes, a blogueira foi orientada a mudar o discurso e admite ser contrária a esta escandalosa violação dos direitos humanos do povo Cuba por parte da Casa Branca, proibindo à ilha uma simples operação comercial para a compra de aspirinas no mercado norte-americano.

Aliás, ela disse também ser a favor da libertação dos 5 heróis cubanos prisioneiros políticos nos EUA, por trabalharem na prevenção dr atentados terroristas organizados em território da pátria de Jack London. Alertado por Fidel Castro, em carta entregue pelo genial Gabriel Garcia Marques, o presidente Bill Clinton, ao invés de fazer uso das informações para evitar atentados terroristas que estavam e organização, como os de Oklahoma ou os de 11 de setembro de 2001, preferiu prender os cinco cidadãos cubanos.

Aliás, agora que até a blogueira já fala o fim do bloqueio, dando razão ao governo de Cuba, e também a Lula e Dilma que sempre se pronunciam em defesa da posição do governo cubano, vale comparar a situação vivida por Yoani Sanchez – que não está presa, comunica-se com o mundo inteiro a partir de Cuba ou fora dela, viajando por mais de 12 países para criticar a Revolução Cubana – com a situação do soldado norte-americano Bradley Manning, preso e torturado em prisão militar dos EUA, por ter revelado ao mundo, corajosa e generosamente, com a ajuda do Wikileaks, os documentos sigilosos contendo os planos mais sinistros do imperialismo para atacar e desestabilizar vários> países e governos ao redor do mundo. Ou comparar com a situação de Mumia Abu Jamal, jornalista e militante negro, preso no Corredor da Morte, condenado injustamente por um juiz racista que coleciona sentenças de pena de morte especialmente para negros, asiáticos, hispânicos e pobres que vivem por lá. O “delito” de Abu Jamal é escrever com coragem e talento sobre o regime discricionário vigente nos EUA, onde, há pouco, foi proibida a sintonia por satélite de canais de TV do Irã, desmascarando-se, assim, o falso discurso da liberdade de expressão reivindicado pela Casa Branca. Bom, eles já haviam proibido o ingresso de Charles Chaplin por lá…

Medicina e humanismo

Tive a oportunidade de visitar a Escola Latino Americana de Medicina (ELAM), instalada numa antiga base naval desativada próximo a Havana e lá conversei com representantes dos mais de 500 estudantes negros estadunidenses, oriundos dos bairros pobres do Harlen ou do Brooklin. Eles me contaram que jamais teriam a oportunidade de se formarem em medicina nos EUA, sendo muito mais provável, pelas condições precárias de vida que tinham lá, que fossem recrutados pelo narcotráfico e terminassem presos. Aliás, os EUA possuem a maior população carcerária do mundo… Em Cuba, estes jovens estão estudando, gratuitamente, para serem médicos.

Compartilhar o que tem, não o que sobra

Ante aos agressivos ataques do Pentágono e da CIA contra a Revolução Cubana, esta se defende, legitimamente, mas também reage com humanismo, oferecendo aos filhos pobres da pátria de Lincoln a possibilidade de escapar da criminalidade e servirem socialmente ao povo norte-americano, a quem se respeita em Cuba, a ponto que jamais se queimou uma bandeira dos EUA em território cubano. Enquanto a Casa Branca envia terroristas e guerra bacteriológica contra Cuba – como denunciou um ex-ministro da saúde dos EUA – Cuba envia médicos formados para o povo norte-americano! É a este país, que reparte seus modestos recursos orçamentários com outros povos, que a blogueira afirma não ser inclusivo?

Vale lembrar o desastre do Furacão Katrina: enquanto a população negra e pobre estava abandonada em Nova Orleans pelo governo de Bush, Cuba ofereceu o envio imediato de 1200 médicos para salvar vidas ali. Eles ficaram toda uma manhã posicionados no aeroporto de Havana esperando autorização da Casa Branca para embarcarem para os EUA. A autorização nunca veio. E a blogueira, que reivindica uma Cuba inclusiva, não toca no tema.

Cuba plural?

Houve um ano, 1984, em que a Unesco reconheceu ter Cuba batido um recorde na publicação de livros, que lá são vendidos a preços de um picolé ou menos. Foram 480 milhões de exemplares publicados naquele ano. Entre estas obras há Guimarães Rosa, com tiragem superior a 150 mil exemplares, quando no Brasil, com um indústria gráfica 50% ociosa, a tiragem padrão é de apenas 3 mil exemplares. Em Cuba há mais pleno acesso à literatura universal, ao cinema internacional, o cinema é uma atividade popular, com ingressos baratos e salas cheias. Já foi produzida em Cuba uma rádio-novela sobre a Coluna Prestes, quando aqui ainda não há sequer projetos para uma grande produção cinematográfica sobre o tema.

Como seria educativo se a presidenta do Instituto do Livro Cubano, Zuleika Romay, uma mulher negra e jovem, pudesse ter 5% do espaço televisivo que foi dado à blogueira para desprestigiar a Cuba, inclusive quando afirmou que concordaria com hospitais e escolas privadas na Ilha, o que revela seu pensamento nada inclusivo, já que serviços privados só são acessíveis a quem paga, e na Cuba atacada pela mídia conservadora, a educação e a saúde são públicas e gratuitas. Milton Nascimento, numa turnê pela Ilha, sentiu-se mal e foi atendido por médicos em seu hotel. Ao final, quis pagar, recebendo como resposta que em Cuba saúde é um direito de todos e que isto não se vende.

Cuba, Brasil e Haiti

Quando a tragédia do terremoto assolou o Haiti – um geólogo cubano havia alertado anos antes que eram altíssimas as probabilidades de um terremoto com epicentro cerca de Porto Príncipe – os médicos cubanos já eram responsáveis há anos, praticamente, pelo o que havia restado de serviço de saúde ali ante tanta miséria construída pelos países imperiais que dão sustentação à blogueira. O Brasil também estava lá, com o maior número de soldados, que também realizam obras de infraestrutura. Mas, a partir do terremoto Brasil e Cuba passaram a colaborar mais centradamente na área da saúde, e, com um financiamento de 80 milhões de dólares do governo brasileiro, foram construídas instalações de saúde para o povo haitiano, no qual trabalham as centenas de cubanos que já estavam lá há anos, juntamente com médicos militares brasileiros. Como parte desta cooperação, além da saúde, o Batalhão de Engenharia do Exército está construindo a única hidrelétrica por lá, além de rodovias e pontes.

Impublicável: cooperação sul-sul-sul

Em 2006, a Organização Mundial da Saúde, lançou um SOS Internacional: precisava de produção massiva, a preços baixos, de vacina contra meningite A e C para entregar a 23 países da África, onde vivem 430 milhões de seres humanos. Só uma empresa transnacional fabricava estas vacinas, mas devido à baixa lucratividade, reduziu sua fabricação colocando a África sob o risco de emergência sanitária. Só dois laboratórios públicos atenderam ao chamado da OMS: Instituto Finlay de Cuba e o Instituto Bio-Manguinhos do Brasil. Os dois se associaram para a criação da vacina Vax-MEN-AC, específica para os tipos de meningite que afetam a África. A cooperação Brasil-Cuba permitiu um preço 20 vezes menor do praticado pela transnacional e já foram produzidas e entregues 19 milhões d doses.

Esta é uma notícia impublicável nos grandes meios que abrem todo espaço à blogueira e que hiper divulgam as ações financiadas pela Fundação do Multibilionário Bill Gates, de impacto mínimo, conduzidas por operações de marketing de empresas privadas, aquelas que não se interessaram em atender ao apelo da OMS. Brasil e Cuba, com governos de orientação de esquerda, por meio de laboratórios públicos, fazem mais contra a meningite na África que as transnacionais e a fortuna de Bill Gates. A blogueira não fala nada disso no seu blog, nem nas suas entrevistas, mas pede uma Cuba mais inclusiva e plural.

Cuba, Brasil e Timor Leste

Em visita de trabalho ao Timor Leste, onde a TV Cidade Livre de Brasília e o Comitê de Brasiliense de Solidariedade ao Timor doaram os equipamentos de uma rádio comunitária às organizações educacionais locais, pude visitar, também, o alojamento de 400 médicos cubanos que lá trabalham em solidariedade ao povo maubere. Comentei a visita com o Presidente da República, Ramos-Horta, Prêmio Nobel da Paz, que recebia o Presidente Lula. Ele me contou que ter sido pressionado pelo Embaixador dos EUA lá a não receber os médicos de Cuba, oportunidade em que perguntou ao gringo: “Quantos médicos norte-americanos temos aqui?”. “Só um, o da embaixada!”, respondeu. “Pois então o povo do Timor é muito grato a Cuba e vai sim receber os médicos cubanos”, disse-lhe Horta.

O pensamento da blogueira é bastante sintonizado com o do embaixador gringo e certamente não considera inclusivo que na cooperação Brasil e Cuba, os 600 estudantes timorenses que serão formados em medicina na Ilha brevemente, antes de voltar ao Timor, façam estágio na Fundação Oswaldo Cruz, no Brasil, na área de medicina tropical.

Como se sabe, a cooperação não fica por aí. O Brasil está estudando a contratação de um numeroso contingente de médicos cubanos para, finalmente, levar serviços médicos a todos os municípios brasileiros, o que ainda não ocorre. Isso sem falar dos cerca 800 brasileiros, em sua maioria pobre, inclusive, uma centena de jovens do MST, que lá estão estudando medicina. Gratuitamente, pois Cuba, desde o início de sua Revolução, compartilha não apenas o que lhe sobra, mas o que tem com outros povos.

Complexo de Mariel: integração para todos crescerem. Não é casual que a blogueira tenha iniciado sua gira pelo Brasil, país que tem participação decisiva no mais importante projeto de infraestrutura em construção em Cuba hoje, o Complexo de Mariel. Será o maior porto de todo o Caribe, dinamizando a economia de toda a região, além contar com uma ferrovia, uma rodovia e uma mineradora. Os empréstimos do BNDES são da ordem de 1,2 bilhão de dólares. Desnecessário afirmar que, na prática significa, também, furar o bloqueio dos EUA contra Cuba, indicando apurada visão estratégica de Lula, e, além disso, uma ideia clara do que significa uma integração para que todos os países possam crescer juntos, reduzindo asassimetrias e comprovando a política de que só por meio da integração da América Latina e Caribe é possível constituir uma área alternativa de crescimento com distribuição de renda. A blogueira está na contramão deste projeto e é por isso que foi tratada como um troféu pela mídia oposicionista – e por seus seguidores – que tem visto este projeto ser derrotado nas urnas repetidas vezes, como recentemente no Equador, na Venezuela e na Bolívia, que recém nacionalizou os serviços portuários ante a negativa de investimentos de transnacionais espanholas.

Mandela: devemos o fim do apartheid a Cuba

Foram ouvidos muitos disparates durante a gira da blogueira no Brasil. Algumas manifestações normais e democráticas de jovens e estudantes contra sua presença foram tratadas como se fossem violentas. Nenhum país é mais criticado no fluxo informativo internacional do que Cuba. Mas, o problema não são as críticas, elas são permitidas até à própria blogueira. A questão é a violência com que foi tratada a Revolução Cubana desde o início, sendo obrigada a pagar um preço amargo, com muitas vidas ceifadas em atentados terroristas como o que derrubou o Avião da Cubana de Aviación, sendo seus autores confessos protegidos pelos governos dos EUA.

Mas, entre todos os disparates, o mais surpreendente foi contorcionismo analítico de um editorialista do Estadão que chegou a fazer uma comparação, meio envergonhada é bem verdade, de Yoani Sanchez com Nelson Mandela. Diante do nível desta tentativa absurda de analogia, uma resposta grande com uma página da História. Cuba enviou cerca de 350 mil homens em mulheres para lutar em Angola em defesa da independência do país, invadido pelo exército racista da África do Sul, contando com o apoio dos EUA e com a oferta de Israel para que fosse atirada uma bomba nuclear sobre as tropas cubano-angolanas.

A solidariedade cubana escreveu uma página inapagável na história moderna: Cuba foi o único povo a pegar em armas para lutar contra o apartheid, o mais brutal e criminoso regime político-social dos tempos modernos! Quando ocorre a vitória sobre as tropas racistas na Batalha de Cuito Cuanavale, Mandela, ao livrar-se dos 27 anos de prisão, cunhou uma frase que define com a energia de um raio, a função histórica de Cuba: “ A Batalha de Cuito Cuanavale foi o começo do fim do Apartheid. Devemos isto a Cuba”.

Diante dos ataques da mídia contra Cuba, Dilma, em Havana, reagiu apontando os telhados de vidro dos que querem ser campeões em direitos humanos mas mantém um centro de torturas em Guantânamo e multiplica o assassinato de civis, inclusive crianças, por meio de seus drones macabros. E o Brasil segue aprofundando sua cooperação com Cuba e consolidando a integração solidária e democrática por meio do Mercosul, da Unasul e da Celac, presidida por Cuba, com sua generosidade e humanismo, e sem a presença arrogante e imperial dos EUA. A diplomata da desintegração, aqui no Brasil, está fadada ao fracasso.

Beto Almeida - Jornalista, Membro da Junta Diretiva da Telesur

Naval Brasil

Pepe Escobar: “Será que Obama quer mesmo acertar-se com o Irã?”

Almaty, Cazaquistão, estará no olho do furacão na 3ª-feira próxima, quando o grupo P5+1 – os cinco membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU, EUA, Grã-Bretanha, França, Rússia e China, mais a Alemanha – reúnem-se novamente com uma delegação iraniana para discutir o programa nuclear do Irã.

O noticiário informa que todas as 16 agências de inteligência dos EUA sabem que Teerã não está trabalhando na produção de arma atômica. Em negociação real, haveria sobre a mesa proposta crível dos EUA. Não há. Isso sugere que o que Washington realmente quer é manter – e super turbinar – seu duro pacote de sanções.

Revisemos o mecanismo dessa ‘'negociação'’. Há apenas algumas semanas, dia 6/2, uma nova leva de sanções impostas pelos EUA apertaram o parafuso do que se conhece até agora como negócio de “ouro por gás”.

Ankara vem pagando o gás que importa de Teerã em liras turcas; o Irã então usava o dinheiro – mantido no Halkbank turco – para comprar ouro. As sanções agora impostas limitam duramente o que o Irã passa a ser autorizado a comprar com suas liras turcas: só comida, remédios e produtos industriais.

Em sequência imediata, a imprensa-empresa ocidental pôs-se a repetir que o Irã foi “congelado do lado de fora do sistema bancário global”. De fato, não há absolutamente qualquer garantia de que as recentes sanções funcionem.

O ouro permanece como parte do quadro. Um banco turco até pode ser ameaçado com o exílio, fora do sistema bancário que o ocidente controla. Mas os bancos russos – e chineses – encontrarão meio cuidadoso de escapar a essa restrição e preencher o vazio. Quanto ao Irã, o país tem décadas de experiência em viver sob sanções mortais – e adaptar-se à realidade.

Recep Endorgan

A Turquia continuará a ter de importar gás natural do Irã – 40% do que consome; o Irã é seu principal fornecedor. O outro grande fornecedor é a Rússia; nem com todo o comportamento errático do Primeiro-Ministro Erdogan da Turquia, Ancara algum dia cometerá o suicídio estratégico de pôr-se em situação em que passe a depender de qualquer outro fornecedor de energia.

Portanto, o único a perder, no atual cenário, será a Turquia. Por quê? Porque Washington decidiu que assim seja.

Considere-se, agora, o que Washington tem a oferecer a Teerã: suspenderemos as sanções contra o negócio gás-por-ouro, se vocês fecharem completamente a usina subterrânea Fordow de enriquecimento de urânio. Não por acaso, Fordow é e sempre será a instalação mais difícil de destruir dentre as instalações iranianas, no caso de alguém tentar pôr em ação a tal ameaça perene (“todas as opções estão sobre a mesa”) de EUA/Israel atacarem o Irã.

Ramin Mehmanparast

Também em sequência imediata, na 2ª-feira o Ministro de Relações Exteriores do Irã, através do porta-voz Ramin Mehmanparast, foi diretamente ao ponto: “Eles têm repetido ultimamente que “fechem Fordow, parem o enriquecimento [de urânio], e permitiremos que comprem ouro”… Querem tirar direitos de um país soberano, em troca de “autorizar” que o país compre ouro”.

Teerã também observou, corretamente, que Washington não oferece o fim das sanções da ONU; nem das sanções unilaterais impostas por EUA e União Europeia; nem o fim do que, em resumo, é guerra econômica contra o Irã – um dos temas chaves que discuti detalhadamente em entrevista ao jovem jornalista iraniano Kourosh Ziabari.

Em seguida, a iraquização

Tentar proibir que o Irã negocie “gás-por-ouro” é, para todas as finalidades práticas, tentativa para reviver a horrenda política do “petróleo-por-comida” posta em prática no Iraque até a invasão/ocupação pelos EUA, em 2003.

Mas, apesar de um bloqueio comercial ocidental de fato, a liderança em Teerã continuará sempre conectada aos mercados asiáticos – com o incentivo extra, do ponto de vista de vastas porções do mundo em desenvolvimento, de continuar a avançar cada vez mais profundamente e mais rapidamente na direção de abandonar o petrodólar.

Consideremos agora a liderança em Teerã. São os mesmos que combateram durante oito amargos anos na guerra Irã-Iraque nos anos 1980s. Politicamente, a guerra os constituiu. Tendem a favorecer a “opção japonesa”, ou “período de latência”, em termos nucleares – adquirir a tecnologia e o know-how para construir uma arma atômica rapidamente, como último recurso de contenção. De fato, 30 nações – além do Japão – seguem idêntica opção.

Aiatolá Khamenei

No sábado passado, em Tabriz, o Supremo Líder do Irã,aiatolá Khamenei, repetiu:

Não queremos construir armas atômicas. Não porque os EUA lastimariam que o fizéssemos. Simplesmente, porque decidimos não construir armas atômicas. Acreditamos que armas atômicas são crime contra a humanidade e não devem existir. Todas as armas atômicas que há pelo mundo devem ser destruídas. Essa é nossa posição. E nossa posição nada tem a ver com vocês [norte-americanos].

Disse também que “se o Irã decidisse possuir armas atômicas, nenhuma potência nos impediria de tê-las”. Com isso, Khamenei estava, de fato, elaborando sobre a “opção japonesa”: ainda que o Irã não tenha bombas atômicas e não esteja trabalhando para construir armas atômicas, o país mantém abertas todas as opções, para o caso de ser encurralado e depender de uma bomba atômica como arma de dissuasão.

Parece que as potências, quaisquer delas, não captaram a mensagem em Washington, nem em Paris ou Londres. A arrogância ocidental, como mostram os registros, é sem limites. Assumindo que saberiam algo que só eles saberiam, “especialistas” e diplomatas ocidentais, os suspeitos de sempre, andam apostando que pacote ainda mais duro de sanções forçará o Irã a abaixar a crista.

Que bando de perfeitas inutilidades! Metam-se num avião. Desembarquem em Teerã. Conversem com os iranianos. Tentem aprender alguma coisa que se aproveite.

Fizessem isso, aprenderiam que, para os iranianos, grande potência tem de estar na vanguarda mais avançada da ciência – hoje, a tecnologia nuclear. Rápida revisão da mídia e da blogosfera iranianas mostra que todos, dos ultra conservadores aos reformistas, todos, concordam em que o Irã tem direito à tecnologia nuclear, como signatário do Tratado de Não Proliferação (TNP).

O Irã precisa de energia nuclear para gerar eletricidade, porque importa muito óleo refinado. No momento, o Irã pode estar vendendo menos petróleo, por causa das sanções. Mas isso, por outro lado, faz subir o preço global do petróleo (e nesse caso, os perdedores são, mais uma vez, os europeus); e o petróleo iraniano fica preservado para o futuro – quando os preços estarão ainda muito mais altos.

Washington, por sua vez, tende a agir como cego que guia cegos. É como se nenhum “analista” se desse o trabalho de estudar os últimos 150 anos da história do Irã – mas não, claro, na versão de Argo, candidato ao Oscar, que nada ensina que preste; a questão tema é a luta anti-imperial.

Mohamed Mossadegh 

Os britânicos não se cansam de dar ultimatos ao Irã. À maneira persa, quem se submete trai a nação; quem se recusa a submeter-se é herói, mesmo que perca a guerra, como Mossadegh em 1953.

O drama nuclear em curso é replay/remix do drama da nacionalização do petróleo de 1951-1953, quando o Irã também padeceu muito para ganhar a autossuficiência e passar a controlar seus próprios recursos naturais. Washington/Londres, daquela vez, não se limitaram aos muitos ultimatos: também promoveram um golpe infame.

O Xá foi derrubado no início de 1979. Desnecessário dizer que, desde então, o ocidente vive a ameaçar o Irã, sem parar.

Fim da “opção japonesa”?


Otimistas profissionais talvez digam que se deveriam suspender todos os julgamentos – pelo menos por algum tempo – quanto às intenções do governo Obama 2.0 relacionadas ao Irã.

Mesmo assim, vale relembrar que durante os dois mandatos do Presidente Khatami, reformista, Washington jamais apresentou qualquer proposta séria ao Irã – a obsessão por mudança, do governo Obama, parecia ter sido absolutamente suspensa, para tudo que tivesse a ver com o fim das sanções; ou com permitir que a Europa investisse livremente no Irã (o que beneficiaria a Europa). Esses movimentos, jamais feitos, teriam operado maravilhas para ajudar o movimento reformista no Irã.
Ban Ki-moon

O que se vê hoje é o retorno a um dos pontos mais baixos dessa história, quando até o Secretário-Geral da ONU,Ban Ki-moon faz declarações gravemente daninhas: “Não devemos dar muito mais tempo aos iranianos e não podemos perder tempo (…) Já vimos o que aconteceu na Coréia do Norte”.

Agora, é como se a própria ONU – não algum George “Eixo do Mal” Bush – já clamasse por guerra contra o Irã, servindo-se, como pretexto, de inexistentes armas de destruição em massa.

Esse tipo de pronunciamento sabota as conversações em Almaty, já antes de acontecerem. Ou, então, Ban Ki-moon está complementando o salário que a ONU lhe paga, com servicinhos de tempo parcial prestados a Bibi Netanyahu: reduz o tempo da ação diplomática e ajuda Israel a convencer Washington a bombardear o Irã.

Bruxelas pode até repetir que o Irã perdeu espantosos $46 bilhões em petróleo não vendido desde as sanções turbinadas do ano passado – com o rial perdendo 40% do valor. A população iraniana pode ter sido quem mais perdeu. Mas a liderança em Teerã está mais firme que nunca. Hoje, mais claramente do que jamais antes, Teerã não encontra qualquer oposição sempre que culpa o ocidente pelos sofrimentos dos iranianos.

Trabalhar na direção de reais negociações entre EUA e Irã implicaria nenhuma mudança de regime; o Irã reconhecido como potência no sudoeste da Ásia; nada de mais sanções; nada de impedir que outros países invistam no Irã; e aceitar as garantias que o Irã tem dado, de que seu programa nuclear é exclusivamente civil.

Assim se pavimentaria o caminho para que o Irã se firmasse como maior e mais dinâmica economia no Oriente Médio e sudoeste da Ásia.

Vali Nasr

Nada sugere que estejamos andando nesse rumo. Em livro a ser lançado em breve, Vali Nasr, deão da Escola John Hopkins de Estudos Avançados e Internacionais – e, o que é crucialmente importante, ex conselheiro do governo Obama – admite que a famosa “trilha de duas mãos” [orig.dual track], de sanções combinadas com diplomacia, “não teve, sequer, duas mãos. Foi trilha de mão única, só de sanções, sem diplomacia alguma, só pressão e pressão (…). Aparente engajamento, usado para acobertar uma campanha de coerção, de sabotagem, pressão econômica e ciberguerra”.

Ecos que chegam de Teerã sugerem que, para o Supremo Líder, toda a conversa, fortemente promovida na mídia ocidental, sobre o governo Obama 2.0 estar interessado em conversações diretas com Teerã, é uma armadilha. Para Khamenei, Almaty só indicaria alguma intenção séria, se Washington levantasse todo o pacote de sanções; bem mais que autorizar gás-por-óleo, em troca do fechamento de Fordow.
Ahmadinejad visita instalações de enriquecimento de urânio em Fordow

Obama poderia fazer… alguma coisa – ainda que, para isso, tivesse de passar por cima do cadáver coletivo de, virtualmente, todo o Congresso, gente para a qual o Irã seria pior que mal absoluto.

Preparando-se para uma grande barganha em futuro não muito distante, Obama poderia, por exemplo, liberar os fundos iranianos congelados desde a crise dos reféns em 1979 (não, não: o heróico Argo nada diz sobre isso); poderia liberar a venda de peças de reposição para a frota de Boeings iranianos; poderia mandar o Departamento do Tesouro e o Departamento de Estado isentarem de impostos empresas ocidentais que queiram comerciar com o Irã.

Mas, de fato, o que se vê é que as táticas do governo Obama 2.0 não passam de extensão da política exterior da era Bush-Cheney: ameaças, diversionismo, “linhas vermelhas” que sempre mudam de lugar, “todas as opções” sempre sobre a mesa; e sanções, sanções e mais sanções.
Almaty, Cazaquistão; local da próxima reunião entre Irã e P5+1

Não surpreende que Almaty esteja cercada de expectativas muito, muito baixas. E, seja como for, nada será decidido, de substancial, antes das eleições presidenciais no Irã, em junho. Mas se o P5+1 não se compenetrar – se não conseguirem começar a atuar como adultos – pode acontecer, mais cedo ou mais tarde, que Teerã sinta-se fortemente tentada a desistir da “opção japonesa”. Porque sim.

Naval Brasil

Irã escolheu 16 locais para construção de centrais nucleares

A construção de novas centrais nucleares no Irã faz parte do plano que visa desenenvolver nos próximos 15 anos, no total, 20 mil megawatts de capacidade de geração de eletricidade.

Segundo os peritos iranianos, o país com o crescente consumo de energia irá precisar de 20 centrais nucleares. O uso de energia no Irã vem aumentando, em média, 8 por cento por ano devido ao crescimento populacional e à industrialização.

Em 2011, o Irã pôs em funcionamento na cidade de Bushehr a primeira no Oriente Médio central nucleal para fins comerciais construída com o envolvimento dos especialistas russos.

voz da Rússia

Irã capturou drone estrangeiro

Militares iranianos alegam terem capturado um drone estrangeiro que tentou entrar no espaço aéreo do país.

Segundo Teerã, o avião não tripulado foi descoberto durante manobras das forças armadas do Irã, no sul do país. Uma unidade de proteção eletrônica tinha conseguido identificar a localização do drone, se apropriar do controle de seu sistema de navegação e o fazer pousar, afirmou um porta-voz do Corpo de Guardiões da Revolução Islâmica, sem, contudo, especificar a nacionalidade do veículo aéreo

Voz da Rússia

O que os Chemtrails fazem em silêncio.... A Gripe Chemtrail: Você tem isso ainda?

Você está doente. Seu nariz está entupido. Dores pelo corpo, você está suado, tosse, espirros e você não tem energia suficiente para sair da cama.
Não é a gripe. É uma conspiração, de acordo com o Dr. Len Horowitz. Sua opinião não é baseada na teoria da conspiração, mas no fato de conspiração.
Nos últimos 10 anos, Horowitz tornou-se autoridade mais controversa da América no campo médico. Um pesquisador de universidade, um médico treinado, Horowitz, 48, sustenta as acusações de que elementos do governo dos Estados Unidos estão conspirando com grandes empresas farmacêuticas para fazer grandes segmentos da população doente.

A grande mídia está relatando que as salas de emergência dos hospitais estão lotados com pacientes que sofrem de uma infecção respiratória superior bizarra que não chega a parecer como um vírus. Eles estão relatando que ele é um "mistério" da gripe e que as vacinas contra a gripe são ineficazes contra ela.
"Isso é tudo bobagem, tolice falsa", diz o Dr. Leonard Horowitz. “ "O fato da questão é, temos visto este tipo de epidemia, desde o final de 1998 e o início de 1999. Pessoas foram se contaminando e com tosse com esta doença bizarro que parece não seguir qualquer lógica inicial viral ou bacteriana e período de transição.

Se fosse realmente uma bactéria ou uma infecção viral, que teria causado a febre, mas não o fez. Ela dura por semanas, se não meses. Congestão nasal, drenagem do seio, tosse, mal-estar, fadiga geral. As pessoas têm se sentido estar "off".
Instituto de Pesquisa de Patologia das Forças Armadas registrou uma patente para o Micoplasma patogênico que está causando a epidemia. Você pode ver o relatório de patente no livro, Healing Codes para o Apocalipse bíblico.

Microplasma não é realmente um fungo, não é realmente uma bactéria, não é realmente um vírus. Vai profundamente no núcleo das células, tornando-se muito difícil de montar uma resposta imune contra ele. É um relato de patente de arma biológica feita pelo homem. Ali explica como faz com infecções respiratórias crônicas que são virtualmente idênticas ao que está acontecendo agora. "

CHEMTRAILS destruindo a sua função imunológica

"Acredito que os chemtrails são responsáveis ​​por uma intoxicação química do público, o que causaria uma supressão geral imunológica, de baixo grau de alto grau, dependendo da exposição. A disfunção imunológica permite que as pessoas tornam-se suscetíveis a infecções oportunistas, tais como infecções por Microplasma este e outros oportunistas ", diz o Dr. Horowitz.

"Eu comecei a investigar estes chemtrails quando alguns foram pulverizados sobre a minha casa no norte de Idaho. Tirei fotos deles, e então contatei a Agência de Proteção Ambiental do Estado que não tinha a menor idéia e me encaminhou para a Força Aérea. Eles me colocaram em contato com Centro de Controle de Doenças de Toxicologia, e depois de cerca de uma semana, recebi uma carta de um de seus principais toxicologistas dizendo, de fato, houve uma certa quantidade de brometo de etileno no combustível do jato.
Brometo de etileno é um químico altamente cancerígeno humano conhecido que foi removido da gasolina sem chumbo por causa de seus efeitos cancerígenos. Agora, de repente, apareceu no combustível de jato de alta altitude em que aviões militares estão emitindo! "

Brometo de etileno está saindo dos combustíveis de jato que está causando a supressão imunológica e o enfraquecimento do sistema imunológico das pessoas. Então você tem um micróbio Microplásmico ou um fungo que causa uma doença respiratória superior. De repente, você desenvolverá uma infecção bacteriana secundária.

Agora você começará a batida com antibióticos, e os antibióticos causam a dependência química de seu corpo se tornando ácido, então agora você tem erupções cutâneas e outras coisas, o fígado fica cheio de toxinas e sai através de sua pele em erupções e obterá reações hyper-alérgênicas associadas com outros produtos químicos. Eu tenho colegas nas Bahamas, Bermudas, Toronto, British Columbia todos relatando a chemtrainização mesmo bizarra da atmosfera. O que está acontecendo é apenas desprezível.
De repente, agora você tem os seres humanos completamente fora de equilíbrio e infectados por dois, três ou quatro co-fatores microbianos , bem como intoxicados por uma variedade de substâncias químicas diferentes ... e você tem alguém que vai ser doentes crônicos .

ORÇAMENTO NEGRO

"As audiências de Frank Church do Congresso de 1975 expôs a Ag.C. de Inteligência para armas biológicas e as contratantes empresas - Litton Bionetics e Corp de Engenheiros do Exército que estavam desenvolvendo e utilizando diversas armas biológicas sobre as populações. E tudo isto é feito no âmbito das operações negras, operações secretas, onde conseguir financiamento e as pessoas nunca são informados do Congresso realmente onde este dinheiro está indo. É o orçamento negro ", diz Horowitz.

"E na arena guerra contemporânea, onde especialistas em guerra química biológica convocam e discutem as formas que são ideais para conduzir a guerra de hoje, para realmente ter um inimigo para fora, você não quer matar as pessoas. Você quer produzir pessoas que são doentes crônicos e tornar-se dependente do estado e totalmente enfraquecer os recursos de um país. E então você pode mover-se com o seu complexo militar-médico-industrial e seu cartel médico-farmacêutico internacional. Então você venderá a esses países derrotados todos os produtos farmacêuticos e químicos que eles precisam para manter qualquer aparência de função saudável.

Eles estão completamente esgotados. Eles não podem montar uma reação militar.Você cria uma dependência e, assim, você enfraquece a população, e as populações enfraquecidas são fáceis de controlar. Então você tem o controle da população , e você faz grandes fortunas fazendo isso, contra apenas explodir uma arma nuclear e devastando a infra-estrutura que você possui. Você e seus colegas próprios terão a infra-estrutura se você quer se livrar-se das pessoas. ” Você não quer se livrar de infra-estrutura "

Quem é o responsável?

"O que eu estou relatando a você agora não é especulação. Se você fosse para ler a análise de especialistas de topo de guerra militar, incluindo o relatório da Iron Montain ou Montanha de Ferro - a família Rockefeller é um dos principais jogadores nesta conspiração. Eles são um dos principais jogadores no genocídio mundial, a redução da população . Isso não é nenhum mistério mais.

Ao examinar quem possui o combustível chemtrail, que são os diretores da empresa de combustível, de repente, você entra na esfera da família Rockefeller e as famílias reais - a Standard Oil e British Petroleum. E quais são as suas outras agendas? De repente, você vê agora os seus documentos, mostrando que eles têm financiado, históricamente, a eugenia, higiene racial, genocídio, o despovoamento, planeajmento familiar, saúde materna e infantil - onde fazer e entregar vacinas e material de sangue contaminado. Estes são os banqueiros, as mesmas pessoas que dirigem o banco de sangue, bem como os setores bancários de dinheiro ", diz o Dr. Horowitz.

"Eu referencio a um grande livro do Dr. John Coleman, que trabalhava como agente de serviço secreto britânico no mais alto nível. E ele articulou de forma muito clara que estava correndo essas empresas. Tudo vai voltar, em última instância, para o nível mais alto da família real. A família Bush, da família Rothschild, o dinheiro Rockefeller, e o establishment Rockefeller inteiro é baseado no dinheiro dos Rothschild e famílias reais.

Se você não pode explicar racionalmente ou qualquer outra forma, eu acho que você tem que começar a considerar as teorias " verdades " da conspiração e eliminar o rótulo negativo que você colocou em teorias da conspiração que foram demonizados juntamente com a medicina holística. "

Quarto Reich Americano

As famílias do crime governante estão fazendo grandes fortunas com o sofrimento da humanidade. Os Rockefeller monopolizaram a medicina americana na década de 1920. Eles, junto com a IG Farben, a principal organização industrial da Alemanha, detinham o monopólio sobre as indústrias do mundo químicos e farmacêuticos.

O Rockefellers e IG Farben trabalharam juntos antes da Segunda Guerra Mundial e durante a Segunda Guerra Mundial. Para todos os efeitos práticos, o Rockefellers e IG Farben foram o Terceiro Reich.
Quem mais está envolvido? A Merck Pharmaceutical Company . Seu presidente, George W. Merck, foi diretor da América indústria de armas biológicas durante a Segunda Guerra Mundial. Ele foi pessoalmente nomeado pelo presidente Roosevelt e pelo Secretário de Guerra, Sr. Stimson.
Os nazistas planejaram a Nova Ordem Mundial . Eles tinham até um termo para isso - "neue Ordnung", que significa New Order ou Nova Ordem Mundial . Este, hoje, essa Nova Ordem Mundial, é o surgimento do Quarto Reich. Isto é precisamente o que imaginou e então realizada em uma escala global. O objetivo do Quarto Reich é o controle da população e genocídio.

99,99 por cento dos maçons não têm idéia do que eles são realmente até aos mais altos níveis e eles dão-lhe um maior conhecimento em cada nível mais elevado da Maçonaria. Quando você ir além do 33 º grau, você tem a maior doutrinação em que é chamado de Arcana antiga, todo o conhecimento sagrado descrito nos Códigos livro Cura do Apocalipse bíblico. É aí que os fazedores-diabo que estão governando neste planeta são o assentamento.

Como uma pessoa se torna tão alto na organização maçônica?

Através de linhagens. Você tem que ser da realeza grande, royalty maior, idealmente um descendente ou você tem que ser alguém que é muito próximo da realeza, as linhagens principais.

Quem são eles e segmentação?

Quem são eles alvo de genocídio? Se há uma tentativa em curso para reduzir a população do planeta, por isso não está acontecendo?

"Olhe para países como os da África, as nações do Terceiro Mundo, que foram fortemente direcionados com HIV / AIDS. E consideram que 73 por cento dos pacientes HIV / AIDS na América de hoje são negros ou hispânicos. Estatisticamente, 55 por cento dos homens homossexuais na América já estão mortos. Você está vendo o despovoamento visando especificamente os grupos minoritários agora? Claro. Está acontecendo agora.

Eles não querem eliminar totalmente as populações completamente, apenas determinadas populações. E não é que, a partir de sua perspectiva, maravilhoso? Eles têm um secreta agenda de despovoamento que ninguém se tocou ainda. É ideal que eles querem colocar em prática.
Eu acho que há uma ideologia satânica ou do mal, porque Nixon mesmo disse, referindo-se aos Rockefellers, - não é sobre o dinheiro para essas pessoas, é sobre o poder.

O JOGO DO MONOPÓLIO

No final do Monopoly Game, o que você faz? Uma pessoa ganha, eles possuem todo o imobiliário, que possui todos os ativos, eles limpou todos os outros jogadores para fora e o jogo acabou. Você pode sair do jogo fora em seu armário. Mas você não faz isso no planeta Terra.

A pessoa que vence no final deste jogo Monopoly Mundial começa a reorganizar a bordo. E isso é precisamente o que nós vimos no ano passado. Você já viu o maior peixe não comer o maior peixe no comércio internacional, você já viu as baleias mega-alimentares das baleias mega-nestes mega-fusões. Todas essas empresas pequenas que estão produzindo suas vitaminas são uma subsidiária de um grande conglomerado. Hoje a Warner Lambert ou Glaxo Wellcom, todos esses enormes, grandes corporações possuem todos os peixes pequenos. Então, mais uma vez, agora o tabuleiro de jogo começa a ser alterada, se o desejarem, e, aparentemente, isso é o que eles desejam. Essa é a sua agenda, você pode vê-lo.

No aeroporto de Denver, há um ponto crucial, no prédio principal do terminal dedicado à Comissão New World Airport pelos maçons. E há um grande mural colorido - que é dedicado às espécies extintas humanos. E, em primeiro plano, contra o fundo horrível de chamas e destruição, há três caixões abertos.

Construa seu sistema imunológico

PRIMEIRO PASSO: desintoxicação.
Porque todos nós temos sido alimentados colheita da Babilônia e comido o lixo tóxico que vem de Monsanto, Dow Chemical e Daniel Archer e todos os seus alimentos geneticamente modificados e os produtos químicos e os fluoretos e os cloros, precisamos de desintoxicação. Um programa de desintoxicação fácil usando limonada espremida fresco que você faz com xarope de bordo e frescos limões espremidos e pimenta caiena

SEGUNDA ETAPA: A acidificação
Para alterar a química do seu corpo, torná-lo mais alcalino. É somente no estado ácido que o crescimento de bactérias, vírus, fungos, mofo, e câncer, as células cancerosas prosperam. Elas não podem crescer em meio alcalino.O que faz com que seu corpo química para se tornar ácido e tornar-se um terreno fértil para os agentes bacterianos e infecciosa? Cafeína, açúcar, nicotina, carboidratos refinados, álcool, produtos farmacêuticos, incluindo antibióticos, carnes vermelhas, de estresse - são as principais causas. Eliminar ou reduzir tanto quanto possível.

Esprema o suco de limão na água. Limão tem uma grande quantidade de cálcio nele e ele se transforma em hidróxido de cálcio na água de beber. Isto levanta a PH de que a água necessita a partir de cerca de 7 a cerca de 8. Hot pimenta caiena é um dos agentes mais alcalinizantes você pode colocar no seu corpo. Ele desintoxica e desacidifica tudo em uma única etapa.

TERCEIRO PASSO: Espiritual
Meditar. Não há emoção, mental, as mudanças sociais, ambientais e, sobretudo, espiritual que as pessoas precisam fazer para realmente preparar para resistir às pragas.

QUARTO PASSO: Oxigenação
Os Rockefeller direcionados banksters internacionais , banksters de sangue e monopolistas médicos foram ocupados em suprimir seu sistema imunológico. Você quer aumentar seus níveis de oxigênio no sangue

Fonte: Mission Galactic Freedom

UNDHN

Relatório da AIEA prova que programa nuclear do Irã é pacífico

O último relatório da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) sobre o Irã, divulgado na véspera, prova a natureza pacífica do programa nuclear iraniano, disse esta sexta-feira o representante da República Islâmica na AIEA, Ali Asghar Soltanieh, em declarações à televisão iraniana.

Soltanieh observou que o Irã apoia a continuação das negociações com a AIEA em um ambiente descontraído, livre de propaganda.

Voz da Rússia


Guerra Civil vindo a Israel?

UND: Divisões dentro da entidade sionista, digo no establishment político de Israel? E assim querem transferir estas divergências políticas, para dividir a população judaica que não confundamos com o mesmo que sionismo. O povo judeu se torna refém de políticas de um lobby sionista globalista perverso.

O líder eleito, Yair Lapid, do recém-formado Partido Yesh Atid, apelidado de "centrista" pelo New York Times, e um "moderado" pelos ideólogos dirigentes do "lobby" sionista nos EUA , correu em uma plataforma de força terminando o Haredi na isenção de alistamento para o serviço militar colonial. Yair Lapid, na corrida para aderir a um regime de nova coalizão de Netanyahu, lançou um violento ataque ao Haredim. Instalações de Lapid no seu acordo para se juntar máquina de guerra de Netanyahu sobre seus planos para forçar a enfrentar a liderança de Haredi.

Yair Lapid bate a classe e os ressentimentos seculares da juventude para cima de Israel mobilizada que amargamente se queixa de ter de servir no exército, atrasando assim o seu dinheiro de tomada de oportunidades, enquanto os pobres, semi-analfabetos "negros" (termo pejorativo referente à roupa de Haredim) participam de "estudos inúteis" da Torá. Lapid, usando a mesma lógica pervertida como Netanyahu, afirma que "Dez por cento da população não pode ameaçar os 90 por cento com uma guerra civil", (Financial Times, 2/14/13, p. 6.).

Mais uma vez, o carrasco (Lapid) acusa a vítima (Haredim) da violência que ele está prestes a cometer. Yesh Lapid do partido Atid, centrista, aliado com 'partido da casa judaica de "Naftali Bennett neo-fascista (empurrando para a anexação de toda a Palestina e expulsão dos não-judeus) no esmagamento a isenção dos Haredi para alistamento militar. Eles têm poder de veto sobre o próximo gabinete. Este ataque militarista rabidly secular provocou grande oposição e unem em contrário as partes sionista-religiosas: o partido Shas (sefardita Haredim) e United Torah Judaism que assumiram a defesa da Haredim.

Linhas estão sendo traçadas muito além de um confronto entre Haredim e o Estado-sionista.
Vem via Global Research
Comentários do Mort- em Before It's News
Eu tenho que admitir, nunca vi isso acontecer. Eu sabia que o estado sionista estava mudando muito para a direita, mas eu não tinha idéia de que havia realmente alguma oposição a ela. Eu me pergunto como o governo sionista poderia legalmente e moralmente fazer ao sair matando companheiros judeus legal e moral. Eu não creio que já houve uma guerra civil judaica de fato. Fique ligado .. -Mort -

UNDHN

sábado, 23 de fevereiro de 2013

Presidenta brasileira oferece ajuda agropecuária à África

Malabo, 22 fev (Prensa Latina) A presidenta do Brasil, Dilma Rousseff, propôs uma aliança especial no setor agropecuário entre seu país e os estados africanos, ao intervir hoje na III reunião de cúpula do Fórum de Cooperação América do Sul-África (ASA).

Dilma argumentou essa oferta com as possibilidades de cooperação que contribuem com "uma mesma raiz social e cultural", ao ser o Brasil "uma nação com a maior quantidade de africanos durante sua formação". Rousseff fez questão de implementar essa colaboração mediante programas de ensino de técnicas agropecuárias e o fornecimento de tecnologias de ponta desenvolvidas pelo estado sul-americano, das quais precisam os países africanos.

A presidenta sublinhou o peso que pode ter essa fórmula na esfera dos conhecimentos agropecuários entre países de ambos lados do Atlântico onde essa atividade é vital para a subsistência.

O presidente de Guiné Equatorial, Teodoro Obiang Nguema, por sua vez, enfatizou a possibilidade de participação da Comunidade de Estados Latino-americanos e Caribenhos (Celac) nestas reuniões dos Foros de Cooperação de ASA.

Os oradores desta sexta-feira destacaram o crescimento econômico de ambos blocos geográficos, mas expressaram suas reservas com respeito ao fato de estarem centrados na exportação de matérias prima e não em sua industrialização.

Os argumentos dos Chefes de Estado e/ou Governo nesse sentido se focaram em estimular os processos de industrialização dos países africanos e sul-americanos para que possam processar o quanto antes esses produtos básicos para benefício próprio.

Os estados de ambas regiões aproveitam os espaços e conjunturas temporárias que oferece esta cúpula para realizar atividades paralelas como foros artísticos e intercâmbios culturais e sociais.

Organizadores dessas apresentações explicaram que isto contribui à aproximação entre países das duas áreas geográficas para um melhor conhecimento entre seus respectivos povos.

Jornalistas credenciados ao fórum esperam por uma coletiva de imprensa do Presidente da Bolívia, Evo Morales, anunciada por porta-vozes desse país.

Prensa Latina

Inicia Irã manobras militares sem precedentes

Teerã, 23 fev (Prensa Latina) O Corpo de Guardiães da Revolução Islâmica (CGRI) iniciou hoje as manobras militares Payambar Azam 8 (Grande Profeta 8), qualificadas como sem precedentes na história dessa força.

Os jogos de guerra terão como palco 600 quilômetros do este e o sul do vasto país persa da cidade sul ocidental de Sirjan e se estenderão três dias com o fim de provar novas armas e equipes e manter sua disposição combativa, segundo o porta-voz dos exercícios, general Hamid Sarkhail.

Durante as manobras se observará o comportamento de novos e avançados equipes, cuja natureza o informante se absteve de identificar.

O CGRI é uma força de elite à qual as autoridades da República Islâmica confiam missões de grande importância e alto nível de risco e conta com sua Marinha, Força Aérea e corpo coheteril próprios.

O início dos exercícios coincide com o Umra ou peregrinagem menor dos muçulmanos aos lugares santos do Islã.

A defesa passiva é o suposto principal do exercício, bem como estabelecer amplas relações entre as tropas sem que o inimigo possa descobrir suas posições.

Irã fechou no ano passado e começou o presente com uma série de manobras militares em várias locações do país para pôr a ponto as capacidades defensivas e de manobras das forças em diferentes supostos de agressão contra seu território.

Assim, uma frota naval começou um périplo por águas internacionais que abarca vários continentes.

Ontem, o ministro de Defesa persa, general Ahmed Vahidi, revelou que em um breve prazo serão postos em funcionamento novos equipamentos e meios militares fabricados pela indústria militar nativa.

Os preparativos da República Islâmica cobraram maior impulso desde que o premiê israelense, Benjamín Netanyahu, começou uma campanha de ameaças de agressão militar para deter o plano de desenvolvimento atômico do Irã, cuja direção advertiu que encontrará uma resposta aplastante.

Prensa Latina