segunda-feira, 27 de maio de 2013

Arábia Saudita é grande rival do Irã no Golfo Pérsico

Arábia Saudita é grande rival do Irã no Golfo Pérsico

Irã e Arábia Saudita travam batalha pela supremacia regional. Iraque, Líbano, Barein e, em particular, Síria são palcos dessa crescente rivalidade. A queda dos regimes locais poderia favorecer os sauditas.

O conflito entre a Arábia Saudita, que é uma monarquia sunita, e o Irã, de maioria xiita, pode ser visto no exemplo da Síria: enquanto os sauditas exigem a renúncia do ditador Bashar al-Assad, fornecendo armas à oposição com a ajuda do dinheiro saudita, Teerã, por outro lado, presta ajuda ao regime sírio, enviando, segundo relatos e avaliações de especialistas, até mesmo tropas especiais para sufocar a revolta. Além disso, a milícia xiita libanesa Hisbolá, que é em grande parte financiada pelo Irã, luta ao lado do regime Assad.

O fato de a democracia não ser o motivo do apoio saudita ao governo sírio pode ser constatado no vizinho Barein, cuja população é, em sua maioria, xiita: no início de 2011, a Arábia Saudita enviou até mesmo tropas e tanques para reprimir uma revolta popular apoiada predominantemente por xiitas contra a autocrática família governante sunita. Teerã reagiu com protestos – e incitou abertamente os xiitas do Barein a darem prosseguimento ao levante.
Revoluções árabes intensificaram rivalidade

Rei Abdullah, da Arábia Saudita, mantám boas relações com Ocidente

A rivalidade entre sauditas e iranianos pela supremacia regional não é algo novo. A novidade, no entanto, está no fato de essa rivalidade se fazer sentir cada vez mais abertamente em um número cada vez maior de vizinhos. "A Primavera Árabe somente acelerou um desenvolvimento que temos observado desde 2003", disse Guido Steinberg, especialista em Oriente Médio do Instituto Alemão de Assuntos Internacionais e de Segurança (SWP).

Há numerosas razões para essa rivalidade: tanto a Arábia Saudita quanto o Irã são potências geopolíticas na região. A Arábia Saudita segue o wahabismo, uma compreensão particularmente conservadora do Islã sunita, o país vê-se como um reduto sunita e guardião dos mais importantes lugares sagrados do Islã.

O Irã, por sua vez, possui também uma formação estritamente islâmica, sendo o único Estado xiita desse tipo. Em termos de área, ambos são pesos-pesados na região e estão entre os maiores exportadores de petróleo do planeta. E enquanto a Arábia Saudita, juntamente com os demais Estados do Golfo, formam uma aliança estratégica com os EUA, o Irã mantém cooperações com países como Rússia, Coreia do Norte ou Venezuela.

Desconfiança sobre a crescente influência iraniana

Um dos principais motivos para a atual rivalidade entre sauditas e iranianos foi, de acordo com Steinberg, a invasão do Iraque pelos EUA e a subsequente queda do ditador Saddam Hussein, o arqui-inimigo do Irã. "Os sauditas não viram isso, de forma alguma, como uma libertação do país, mas como a entrega do Iraque para o Irã", afirma Steinberg.

De fato, desde a queda de Saddam Hussein, a influência iraniana no Iraque aumentou consideravelmente – a população de maioria xiita vivenciou um aumento considerável. Líderes políticos xiitas, como o primeiro-ministro Nuri al-Maliki, mantêm laços estreitos com Teerã. Partidos políticos são patrocinados com dinheiro iraniano. Milícias e combatentes, que fazem parte das forças de segurança iraquianas, foram parcialmente treinados no Irã.
Steinberg: conflito pode se alastrar para outras nações

Não só a Arábia Saudita, mas também muitos outros países vizinhos observam com desconfiança o aumento de poder por parte do Irã. "Muitos sunitas e seus governos veem isso como a ascensão de uma religião rival", disse Steinberg. Assim, o rei da Jordânia, Abdullah 2°, alertava já em 2004 para o perigo iminente do crescimento xiita na região – referindo-se, além do Iraque, à Síria e ao Líbano, onde há décadas o Hisbolá, apoiado pelo Irã, forma uma espécie de Estado dentro de Estado.

Estas preocupações também têm origem na política interna: em muita nações de predominância sunita na região também há minorias xiitas – somente na Arábia Saudita, de acordo com estimativas, esta minoria representa de 5% a 10% da população. Teme-se que o Irã possa instrumentalizar essa minoria.

Um exemplo típico dessa perspectiva é um comentário publicado pelo site da emissora Al Jazeera, que tem sua base no Catar: O Irã quer "com todas as forças propagar a vertente xiita", alegava o comentário. "Ele defende e apoia xiitas em todos os países com o objetivo de tornar o Irã uma potência não somente na região, mas também em nível internacional."

"Guerra fria" no Oriente Médio?

Tais temores são reforçados pelo programa nuclear iraniano. A Arábia Saudita responde a isso com mais e mais compras de armamentos. Segundo estimativas do Instituto Internacional de Pesquisa sobre a Paz (Sipri), de Estocolmo, os gastos militares sauditas aumentaram 12% no ano passado.

Não há provas de que a Arábia Saudita possui armas nucleares, "mas assim que os iranianos conseguirem construir uma bomba, os sauditas irão reagir imediatamente", profetiza Steinberg e fala de uma "guerra fria" na região. Do ponto de vista da Arábia Saudita, tal guerra já começou há bastante tempo. Vivencia-se hoje "uma guerra fria do Irã contra os países árabes", comentou o influente jornal Asharq Al-Awsat, impresso simultaneamente em 12 cidades de quatro continentes e que é financiado com dinheiro saudita.
Rivalidades históricas e religiosas

Aiatolá Ali Khamenei, líder supremo do Irã

Além da rivalidade histórica entre árabes e persas, interesses geoestratégicos mesclam-se no conflito entre sauditas e iranianos, bem como a concorrência por vezes hostil entre as vertentes islâmicas dos sunitas e xiitas, que já dura quase 1.400 anos. "O conflito religioso precisa sempre de um catalisador político", afirmou o especialista em Oriente Médio Steinberg. Pelo lado saudita, isso pode ser visto no jornalAsharq Al-Awsat.

Já o aiatolá Khomeini pretendia exportar o modelo xiita da revolução islâmica por meio da violência armada, escreveu o diário, acrescendo que as atuais lideranças iranianas seguem o mesmo objetivo "por meios sutis".

No entanto, a Arábia Saudita também partiu para a ofensiva religiosa: o país apoia a minoria sunita no Líbano e, na Síria, a oposição, de maioria sunita. O plano por trás disso: quanto mais o Irã for enfraquecido – por exemplo, por meio de uma queda de Assad –, mais forte será a Arábia Saudita, mesmo que dentro da vertente sunita, o país tenha de concorrer com Estados como o Catar ou a Turquia.

Segundo Steinberg, os sistemas políticos de base religiosa no Irã e na Arábia Saudita acirram ainda mais o conflito – ambos procuram justificar seu direito à liderança do mundo islâmico. "Se nada mudar fundamentalmente nestes sistemas, o conflito certamente irá durar mais tempo ou mesmo se expandir para outras nações."

Naval Brasil

Ataque da Terra à UFO no espaço (Oficial NASA)

Foto Meramente Ilustrativa

Enquanto o ônibus espacial sobrevoava a Austrália um estranho objeto aparece na órbita terrestre se movimentando de forma inteligente, há um grande clarão, logo após algo sai da Terra em direção ao UFO, que muda de direção rapidamente e some no espaço fugindo do ataque.

Agora vejam as Coincidências:

PINE GAP em Alice Springs, no centro da Austrália:
“Os Estados Unidos têm três bases principais na Austrália. Uma delas é no Sul da Austrália (Nurranger, perto de Woomera, TN), outra em Nova Gales do Sul, e a terceira (e de longe a maior de todas) está localizada distante cerca de 230 km (143 milhas ) do centro geográfico do continente australiano (BEM LONGE DO OCEANO E DO LITORAL…), não muito longe a oeste de Alice Springs (Território do Norte), no sopé da encosta sul da Faixa de Montanhas MacDonnell. Esta base é totalmente subterrânea, com entradas visíveis apenas à superfície.

Localização de PINE GAP: no centro da Austrália e, de novo, bem longe das zonas costeiras E DO OCEANO, como em DENVER, no Colorado.

Esta “BASE SECRETA SUBTERRÂNEA“ superior é totalmente financiada pelo Governo Secreto (GOVERNO PARALELO oculto/secreto) dos ESTADOS UNIDOS, através de orçamento negro (Blackops) e é oficialmente conhecida como uma Instalação de Defesa Conjunta com a Austrália de Pesquisas Espaciais. Quando a construção da Base foi iniciada, seu objetivo era a pesquisa científica para o desenvolvimento de uma suposta defesa da tecnologia espacial. Sabe-se agora que, desde o seu início, seu principal objetivo foi a pesquisa em propulsão eletromagnética.”
“O que é exatamente PINE GAP? Por mais estranho que pareça, mesmo os membros do Parlamento Federal Australiano não o sabem. Dentre os membros do gabinete, apenas um número pequeno de “iniciados” têm uma vaga idéia do que se trata. A única fonte de informação disponível ao público é o cruzamento feito por investigadores privados, tais como Jimmy Guieu, na sequência de declarações feitas pelos Estados Unidos ou revistas Australianas (sempre muito curtas e lapidando parágrafos), e qualquer coisa que os residentes locais próximos à região da base possam observar.
 “Diz-se que PINE GAP é a mais profunda perfuração feita pelo homem na Terra e esta na Austrália - cerca de cinco milhas (mais de 8.000 metros) de profundidade. É provável que um tal buraco usado com uma antena subterrânea seja capaz de recarregar as baterias dos submarinos no Pacífico e Oceano Índico através de emissões ELF. Essas gigantescas antenas também podem ser usadas para gerar uma gigantesca onda de energia estacionária em torno da Terra.
Instalações de PINE GAP (na superfície)
Um aviso de área proibida e rodovia bloqueada no acesso à PINE GAP.

“Algumas pessoas dizem que PINE GAP seria um enorme gerador nuclear para fornecer energia para um novo tipo de receptor. Parece também que há um acelerador de plasma de alta potência, que pode ser aproveitado para transmitir uma corrente elétrica de alta potência, ou mesmo para produzir um
“Raio da Morte‘‘
, ou simplesmente para alimentar uma arma de plasma.
Tudo isto não é tão incrível como possa parecer: é agora sabido que na base americana de North West Cape, perto do Golfo Exmouth na Austrália Ocidental (Harold E. Holt USN, uma Estação de Comunicação), tem um velho tipo de receptor usado em Pine Gap, que é usado para enviar corrente elétrica para submarinos submersos dos EUA que percorrem um fio de antena. Sabe-se que as correntes elétricas transmitidas dessa forma são chamados de células plasma-dinâmicas.

“Várias vezes, os moradores viram DISCOS BRANCOS com cerca de 30 polegadas de diâmetro, no processo de ser descarregado a partir de grandes aviões de carga dos E.U.A. nos aeroportos que servem Pine Gap. Esses discos tinham o emblema da Força Aérea americana sobre eles. Parece provável que os discos são montados e com base em Pine Gap. O número de discos visto à noite, não deixa nenhuma dúvida na mente de qualquer um. Uma quantidade incrível de equipamentos foi entregue por aviões procedentes dos Estados Unidos. Os moradores dizem também que umaenorme quantidade de alimento é estocada em armazéns do que poderia muito bem ser uma verdadeira multi-nivelada cidade subterrânea, pois foram feitas perfurações de até 8.000 metros de profundidade no local.
“Por outro lado, Pine Gap é conhecida como um dos mais importantes centros de controle de satélites espiões que circundam o globo. Um artigo publicado no final de 1973 alegou que a instalação de Pine Gap, juntamente com sua instalação irmã em Guam, foram utilizados para controlar as missões fotográficas Americanas dos grandes satélites em órbita acima da Terra.

«PINE GAP tem enormes computadores que estão ligados aos seus congêneres da Austrália e americanos, que recolhem todas as informações garantidos nesses países, não apenas sobre finanças e tecnologia, mas em cada aspecto da vida do cidadão médio. Esses computadores em Pine Gap evidentemente estariam interligados a mainframes semelhantes em Guam, em Krugersdorp, na África do Sul e na base Scott Amundsen dos E.U.A na Antártica, no Pólo Sul, onde recentemente foi instalado o S.P.T., South Pole Telescope, aparentemente para rastrear um corpo (uma estrela Anã Marrom) celeste estranho que já estaria penetrando em nosso sistema solar pelo sul, perpendicular à ecliptica (Leste/Oeste) e de cujos efeitos que esse astro vai causar em nossa civilização seria completamente desconhecido, mas possível de se prever que as implicações de tal evento poderia ser de extinção da vida planetária como nós a conhecemos.
Matéria completa da Base aqui:http://thoth3126.com.br

Coincidência?

Veja o Vídeo Abaixo:


UFOS Online

Já não é só exclusividade de americanos?Denúncia: MK Ultra e chipagem humana à força no Brasil?


Homem é vítima de Mk Ultra, chipagem e de 'arma de energia dirigida' do Governo Brasileiro?
Se realmente isso for verdade, é uma realidade terrível, onde mostra que este tipo de ação não é exclusividade dos americanos.

Texto do autor das denúncias: Desde 2007 já vinha denunciando junto ao MPERJ e em 2010 a denúncia foi arquivada como NÃO VEROSSÍMIL. Havia falado também em 2008 com a ABIN e me recomendaram encaminhar a denúncia pelo Mperj , QUE JÁ VINHA FAZENDO. No vídeo abaixo já classificava o crime de JOSÉ FERNANDES , GAROTINHO E ROSINHA COMO TERRORISMO. Alertei e pedi a presidenta Dilma Roussef para que desse atenção especial ao caso. Lula ordenou que a EBC devolvesse o aparelho ao JOSÉ FERNANDES (suponho). Ele continua com o aparelho no endereço suposto na denúncia e tudo o que relato acima continua ... com as mesmas técnicas , que coincidem com as informações dos portais citados incluídos aqui.

libertar in

As perspetivas do MiG-29 na Índia


Se realizou recentemente a cerimônia oficial de entrada ao serviço da aviação naval da Índia da sua 303 esquadrilha equipada com caças russos MiG-29K. Isso significa que a marinha indiana obtém uma capacidade radicalmente diferente de demonstrar o seu poderio longe da sua costa, a qual nenhuma marinha de outro país asiático ainda possui.

O MiG-29K é uma versão completamente modernizada do caça MiG-29. Ele tem uma baixa visibilidade a radares, um alcance acrescido e um radar poderoso. Uma especificidade importante do MiG-29K é o fato de ele além de poder ser reabastecido no ar, poder funcionar como reabastecedor se tiver o equipamento de abastecimento instalado. O alcance máximo desse avião, com tanques de combustível suplementares, é de 3.000 km, e é de 5.500 km com um reabastecimento.

Ao abrigo do primeiro contrato de compra de aviões MiG-29K e MiG-29KUB (a sua versão de dois lugares), assinado em 2004, a Índia recebeu 12 aviões (cuja entrega foi concluída em 2011). Em 2010 foi assinado um contrato para o fornecimento de mais 29 aparelhos no valor de 1,5 bilhões de dólares.

Segundo as declarações dos dirigentes militares indianos e o trabalho dos investigadores militares indianos, a marinha indiana tem como objetivo o aumento das suas capacidades de projeção de força na bacia do Oceano Índico e, no futuro, em regiões mais longínquas. Com a aquisição à Rússia do seu novo porta-aviões e com a entrada ao serviço da esquadrilha embarcada, composta por aviões modernos, foi dado um passo importante nessa direção.

O MiG-29K tem capacidades muito superiores às do Su-33 que serviu de base ao avião chinês J-15. O MiG-29K tem também dimensões inferiores, o que permite instalar no hangar do porta-aviões uma quantidade maior desses aviões. A marinha russa realizou em 2012 uma encomenda de 24 aviões MiG-29K e MiG-29KUB que irão constituir o esquadrão renovado do porta-aviões russo Admiral Kuznetsov.

A alteração do projeto MiG-29, realizada no âmbito do contrato com a marinha indiana, teve um resultado adicional importante com o aparecimento de modificações terrestres desse avião, o MiG-29M e o MiG-29M2 (de dois lugares). Com base nestes dois, foi criado o projeto de modernização do MiG-29 conhecido como o MiG-29UPG. Em 2008, foi assinado um contrato com a Força Aérea Indiana para a modernização de 53 caças MiG-29 indianos, da versão 9-12B, para a versão MiG-29UPG. Nove MiG-29UB de treino e combate da versão 9-51 estão a ser transformados em MiG-29UB-UPG.

Os primeiros aviões foram entregues à FA indiana em 2012. A modernização, com o aproveitamento dos desenvolvimentos do projeto MiG-29K, resulta num grande aumento das capacidades de combate desse avião. Não é de excluir que no futuro a Índia queira comprar aviões MiG-29UPG novos.

Ao criar modificações radicalmente renovadas dos aviões MiG-29, a Rússia tenciona promover a sua exportação para os países que antes usavam os aviões MiG-29 das versões anteriores. Nesse caso, os compradores terão a possibilidade de economizar recursos consideráveis na criação da infraestrutura de baseamento e no treino do pessoal técnico para esses aviões. Os novos MiG se destinam aos compradores dos países em desenvolvimento, menos ricos, que não se podem permitir os caças mais pesados e potentes da marca Sukhoi. Os concorrentes principais dos MiG-29 serão os aviões chineses J-10 e FC-1.

defesa net

As Forças Armadas paraguaias capturaram 10 fugitivos da justiça brasileira


As Forças Armadas paraguaias capturaram 10 fugitivos da justiça brasileira em Amambay, no Paraguai, no dia 21 de maio. (Foto: AFP/Norberto Duarte)

As autoridades paraguaias capturaram dez supostos narcotraficantes do complexo de favelas do Alemão, no Rio de Janeiro, que fugiram para o país vizinho após a ocupação policial dessas favelas em 2010, informou em 21 de maio o jornal O Globo.

Pelo menos cinco dos delinquentes pertencem à quadrilha transnacional Comando Vermelho, a maior organização criminosa do Brasil, que se dedica principalmente ao tráfico internacional de drogas e armas.

Os criminosos foram detidos na localidade de Amambay, na fronteira, uma região conhecida pela produção de maconha e que está sempre em disputa por quadrilhas brasileiras e paraguaias, na tentativa de controlar o mercado de drogas e armas.

A polícia apreendeu sofisticados armamentos compostos por fuzis de guerra, pistolas automáticas, escopetas e munições, explicou o jornal.

“Temos apenas os nomes dos presos e o equipamento apreendido”, disse o comissário Jorge Santos Figueiredo, da Polícia Federal do estado de Mato Grosso do Sul.

A operação começou há seis meses, realizando um minucioso trabalho de inteligência do qual participaram efetivos da Secretaria Antidrogas e do Exército paraguaio, que trabalharam em conjunto com a Polícia Federal brasileira, informou O Globo.

A ocupação do Complexo do Alemão foi feita em 28 de novembro de 2010, com mais de 2.600 membros da polícia e do Exército apoiados por blindados e helicópteros, que recuperaram para o Estado esse bastião do narcotráfico.

Essa operação foi realizada após vários dias de confrontos, que deixaram 37 mortos.

O Rio de Janeiro enfrenta desde 2008 uma corrida contra o tempo para “pacificar” os bairros pobres da cidade controlados por narcotraficantes e milícias paramilitares, antes da Copa do Mundo 2014 e dos Jogos Olímpicos 2016.

Em junho, a cidade receberá ainda a Copa das Confederações de futebol e, um mês depois, a visita do papa Francisco.

Nas favelas ocupadas foram instaladas Unidades de Polícia Pacificadora (UPP), com militares treinados para solucionar os problemas das comunidades reconquistadas.

Cerca de 8 mil policiais comunitários foram designados às UPPs em 179 comunidades de baixa renda, segundo estatísticas da polícia, que pretende ainda instalar outras 40 estações semelhantes até 2014.

Defesa Net

Brasil perdoa quase US$ 900 milhões em dívidas de países africanos


O governo brasileiro anunciou que vai cancelar ou renegociar cerca de US$ 900 milhões em dívidas de países africanos, em uma tentativa de estreitar as relações econômicas com o continente.

Entre os 12 países beneficiados estão o Congo-Brazzaville, que tem a maior dívida com o Brasil – cerca de US$ 350 milhões, Tanzânia (US$ 237 milhões) e Zâmbia (US$113 milhões).

As transações econômicas entre Brasil e África quintuplicaram na última década, chegando a mais de 26 bilhões no ano passado.

O anúncio foi feito durante a visita da presidente Dilma Rousseff à África – a terceira em três meses – para participar, na Etiópia, do encontro da União Africana para celebrar os 50 anos da instituição.

Além dos três países já citados, também serão beneficiados Senegal, Costa do Marfim, República Democrática do Congo, Gabão, República da Guiné, Mauritânia, São Tomé e Príncipe, Sudão e Guiné Bissau.

"O sentido dessa negociação é o seguinte: se eu não conseguir estabelecer negociação, eu não consigo ter relações com eles, tanto do ponto de vista de investimento, de financiar empresas brasileiras nos países africanos e também relações comerciais que envolvam maior valor agregado", disse Dilma. "Então o sentido é uma mão dupla: beneficia o país africano e beneficia o Brasil."

Estratégia

De acordo com o porta-voz de Dilma, Thomas Traumann, quase todas as negociações envolvem cancelamento das dívidas. O restante, segundo, ele envolve menores taxas e prazos mais longos de pagamentos. "Manter relações especiais com a África é estratégico para a política externa do Brasil", disse. Ele afirmou ainda que praticamente o total das dívidas foi acumulado nos anos 70 e já havia passado por outras renegociações.

O Brasil vem expandindo suas relações econômicas com a África, que é rica em recursos naturais, na chamado coperação Sul-Sul. As negociações entre Brasil e países africanos subiram de U$ 5 bilhões em 2000 para US$ 26,5 bilhões no ano passado.

Na África, empresas brasileiras investem pesado em setores como o petrolífero e o de mineração e em grandes obras de infraestrutura. O Brasil também abriu 19 novas embaixadas na África na última década.

Problemas

No entanto, a sede do Brasil por recursos naturais também é alvo de críticas, especialmente no que diz respeito à atuação de empresas nacionais no continente.

Em artigo sobre a relação Brasil-África publicado em janeiro, o instituto Think Africa Press diz que a crescente ação de empresas brasileiras no continente pode sujar a "marca" do país na região. "Agentes privados com agendas distintas estão se tornando cada vez mais visíveis, e há um risco de que isso prejudique o projeto político do Brasil de se retratar como um parceiro que sempre prioriza o benefício mútuo num espírito de cooperação e igualdade", diz o texto.

Um dos principais exemplos ocorreu no mês passado, quando centenas de manifestantes em Moçambique bloquearam o acesso a uma mina de carvão da Vale. O grupo era formado por trabalhadores que diziam não ter recebido toda a indenização que haviam acordado com a empresa após serem realojados com o início das operações da mina

A Human Rights Watch, ONG que defende os direitos humanos, afirma que eles foram realojados para terras áridas, onde não conseguem produzir, e por isso vêm sofrendo com falta de alimentos. A Vale e o governo de Moçambique prometeram melhoria para os trabalhadores.

A empresa também enfrenta resistência na Guiné, onde obteve licença para explorar uma reserva de minério de ferro. Em julho, moradores ocuparam um acampamento da empresa, acusando-a de descumprir acordo para a contratação de funcionários de etnias locais. Seis manifestantes foram mortos por soldados do governo em ação que, segundo políticos locais, contou com o respaldo da empresa.

A empresa nega qualquer participação no ocorrido na Guiné e diz buscar melhorar as condições de moradia das famílias deslocadas por sua operação em Moçambique.

Já em Angola, quem enfrenta problemas é outra companhia nacional, a construtora Odebrecht. Ativistas a criticam por manter negócios com políticos locais. A empresa nega ilegalidades.

Defesa Net

Brasil terá novo navio oceanográfico e um Instituto de Pesquisas Oceânicas e Hidroviárias

A presença da ciência brasileira nos oceanos vai ganhar o reforço de um novo navio oceanográfico de grande porte e um novo instituto nacional, com quatro centros de pesquisa espalhados pela costa. O Instituto Nacional de Pesquisas Oceânicas e Hidroviárias (Inpoh) começou a surgir na sexta-feira em uma reunião na Academia Brasileira de Ciências, no centro do Rio, com a criação de uma associação civil que pretende se credenciar como organização social (OS), apta a assinar contratos de gestão com o poder público e a iniciativa A ideia é que o instituto funcione em um modelo semelhante ao do Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais, uma OS que gerencia quatro laboratórios nacionais em Campinas – de luz síncrotron, biociências, biotecnologia do etanol e nanotecnologia. Dessa forma, o Inpoh poderá firmar contratos com o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) para gestão de projetos e programas específicos, sem fazer parte do organograma da pasta – libertando-o, assim, de várias amarras burocráticas e legais que costumam atravancar o funcionamento da máquina pública. Um dos projetos que o instituto deverá pleitear é o contrato de gestão do novo navio, de R$ 162 milhões, cuja compra deve ser finalizada nesta semana.

“Não é algo que está na agenda inicial, mas certamente há a expectativa de que o Inpoh possa se capacitar para isso num segundo momento”, disse à reportagem o engenheiro oceânico Segen Estefen, diretor de Tecnologia e Inovação da Coppe/UFRJ, escolhido como diretor provisório da associação. O objetivo maior do Inpoh, segundo ele, será “colocar o Brasil em linha com os países desenvolvidos” no campo das ciências oceanográficas, tanto para fins de pesquisa quanto de exploração sustentável dos recursos marinhos. “Eu diria que é um marco histórico para o Brasil; um passo de afirmação sobre a necessidade de conhecermos essa parte oceânica do País, que nas próximas décadas terá uma relevância econômica muito importante para o projeto de nação que buscamos construir”, afirma Estefen.

O instituto deverá ter quatro centros de pesquisa: dois dedicados à oceanografia (um para o Atlântico Tropical e outro, para o Atlântico Sul), um dedicado à pesca e aquicultura e outro, voltado para portos e hidrovias. Oficialmente, a localização dos centros ainda não está definida. Segundo fontes ouvidas pela reportagem, porém, já estaria praticamente decidido que o do Atlântico Tropical será no Ceará, o do Atlântico Sul no Rio Grande do Sul, o de portos e hidrovias no Rio de Janeiro, e o de pesca em Santa Catarina. “Tem mais influência política do que justificativa técnica nessas decisões”, afirmou uma fonte.

Embarcação será de MCTI, Marinha, Vale e Petrobrás.

O novo navio oceanográfico brasileiro, de 78 metros, será a maior embarcação dedicada à pesquisa científica na história do País. Ele será comprado por uma parceria público-privada entre o MCTI, a Marinha, a Vale e a Petrobrás. O projeto que venceu a licitação é de uma empresa norueguesa, mas o navio será construído na China, com entrega prevista para o fim de 2014. O custo total é de R$ 162 milhões e a Petrobrás será sóciamajoritária, contribuindo com R$ 70 milhões. A Vale dará R$ 38 milhões e o MCTI e a Marinha, R$ 27 milhões cada. Uma divisão que deixa dúvidas na comunidade científica sobre os propósitos da embarcação. “Posso garantir que o mote será a pesquisa, privilegiando a comunidade acadêmica”, diz o contra-almirante Petronio Augusto Siqueira de Aguiar, coordenador do Programa de Reaparelhamento da Marinha. “Pesquisa é a palavra central; vamos fazer ciência”, garante a coordenadora de Mar e Antártica do MCTI, Janice.

Defesa Aérea & Naval

domingo, 26 de maio de 2013

Noticias Hezbollah

Hezbollah não ficará parado enquanto Síria for atacada

O líder do grupo libanês Hezbollah, o xeque Hassan Nasrallah, alertou que a queda do regime do presidente Bashar Assad na Síria dará espaço aos extremistas e jogará o Oriente Médio em um "período negro". Em um discurso transmitido pela televisão, Nasrallah prometeu que seu grupo militante xiita não ficará parado enquanto o aliado sírio estiver sob ataque.

Esta é a primeira vez que Nasrallah admite publicamente que seus homens estão combatendo na Síria e é a primeira declaração dele desde que os integrantes do Hezbollah se envolveram na batalha pela cidade síria de Qusair, na fronteira com o Líbano. Nasrallah disse que os integrantes do Hezbollah estão lutando na Síria contra os extremistas islâmicos que impõem um risco para o Líbano e destacou que seu grupo não permitirá que os rebeldes sírios controlem áreas na fronteira libanesa.

O Hezbollah vem sendo criticado internamente e também no cenário internacional por enviar combatentes para a Síria para lutarem junto com as forças de Assad. Em seu discurso, Nasrallah tentou defender o envolvimento do grupo na guerra civil do país vizinho e disse que o conflito faz parte de uma batalha mais ampla contra Israel.

"A Síria é o suporte à resistência e a resistência não pode ficar de braços cruzados enquanto seu apoio está sendo atacado", disse Nasrallah. "Se a Síria cair nas mãos da América, de Israel e dos takfiris, a resistência será sitiada e Israel entrará no Líbano e imporá sua vontade", acrescentou. Takfiris são os adeptos de uma ideologia que insta os muçulmanos sunitas a matarem qualquer um que eles considerarem infieis. As informações são da Associated Press.

Hezbollah ironiza inclusão do grupo na lista de terroristas da UE

O chefe do movimento xiita libanês Hezbollah, Hassan Nasrallah, minimizou nesta sábado a importância da vontade dos europeus de incluir seu braço militar na lista de grupos terroristas da União Europeia (UE).

"Faz tempo que estamos na lista de organizações terroristas. Não é nada além de tinta em um pedaço de papel, e isso não muda nada", afirmou.

A França vai propor que o braço militar do Hezbollah seja inscrito na lista de grupos terroristas da UE, devido a seu apoio ao regime de Damasco.

"A Europa acredita que vamos mudar a situação na região (…) Estamos orgulhosos", ironizou, em discurso transmitido por telão a seus partidários durante a cerimônia, no sudeste do país, pelo 13o aniversário da retirada israelense do Líbano.

AFP

Ministro do Bahrein chama líder do Hezbollah de terrorista

A julgar pela foto, percebe-se qual é a real tendência ideológica do ministro…

O ministro de assuntos exteriores do Bahrein chamou de "terrorista" o líder do grupo libanês Hezbollah, Hassan Nasrallah, depois que ele disse que os guerreiros do grupo ajudariam a trazer a vitória a seu aliado, o presidente Bashar al-Assad, na guerra civil da Síria.

O comentário representa uma mudança na visão árabe tradicional do Hezbollah como uma força importante contra Israel e mostra a ampliação das divisões na região por conta do conflito sírio.

"O ministro de Assuntos Estrangeiros, Sheikh Khaled bin Ahmed al-Khalifa, disse que o secretário-geral do Hezbollah, Hassan Nasrallah, é um terrorista e está declarando guerra à sua própria nação", noticiou a agência de notícias do Bahrein, citando declarações da conta do ministro no Twitter.

Reuters

Naval Brasil

Exército sírio e Hezbollah bombardeiam Qusair

Soldados do exército sírio invadem a cidade de Qusair.

AFP PHOTO/JOSEPH EID

As forças do presidente sírio Bashar Al-Assad e seus aliados do Hezbollah libanês atacaram neste sábado a cidade de Qusair em busca de posições dos rebeldes. Segundo os opositores do regime sírio, o exército trouxe reforços de tanques e artilharia.

A cidade de Qusair fica próxima da fronteira libanesa e é considerada como uma posição estratégica pelos dois lados. Por esse motivo, dizem os rebeldes, o exército oficial tem se empenhado tanto em conquistar a região. “Nunca houve um dia como hoje desde o começo da ofensiva”, disse via Skype o opositor ao regime Malek Amar. “Os bombardeios foram tão intensos e tão violentos que parecia que eles queriam destruir toda a cidade e todas as casas”.

Em declarações à agência Reuters, um membro do Hezbollah disse que o avanço das tropas do governo foi difícil. “Estamos na segunda fase do nosso plano de ataque, mas o progresso é lento e difícil. Os rebeldes colocaram minas em todos os lugares, nas ruas, nas casas. Até as geladeiras escondem explosivos”, declarou.

A batalha de Qusair também acirra as tensões étnico-religiosas do conflito sírio que ameaça se estender por toda a região. A aliança entre os combatentes xiitas do Hezbollah ao lado dos simpatizantes alauítas de Bashar Al-Assad acirraram a tensão na região. O presidente sírio, aliás, é de origem alauíta. Já a maioria dos opositores ao seu regime são sunitas.

Negociações

A guerra de influência das potências regionais é um entrave ao avanço das discussões da Coalizão Nacional da Oposição síria que acontecem desde quinta-feira em Istambul. Segundos alguns participantes do encontro, a pressão internacional pela ampliação dos membros da coalizão enfraquece o diálogo.

Apesar da tensão, o premiê turco tentou manter o otimismo. “O dia da liberdade está próximo, meus irmãos. As forças da oposição vão derrubar o ditador”, disse Recep Tayyip Erdogan, um dos países que mais criticam o regime e a opressão de Bashar Al-Assad.

Naval Brasil

sábado, 25 de maio de 2013

Bíblia com mais de 1500 anos é descoberta, diz que Jesus ascendeu aos céus VIVO e preocupa Vaticano

Segundo alguns sites da internet, tanto nacionais quanto internacionais, uma Bíblia de mais de 1500 anos teria sido descoberta na Turquia e este livro estaria preocupando muito o Vaticano, e que o próprio, teria feito um pedido oficial para avaliar a tal Bíblia, acompanhem esta matéria:

As páginas do livro, do século V ou VI, são de couro tratado e estão escritas em um dialeto do aramaico, língua falada por Jesus. Suas páginas hoje estão negras, por causa da ação do tempo, mas as letras douradas ainda possibilitam sua leitura.As autoridades turcas acreditam que se trata de uma versão autêntica do Evangelho de Barnabé, um discípulo de Jesus que ficou conhecido por suas viagens com o apóstolo Paulo, descritas no Livro de Atos.

Autoridades religiosas de Teerã insistem que o texto prova que Jesus nunca foi crucificado, não era o Filho de Deus, mas um profeta, e chama Paulo de “Enganador.” O livro também diz que Jesus ascendeu vivo ao céu, sem ter sido crucificado, e que Judas Iscariotes teria sido crucificado em seu lugar. Falaria ainda sobre o anúncio feito por Jesus da vinda do profeta Maomé, que fundaria o Islamismo 700 anos depois de Cristo. O texto prevê ainda a vinda do último messias islâmico, que ainda não aconteceu.

A foto divulgada da capa mostra apenas inscrições em aramaico e o desenho de uma cruz. A Internacional News Agency, diz que a inscrição na fotografia pode ser facilmente lida por um assírio. Os assírios viviam na região que compreende hoje o território do Iraque, o nordeste da Síria, o noroeste do Irã, e o sudeste da Turquia.A tradução da inscrição inferior, que é o mais visível diz: “Em nome de nosso Senhor, este livro está escrito nas mãos dos monges do mosteiro de alta em Nínive, no ano 1.500 do nosso Senhor”

O Vaticano teria demonstrado preocupação com a descoberta do livro, e pediu às autoridades turcas que permitissem aos especialistas da Igreja Católica avaliar o livro e seu conteúdo, em especial o “Evangelho de Barnabé”, que descreveria Jesus de maneira semelhante à pregada pelo islã.O relatório da Basij Press, que divulgou o material para a imprensa, sugere que a descoberta é tão importante que poderá abalar a política mundial. “A descoberta da Bíblia de Barnabé original irá minar a Igreja Cristã e sua autoridade e vai revolucionar a religião no mundo.

O fato mais significativo, porém, é que esta Bíblia previu a vinda do profeta Maomé, mostrando a verdade da religião do Islã”.A Basij afirma que o capítulo 41 do Evangelho diz: “Deus disfarçou-se de Arcanjo Miguel e mandou (Adão e Eva) embora do céu, (e) quando Adão se virou, ele notou que na parte superior da porta de entrada do céu, estava escrito La elah ELA Allah, Mohamadrasool Allah”, significando “Alá é o único Deus e Maomé o seu profeta”.

Nota: Se este livro estiver correto, como alguém ascende aos céus vivo, há 2000 anos atrás? Será que foi em uma nave? :)

ETS & ETS

Mulher tira fotos de OVNI / UFO e alega que câmera parou de funcionar após o evento

OVNI de Santee
Alegadamente o objeto pairava por sobre o celeiro.

Uma mulher fotografou um OVNI sobre um subúrbio de San Diego, Califórnia – EUA, na tarde de 7 de maio.

De acordo com o site do canal 10News, uma afiliada da rede ABC em San Diego, Ellen Henry tirou múltiplas fotos de um objeto que pairava sobre o Celeiro de Edgmoore, um lugar histórico e alegadamente ‘assombrado’. A Sra. Ellen está convencida de que o objeto possa ser extraterrestre.

O canal de TV entrevistou a Sra. Ellen, a qual alegou que a câmera parou de funcionar após ter tirado a foto do OVNI. Ela também não quis mostrar seu rosto durante a entrevista.

A equipe da estação de TV contatou o aeroporto próximo ao local, e a base aérea dos Fuzileiros Navais, mas nenhum teve uma explicação para o OVNI. O National UFO Reporting Center (NUFORC) também foi contatado e determinou que somente houve um avistamento de OVNI até então em maio.
edgemoore
A estação de TV não forneceu muitos detalhes sobre a testemunha (Sra. Ellen Henry) e a repórter declarou que o objeto estava pairando sobre o celeiro. A Sra. Ellen está certa de que não se tratava de um inseto.

Já que o local fica perto de um aeroporto, é possível que o objeto tenha sido uma aeronave convencional que foi capturada enquanto se movimentava, mas isto não explica o fato do objeto estar ‘pairando’ no céu, como relatado pela testemunha.

Veja abaixo o vídeo da reportagem, em inglês:


Ovni hoje

Irã no ápice de seu poder, afirma comandante militar

Teerã, 25 mai (Prensa Latina) O Irã está hoje no zenit de seu poderio, assegurou hoje o vice-comandante do Corpo de Guardiães da Revolução Islâmica (CGRI), general Hossein Salami.
Os inimigos fracassam em vários palcos políticos, disse em uma reunião com os Basij o chefe militar, quem reiterou que seu país tem conseguido a autarquia nas indústrias militares e da defesa.

O CGRI ou Basij (persa) é uma força de choque que conta com marinha, aviação, artilharia e blindados próprios à qual as autoridades iranianas confiam missões de alta complexidade e perigo desde sua formação durante a guerra do golfo com Iraque entre os anos 1980-88.

O general Salami acrescentou que "milhares de foguetes estão prontos a fazer alvo nos interesses vitais dos inimigos",.

Ainda que não os identificou por seu nome, resulta óbvio que o principal desses oponentes é Israel, cujo premiê, Benyamin Netanyahu, tem ameaçado em várias ocasiões, e qualificou de prioridade primeira de seu gabinete, destruir os centros nucleares iranianos.

Na quinta-feira passada o Senado estadunidense aprovou uma resolução que assegura apoio castrense a Israel caso de que esse país se visse obrigado a proteger da ameaça atômica iraniana, uma redação que permite envolver a Washington em uma conflagração com o Irã.

Ademais, o secretário de Estado norte-americano, John Kerry, tem reiterado em suas recentes visitas a Tel Aviv o total apoio do poderio militar de seu país caso de uma conflagração bélica contra o Irã.

De sua parte, o passado 20 de abril, o secretário de Defesa norte-americano, Chuck Hagel, visitou Israel para formalizar a doação de três bilhão de dólares em assistência militar, além de contratos multimilionários para a provisão de armas e equipes de ponta.

Hagel ratificou nessa ocasião o compromisso de Washington de preservar a supremacia militar israelense no Levante.

Prensa Latina

Viatura Blindada de Combate com Sistema de Defesa Antiaérea - Gepard


Eleições no Irã: Negociador nuclear tem plataforma política anti-Ocidente

TEERÃ – Com a oposição fora da disputa e a possibilidade de um baixo índice de comparecimento às urnas no próximo dia 14, os oito candidatos à Presidência do Irã se lançaram em campanha com foco em dois temas: política externa e economia. O principal negociador nuclear iraniano, Saeed Jalili, fez do Ocidente sua principal plataforma. Já considerado um dos favoritos por sua afinidade com o líder supremo, aiatolá Ali Khamenei, e com as milícias Basiji, a ala paramilitar da poderosa Guarda Revolucionária, ele escolheu para a campanha o slogan "resistência e progresso".

Jalili é visto ainda como um dos mais conservadores entre os oito candidatos. Em seu primeiro comício em Teerã, ele disse que uma das prioridades de seu governo, se eleito, será a resistência ao Ocidente. E uma política externa capaz de expandir a influência do Islã no mundo e deter "a arrogância" – em alusão velada aos Estados Unidos.

A política americana também foi o tema escolhido pelo ex-ministro Mohammad Gharazi para sua campanha.

- O problema nuclear não é entre o Ocidente e o Irã por seu programa energético. É resultado da política americana hostil à nação iraniana. Os EUA não podem tolerar um governo iraniano baseado na Revolução Islâmica – afirmou a jornalistas.

Apontado como outro dos favoritos, o ex-chanceler Ali Akbar Velayati atacou os problemas econômicos e prometeu segurar a política cambial, controlar a inflação que supera os 20%, incentivar a indústria local e, principalmente, os pequenos negócios.

- A coisa mais importante hoje, aquela que abala a confiança do povo, é a administração dos problemas econômicos – disse ele, na Universidade de Teerã.

Agência O Globo

sexta-feira, 24 de maio de 2013

Irã felicita a Síria pelos combates vitoriosos contra os grupos terroristas

Vice-chanceler iraniano para assuntos Árabes e Africano, Hossein Amir Abdolahian, parabenizou nesta quinta-feira (23) o povo sírio pelo combate sem trégua das redes terroristas e do grupo terrorista “Frente al-Nusra”.

"A força contínua do povo sírio vem desencorajando seus inimigos", disse Amir Abdolahian, durante uma entrevista a agencia IRNA.

Amir se ​​referiu à recente declaração dos ministros das Relações Exteriores de 11 países em uma reunião do grupo que se autodenomina "Amigos da Síria", em Amã, capital da Jordânia, em que expressaram seu apoio a grupos terroristas na Síria, e acusaram o Irã e o Movimento de Resistência Islâmica no Líbano, o Hezbollah, de enviarem forças militares para o país árabe.

Segundo Amir, a Síria não precisa de ajuda militar do Irã, enquanto o secretário-geral do Hezbollah, Sayyed Hasan Nasrolá, desmentiu claramente as alegações há alguns dias atrás, sobre a presença de forças do Hezbollah na Síria.

"O Irã apoiará com firmeza qualquer ato construtivo para combater o fenômeno pernicioso do terrorismo e os crimes organizados cometidos no exterior que se cometa contra a Síria”, acrescentou Amir Abdolahian.

Segundo o vice-chanceler persa, o Irã continuará a envidar esforços para finalizar a violência na Síria e para dar inicio aos diálogos nacionais entre representantes do governo e opositores que acreditam em soluções políticas.

Há mais de dois anos, a Síria é alvo de distúrbios provocados por grupos de gangues terroristas, apoiados por países do ocidente da região, cujo objetivo final é possibilitar uma intervenção estrangeira no país árabe e derrubar o governo constitucional de Damasco.

Hispan TV

Inteligência alemã prevê vitória do governo no conflito sírio

O chefe do serviço de inteligência estrangeira da Alemanha (BND), Gerhard Schindler (foto), considera que o Exército da Síria será capaz de obter a vitória definitiva contra os grupos rebeldes antes do final de 2013.

Segundo o chefe da inteligência alemã, no momento o governo do presidente Bashar al-Asad é mais estável do que antes .

A edição digital do jornal alemãoDer Spiegel informou na última quarta-feira (22) que Schindler, durante suas declarações perante oficiais de segurança mudou de opinião a respeito do que dissera no verão passado, quando fez a previsão de que o governo de Damasco cairia no começo de 2013.

Schindler declarou que os grupos armados na Síria, que incluem filiados à Al-Qaeda, enfrentam dificuldades extremas em sua guerra.

A autoridade alemã considerou que os diferentes grupos armados lutam entre si, para controlar certas zonas, e destacou a falta de uma rede funcional de comando entre os líderes da oposição síria, apoiada pelos estrangeiros, e seus elementos armados dentro do país, ao apontar que cada novo conflito debilita mais os rebeldes.

O chefe do BND prognosticou também que em finais de 2013, o Exército sírio retomará o controle do sul do país se a situação permanecer como nas últimas semanas.

Schindler manifestou que os militares conseguiram cortar as linhas de abastecimento de armas e as rotas de evacuação dos rebeldes feridos para os países vizinhos .

Cabe mencionar que, durante os últimos dias, as forças de segurança sírias provocaram grandes perdas entre os grupos armados no estratégico distrito de Al-Qusair, perto da fronteira com o Líbano .

Por sua parte, Al-Asad enfatizou na quinta-feira (23) sua determinação de continuar a luta contra o terrorismo, enquanto reiterou que a crise em seu país deve ser resolvida pelas vias políticas.

A Síria, desde meados de março de 2011, vive uma onda de violência organizada e patrocinada por alguns países do Ocidente e da região do Oriente Médio, cujo objetivo é culpar o governo de Damasco pela crise e possibilitar uma intervenção militar estrangeira.

Hispan TV

CLA finaliza com sucesso lançamento de foguete de treinamento

Centro de Lançamento de Alcântara (CLA) realizou com sucesso o lançamento do Foguete de Treinamento Básico (FTB) dentro das atividades da Operação Falcão I/2013. Foto - Paulo Rezende Agência FAB

O Centro de Lançamento de Alcântara (CLA) realizou com sucesso o lançamento do Foguete de Treinamento Básico (FTB) dentro das atividades da Operação Falcão I/2013. A operação iniciada na última segunda-feira (21/5) teve por objetivo realizar o lançamento e rastreio do veículo de treinamento, buscando o treinamento operacional do Centro de Lançamento e a obtenção de dados para a qualificação e a certificação do foguete.

O FTB seguiu conforme os parâmetros previstos para este tipo de operação e foi lançado às 14h29 no horário local e voou 167,8 segundos até atingir a área de impacto determinada. O veículo atingiu 31,8 km de altitude máxima em apenas 76 segundos de voo. Do local de lançamento até a dispersão no oceano o foguete percorreu 18,01 km em linha reta.



A Operação Falcão I/2013 envolveu 100 servidores do efetivo do CLA e do Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA) e contou também com a participação da equipe de Alcântara do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), que trabalhou na recepção de dados do veículo lançado. Pela primeira vez foram testados dois novos sistemas, um de controle operacional e disparo e outro de interfonia para contato entre as equipes.

O lançamento foi acompanhado por 30 alunos e professores da Escola Caminho das Estrelas, situadas no CLA e responsável por ministrar o ensino fundamental regular para os dependentes do efetivo civil e militar da unidade, além de atender à comunidade local. O próximo lançamento será de um Foguete de Treinamento Intermediário (FTI) no próximo mês de junho durante a Operação Águia I/2013.

Operação Falcão I/2013

Horário de lançamento: 14h29 (horário local)
Apogeu (altitude máxima): 31,8 Km
Tempo do apogeu: 76 seg
Distância percorrida do local de lançamento até área de impacto: 18,1 Km
Tempo total de voo: 167,8 Km.

Defesa Net

Exército testará Gepard para Copa das Confederações no Rio

Brasil comprou 34 veículos e pagou o equivalente a R$ 79 milhões Equipamento já foi usado em operações no Atlântico Norte.

Os nove Carro Antiaéreo GEPARD, importados da Alemanhã, que chegaram ao Rio nesta terça-feira (22), foram levados na quarta-feira (23) para o campo de treinamento do Exército, em Deodoro, na Zona Oeste, em um comboio que cruzou a Avenida Brasil. Os veículos serão usados no esquema de segurança da Copa das Confederações, ao redor do Maracanã.

Apesar de quase 48 toneladas, o blindado mostra que tem versatilidade. A torre de combate gira e os dois canhões da viatura disparam até 1.100 tiros por minuto. Dois radares identificam os alvos no céu e orientam os disparos. Aeronaves hostis e mísseis a 5 quilômetros de distância e a até 5 quilômetros de altura não escapariam.

O Brasil comprou 34 veículos como o modelo Gepard, fabricado na Alemanha, e pagou o equivalente a R$ 79 milhões.

O equipamento não é novo. Ele era usado em operações da Aliança Militar do Atlântico Norte e foi reformado para servir ao Exército Brasileiro. Oito veículos já estão no Rio. Eles vão estar de prontidão durante a Copa das Confederações.

Os blindados ficarão estacionados do lado de fora do Maracanã e do Mané Garrincha, em Brasília, longe dos olhos do público, mas prontos para ser usados contra qualquer ameaça. O uso dos blindados na Jornada Mundial da Juventude ainda não está decidido.

O CARRO ANTIAÉREO GEPARD

O carro Gepard foi desenvolvido pela Krauss-Maffei Wegmann na década de 70 e 80 com o objetivo de proteger forças blindadas de ataques aéreos, desencadeados por helicópteros de ataque, os quais consistiam em uma das principais ameaças a blindados, dentro do cenário europeu da Guerra Fria.

Trata-se de um carro dotado de dois canhões antiaéreos Oerlikon de 35mm, operando em conjunto com radares de aquisição de alvo e direção de tiro em uma torre de giro estabilizada montada sobre o chassi do Leopard 1.

Recentemente os Gepard 1A2 do Exército Alemão foram submetidos a uma ampla modernização contratada pela administração federal alemã, pois havia a intenção de se manter este sistema em operação até 2025.

Mudanças estruturais e doutrinárias, no entanto, fizeram com que o Exército Alemão desativasse esse sistema, pois no atual contexto em que a Alemanha se encontra, formando um único bloco de defesa europeu, segundo o qual o mesmo só seria empregado com o estabelecimento de uma supremacia aérea a ser provida por EUA e Reino Unido, não haveria mais a necessidade de um material de defesa antiaérea de baixa altura, mantendo-se apenas o emprego de mísseis terra-ar de média altura e jatos interceptadores.

Na modernização realizada,foi feita a substituição do antigo sistema de direção de tiro analógico por um digital, assim como melhorias nos sensores de velocidade inicial do projétil, para que se adaptassem aos novos tipos de munição, além da integração dos Gepard ao sistema de comando e controle de defesa antiaérea, apenas como alguns exemplos de alterações introduzidas no sistema.

A introdução do sistema de direção de tiro digital possibilitou a adaptação do Gepard às novas ameaças resultantes das novas capacidades das aeronaves e procedimentos de ataque, apenas através de modificação de software.

Quanto ao tipo de munição, o Gepard pode utilizar desde munições autoexplosivas incendiárias até granadas movidas por energia cinética com deflagração de balins após penetração em blindagens, o que capacita o presente material a realizar disparos em diversos tipos de alvos, sejam aéreos ou até mesmo terrestres.

Além disto, as viaturas são adaptáveis ao uso simultâneo de mísseis terra-ar acoplados à torre, como o Stinger, o SA7 Grail-Strella 2, o Mistral ou o próprio Igla (míssil empregado pelos Grupos de Artilharia Antiaérea do Exército Brasileiro), o que proporciona um recobrimento de sistemas de armas, característica tida como ideal pela atual doutrina de emprego da Artilharia Antiaérea, pois desta forma, as vulnerabilidades de um sistema pode ser recoberta pelas possibilidades do outro.

O sistema de direção de tiro do Gepard consiste de um conjunto de radares de aquisição de alvos e direção de tiro com possibilidade de aplicação de um sistema IFF (identification friend or foe) no atual padrão OTAN Mark XII. Este sistema pode, ainda, ser complementado por um radar de vigilância, como no caso do brasileiro SABER M-60.

Todo o sistema de armas e direção de tiro do Gepard pode ser remotamente controlado a partir de uma sala de controle que ofereça maior proteção a seus controladores, no caso de uma proteção de ponto sensível de zona de interior, mas é na proteção de tropas blindadas que este armamento se destaca.

Quanto a sistemas optrônicos, possui um telêmetro laser e pode ser dotado de um sistema de visão termal, o que capacita a guarnição a operar durante a noite.

Defesa Net

Grupo jihadista argelino ameaça com mais ataques em Níger


O grupo armado do islamita argelino Mokhtar Belmokhtar ameaçou nesta sexta-feira executar novos ataques em Níger, depois dos executados na quinta-feira contra bases militares nigerinas e uma central de urânio do grupo nuclear francês Areva, que deixaram mais de 20 mortos.

A ameaça foi feita em um comunicado divulgado em um site islamita. O texto também ameaça a França e outros países com tropas no Mali.

O texto ameaça "deslocar a guerra (ao Níger) se este país não retirar suas tropas de mercenários" do Mali.

"Que a França saiba que a única coisa que conseguiu foi uma vitória nos meios de comunicação em sua cruzada no Mali", afirma a nota.

Belmokhtar, antigo líder da Al-Qaeda no Magreb Islâmico (AQMI), deixou o grupo no fim de 2012 para criar o próprio movimento, "Os que assinam com sangue".

A primeira ação do grupo foi um sequestro em janeiro na central de gás de In Amenas, sul de Argélia, que provocou uma intervenção das forças argelinas e terminou com dezenas de mortos.

A França confirmou em 23 de março a morte de Abu Zeid, mas não a de Belmolkhtar, anunciada pelo governo do Chade.

Defesa Net

Dominó Árabe - Irã nega ter forças de combate na Síria


O Irã negou nesta sexta-feira ter forças na Síria dando apoio ao Exército do presidente Bashar al-Assad, um dia após parceiros estrangeiros dos rebeldes que lutam contra o governo terem exigido que Teerã retirasse seus combatentes do território sírio.

"Os verdadeiros inimigos da Síria criam essas acusações para provocar as pessoas deste país", disse o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores Abbas Araqchi, segundo a televisão estatal iraniana.

Em reunião na Jordânia na quinta-feira, o grupo Amigos da Síria, formado por governos ocidentais e árabes, exigiu a retirada imediata da Síria dos combatentes iranianos e guerrilheiros do Hezbollah, do Líbano.

Eles estariam lutando ao lado do Exército sírio e de milícias leais a Assad na cidade de Qusair, perto da fronteira com o Líbano.

"Em resposta a uma pergunta sobre as acusações de que as forças iranianas e do Hezbollah estão presentes na Síria, Abbas Araqchi disse que as forças iranianas nunca estiveram e não estão presentes na Síria", disse a televisão estatal.

O Irã, um país muçulmano xiita, é o principal aliado de Assad e forneceu dinheiro, armas, inteligência e treinamento para as forças sírias contra uma revolta principalmente de muçulmanos sunitas, num conflito que já deixou mais de 80 mil mortos em dois anos.

A Rússia e os Estados Unidos estão tentando organizar uma conferência internacional de paz para acabar com a guerra. Moscou defende a participação do Irã, mas reservas ocidentais sobre a presença de Teerã já ameaçam inviabilizar a conferência.

O Irã defende eleições e reformas na Síria, mas não aceita o afastamento de Assad, dizendo que a solução para a crise não pode ser imposta de fora. Teerã acusa as nações ocidentais e árabes de armarem os grupos de oposição.

Analistas dizem que a perda do aliado sírio enfraqueceria a capacidade do Irã de ameaçar o inimigo Israel através Hezbollah.

(Reportagem de Zahra Hosseinian)

Defesa Net

Polícia e talibãs se enfrentam com explosões e tiroteio no Afeganistão

Policial afegão ferido é carregado do local de uma explosão em Cabul nesta sexta-feira (24) (Foto: Omar Sobhani/Reuters)

Atentado a bomba foi reivindicado por talibãs nesta sexta (24). Grupo trocou tiros com policiais em Cabul, capital do país.

Os talibãs reivindicaram um atentado com bomba nesta sexta-feira (24) em Cabul, seguido de um tiroteio entre a polícia e um grupo de homens armados que estavam entrincheirados em um prédio de uma organização internacional.

O tiroteio continuava em curso, afirmou à France Presse o porta-voz da polícia, Hashmat Stanikzai, que não soube informar se os ataques provocaram vítimas.

Vários insurgentes tomaram posição em um prédio do bairro. Ainda não temos certeza de quais são os objetivos, mas pensamos que apontam contra os escritórios da Força de Proteção Pública, a embaixada holandesa e algumas agências da ONU", disse.

As forças especiais afegãs chegaram rapidamente ao local e cercaram o edifício da Organização Internacional para as Migrações (OIM) da ONU, onde os insurgentes estavam posicionados.

Os talibãs reivindicaram um "ataque coordenado".

Defesa Net

Manifestante pacifista desafia Obama durante discurso

Manifestante interrompe discurso do presidente norte-americano, Barack Obama, sobre a política antiterrorista de seu governo na Universidade de Defesa Nacional, em Fort McNair, Washington. 23/05/2013 REUTERS/Larry Downing

WASHINGTON – A mulher que interrompeu um discurso do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, sobre o combate ao terrorismo, na quinta-feira, é conhecida em Washington como uma eterna manifestante em questões de segurança nacional.

Medea Benjamin, fundadora do grupo de mulheres pacifistas Code Pink, começou a fazer protestos anos atrás diante do Congresso, tornando-se uma presença rotineira em audiências parlamentares em que membros do alto escalão do governo Bush falavam sobre a guerra do Iraque.

Na quinta-feira, Benjamin bateu boca com Obama, interrompendo repetidamente o discurso dele na Universidade Nacional de Defesa para pedir mais rapidez na libertação dos presos da base naval de Guantánamo, em Cuba.

"Você é o comandante-em-chefe. Feche a (prisão da) baía de Guantánamo!", gritou a mulher, já no final do discurso.

"Por que você não se senta e eu vou lhe dizer exatamente o que vou fazer?", respondeu Obama. "Deixe-me terminar minha frase."

O presidente pediu ao Congresso que elimine as restrições para a transferência de suspeitos de terrorismo hoje presos em Guantánamo, e passou a discutir outras medidas que possam levar à desativação da polêmica prisão militar, criada depois dos atentados de 11 de setembro de 2001 contra os EUA.

"Solte-os hoje!", gritou então Benjamin. "Já faz 11 anos!"

"Deixe-me terminar", disse Obama. "Isso é parte da liberdade de expressão. Você poder falar, mas também me ouvir, e eu poder falar."

Obama prosseguiu por mais alguns instantes, mas então Benjamin quis saber por que um adolescente havia sido morto por um drone (avião teleguiado) dos EUA.

"Você pode dizer aos muçulmanos que suas vidas são tão preciosas quanto as nossas? Pode tirar os drones das mãos da CIA? Você pode parar os ataques por assinatura?", insistiu ela, referindo-se aos ataques da CIA contra supostos alvos terroristas.

A essa altura, o Serviço Secreto já estava retirando a manifestante do local, mas Benjamin continuava gritando. "Amo meu país! Amo o estado de direito! Os drones estão nos deixando menos seguros! E manter as pessoas em detenção indefinida em Guantánamo está nos deixando menos seguros. Respeite o estado de direito! Você é um advogado constitucionalista!"
Medea em uma das vezes que foi retirada da Casa Branca à força por falar a verdade

Obama então provocou risos ao anunciar que iria abandonar seu roteiro prévio. "As palavras daquela mulher são dignas de atenção", afirmou. "Obviamente não concordo com muita coisa do que ela disse, e obviamente ela não estava escutando muito do que eu disse. Mas essas são questões difíceis."

A Universidade Nacional de Defesa disse que Benjamin estava inscrita como jornalista para assistir ao discurso.

Reuters

ÁGATA 7 - Em 1ª ação conjunta de drones, FAB e PF apreendem drogas na fronteira


Uso de VANTs permite acompanhar quadrilhas ininterruptamente. Operação inédita tem como objetivo reprimir crimes.

Em uma ação inédita, os drones (veículos aéreos não tripulados – ou vants, na sigla em português) da Força Aérea Brasileira e da Polícia Federal começaram a voar juntos para reprimir crimes na fronteira do Paraná com o Paraguai.

O G1 acompanhou nesta quinta-feira (23) uma operação na base da PF em São Miguel do Iguaçu, a 40 km de Foz de Iguaçu, de onde partiram dois drones da FAB e um da PF para vasculhar a fronteira. Com câmeras infravermelhas e sensores térmicos, os drones têm permitido o monitoramento de suspeitos de tráfico, fazendo com que policiais em terra abordem os carros e as embarcações após a visualização.

A PF não diz se a droga estava em uma embarcação ou em um carro, pois não fornece informações sobre investigações em andamento.

A ideia é que o teste conjunto de drones da PF e da FAB possa ser expandido de forma ininterrupta nas fronteiras, em especial no Norte do país, afirma o delegado Rossetti. A ação integrada permite que “alvos”, como a polícia denomina quadrilhas sob investigação, possam ser monitorados diuturnamente. Isso porque se o drone da PF precisar voltar para a base para reabastecer, o da FAB pode “rendê-lo” e continuar seguindo os suspeitos.

“Estamos unindo forças e compartilhando conhecimento. A PF tem um know-how de agir como polícia e usamos os vants neste sentido, como arma de inteligência. O uso de vants ainda é novo para todos nós”, diz Rossetti.

O coronel Donald Gramkow, comandante do Esquadrão Hórus, a tropa da FAB que voa com os drones no Brasil, destaca a união das instituições. “Os vants têm finalidades diferentes e nós também possuímos conhecimentos e empregos diferentes. Somos militares de uma força armada, formados para a guerra. Eles são policiais, possuem uma formação de inteligência. Como estamos atuando há mais tempo, nossos pilotos, que são pilotos de caça e outros aviões também, já adquiriram uma técnica que pode ser compartilhada sobre como atuar com segurança."

Gramkow diz que os aviões não tripulados têm um fator surpresa. “Com o vant, a gente pode ver os suspeitos, acompanhar os criminosos, descobrir coisas sem que eles, em terra, nos vejam”, acrescenta.

"Disputa"

A PF e a FAB, que usam aviões de empresas concorrentes, negam que haja uma eventual disputa entre as corporações. “Não há briga nenhuma entre os vants da PF e da FAB. Isso nunca houve. A ideia do trabalho conjunto é para gerar padrões de atuação. Eles são militares, têm uma visão diferente. Nós temos uma visão policial. Eu tenho quatro pilotos formados para o vant, todos são pilotos comerciais também. Os três pilotos deles que estão aqui são pilotos de caça. Aqui é a oportunidade para nossos pilotos conversarem, trocarem experiências que podem gerar um padrão de atuação para o futuro, para os grandes eventos”, diz o coordenador do projeto vant da PF, Álvaro Marques.

Apesar de serem de empresas concorrentes, tanto os drones da PF como os da FAB são israelenses. A PF opera dois drones Heron, da Israel Aeroespace Industries (IAI), que pesam até 1.100 kg e possuem autonomia de até 36 horas. Mas como possui apenas uma central de controle em solo, que recebe as imagens captadas e retransmite para um centro de controle em Brasília, a PF não tem capacidade de colocar os dois aviões voando ao mesmo tempo.

Já a FAB opera quatro drones do modelo Hermes, da Elbit, com autonomia média de 16 horas e peso de 450 kg. Na operação, porém, apenas dois são empregados.

Mecânicos e técnicos de ambas as empresas israelenses conversam e participam, nos bastidores, do teste, comparando o desempenho dos drones.

“A primeira coisa que queríamos descobrir era se, voando juntos, um não interferia no outro. Os vants possuem radares e antenas para que possam transmitir as imagens, em tempo real, para nossa base de controle em solo. Com o vant da FAB e o nosso próximos no ar, constatamos que não havia problemas, que a integração era perfeita”, diz Álvaro Marques.

“Outro teste que fizemos era para o caso de perda do link (chamado pela FAB de “enlace”), que permite que o piloto em terra veja e controle o vant. Se, por acaso, os três vants voando (os dois da FAB e um da PF) perdessem o contato com o solo ao mesmo tempo, o que podia acontecer? Como faríamos para eles voarem em segurança e pousarem sem cair ou se chocar no ar? Combinamos que cada um voltaria para a pista por um lado de uma cabeceira. E deu tudo certo”, acrescenta Marques.

Antes de ser agente da PF, Marques foi militar da Força Aérea e colega do coronel Gramkow na academia militar que forma os oficiais. “Fomos colegas e somos amigos. Aqui é de piloto para piloto, não tem competição”, afirma.

Defesa Net

ÁGATA 7- AH-2 Sabre Intercepta aeronave em Porto Velho (RO)


Os números marcados na placa amarela na frente do AH-2 Sabre é a indicação da freqüência de contato rádio. Foto - Sgt Johnson Ag FAB

Incrível missão de um AH-2 Sabre (Mi35) na interceptação de uma aeronave durante a Operação Ágata 7

Um AH-2 Sabre, helicóptero de ataque da Força Aérea Brasileira (FAB), interceptou na manhã desta quinta-feira (23/5) um avião de pequeno porte não identificado pelos radares a cerca de 200 km da cidade de Porto Velho, capital de Rondônia. O acionamento ocorreu por volta das 9 horas. O helicóptero do Esquadrão Poti (2º/8º GAV) decolou em menos de 10 minutos da Base Aérea de Porto Velho (BAPV).

“Fizemos um reconhecimento a distância e a foto-filmagem da aeronave para averiguação de dados, além de um acompanhamento por dez minutos. As informações foram repassadas para o controle de trafego aéreo e posteriormente a aeronave seguiu sua rota normalmente”, ressaltou o piloto do helicóptero.

“Esse tipo de missão, de policiamento aéreo, é rotineira para o Esquadrão Poti na Amazônia Ocidental. O Sabre já foi utilizado na Rio + 20 e será empregado também nos próximos grandes eventos programados para o Brasil”, explicou o chefe da seção de operações do esquadrão.

O policiamento do espaço aéreo brasileiro faz parte da Operação Ágata 7, do Ministério da Defesa, que tem o objetivo de combater o tráfico de ilícitos na região de fronteira.


O AH-2 Sabre na observação e interceptação de uma aeronave

A Função do Helicópetro em Interceptação.

O conceito de empregar helicópteros armados era de garantir a proteção ao desembarque de tropas que fossem abordar aeronaves no solo. Como apresentado pelo chefe do COMGAR, Brigadeiro José Carlos Pereira em 2003:

"Não, o modelo é clássico. Você tem um avião alto que enxerga, um avião-radar, um interceptador de grande altitude, que são os jatos, que não consegue pegar o narcotraficante voando baixinho. Então você tem que ter um terceiro segmento, que voa baixo e um avião tipo ALX. E o último segmento é o helicóptero, que pousa em qualquer lugar e que vai pegar o narcotraficante. A FAB precisa ter esse segmento completo, num nível mais alto, um satélite, um avião de reconhecimento forte, um interceptador supersônico, um interceptador de baixa performance e um helicóptero. E, por último, claro, precisa ter a polícia, que vai prender alguém e que não é problema das Forças Armadas. Esse é o segmento completo."

A função de interceptação, como realizada na manhã desta quinta-feira, é um fato novo. Graças à grande velocidade do AH-2 Sabre (Mi-35), cerca de 300 a 335 km/h, o torna compatível para interceptar pequenas aeronaves, geralmente o modelo usado pelos narcotraficantes.

Aeronaves sem prorama de voo aprovado ou voando abaixo da interceptação radar, podem ser de moradores da região em deslocamento ou não. Portanto, o emprego dos helicópteros nesta interceptação, independendo de um campo pouso preparado é um fato relevante nas operações ao narcotráfico.

Com seus canhão de 23 mm, e uma carga de 450 cartuchos, permite ao AH-2 Sabre impor uma ação à aeronave, que não atenda à solicitaçao de contato ou tente uma ação evasiva. O que está conforme com a "Lei do Abate".

Caso a aeronave aja de forma evasiva para escapar do raio de ação do helicóptero a tripulação pode solicitar o apoio dos Super Tucanos.

A formaçãode um núcleo com o Radar SABER 60, varrendo regiões com altitudes (baixas), não alcançadas pelos radares do CINDACTA e um grupo de AH-2 com capacidade de interceptar as pequenas aeronaves e /ou vetorar a ação dos A-29 Super Tucanos torna uma nova equação à proteção de fronteiras.

Defesa Net

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Vídeo promocional do KC-390


O KC-390 é a maior aeronave já construída pela industria aeronáutica brasileira e estabelecerá novos padrões ao transporte militar de porte médio em termos de performance e capacidade de carga. Com sua capacidade de 23 toneladas e velocidade máxima de cruzeiro de 465 nós (860 km/h), o KC-390 proverá significativos ganhos de mobilidade para seus operadores e considerável redução no tempo da missão.

Exército sírio controla duas novas regiões de Qseir.Mercenários perto de derrota definitiva, afirma alto militar sírio

Damasco, 23 mai (Prensa Latina) O Exército Árabe Sírio conseguiu restabelecer a segurança hoje em duas novas regiões da cidade de Qseir, Masraet Al-Akari e Tal Al-Sar, como parte da ofensiva contra os grupos mercenários que tentam derrocar o governo.
Durante os combates foram mortos um número indeterminado de irregulares, além de terem sido destruídos refúgios e grandes quantidades de materiais bélicos, destacou a televisão estatal.

Equipes de especialistas desativaram dezenas de artefatos explosivos instalados pelos opositores em moradias e estradas do povoado localizado na central província de Homs e fronteiriço com o Líbano, para impedir o avanço das tropas, detalhou.

Nos últimos dias, as forças do governo impuseram golpes contundentes à chamada insurgência na estratégica região, por permitir o enlace entre a capital e a zona costeira do país.

As ações permitiram recuperar o controle sobre várias localidades de Qseir, nos dias anteriores, e manter o avanço sobre as partes ainda ocupadas pelos irregulares.

Em uma tentativa desesperada para evitar que os grupos opositores armados sejam derrotados, na quarta-feira o chefe da Coalizão Nacional das Forças da Revolução e da Oposição Síria, George Sabra, convocou os chamados rebeldes de todo o país a defender o povoado.

O líder da coalizão, que reúne vários grupos da oposição arraigados no exterior, pediu que os "batalhões da revolução" e o Exército Sírio Livre vão "salvar" Qsair e Homs.

Como demonstram numerosos relatórios e reportagens de meios de comunicação, dentro das filas de tais grupos combatem organizações de ideologia islâmica radical como a Frente Al-Nusra, filiada à rede Al Qeada, que reivindicou autoria dos mais fatais atentados terroristas nesta nação levantina nos últimos dois anos.

Além disso, as Forças Armadas combateram ontem grupos mercenários nos povoados de Akrab, Kisin, Al-Ghanto, Al-Mashyer Al-Yanubi, Beit Hayo, Al-Buaida Al-Sharkiya e Al-Rastan, na própria província de Homs.

Em Al-Dabaa e Aryun, os militares liquidaram um grupo opositor que cometia crimes e saques na estrada entre ambos os povoados e eliminaram dois veículos de artilharia, enquanto em vários bairros da capital provincial também golpearam irregulares, assinalou a fonte.

Damasco, 23 mai (Prensa Latina) O ministro sírio do Interior, major-general Mohammed Ibrahim Al-Shaar, afirmou hoje que os grupos mercenários que combatem no país se encontram a caminho de sua derrota definitiva, graças ao avanço ofensivo do Exército Árabe Sírio.
Os grupos mercenários, que recebem dinheiro e armamento de governos do Oriente Médio e do Ocidente, retrocedem a cada dia graças ao sacrifício dos filhos da pátria, dispostos a salvaguardar sua dignidade e segurança, agregou.

Ao assistir a uma simulação das forças de manutenção da segurança e da ordem em um polígono próximo a esta capital, Al-Shaar considerou que os ataques dos irregulares respondem a um plano coordenado entre Estados Unidos e Israel para socavar a resistência e unidade da Síria.

Qualificou os recentes ataques israelenses contra esta nação levantina como confirmação do envolvimento de Tel Aviv no apoio aos opositores armados e como demonstração do desespero para tentar levantar-lhes a moral, colapsada frente aos contínuos avanços das tropas.

Neste sentido, elogiou a atuação das unidades que há dois dias destruíram um veículo israelense que violou a soberania nacional, ao ultrapassar a linha de cessar-fogo no Golã sírio ocupado, no sul do país.

Prensa Latina

Hezbollah envia reforços à cidade síria intensamente bombardeada

O Hezbollah libanês enviou mais tropas de elite à cidade estratégica síria de Qousseir, uma intervenção militar direta do movimento xiita que tem provocado preocupação nos Estados Unidos e leva a União Europeia a estudar a inclusão de seu braço armado na lista de organizações terroristas.

Segundo uma fonte dos serviços de segurança sírios, violentos confrontos estão acontecendo no norte de Qousseir, onde se concentram a maior parte dos insurgentes.

"Pelo menos 31 combatentes do Hezbollah morreram desde domingo, assim como 68 rebeldes", afirmou o Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH). Quatro civis, incluindo três mulheres, também morreram.

A televisão do Hezbollah exibiu imagens de centenas de pessoas nos funerais, segunda-feira, de cinco membros do movimento xiita "que cumpriram com o dever da jihad (guerra santa)". A emissora não informou o local das mortes.

De acordo com Abdel Rahman, os rebeldes morreram em sua maioria nos bombardeios, enquanto uma fonte ligada ao movimento xiita revelou à AFP que a maioria das baixas foi provocada por bombas camufladas deixadas pelos rebeldes para conter o avanço do Hezbollah.

Esta fonte afirmou que novas tropas foram enviadas para combater em Qousseir.

Frente a esta situação, o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) lançou um apelo pela proteção dos milhares de civis, muitos deles crianças, nesta cidade.

"A situação é desesperadora", declarou um porta-voz da Unicef, Marixie Mercado, em uma coletiva de imprensa. "Quais as principais necessidades? Que sejam protegidos", declarou.

Segundo o OSDH, os rebeldes apresentam uma "uma resistência intensa para não abandonar os 25.000 civis, bloqueados na cidade, mas o Hezbollah e o exército prosseguem com a ofensiva.

Qouisser é uma localidade estratégica tanto para o regime como para os rebeldes, pois a cidade controla a passagem de armas e de rebeldes entre Líbano e Síria.

Para Waddah Charara, sociólogo na Universidade libanesa, o movimento xiita está envolvido na "batalha porque esta cidade é a porta pela qual passam homens e armas para o norte do Líbano, e do Líbano para a Síria".

"Tripoli é um reduto da oposição sunita no Líbano e, ao fechar esta porta, enfraquece seus principais adversários libaneses", explicou.

Um civil foi morto em Tripoli em combates entre os bairros sunitas e alauíta, enquanto novos obuses disparados a partir da Síria caíram na localidade libanesa de Munayssa, na região de maioria sunita de Wadi Jaled, e deixaram nove feridos, segundo as autoridades locais.

Neste contexto, a União Europeia pretende incluir o braço armado do Hezbollah na lista de organizações terroristas a pedido da Grã-Bretanha, segundo diplomatas.

"Esperamos alcançar um acordo para incluir o braço armado do Hezbollah na lista de organizações terroristas antes do fim de junho", disse um diplomata que pediu anonimato.

Por sua vez, o presidente americano Barack Obama expressou preocupação em relação à presença do Hezbollah na Síria durante uma conversa por telefone na segunda-feira com o presidente libanês, Michel Sleimane.

AFP

Brigadeiro diz que Israel destruiria arsenal sírio se Assad cair

HERZLIYA, Israel – Israel tem a intenção de atacar a Síria para impedir que armas avançadas cheguem a rebeldes jihadistas ou à guerrilha libanesa Hezbollah caso o presidente Bashar al Assad seja derrubado, disse na quarta-feira o brigadeiro Amir Eshel, comandante da Força Aérea israelense.

Mas Eshel disse em uma conferência de segurança que sua aviação poderia ser rechaçada pela formidável defesa antiaérea fornecida pela Rússia a Assad.

"Se a Síria desmoronar amanhã, precisamos agir para impedir um saque estratégico do arsenal avançado", disse ele no Instituto Fisher de Estudos Aeroespaciais, perto de Tel Aviv.

"Isso não significa que vamos agir, mas que temos que estar prontos para isso."

"Precisamos estar preparados para qualquer cenário, com poucas horas de antecedência", acrescentou. "Se quisermos prevalecer em poucos dias, precisamos usar muito poder de fogo, e rápido."

Ele citou um cenário em que a guerra civil síria se ampliaria, passando a incluir ataques de Hezbollah e dos seus apoiadores iranianos contra Israel.

Aviões israelenses já bombardearam a Síria em pelo menos três ocasiões neste ano para destruir o que fontes de inteligência descreveram como avançados sistemas antiaéreos e mísseis terra-terra que estariam sendo enviados ao Hezbollah. Os israelenses também temem que Assad acabe perdendo o controle sobre suas armas químicas.

Reuters

Mais de 700 mercenários europeus aterrorizam a Síria

A imprensa da Síria informou nesta sexta-feira que cerca de 700 cidadãos europeus estão infiltrados no país como mercenários, pertencendo aos bandos armados opositores que pretendem derrubar o governo do presidente Bashar al-Assad.

Os relatórios estão baseados em declarações do ministro de Interior da Alemanha, Hans Peter Friedrich, quem revelou a cifra na quinta (16) durante uma coletiva de imprensa em seu país.

Os meios destacam a advertência de Friedrich às autoridades da União Europeia (UE) sobre a necessidade de estabelecer leis para evitar que tais efetivos voltem a seus respectivos países por pelo menos dois anos.

Tal proposta será apresentada no próximo mês durante uma cúpula de alto nível da UE, acrescentou.

A agência de notícias Sana informa que essa é a primeira vez que os serviços de inteligência de um dos governos ocidentais reconhece a presença de terroristas no país persa.

Funcionários públicos em Berlim informaram que estão à procura de 40 pessoas que saíram no ano passado da Alemanha com passaportes alemães para a Síria, para se somar aos grupos islâmicos que pretendem impor um Califato regido pela xaria (lei islâmica), assinalou.

Da mesma forma, o ministro alemão de Relações Exteriores, Guido Westerwelle, reiterou na quinta que seu país se recusa a enviar armas aos bandos armados e mercenários na Síria, ao advertir que são necessárias garantias para que os equipamentos militares não caiam nas mãos de terroristas.

Os governos do Reino Unido e da França demonstraram abertamente sua intenção de armar os grupos irregulares para promover o que chamam de uma mudança de regime em Damasco.

Fonte: Prensa Latina

Grupo “Amigos da Síria” exige recuo de militantes do Hezbollah e do Irã

AMÃ – A aliança Amigos da Síria pediu ao Irã e a seu aliado libanês Hezbollah nesta quarta-feira para retirar imediatamente os militantes do território sírio e descreveu sua presença armada no país como uma ameaça à estabilidade regional.

Em comunicado divulgado após uma reunião em Amã, a aliança disse que vai "aumentar ainda mais" o apoio à oposição e "tomar todas as outras medidas que sejam necessárias" até que uma conferência de paz apoiada por Rússia e Estados Unidos propicie um governo de transição que assuma o Exército e o Executivo, que agora estão nas mãos do presidente Bashar al-Assad.

Referindo-se às guerrilhas do Hezbollah que lutam junto ao Exército sírio e às milícias pró-Assad na cidade síria de Qusair, perto da fronteira com o Líbano, a aliança "exigiu a retirada imediata do Hezbollah, de combatentes do Irã e de outros militantes estrangeiros de regimes aliados do território sírio."

A reunião de 11 nações ocidentais e árabes, assim como Turquia, que constituem o núcleo da aliança, também alertou sobre "graves consequências" se o uso de armas químicas por parte das forças de Assad for confirmado.

O comunicado disse que as forças de Assad cometeram "limpeza étnica" neste mês na cidade de Banias. Ativistas da oposição disseram que as forças do grupo minoritário alauíta, de Assad, mataram e mutilaram pelo menos 100 homens, mulheres e crianças sunitas na cidade costeira em 2 de maio.

Mas a aliança alertou que o radicalismo estava crescendo em ambos os lados do conflito que já dura dois anos, em que pelo menos 80 mil pessoas foram mortas.

"Os ministros manifestaram a sua forte preocupação com a crescente presença e elevado radicalismo em ambos os lados do conflito e com elementos terroristas na Síria que aprofundam as preocupações com o futuro da Síria", segundo o comunicado.

AFP