quinta-feira, 31 de outubro de 2013

O projeto ASTROS 2020 visita o Exército Britânico

O PROJETO ESTRATÉGICO DO EXÉRCITO (PEE) ASTROS 2020 REALIZOU UMA VISITA DE INTERCÂMBIO MILITAR AO EXÉRCITO BRITÂNICO NA SEMANA DE 20 A 24 DE OUTUBRO.

OS OBJETIVOS DA VISITA FORAM CONHECER A ESTRUTURA, O EMPREGO, A FORMAÇÃO, A DOUTRINA, A CAPACITAÇÃO DOS RECURSOS HUMANOS, O ADESTRAMENTO E O PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DO EMPREGO DE MÍSSEIS TÁTICOS DE CRUZEIROS E DOS FOGUETES GUIADOS DO EXÉRCITO DO REINO UNIDO DA GRÃ-BRETANHA E IRLANDA DO NORTE.

A COMITIVA FOI COMPOSTA PELO GERENTE E PELO SUPERVISOR DO PROJETO, BEM COMO PELO COMANDANTE DO 6º GRUPO DE LANÇADORES MÚLTIPLOS DE FOGUETES E CAMPO DE INSTRUÇÃO DE FORMOSA.

OS MILITARES INGLESES APRESENTARAM À COMITIVA BRASILEIRA A ESCOLA DE ARTILHARIA DO EXÉRCITO BRITÂNICO, EM LARKHILL, E O 39º REGIMENTO DE ARTILHARIA (QUE UTILIZA O SISTEMA DE FOGUETES GUIADOS), SITUADO EM NEWCASTLE.

AS ATIVIDADES FORAM BASTANTE PROVEITOSAS, COM DEMONSTRAÇÃO DE TÉCNICAS, TÁTICAS E PROCEDIMENTOS, BEM COMO A DISCUSSÃO DE TEMAS RELATIVOS A INTEGRAÇÃO DE FOGOS E A SIMULAÇÃO DE COMBATE. ESTA VISITA PROPORCIONOU, À EQUIPE DO PROJETO E AO EXÉRCITO BRASILEIRO, UM GANHO CONSIDERÁVEL DE ENTENDIMENTO DAS EXPERIÊNCIAS DOS INGLESES NOS CONFLITOS ATUAIS, BEM COMO NO PROCESSO DE TRANSFORMAÇÃO EM EXECUÇÃO NO EXÉRCITO BRITÂNICO.

FONTE: EB

Rebeldes sírios atacam milícia curda possivelmente com armas químicas

Vítimas ficaram envoltos em fumaça amarela e tiveram sintomas de intoxicação

O canal de televisão Al-Mayadin, do Líbano, noticiou nesta quarta-feira, 30, que grupos rebeldes da Síria fizeram uso de armas químicas contra milicianos curdos. Um posto militar da etnia na cidade de Hasake, no nordeste sírio, teria sido atacado na terça-feira, 29.

O Al-Mayadin informou que, após uma explosão, uma fumaça amarela tomou conta do lugar e os milicianos que estavam no lugar sentiram náuseas e outros sintomas de intoxicação química.

Diário da Rússia

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Participação da Índia no caça russo-indiano de 5ª geração deverá crescer

FGFA, versão para a Índia do PAK-FA / Sukhoi T-50 russo, terá 50% de seu custo investido pela Índia, porém apenas 15% do trabalho de pesquisa e desenvolvimento está, atualmente, alocado aos indianos

Segundo reportagem da RIA Novosti, a parte da Índia relativa a pesquisa e desenvolvimento para o projeto FGFA (Fifth Generation Fighter Aircraft – caça de quinta geração), realizado em conjunto com a Rússia, deverá crescer. O FGFA é uma versão do PAK-FA / Sukhoi T-50 russo, atualmente com quatro protótipos em testes de voo (nota do editor: a publicação da reportagem original foi poucos dias antes do primeiro voo do quinto protótipo), voltada para os requisitos indianos. Atualmente, essa participação da Índia é limitada pela capacidade industrial indiana, mas deverá crescer gradativamente conforme o projeto seja implementado. As informações foram dadas por um especialista militar russo na última sexta-feira.

Em 17 de outubro, o jornal indiano The Economic Times publicou reportagem sobre preocupações de autoridades do país a respeito da parte da Índia no projeto FGFA, que atualmente está em apenas 15%, apesar dos indianos estarem pagando 50% do custo. O ministro da Defesa da Índia deverá levar essa questão aos russos em sua visita à Rússia programada para 15 de novembro.

Segundo Igor Korotchenko, chefe do Centro de Análise do Comércio de Armas, baseado em Moscou, “os números citados pelo lado indiano reflete as capacidades atuais da indústria da Índia. Com o progresso na implementação do projeto, esperamos que os engenheiros e projetistas indianos se aproximem da parcela determinada no acordo (russo-indiano): 50 por cento.” Korotchenko também afirmou que, certamente, a Rússia proverá todo o apoio de conhecimento e logística necessário para os especialistas indianos, mas o desenvolvimento de habilidades e a aquisição de experiência em projeto e desenvolvimento de aviões de caça leva muito tempo, assim como esforços substanciais.
O projeto do FGFA foi iniciado após a assinatura de um acordo russo-indiano para cooperação no desenvolvimento e produção do “perspective multirole fighter”, assinado em 18 de outubro de 2007. Baseado no PAK-FA / Sukhoi T-50 russo, de quinta geração, o FGFA deverá atender a cerca de 50 requerimentos específicos da Força Aérea Indiana. O contrato de projeto preliminar para o novo avião, no valor de cerca de 295 milhões de dólares, foi assinado em dezembro de 2010 entre a agência russa de exportação de armas Rosoboronexport e a estatal indiana de aviação HAL (Hindustan Aeronautics Limited).

Atualmente, está em negociação entre os dois países o contrato de 11 bilhões de dólares para projeto final e pesquisa e desenvolvimento. No total, o programa deverá custar entre 25 e 30 bilhões para a Índia. Inicialmente, a Força Aérea Indiana planejava encomendar 166 caças do modelo monoposto e 48 bipostos, mas em outubro do ano passado o chefe do Estado-Maior da Força Aérea afirmou que a Índia vai adquirir apenas 144 monopostos, com a produção local programada para início em 2020.

FONTE: RIA Novosti (tradução e edição do Poder Aéreo a partir de original em inglês)

FOTOS: Sukhoi e Livefist (maquete)

Inteligência dos EUA responsabiliza aliados

Diretor da Agência de Segurança Nacional afirma que "sócios europeus" forneceram dados e considera denúncias "completamente falsas". Brasil deve apresentar projeto de resolução

Em campanha para tentar aplacar as crescentes críticas contra suas operações, chefes da Inteligência americana afirmaram, ontem, que a coleta em massa de informações na França e na Espanha foi feita pelos próprios países, e não pela Agência de Segurança Nacional (NSA). Eles defenderam as operações e descartaram a possibilidade de limitar o trabalho da NSA, na contramão do que o presidente Barack Obama estaria disposto a fazer, segundo a imprensa dos Estados Unidos.

As revelações de que milhões de e-mails de cidadãos desses países foram monitorados criaram um grande mal-estar nas relações entre a Europa e os EUA, agravado com a informação de que o celular da chanceler (chefe de governo) alemã, Angela Merkel, foi grampeado. Em visita a Washington, a vice-presidente da Comissão Europeia, Viviane Reding, falou em "quebra de confiança" e advertiu para a possibilidade de o imbróglio ameaçar as negociações para um acordo de livre-comércio entre a União Europeia e os Estados Unidos. As conversas já tinham sido adiadas por conta da crise orçamentária americana. Analistas são unânimes em afirmar que o atual cenário tem potencial para afetar o diálogo.

Mas, segundo o diretor da NSA, general Keith Alexander, os dados foram "fornecidos à NSA" por sócios europeus. Durante longa audiência no Comitê de Inteligência da Câmara dos Deputados, transmitida pela internet, ele afirmou que as denúncias contra a agência, feitas pelos jornais locais, "são completamente falsas". "Da mesma forma que a pessoa que roubou os dados confidenciais, eles não compreenderam o que tinham diante de seus olhos", declarou o general, referindo-se ao ex-colaborador da NSA Edward Snowden, que tem vazado os documentos. "Trata-se de informações que nós e nossos aliados da Otan obtivemos conjuntamente para a proteção de nossos países e para o apoio de nossas operações militares."

Além de Alexander, os parlamentares ouviram os principais nomes do setor na primeira sessão pública desde que estourou o escândalo no Velho Continente. De acordo com eles, apesar do volume de dados, não houve um "monitoramento indiscriminado". Eles negaram que o presidente tivesse conhecimento de todo o trabalho da Inteligência. "É improvável e falso pensar que a Casa Branca soubesse de cada detalhe da coleta de informações", afirmou James Clapper, diretor da Inteligência Nacional dos EUA. As autoridades alegaram que aliados espionaram líderes e serviços americanos.

Alexander e Clapper descartaram medidas para cercear o poder da NSA. A possibilidade foi aventada pelo próprio Obama, segundo o jornal The New York Times e a agência Reuters. De acordo com o Times, a senadora democrata Dianne Feinstein disse ter sido informada pela Casa Branca de que o presidente pretende proibir a espionagem contra governantes — a medida estaria inclusa em uma ampla revisão à qual deve ser submetida a NSA até o fim do ano.

Na Itália, o primeiro-ministro, Enrico Letta, convocou uma reunião para amanhã com as principais autoridades italianas que compõem o Comitê Interministerial para a Segurança da República, com o objetivo de se informar mais sobre a espionagem feita no país. Em Nova York, até sexta-feira, um projeto de resolução coassinado pelo Brasil e pela Alemanha deverá ser apresentado à ONU com a intenção de estender a proteção da privacidade aos serviços digitais. O país foi um dos principais alvos da espionagem e até mesmo a presidente, Dilma Rousseff, teve as comunicações monitoradas.

Trata-se de informações que nós e nossos aliados da Otan obtivemos conjuntamente para a proteção de nossos países", General Keith Alexander, diretor da Agência de Segurança Nacional (NSA).

Defesa Net

Forbes: Vladimir Putin supera Obama como homem mais poderoso do mundo

O presidente russo, Vladimir Putin, superou o colega americano, Barack Obama, como o homem mais poderoso do mundo no ranking 2013 da revista Forbes, que tem o papa Francisco em quarto lugar em um total de 72 personalidades.

A presidente do Brasil, Dilma Rousseff, aparece na 20ª posição, dois postos abaixo do resultado do ano passado.

A Forbes justifica a decisão de situar Putin como o novo homem forte do mundo porque ele “continua solidificando seu controle sobre a Rússia e o cenário internacional”, enquanto Obama perde espaço em seu segundo mandato na Casa Branca.

“O período de Obama de ‘pato manco’ parece ter chegado antes do que o previsto para um presidente de dois mandatos. Último exemplo: o caos da paralisia do governo”, afirma a revista. “Qualquer um que observe a partida de xadrez este ano sobre a Síria e os vazamentos da espionagem da NSA (Agência Nacional de Segurança) tem uma ideia clara da dinâmica de mudança de poder individual”, completa.

A lista tem o presidente chinês, Xi Jinping, em terceiro lugar, seguido do papa Francisco e da chanceler, alemã Angela Merkel.

O filantropo e fundador da Microsoft Bill Gates ocupa o sexto lugar, à frente do presidente do Federal Reserve (Fed, banco central americano), Ben Bernanke, e do rei Abdullah da Arábia Saudita (8º).

Além de Dilma Rousseff e do Papa, o outro latino-americano em destaque é o magnata mexicano das telecomunicações Carlos Slim, classificado como o 12º mais poderoso do mundo, segundo a Forbes. Um outro mexicano também chama a atenção: o narcotraficante Joaquín “El Chapo” Guzmán, considerado o criminoso mais poderoso do mundo, na 67ª posição.

A revista americana levou em consideração quatro fatores para selecionar 72 pessoas: sobre quantas pessoas exercem poder; os recursos financeiros sob seu controle; se têm influência em mais de uma esfera; e como utilizam de maneira ativa seu poder para mudar o mundo.

Esta é a primeira vez que Putin lidera o ranking da Forbes, criado em 2009, e a segunda oportunidade em que Obama perde a primeira posição: em 2010 ele foi superado pelo então presidente chinês Hu Jintao.

Em relação ao papa Francisco, o primeiro latino a virar chefe da Igreja Católica, sua eleição “infundiu uma nova energia à maior religião do mundo, com 1,2 bilhão de adeptos em todo o planeta”, destacou a Forbes no perfil de Jorge Mario Bergoglio.

“O primeiro jesuíta e latino-americano pastor de Cristo prega a compaixão pelos pobres e um papel maior para as mulheres, enquanto fez a Igreja deixar de se concentrar ‘apenas em questões vinculadas ao aborto, ao casamento homossexual e o uso de anticoncepcionais”, destaca.

O ranking deste ano também mostra a presenta mais mulheres (nove), em comparação com as seis incluídas em 2011 e 2012. Na primeira lista, de 2009, havia apenas três.

AFP

Vídeo – TU-160 “Blackjack” na Venezuela

A primeira força de submarinos nucleares da China se esforça para garantir a segurança

A primeira força de submarinos nucleares da China faz parte da Frota Beihai da Marinha. Nos últimos 42 anos, desde o seu estabelecimento, a força bateu vários recordes e nunca causou um acidente nuclear. Ela tem contribuído decisivamente para a dissuasão nuclear no mar e com a luta defensiva. A força também ajudou a China a realizar o compromisso de ser uma potência responsável.

A segurança nuclear é um trabalho indispensável para um submarino nuclear. Desde o começo do serviço, esse submarino manteve um recorde de segurança por 42 anos consecutivos. O comissário político da força, Li Yanming, ressaltou que:

“Nos últimos 42 anos, nós continuamos a formar uma cultura de segurança nuclear, desenvolvimento de sistema, ambiente e tecnologia de segurança nuclear.”

Os submarinos nucleares são equipados com medidas de prevenção e proteção. Durante a sua função e a administração, o nível de proteção contra as radiações fica garantido. Cada submarino tem soldados que fazem testes de radiação, antes da entrada do pessoal nos lugares com a possível presença de radiações, a fim de calcular a hora máxima para permanência no ambiente de trabalho.

O capitão de um submarino, Yan Bingzhen, disse como funcionam os testes.

“A radiação é alta quando o reator nuclear está funcionado. Temos que testar a quantia de radiação com equipamento profissional para decidir a duração do trabalho. A estadia na cabine do reator pode ser de três, cinco ou sete minutos, para garantir a segurança de soldados.”

O reator nuclear é o coração de submarino nuclear com tecnologia intensiva e operação complexa. O reinicio do reator depois de parado por um longo período é um momento de grande risco. Após muitas pesquisas e estudos, os soldados obtiveram melhores procedimentos e regras para reiniciar o reator.

“Resumimos sete passos importantes, incluindo operações no estado estático e dinâmico, no terreno e no mar, que desempenham papeis decisivos. Nós realizamos o controle e observação durante o progresso inteiro de iniciar e parar o reator.”

Nos últimos anos, a base de submarino estabeleceu um sistema de observação de três níveis e instalou equipamentos modernos de teste e manutenção. Os equipamentos portáteis também são equipados na base e reforçam a previsão de falhas nos equipamentos do submarino.

Os esforços dos soldados também são indispensáveis para a garantia de segurança. Eles trabalham com esforços no dia a dia, resolvendo vários problemas difíceis e conseguindo deixar os submarinos nucleares velhos se aposentarem sem acidentes.

FONTE: CRI On line

Mais de 2 mil fuzileiros passam por simulação de guerra no cerrado

Eles passaram por treinamento especial durante 12 dias em Formosa (GO).Marinha diz que exercício tem efeito ‘indireto’ na segurança de eventos.

Em meio ao cerrado, na região central do Brasil, mais de 2 mil homens da Marinha passaram os últimos 12 dias se preparando para uma situação de conflito armado em que a segurança do país estivesse em perigo. Na cidade de Formosa, no interior de Goiás, os fuzileiros navais simularam ataques com tanques, carros blindados, cães e tiros de metralhadora, além do uso de aeronaves e mísseis.

A operação, que terminou nesta terça-feira (29), foi a maior simulação de guerra já realizada na região central do país, segundo a Marinha. Para os fuzileiros, serviu para aprimorar as técnicas de combate, defesa, estratégia, coordenação de operações e resposta rápida a crises.

Para que a simulação pudesse ser ainda mais real, um hospital de campanha – para atender militares feridos durante a guerra – e uma tenda com militares especializados no combate a armas nucleares, químicas, radiológicas e bacteriológicas foram montados.
A “Operação Formosa 2013″ não foi planejada em função de grandes eventos, como a Copa do Mundo do ano que vem e as Olimpíadas de 2016. Entretanto, o almirante da Marinha Luiz Fernando Palmer afirma que a simulação tem reflexo “indireto” na seguranças desses eventos. “O treinamento, por mais que não seja focado só nos grandes eventos, tem reflexo indireto e ajuda na formação e na preparação do fuzileiro. Ele dá condições ao fuzileiro de atuar em eventos como estes. Por isso, digo que tem, sim, um efeito indireto na segurança”, afirmou.

Durante o treinamento, os fuzileiros simularam, entre outras coisas, a ocupação de um território conflituoso onde há guerra. Segundo a Marinha, este treinamento é realizado há seis anos (o local já é usado há 25) e aproximadamente 12 mil fuzileiros navais já passaram por ele desde 2008.

Os militares começaram em 1º de outubro a levar do Rio de Janeiro para Formosa todas as tropas, equipamentos, armas, munições e veículos. O retorno começa nesta quarta (30) e deve ser concluído até 2 de novembro. Eles também participaram de treinamentos com Veículos Aéreos Não-Tripulados (VANTs), entre outros meios de combate terrestres e aéreos. Durante a operação, os fuzileiros utilizaram munição real.

O blindado Lagarta Anfíbio utilizado pela Marinha no treinamento em Formosa foi utilizado em pacificações de comunidades na cidade do Rio de Janeiro, como o Complexo Lins.
O tenente Stephen Ferro participou da Operação Formosa e da pacificação. “O Brasil não é um país onde há conflitos de guerra, como os simulados aqui. Mas o importante é treinarmos para caso aconteça alguma coisa, nós vamos estar preparados”, disse. “A grande característica deste treinamento é trabalharmos a coordenação de operações. Se não houver uma boa coordenação, toda a operação pode ser colocada em risco”, completou o tenente.

Foram utilizados armamentos individuais, aeronaves, carros de combate e veículos blindados para o transporte de tropas. Além disso, os fuzileiros passam por treinamento para o manuseio de mísseis anticarro. A Operação Anfíbia, considerada “a mais complexa” das operações militares, segundo a Marinha, é um dos treinamentos aos quais os fuzileiros são submetidos.
Os fuzileiros passam por capacitação e aperfeiçoamento da “condição de prontidão constante”, utilizada na proteção do território marítimo brasileiros e na defesa de instalações navais, portuárias, arquipélagos e ilhas oceânicas. Além disso, diz a Marinha, esta preparação “assegura a capacidade de atuação em operações internacionais de paz e em operações humanitárias, em qualquer lugar do mundo”, como é o caso de um grupo de fuzileiros que está atuando no Haiti.

A Marinha gastou cerca de R$ 5 milhões para organizar a simulação de guerra como treinamento para fuzileiros navais em Formosa (GO). O recurso foi utilizado para o transporte de tropas e veículos, alimentação, compra de munições, preparação da estrutura onde foi realizada a simulação, combustível, entre outros itens.

FONTE: G1

Estados Unidos apostam na Romênia

O desdobramento do sistema de DAM americano na Romênia é para a Rússia mais importante politicamente do que em sentido militar. O sistema dos EUA conjugará esforços antimísseis de alguns países europeus, inclusive da República Tcheca, Turquia, Holanda e Espanha. Apesar de as possibilidades desse sistema terem sido insuficientes atualmente para ameaçar a Rússia, seu desenvolvimento continua a ser perigoso realmente.

Herança dorestart

A “variante romena” e o vetor sul-oriental de desdobramento do sistema de Defesa Antimíssil dos EUA na Europa apareceram em geral após a chegada de Barack Obama ao poder em 2009. O plano de desenvolvimento da terceira região posicional de DAM dos EUA anunciado anteriormente previa a instalação de rampas de lançamento de foguetes de intercessão GBI na Polônia e de um radar na República Tcheca. Tal instalação foi abertamente incômoda para o objetivo anunciado – proteger os aliados europeus dos EUA contra um ataque iraniano hipotético e interceptar foguetes balísticos iranianos lançados na direção dos Estados Unidos. Mas, em certas condições e com o futuro aperfeiçoamento, o sistema poderia ser útil também para a intercessão de foguetes russos. A perspectiva de instalação de GBI na Polônia e de um radar na República Tcheca preocupou seriamente Moscou que, na qualidade de medidas de resposta, estudava a possibilidade de desdobrar sistemas de foguetes Iskander na região de Kaliningrado. Mas estes planos não foram realizados. Contudo, uma bateria de Iskander foi instalada na região de Leningrado e um regimento de mísseis S-400 apareceu em Kaliningrado.

A decisão de Barack Obama de desdobrar um sistema na Romênia (foguetes de intercessão SM 3) e na Turquia (radar de apontamento de alvos) mudou a situação. Os foguetes SM 3 têm menor alcance e piores limites de altitude em comparação com mais pesados e mais caros GBI, enquanto o radar instalado no litoral sul da Turquia é praticamente inútil para a intercessão de foguetes lançados a partir do território da Rússia em direção norte.

Ameaça dissimulada

Embora os planos realizados hoje pelos EUA não representem ameaça direta para as forças de dissuasão nuclear russas, o aperfeiçoamento do sistema de DAM pode criar tal perigo no futuro, sobretudo em combinação com o desenvolvimento dos restantes componentes da máquina militar americana. Trata-se em primeiro lugar de aperfeiçoamento futuro de sistemas de DAM de baseamento marítimo e de meios de ataque não nuclear de alta precisão. Por enquanto, a Marinha dos EUA concentra seus navios portadores de foguetes de intercessão SM 3 no Pacífico contra a Coreia do Norte e, em perspectiva, contra a China. Mas a mobilidade da frota permite instalá-los depressa em qualquer região do oceano mundial. Os próprios navios e sistemas terrestres de DAM não são capazes de ameaçar a Rússia. Contudo, tal ameaça torna-se real com um aperfeiçoamento paralelo do sistema de DAM e do programa Prompt Global Strike (Ataque Global Imediato) que prevê desenvolver meios combativos não tripulados de alta precisão, inclusive hipersônicos, para garantir a possibilidade de atacar quaisquer alvos no território da Terra num período de uma hora. Ao mesmo tempo, o desenvolvimento e desdobramento de tais sistemas não são limitados de maneira alguma.

A conjugação do potencial nuclear dos EUA, de novos armamentos não nucleares estratégicos e do sistema de defesa antimíssil pode, teoricamente, ciar uma situação em que os Estados Unidos possam efetuar o primeiro golpe nuclear desarmador e destruir os restantes foguetes com a ajuda de seus meios de defesa antimíssil.

Tal desenvolvimento dos acontecimentos é inaceitável para a Rússia. A manutenção da paridade estratégica exige que o país desenvolva suas forças armadas, sobretudo de dissuasão nuclear e de defesa aeroespacial.

Contudo, o desdobramento de novos sistemas móveis de misseis tipo Yars (Rubezh, em perspetiva), os esforços de aperfeiçoar o foguete Bulava e seus portadores – submarinos do projeto Borei e crescentes volumes de aquisição de sistemas contemporâneos de DAA e de DAM permitem esperar que a paridade se mantenha. Os sistemas móveis e submarinos protegidos a partir do ar são menos vulneráveis que os foguetes subterrâneos e a imprevisibilidade da posição de lançamento agava o funcionamento do sistema de DAM numa guerra militar hipotética, tornando insensata a aspiração à superioridade militar-técnica.

Fonte: Voz da Rússia

Venezuela e Rússia assinaram acordos de segurança e defesa

A Venezuela e a Rússia assinaram na terça-feira vários acordos de cooperação em matéria de segurança e defesa e comprometeram-se a reforçar a “aliança estratégica”, informaram os dois Governos.

“Com o Conselho Nacional de Defesa [da Venezuela] assinámos um memorando de entendimento. Estamos a elaborar o acordo de cooperação com o Ministério do Interior”, disse o secretário do Conselho de Segurança russo, Nikolái Patrushev, ao canal estatal VTV depois de uma reunião com o Presidente venezuelano, Nicolás Maduro, em Caracas.

Patrushev disse também que a Rússia “vai continuar a cooperação com o Ministério da Defesa [venezuelano], nomeadamente a cooperação técnico-militar”, e que as duas nações reforçaram as relações económicas e comerciais.

Na visita de três dias da delegação russa a Caracas foi “atualizada a agenda de cooperação no campo da segurança e revistos os acordos nas áreas energética, comercial e industrial”, disse o Presidente venezuelano.

No encontro que teve com o secretário russo, Maduro disse que foi reafirmada a “vontade de se continuar a fortalecer a aliança estratégica profunda” e adiantou que a ministra da Defesa venezuelana, Cármen Meléndez, realizará uma visita oficial à Rússia.

Fonte: RTP Notícias – Portugal

ONU reconhece empenho da Síria e oposição está encurralada

Equipe de peritos da ONU recolhe evidências na Síria, a partir do acordo de cooperação com o governo de Bashar Al-Assad. (Associated Press)

O secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-moon, também confirmou, nesta segunda-feira (28), o compromisso demonstrado pelo governo do presidente Bashar Al-Assad, na Síria, com o desarmamento químico. A crise síria vem sendo tratada diferentemente pela comunidade internacional desde a intervenção diplomática russa contra a ameaça de intervenção militar dos EUA, e a busca por uma solução política ao conflito com a oposição se intensifica.

Em um relatório transmitido ao Conselho de Segurança das Nações Unidas (CSNU), o secretário-geral da ONU assegurou que, apesar de os inspetores da Organização para a Proibição das Armas Químicas (Opaq) ainda não terem investigado todos os locais, o governo de Damasco está cumprindo os seus compromissos com o acordo e com a resolução do conselho, aprovada no fim de setembro, para a destruição do seu arsenal químico.

Os inspetores da Opaq, encarregada de supervisionar a destruição das armas químicas sírias, de acordo com a resolução do Conselho de Segurança, “confirmaram a destruição funcional da capacidade de produzir, misturar e fazer o acabamento [das armas químicas] em todos os locais” que visitaram, sublinhou Ban.

“Esperamos que a destruição funcional da capacidade declarada da República Árabe Síria seja completada como foi plenejado, em 1º de novembro”, declarou o secretario-geral, que destacou ainda a “cooperação total” do governo sírio neste trabalho, que debe culminar com a eliminação de todo o arsenal químico do país até meados de 2014.

O enviado especial da ONU e da Liga Árabe para a Síria, Lakhdar Brahimi, chegou a Damasco nesta segunda-feira (28) para abordar a atual crise síria e fazer os preparativos necessários para a celebração da Conferência Internacional de Genebra 2, sobre a Síria.

Diálogos políticos internacionais

A autodenominada Coalizão Nacional de Forças da Revolução e Oposição Síria (CNFROS) tem se negado a participar da conferência, e coloca como condição que o presidente Assad se demita do governo.

Algumas autoridades têm previsto a realização da reunião entre 23 e 24 de novembro, mas a recusa de participação do grupo já tem prorrogado as negociações políticas há meses, com a situação do país em deterioração.

O embaixador dos Estados Unidos na Síria, Roberto Ford, ameaçou desmantelar a principal força oposição no país, caso o grupo não deixe de bloquear a conferência, com a qual o seu país concorda, em negociações com a Rússia sobre a sua realização.

De acordo com a página da emissora libanesa Al-Mayadin, em matéria desta terça-feira (29), o embaixador teria feito duras advertências neste sentido ainda na semana passada, durante uma reunião com o grupo opositor na Turquia.

Entretanto, a oposição tem se mantido resoluta contra o governo de Assad, através da violência disseminada no país, a partir do apoio dos EUA, de países europeus e de vizinhos, como a própria Turquia, a Arábia Saudita e o Catar.

De acordo com informações anteriores, porém, durante encontro com o grupo, Ford havia declarado que Washington não ratificaría suas demandas com relação à demissão do presidente Assad, já que a conferencia Genebra 2 tem como objetivo buscar um governo de transição e a negociação política para o fim da violência.

Por outro lado, o vice-primeiro-ministro da Síria, Qadri Jamil, anunciou que, em seus últimos encontros com autoridades estadunidenses, notou uma mudança de postura de Washington, ao considerar que os EUA compreenderam o alto risco da continuação da crise síria para a região e para o mundo.

Com HispanTV,

Da redação do Vermelho

FAB TV - FAB pela FAB - Entrevista com o Diretor do Exercício Cruzex 2013


O diretor da CRUZEX 2013, Brigadeiro do Ar Mário Luis da Silva Jordão, fala sobre a importância do maior exercício de combate aéreo da América Latina. Realizada pela Força Aérea Brasileira desde 2002, o treinamento chega a sexta edição com várias novidades.

terça-feira, 29 de outubro de 2013

Rússia é "grande jogador" no mercado de armamentos da América Latina

Os países latino-americanos ocupam um lugar especialmente importante nos contatos técnico-militares da Rússia. O conceito tradicional de "exportação de armamentos" tem adquirido atualmente um sentido novo. Além de fornecimentos avulsos de armas e de material de guerra de fabricação russa, Moscou propõe elevar a colaboração para um nível mais alto.

O diretor do serviço de colaboração técnico-militar, Alexander Fomin, que tinha visitado há pouco o Brasil e o Peru, declarou que é preciso entender que a situação não é mesma que há 40 anos: hoje os nossos parceiros querem receber não apenas amostras mas também tecnologias. "Para começar, pode se tratar da criação de capacidades instaladas de manutenção e modernização, a seguir, de empresas de montagem, depois, da produção de alguns componentes e, finalmente, da produção de armamentos de elevado conteúdo tecnológico", - disse.

É sabido que vários países da América Latina estão promovendo a modernização dos seus exércitos nacionais. Na opinião de especialistas, aquando da escolha de prioridades estratégicas, os dirigentes de alguns países, por exemplo, o Brasil e o Peru, têm adotado uma posição em grande parte independente em relação aos EUA e à OTAN. Portanto, a proposta russa sobre a transferência da colaboração para um nível mais alto é perfeitamente atual, apesar da concorrência forte no mercado mundial de armamentos. Todavia, dispomos de certas vantagens na América Latina, visto que nesta região, além de interesses comerciais importam, em primeiro lugar, as relações de confiança entre os parceiros. Na opinião do nosso perito militar Said Aminov, redator-chefe do periódico Boletim da Defesa Antiaérea, é precisamente este o caráter das relações entre a Rússia e a Venezuela. O perito ressalta que estes contatos também se estabelecem com o Peru e com o Brasil. Ele diz:

"O trabalho nesta esfera realiza-se sob os auspícios da agência Rosoboronservice, que possui quadros qualificados. Posso afirmar que, às vezes, as características dos armamentos têm menos importância do que o lobby por parte do Estado, que se torna o garante da execução segura dos compromissos assumidos. O fato de que o próprio ministro da Defesa visita a América Latina, torna evidente a importância da opção estratégica no desenvolvimento da colaboração técnico-militar. E a visita da nossa delegação de nível tão alto reflete precisamente a importância do rumo escolhido."

Cumpre assinalar também a variedade de amostras de material técnico de guerra, de armamentos e de sistemas inteiros, que a Rússia oferece para a exportação. A lista de exportação inclui as aeronaves dos mais diversos tipos, desde os helicópteros até aos caças dos últimos modelos, armas ligeiras modernas, modelos novos de tanques e sistemas altamente eficientes de defesa antiaérea, sem análogos no mundo. O perito russo Said Aminov prossegue:

"Creio que isso assegura um trabalho eficiente. Pode-se mencionar, em particular, os sistemas de defesa antiaérea – o complexo de mísseis e de canhões antiaéreos Pantsir-S1. O seu componente de combate e o radar, isto é, o sistema de deteção de alvos e de apontamento de mísseis, já foi testado muitas vezes tanto pelo exército russo, como pelos clientes, o que lhe proporciona uma boa perspetiva."

Durante a visita da delegação russa ao Brasil foram também acordadas as condições de colaboração no quadro da criação do caça de quinta geração. Discutiu-se a possibilidade de afetação de especialistas brasileiros neste processo. O ministro da Defesa Serguei Shoigu informou também que estão sendo examinadas duas variantes de interação. Primeiro, criação de uma aeronave conjunta; segunda, a incorporação neste processo de projetistas e engenheiros brasileiros que "têm uma grande experiência neste setor". Portanto, - como disse o nosso ministro da Defesa, - a Rússia está pronta a desempenhar "o papel de grande jogador" no mercado de armamentos da América Latina. Por isso, resulta perfeitamente lógica a receção cordial que a ministra da Defesa da Venezuela ofereceu aos pilotos russos dos aviões estratégicos Tu-160. As aeronaves pousaram no aeroporto de Maiketia depois de um voo sem escala de treze horas. A ministra Carmen Meléndez, que os recebeu no aeroporto, disse que "o futuro da Venezuela está ligado estreitamente à Federação Russa, que é um parceiro estratégico".

Voz da Rússia

Rússia e Irã abrem nova etapa de cooperação técnico-militar?

A colaboração militar entre Moscou e Teerã percorreu um longo caminho. Mas, nos últimos anos, se reduziu praticamente a zero. Hoje, podem abrir-se algumas novas perspectivas. Uma prova disso foi a visita de uma delegação militar russa ao Irã após eleição do presidente Rohani.

O comandante da Força Aérea russa, tenente-general Viktor Bondarev, manteve conversações com o seu homólogo, Hassan Safi, o comandante da base de defesa antiaérea iraniana Khatam al-Anbia, brigadeiro Farzad Esmaili, e o comandante das Forças Aeroespaciais do Exército de Guardiães da Revolução Islâmica, general Amir Ali Hajizadeh. Além disso, o alto responsável russo visitou as bases da Força Aérea em Teerã e Isfagan, algumas empresas de reparação de aviões Mig-29, Boeing-707, C-130 e um centro de instrução de pilotos. Na Universidade de Tecnologias Aeronáuticas Shahid Sattari, o general Bondarev se reuniu com o seu reitor, o brigadeiro Muhammad Bahshande.

Ainda na época do governo do xá, os contatos militares eram bastante estreitos. Após a revolução islâmica, nos anos 90 do século passado, a Rússia se tornou o principal fornecedor de tecnologias e armamentos destinados ao Irã. O seu peso no segmento das importações iranianas se fixou em mais de 60%. A Rússia fornecia aviões Mig-29, Su-24MK, os sistemas de artilharia antiaérea C-200VE, três submarinos a diesel Kilo e muitos outros equipamentos militares, incluindo veículos blindados. O analista Vladimir Evseev comenta:

“Perante a instabilidade das relações entre o Irã e os EUA, a contínua crise em torno da questão nuclear iraniana e uma série de múltiplos problemas regionais envolvendo o Irã, para Teerã se torna extremamente importante estabelecer a cooperação militar com a Rússia. Moscou, por seu turno, também gostaria de retomar as relações militares com o Irã”.

Em Teerã, a delegação militar russa examinou a colaboração no ramo da Força Aérea e de defesa antiaérea, a questão da troca de informações e tecnologias nesse domínio, bem como os problemas na aérea de equipamentos eletrônicos e radiolocalização em complexos de mísseis antiaéreos. As partes debateram ainda a interação no processo de instrução de pilotos militares, a manutenção técnica de equipamentos e radares de fabrico soviético e a troca de experiências nessa vertente.

Quanto ao contrato de entrega de sistemas russos de defesa antiaérea S-300, este, como se sabe, prevendo o fornecimento de cinco sistemas no valor 800 milhões de dólares, foi celebrado em 2007. Em 2010, o presidente russo, Dmitri Medvedev suspendeu-o, razão pela qual o Irã apresentou uma demanda ao Tribunal Internacional, exigindo uma indenização no montante de quatro bilhões de dólares. Ultimamente vão surgindo notícias de Moscou não excluir algumas propostas alternativas, prevendo a entrega de sistemas de defesa antiaérea similares mais modernos. Bem ou mal, alguns aspetos desse problema foram igualmente discutidos. Todavia, os peritos assinalam que o chefe da delegação russa não tem competências para travar conversações oficiais sobre o fornecimento dos S-300 ou de outros equipamentos.

Seja como for, o diálogo entre os militares da Rússia e do Irã veio identificar as posições na área de cooperação militar. Destacando a importância política da recente visita, o diretor do Instituto de Avaliações Estratégicas, Viktor Mizin, frisou:

“Moscou, desenvolvendo a colaboração com o Irã, está emitindo sinais aos países do Ocidente. Lembre-se que a Rússia sempre se opôs à criação de armas nucleares pelo Irã, mas queria que isso fosse feito sem sanções rígidas. Por isso, a Rússia se declara pelo desenvolvimento de relações normais com o Irã sem recurso à tática de pressão. Tal política é contraproducente. A cooperação na esfera militar deverá ser prosseguida e até alargada”.

Voz da Rússia

FUKUSHIMA E O FIM DA HUMANIDADE! 28 PROVAS QUE A CALIFORNIA ESTÁ SENDO FRITADA PELA RADIAÇÃO!

Estamos falando de um desastre nuclear que é absolutamente sem precedentes, e está constantemente piorando.
O mapa acima vem da Nuclear Emergency Tracking Center.

Isso mostra que os níveis de radiação nas estações de monitorização de radiações em todo o país são elevados. Como você irá notar, isto é real e verdadeiramente está acontecendo ao longo da costa oeste dos Estados Unidos.

A cada dia, 300 toneladas de água radioativa de Fukushima entra no Oceano Pacífico. Isso significa que a quantidade total de material radioativo liberado de Fukushima está constantemente a aumentar, e isso está em constante destruição da nossa cadeia alimentar.

Em última análise, toda essa radiação nuclear irá permanecer por um grande tempo. Estão dizendo que pode levar até 40 anos para limpar o desastre de Fukushima, e, entretanto, inúmeras pessoas inocentes irão desenvolver câncer e outros problemas de saúde como resultado da exposição a altos níveis dessa radiação nuclear.

Estamos falando de um desastre nuclear que é absolutamente sem precedentes, e está constantemente piorando.

A seguir, você verá 28 sinais de que a costa oeste da América do Norte está sendo absolutamente fritada com a radiação nuclear de Fukushima.

1. ursos polares, focas e morsas ao longo da costa do Alasca estão sofrendo de perda de pele e feridas abertas.

Especialistas em vida selvagem estão estudando se a perda da pele e feridas abertas detectadas em nove ursos polares nas últimas semanas é generalizada e relacionada a incidentes similares entre focas e morsas.

Os ursos estavam em 33 e foram encontrados perto de Barrow, no Alasca, durante a rotina de trabalho de pesquisa ao longo da costa do Ártico. Os testes mostraram que eles tinham “alopecia, ou perda de pele, e outras lesões de pele”, o Serviço Geológico dos EUA disse em um comunicado .

2. Há uma epidemia de mortes de leões marinhos ao longo da costa da Califórnia.

Nos viveiros da ilha ao largo da costa sul da Califórnia, 45 por cento dos filhotes nascidos em junho morreram, disse Sharon Melin, um biólogo do Serviço Nacional de Pesca Marinha sediado em Seattle. A situação é tão ruim que levou nas últimas duas semanas a National Oceanic and Atmospheric Administration a declarar um “evento incomum de mortalidade”.

3. Ao longo da costa do Pacífico do Canadá e da costa do Alasca, a população de salmão-vermelho estão tendo uma baixa histórica. Muitos estão culpando Fukushima.

4. Algo está causando aos peixe ao longo de toda a costa oeste do Canadá a sangrarem através de suas brânquias, barrigas e olhos.

5. Uma vasta área de detritos radioativos de Fukushima, que é aproximadamente do tamanho da Califórnia, cruzou o Oceano Pacífico e está começando a colidir com a costa oeste.

6. Ele está sendo previsto que a radioatividade das águas costeiras da costa oeste dos EUA poderá dobrar nos próximos cinco a seis anos.

7. Especialistas descobriram altos níveis de césio-137 em plânctons que vivem nas águas do Oceano Pacífico, entre o Havaí e a costa oeste.

8. Em uma pesquisa feita na Califórnia, descobriu-se que 15 dos 15 atuns rabilho foram contaminados com a radiação de Fukushima.

9. Já em 2012, o Vancouver Sun informou que o césio-137 estava sendo encontrado em uma percentagem muito elevada nos peixes que o Japão estava vendendo para o Canadá …

• 73 por cento do mackerel

• 91 por cento do halibut

• 92 por cento das sardinhas

• 93 por cento dos atuns e das enguias

• 94 por cento do bacalhau e das anchovas

• 100 por cento da carpa, algas marinhas, tubarões e tamboril
10. autoridades canadenses estão encontrando níveis extremamente elevados de radiação nuclear em determinadas amostras de peixes.

Algumas amostras dos peixes testados até à data tiveram níveis altíssimos de radiação: em uma amostra coletada em julho, por exemplo, teve 1.000 becquerel por quilo de césio.

11. Alguns especialistas acreditam que poderíamos ver níveis muito elevados de câncer ao longo da costa oeste apenas de pessoas que comem peixes contaminados.

“Olhe para o que está acontecendo agora: Eles estão despejar grandes quantidades de radioatividade para o oceano – ninguém esperava isso em 2011,” Daniel Hirsch, professor de política nuclear na Universidade da Califórnia-Santa Cruz, disse à Global Security Newswire . ”Nós poderíamos ter um grande número de câncer por ingestão de peixes.”

12. A BBC News informou recentemente que os níveis de radiação ao redor de Fukushima são “18 vezes maiores” do que se acreditava anteriormente.

13. Um estudo financiado pela União Europeia concluiu que Fukushima liberou até 210 quatrilhões de becquerels de césio-137 na atmosfera.

14. A radiação atmosférica de Fukushima atingiu a costa oeste dos Estados Unidos dentro de poucos dias a partir de 2011.

15. Neste momento, 300 mil toneladas de água contaminada está sendo derramada no Oceano Pacífico a partir de Fukushima, a cada dia.

16. Um pesquisador sênior da química marinha do Instituto de Pesquisas Meteorológicas da Agência Meteorológica do Japão diz que “30 bilhões de becquerels de césio radioativo e 30 bilhões de becquerels de estrôncio radioativo” estão sendo lançados no Oceano Pacífico a partir de Fukushima a cada dia .

17. Segundo a Tepco, um total de algo entre 20 à 40 trilhões de becquerels de trítio radioativo tem atingido o Oceano Pacífico desde que o desastre de Fukushima começou.

18. Segundo um professor da Universidade de Tóquio, 3 gigabecquerels de césio-137 estão fluindo para o porto de Fukushima Daiichi à cada dia .

19. Estima-se que até 100 vezes mais que a radiação nuclear durante todo o desastre de Chernobyl já foi liberada no mar à partir de Fukushima.

20. Um estudo recente concluiu que uma grande nuvem de césio-137 a partir do desastre de Fukushima vai começar a fluir em águas costeiras dos Estados Unidos no início do próximo ano.

Simulações para o mar mostraram que a pluma de substâncias radioativas césio-137 liberada pelo desastre de Fukushima em 2011 poderia começar a fluir para as águas costeiras dos Estados Unidos a partir do início de 2014 e pico em 2016.

21. Está sendo previsto que níveis significativos de césio-137 vão chegar a todos os cantos do Oceano Pacífico no ano de 2020.

22. Está sendo previsto que todo o Oceano Pacífico em breve “ terá níveis de césio, de 5 a 10 vezes maior ”do que aquilo a que assistimos durante a era dos testes de bombas atômicas pesadas no Pacífico há muitas décadas.

23. As imensas quantidades de radiação nuclear que entram na água no Oceano Pacífico provocaram o ativista ambiental Joe Martino à emitir o seguinte aviso.

“Seus dias de comer peixes do Oceano Pacífico acabaram.”

24. O iodo-131, césio-137 e o estrôncio-90, que estão constantemente vindo de Fukushima vão afetar a saúde das pessoas que vivem no hemisfério norte por muito, muito tempo. Harvey Wasserman falou à respeito sobre isso.

O iodo-131, por exemplo, pode ser ingerido na tireóide, onde ele emite partículas beta (electrões) causando danos dos tecidos. A praga da tireóide danificada já foi relatada entre 40 por cento das crianças na área de Fukushima. Esse percentual irá ficar mais alto. Em jovens em desenvolvimento, poderá prejudicar o crescimento físico e mental. Entre os adultos uma gama muito ampla de doenças auxiliares, incluindo o câncer. O Césio-137 a partir de Fukushima que foi encontrado em peixes capturados na Califórnia, espalham-se por todo o corpo, mas tendem a acumular-se nos músculos. Meia-vida do estrôncio-90 é de cerca de 29 anos. Ele imita o cálcio e vai diretamente para os nossos ossos.
25. acordo com um recente relatório, a costa da Califórnia está sendo transformada em uma “zona morta”.

A costa da Califórnia está tornando-se uma zona morta.

Se você não foi para a praia da Califórnia, ultimamente, você provavelmente não sabe que as rochas estão estranhamente limpas – não há praticamente nenhuma alga, craca, ouriço do mar, etc.

As piscinas naturais são igualmente estranhas, desprovidas de caranguejos, caracóis ou qualquer outro sinal de vida.

Há dias em que estou duramente tentando encontrar até mesmo uma meia dúzia de gaivotas e / ou andorinhas do mar na praia.

Você ainda pode encontrar algumas gaivotas nas áreas de piquenique e próximas aos restaurantes (com áreas de estar ao ar livre) para a alimentação, é claro, mas não como anos atrás, onde os céus e todas as praias ficavam literalmente cheios de gaivotas e podíamos ouvir o som de seus gritos de dia e de noite …

Agora tudo está assustadoramente silencioso.

26. Um estudo realizado no ano passado chegou à conclusão de que a radiação do desastre nuclear de Fukushima pode afetar negativamente a vida humana ao longo da costa oeste da América do Norte, do México ao Alaska “por décadas”.

27. Segundo o Wall Street Journal, está sendo previsto que a limpeza de Fukushima poderá levar até 40 anos para ser concluída.

28. O Professor Charles Perrow (Yale) está advertindo que, se a limpeza de Fukushima não for tratada com 100% de precisão, toda o planeta estaria ameaçado “por milhares de anos“.

“As condições na piscina da unidade 4, a 100 metros do chão, são perigosas, e se qualquer toque entre as hastes, poderia causar uma reação nuclear que seria incontrolável. A radiação emitida a partir de todas estas hastes, se não forem continuamente frescas e mantidas sempre separadas, exigiria a evacuação das zonas circundantes, incluindo Tóquio. Por causa da radiação no local, e as 6.375 varas no tanque de armazenamento não poderiam ser continuamente refrigerados; toda a humanidade estará ameaçada, por milhares de anos . “

Você está começando a entender por que tantas pessoas estão tão profundamente preocupadas com o que está acontecendo em Fukushima?

Para muito mais sobre tudo isso, confira o vídeo Fukushima e o Fim da Humanidade, postado abaixo.


Fonte:https://osbastidoresdoplaneta.wordpress.com

UFOS ONLINE

Voa quinto protótipo do PAK FA T 50

A Sukhoi anunciou hoje que completou o primeiro voo de seu quinto protótipo do caça stealth T-50/PAK FA em Komsomolsk-on-Amur.

A aeronave movida pelos motores NPO Saturn 117 voou por 50 minutos e conduziu testes de estabilidade e do sistema de propulsão, disse a Sukhoi, acrescentando o relato do piloto de que o sistema da aeronave demonstrou um desempenho confiável.

Depois de completar os primeiros voos de teste, a aeronave irá se juntar a outras quatro aeronaves T-50/PAK FA para mais testes no centro de testes de voo da Rússia, nos arredores de Moscou, em Zhukovsky, disse a empresa.

O T-50/PAK FA voou pela primeira vez em 29 de Janeiro de 2010, e as cinco aeronaves iniciais já completaram mais de 450 voos, segundo a Sukhoi.

Abaixo segue o vídeo do primeiro voo do quinto protótipo:

Coreia do Sul: KAI propõe um KF-X menor

KFX-E (Concepção artística: Korean Aerospace Industries)

A Korea Aerospace Industries (KAI) está propôs um novo desenho para o programa KF-X da Coreia do Sul, a fim de cortar custos e os desafios técnicos, oferecendo o conceito para um caça monomotor.

O Projeto da KAI para o KFX-E deve ser mais barato para desenvolver e construir do que as propostas anteriores, apresentadas pela Agência para o Desenvolvimento de Defesa (Agency for Defense Development – ADD), principal defensora do KF-X.

O desenho apresentado é muito menor e afasta-se do desenho básico do Lockheed Martin F-35. O KFX-E pode oferecer a vantagem de minimizar a concorrência dos EUA com o stealth. Mas ele pode ter a Lockheed Martin ou outra propriedade intelectual dos EUA em seu design, expondo-o a um veto estrangeiro sobre as vendas ou até mesmo desenvolvimento.

Seul, provavelmente, irá considerar uma alternativa externa, como propostas ocidentais para um KF-X que incluiam o desenvolvimento de um F-16 de cauda dupla*, Eurofighter Typhoon e uma versão avançada do Boeing F/A-18E/F Super Hornet. Essas ofertas foram incluídas como transferência de tecnologia na licitação para o programa em separado F-X3.

A KAI passou da cooperação à concorrência com ADD. Por uma década, o fabricante era um empreiteiro de projeto de apoio da agência. Mas as autoridades do setor dizem que pelo menos alguns executivos KAI terem considerado um plano de longo prazo da ADD para desenvolver um bimotor como o Typhoon. O programa KF-X é muito ambicioso. Enquanto isso, o governo sul-coreano vem adiando repetidamente o lançamento do KF-X. Se o K-FX terá um futuro, este será só depois de 2020. Com a redução de custos, ao aceitar, um tamanho menor, provavelmente, melhoram as chances do programa.

O KFX-E passa a ser muito maior do que o T-50 Golden Eagle, com um peso vazio de 9,3 toneladas. Maior até mesmo do que as 8,9 toneladas do F-16, a partir do qual o T-50 é derivado, mas continua a ser muito menor do que duas propostas anteriores (C103 e C203), cada uma com cerca de 11 toneladas vazio.

FONTE: Aviation Week – Tradução e Edição: CAVOK

Iraque pressiona os EUA para receber seus F-16 e bombardeiros russos pousam na Venezuela

O governo de Bagdá quer a entrega imediata por parte dos EUA de drones e caças F-16 para combater os insurgentes da Al-Qaeda, que estão fazendo avanços rápidos no oeste do Iraque.

Washington concordou em agosto passado no fornecer um sistema de defesa integrada no valor de US$ 2,6 bilhões, incluindo caças F-16 caças, com entrega prevista para o Outono de 2014.

O primeiro-ministro, Nuri al-Maliki, que encontrará o presidente dos EUA, Barack Obama, em Washington na próxima semana, também solicitou drones para realizar vigilância aérea da fronteira do deserto do Iraque com a Síria.

O vice-conselheiro de Segurança Nacional, Safa al-Sheikh Hussein, disse que o Iraque precisa deles agora.

“A primeira coisa que o primeiro-ministro vai pedir é acelerar os processos para a entrega dos drones e dos F-16″, disse Safa al-Sheikh Hussein em entrevista à Reuters.

A resposta inicial dos EUA foi positiva, mas depende do tempo de entrega. (FONTE: Reuters)
Tupolev Tu-160 Blackjack (Imagem: RiaNovosti)
Já na Venezuela, Dois bombardeiros estratégicos Tupolev Tu-160 Blackjack partiram na segunda-feira – 28 de outubro – de uma base aérea no sudoeste da Rússia e pousaram, 13 horas depois, na Venezuela, conforme informou o Ministério da Defesa russo

Os bombardeiros com capacidade nuclear, decolaram da base aérea de Engels na região do Volga, voaram sobre o Caribe, Pacífico oriental e ao longo da costa sudoeste do continente norte-americano, pousando no aeroporto de Maiquetía, na Venezuela.

Segundo o ministério russo, os bombardeiros cobriram uma distância de mais de 10 mil quilômetros (mais de 6.200 milhas) ininterruptamente. Dois caças F-16 noruegueses, sob a bandeira da OTAN, acompanharam os bombardeiros ao longo do espaço aéreo norueguês.

O ministério informou que a missão faz parte de um programa de treinamento de combate. (FONTE: Ria Novosti)

Tradução: CAVOK

Crise dos EUA se amplia com revelações de espionagem na Espanha

Os Estados Unidos negaram que o presidente Barack Obama estava ciente da espionagem à chanceler alemã Angela Merkel, mas a tempestade diplomática prosseguia nesta segunda-feira com novas acusações envolvendo a Espanha.

De acordo com o jornal espanhol El Mundo, a Agência de Segurança Nacional (NSA) americana espionou 60 milhões de chamadas telefônicas no país entre dezembro de 2012 e janeiro de 2013, uma revelação que se soma a uma longa lista de países europeus espionados.

O ministério espanhol das Relações Exteriores convocou o embaixador dos Estados Unidos para dar explicações sobre as supostas escutas de autoridades espanholas reveladas na sexta-feira pela imprensa.

A Espanha pediu para que os americanos “facilitem o acesso a toda informação necessária sobre as escutas realizadas” no país, segundo um comunicado do ministério.

A mensagem, enviada ao embaixador americano James Costos, ressalta que tais “práticas são certamente n impróprias e inaceitáveis”.

A tempestade provocada pelas escutas da NSA na Europa continua a alimentar a polêmica nos países envolvidos, e mais particularmente na Alemanha, onde as revelações sobre a espionagem do celular da chanceler provocaram indignação.

De acordo com o jornal Der Spiegel, o programa de espionagem de Merkel pode ter começado em 2002.

Já o jornal alemão Bild am Sonntag, que citou fontes do serviço secreto americano, destacou que o diretor da NSA Keith Alexander havia informado Barack Obama sobre uma operação de espionagem das comunicações de Merkel em 2010.

Em um comunicado enviado domingo à noite à AFP em Washington, a NSA nega essas últimas acusações.

“O general Keith Alexander (diretor da NSA) não falou com o presidente Obama sobre uma suposta operação de inteligência que envolvia a chanceler Merkel e jamais falou de alguma operação que a envolvesse. As versões da imprensa que dizem o contrário não são corretas”, declarou Vanee Vine, uma porta-voz da agência.

Nesta segunda-feira, o Wall Street Journal afirmou, entretanto, que os Estados Unidos pararam com o programa de escutas depois de Barack Obama ser informado da existência da espionagem.

Sem comentar as últimas informações, a imprensa alemã continuou a expressar sua indignação contra os Estados Unidos e seu líder.

Em um editorial intitulado “O amigo escuta”, em referência aos cartazes de propaganda da Segunda Guerra Mundial, convidando os cidadãos a se manter alerta porque o “inimigo escuta”, o jornal Frankfurter Allgemeine Zeitung (FAZ) comparou os Estados Unidos a uma “potência de ocupação digital”.

“A superpotência americana deve aprender a ser mais fiel e justa com seus parceiros e amigos”, considerou o jornal conservador Die Welt.

A classe política, apesar de se dizer chocada, tem dificuldades para agir de forma clara nesta crise. Alguns pedem a suspensão das negociações de um acordo de livre comércio entre a União Europeia e os Estados Unidos, mas Merkel se posicionou contra a tal movimento na semana passada.

Da mesma forma, alguns partidos da oposição (Verdes, o radical Die Linke de esquerda) desejam convocar uma sessão especial do Bundestag, ou pedem a abertura de inquérito parlamentar, e até uma audiência com o ex-consultor da NSA, Edward Snowden como testemunha, mas o seu peso político é pequeno para que realmente seja levado em conta.

A Alemanha enviará esta semana para os Estados Unidos uma delegação de representantes de alto nível dos seus serviços de inteligência para “avançar em discussões com a Casa Branca e a NSA sobre as acusações recentemente citadas”, segundo o porta-voz da chancelaria, Georg Streiter .

Uma delegação do comitê das liberdades cívicas do Parlamento Europeu também deve viajar aos Estados Unidos, a partir de segunda-feira e até quarta-feira.

“Os sujeitos a serem discutidos com as autoridades americanas incluem o impacto dos programas de espionagem (Prism e outros) sobre os direitos fundamentais dos cidadãos da UE, particularmente o direito à vida privada”, segundo um comunicado do PE.

A delegação anunciou várias reuniões com os americanos, mas não “recebeu nenhuma resposta ao pedido de encontro entre os deputados e o diretor da NSA, o general Keith Alexander”, indicou a mesta fonte.

AFP

Rússia considera o Brasil um parceiro estratégico

Sistema Pantsir S-1 será usado para reforçar esquema de segurança durante eventos esportivos no Brasil

A delegação militar russa, chefiada pelo ministro da Defesa, Sergei Shoigu que visitou o Brasil e o Peru com o tema principal de negociações sobre o fornecimento de armas no valor total de cerca de US$ 1,7 bilhões, demonstrou que a Rússia está a fortalecer a sua posição no mercado de armas na América Latina.

No Brasil, as autoridades russas e brasileiras combinaram assinar os contratos discutidos anteriormente para o fornecimento de sistemas de defesa antiaérea Panzir-S1 e individuais Igla 9K38, no valor de mais de um bilhão de dólares. Além da compra dessas armas, com assinatura prevista para meados de 2014, o ministro da Defesa brasileiro, Celso Amorim, anunciou um outro passo importante no estreitamento da cooperação militar com a Rússia, a possibilidade de o Brasil participar no desenvolvimento do mais avançado jato militar do mundo neste momento, o Sukhoi T-50. Outro assunto que passou a fazer parte das conversas entre o Brasil e a Rússia na área militar é a aquisição de caças Su-35, incluindo a possível transferência de tecnologia para a sua produção, visando substituir os atuais Mirage 2000.
A atividade por parte russa fica baseada no movimento do Brasil para suspender a execução do contrato assinado para a compra dos caças americanos F- 18, no valor de cerca de US$ 4 bilhões. A medida foi provocada pelo escândalo sobre a espionagem pela Agência de Segurança Nacional dos Estados Unidos (NSA) a presidente brasileira Dilma Rousseff, ao governo e as empresas públicas. No entanto, de acordo com a imprensa brasileira, o problema é que é impossível voltar a incluir a Rússia no programa F-X2, devido a Sukhoi Design Bureau ter saido da primeira etapa dele. Então, se encerrar o F-X2 e iniciar um novo programa, o F-X3, isto poderia causar danos à reputação brasileira e possivelmente provocar um conflito diplomático, opina um jornal brasileiro.

O programa F-X2 inclui agora, formalmente, três aeronaves rivais: Rafale da empresa francesa Dassault, o F-18 Super Hornet da americana Boeing e o Gripen NG da sueca Saab. Em 2008, o Ministério da Defesa do Brasil recusou três participantes: F-16 Fighting Falcon da Lockheed-Martin, o Eurofighter Typhoon do consórcio Eurofighter e o Su-35 da Sukhoi russa.

A Rússia, inspirada com o Brasil por não ter assinado o contrato com os americanos, pretende agora vender seu caça Su-35, oferecendo o desenvolvimento conjunto da aeronave da quinta geração T-50. Este caça é caracterizado pelo alto índice de informatização a bordo e pelo chamado voo furtivo, ou seja, capaz de escapar aos radares possuindo a tecnologia “stealth”. De acordo com os planos do governo russo, os aviões vão começar a chegar para Força Aérea Russa em 2016.

A Rússia já tem a experiência de desenvolvimento conjunto do T-50 com a Índia. De acordo com os representantes da empresa indiana Hindustan Aeronautics Limited (HAL), que está realizando a construção do caça, as partes concluíram o projeto preliminar do avião, provisoriamente chamado de FGFA. As negociações estão em andamento sobre os seus detalhes. Sem ser a Rússia, que tem neste momento cinco protótipos desse caça em teste, apenas os EUA possuem um aparelho similar, o F-22 Raptor.
” As nossas propostas são de caráter sistêmico e complexo”, disse Igor Korotchenko, o editor chefe da revista russa Defesa Nacional. “Os sistemas de armas de defesa aérea que estão sendo oferecidos ao Brasil são armas muito eficazes, de acordo com suas características de desempenho, e podemos supor que, com alta probabilidade de que o Brasil assine o contrato. Quanto às propostas para a produção conjunta do Su-35 e para o desenvolvimento do T-50, ninguém, exceto a Rússia, fará uma proposta similiar aos brasileiros. Nenhum país ocidental nunca vai oferecer tal pacote de opções com a transferência de tecnologia. Significa dizer que a Federação Russa considera o Brasil um parceiro estratégico”, concluiu Korochenko.

Neste contexto, os brasileiros poderiam nomear um novo concurso para a compra de aviões de caça.

Digno de nota, de que a Força Aérea do Brasil já tem os helicópteros russos de ataque Mi-35, outro grupo dos quais foi entregue para o país pela Rússia em agosto, sob o contrato com Rosoboronexport. Além disso, durante a visita da presidente Dilma Rousseff no ano passado, a Russian Helicopters, assinou o primeiro contrato para fornecer sete helicópteros Ka-62 para a empresa brasileira Atlas Táxi Aéreo. Este helicóptero de transporte ganhou o concurso da petrolífera nacional brasileira Petrobras.
A delegação russa, que, além de ministro da Defesa, Shoigu, incluiu Alexander Fomin, o chefe do Serviço Federal para Cooperação Militar e Técnica, e Anatoly Isaikin, o chefe da Rosoboronexport, a empresa russa exportadora de armas, também visitou o Peru que pretende comprar aa Rússia, 110 tanques T-90S e carros de combate BTR-80A, no valor de cerca de US$ 700 milhões, de acordo com o jornal Kommersant.

“Esta é uma visita importante, os nossos Exército e Força Aérea, inicialmente, surgiram com a colaboração e apoio logístico da ex-União Soviética, que é hoje a Rússia”, disse o ex-ministro da Defesa e deputado peruano, Daniel Mora. Ressaltou a importância do rearmamento do Peru e da cooperação com a Rússia no domínio das tecnologias avançadas, incluindo as espaciais.

FONTE: Pravda

VÍDEO: FAB libera documentos sobre OVNIs no RS

Segundo matéria exibida pela RBS TV e replicada no YouTube, a FAB liberou documentos sobre OVNIs do Rio Grande do Sul.

Veja o vídeo:


Cavok

Exercício Passex entre a Marinha do Brasil e a Marinha chinesa – PLA Navy

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A bordo do NPaOc Apa suspendendo da BNRJ
Por Luiz Padilha
destaqueNo último sábado, 26 de outubro, a Marinha do Brasil realizou um exercício com os navios da Marinha chinesa – PLA Navy, que estavam em visita à cidade do Rio de Janeiro.
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Navio de Patrulha Oceânico Apa P 121
Por volta das 8:30h, o navio de patrulha oceânico Apa P 121, suspendeu rumo ao ponto de encontro com os outros navios participantes do exercício. Na saída, foi possível observar a chegada ao Rio de Janeiro da fragataRademaker F 49, que retornava dos Estados Unidos, onde operou junto à US Navy.
Fragata-Rademaker
Fragata Rademaker F 49
Após o NPaOc Apa, foi a vez da fragata Constituição F 42 suspender, levando a bordo o contra-almirante Biasoli, Comandante da 2ª Divisão da Esquadra, para o exercício Passex com a Marinha chinesa.
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FFG-573-Liuzhou
O primeiro navio chinês a suspender, foi o navio Multipropósito Poyanghu 882, que seguiu direto rumo à Argentina. Em seguida, a fragata Liuzhou FFG-573 e na sequência o destroyer Lanzhou DDG-170.
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O destroyer Lanzhou lidera a formação. Na sequência, a Constituição e o Liuzhou
Após o “rendevouz” dos navios no ponto determinado, ocorreram Manobras Táticas entre as duas Marinhas, o que gerou enorme expectativa, pois não há o costume de operarem juntas. Várias formações foram executadas e o que se viu, foi uma excelente coordenação entre as Marinhas.
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FFG-573-Liuzhou com o hangar aberto entrando e formação

Os navios se posicionaram em FORM ÍNDIA e neste momento, o helicóptero chinês Harbim Z-9, decolou para a realização de várias passagens junto aos navios, demonstrando sua versatilidade e realizando o “cross-deck” na fragata Constituição. Na sequência, o helicóptero UH-13 do esquadrão HU-1, realizou o cross-deck a bordo do destroyer Lanzhou DDG-170.
FFG-573-Liuzhou-Passex-5Fragata-Constituição-Passex-1passex-6
Harbin-Z-9
Harbin-Z-9
Harbin-Z-9-2
Harbin-Z-9
Harbin-Z-9-4
Harbin-Z-9
Helicóptero UH-13 do esquadrão HU-1
Helicóptero UH-13 do esquadrão HU-1
Após o pouso das aeronaves, os navios se separaram, para o início da faina Light-line, onde os navios precisam navegar lado a lado, na mesma velocidade e rumo, mantendo uma distância de até 12 metros entre eles, para que um cabo seja passado e na sequência cargas leves possam ser transferidas entre os navios.
FFG-573-Liuzhou-Passex-29
FFG-573-Liuzhou
FFG-573-Liuzhou-Passex-12FFG-573-Liuzhou-Passex-15FFG-573-Liuzhou-Passex-3
Apesar de parecer uma faina simples, o Light-line se não for bem executado, pode acabar em acidente, como o abalroamento entre os navios, onde vidas correm risco, além do prejuízo que este tipo de acidente pode acarretar.
FFG-573-Liuzhou-Passex-23
Início do Light Line
FFG-573-Liuzhou-Passex-24
Lançamento da retinida
Passex-APA-18
Faina em andamento
Passex-APA-16
CC Considera observa a faina
FFG-573-Liuzhou-Passex-21
Comte chinês observando o APA
FFG-573-Liuzhou-Passex-25
Faina em andamento
Passex-APA-6
Imediato no APA – CC Godoy
Passex-APA-19
Lembrança do GT chinês
Passex-APA-17
Comte do APA – CC Considera
DDG-170-Passex-8
DDG 170 Lanzhou
passex-9DDG-170-Passex-2DDG-170-Passex
Apesar do mar estar em condições força 6, o exercício de ataque aéreo que seria executado pelo Esquadrão VF-1 e pelo Esquadrão HS-1, acabaram não ocorrendo.
Assim, os navios se despediram com os chineses seguindo rumo à Argentina e os brasileiros retornando para a Base Naval do Rio de Janeiro.
Defesa Aérea & Naval