sábado, 30 de novembro de 2013

Ucrânia e sua Rejeição a Pertencer a União Europeia - O que a Mídia Corporativa não Conta

Contra o “império anglo-sionista”!

Esta semana, a imprensa-empresa ‘ocidental’ só noticiou “manifestações” na Ucrânia a favor da ‘integração’ na União Europeia. Como se algum "povo ucraniano" tivesse saído repentinamente às ruas, em massa, para exigir o contrário do que seu governo fizeram na véspera e que tantos haviam festejado tanto.

Como hoje se vê afinal, as matérias de anteontem eram a festa da manifestação de alguns mais bem informados que não querem saber da União Europeia; e (b) as matérias que os jornalões-emprensas divulgaram ontem e hoje são manifestação de vastíssimos interesses apostados a favor da ‘integração’ da Ucrânia na UE. As matérias 'jornalísticas' de ontem e hoje foram vendidas como se fossem fatos e jornalismo, mas não passaram de desinformação ‘jornalística’, informação mal investigada, mal pesquisada e mal construída, pura ânsia de ‘pôr texto’ (qualquer-merda) em imagens espetaculosas
de ‘manifestações’ de meia dúzia de gatos pingados arrastados pelas ruas (e para a fotografia de espetacularização).

Agora felizmente, The Saker tira a surdina do piston e põe as coisas no lugar. Não traduzimos, por absoluta falta de tempo, a maravilhosa introdução sobre a história da Ucrânia, que o postado oferece. Contra o “império anglo-sionista”!

O excerto que aí vai, explica com riqueza de informação o que está em discussão, mesmo na Ucrânia hoje. E como é discutido sobre a ‘anexação’ pela via de um acordo comercial leonino, de um país ainda governado por oligarquia safada, por um bloco continental comercial riquíssimo (que o autor chama corretamente de “império anglo-sionista”), é assunto muito, muito importante, para todos os pobres do mundo. Grande Saker!

NÃO LEIA JORNAIS do grupo GAFE (Globo-Abril-FSP-Estadão). Desligue a Globo.
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Do que realmente se trata?

A resposta curta é que se trata do futuro da oligarquia ucraniana. A resposta mais complexa é que se trata, aqui, do que o ocidente pode ganhar por cooptar a oligarquia ucraniana para a esfera de influência ocidental. Na prática, significa que enquanto o ocidente concordar em manter no poder os oligarcas, o ocidente pode extrair da Ucrânia vantagens realmente grandes, como um mercado para bens da União Europeia, mão de obra barata, a possibilidade de o ocidente plantar forças da OTAN na Ucrânia (sem ter, para isso, de admitir a Ucrânia na OTAN). E, o mais importante: uma garantia muito sólida de que o ocidente poderá ditar seus termos à oligarquia ucraniana que ficará sem alternativa que não seja hiper-obedecer ao que o ocidente exija. Além do mais, o ocidente vê tudo isso como jogo de soma-zero: se o ocidente ganha, a Rússia perde.

Embora absolutamente não seja catastrófico, o rompimento dos atuais laços econômicos que ligam Rússia e Ucrânia feririam mais gravemente a Rússia, pelo menos no curto prazo. Além disso, o ocidente também crê que a associação à União Europeia impediria, desde já, qualquer integração posterior entre Rússia e Ucrânia. Parece-me que isso faça razoável sentido, simplesmente porque nenhuma integração entre Ucrânia e Rússia é ou será possível, enquanto os oligarcas ucranianos que hoje estão no poder lá continuarem.
Qual o real objetivo do império anglo-sionista, na Ucrânia?

Pouco antes de Barack Obama livrar-se dela, Hillary Clinton fez um comentário espantosamente franco sobre quais seriam os reais objetivos do Império no Leste da Europa. Disse que:

“Há um movimento para re-Sovietizar a região. Não terá esse nome. Vai ser chamado de União Aduaneira, União Eurasiana e coisas assim. Mas não nos deixemos enganar. Sabemos qual é o objetivo e estamos tentando conceber meios efetivos para conter o movimento ou impedi-lo.”[1]

Simples, clara e direta. Até a expressão “re-Sovietizar” mostra que Hillary e praticamente todas as elites ocidentais, ainda estão completamente empacadas no paradigma de uma Guerra Fria segundo o qual todos os movimentos que os russos façam são fatais e necessariamente ‘do mal’; e que o ocidente e a Rússia estão empenhados em jogo de soma zero. Pela lógica dessa gente, se a Rússia perder, não importa o que perca, o resultado é altamente desejável para o ocidente.

E que melhor modo haveria para o Império – que quer “conter ou impedir” qualquer integração entre Rússia e Ucrânia –, que oferecer à oligarquia ucraniana um acordo de associação com a União Europeia, que nada custaria à União Europeia e que inevitavelmente, dispararia uma guerra comercial entre Rússia e Ucrânia?

Objetivos russos na Ucrânia

Os objetivos russos na Ucrânia são bem claros. Primeiro, a Rússia entende que uma união aduaneira com a Ucrânia beneficiaria os dois países. Segundo, a Rússia também espera que com o tempo, tal união mutuamente benéfica, servirá para desinflar sentimentos antirrussos (sempre ativos e estimulados pelas elites políticas ucranianas) e que a Ucrânia pode vir a ser membro da futura União Eurasiana. Terceiro, considerada a amarga experiência que teve com países da Europa Central, estados do Báltico e a Geórgia, a Rússia espera, sem dúvida, impedir que a Ucrânia converta-se em colônia do Império Anglo-sionista na Europa. Por fim, a maioria dos russos crê que russos e ucranianos são ou uma só nação ou, no mínimo, duas “nações irmãs” que partilham uma história comum e cuja inclinação natural é viver em amizade e solidariedade.

Os objetivos russos na Ucrânia são realistas?

Ironicamente, a Rússia encara exatamente o mesmo problema na Ucrânia, que o Império Anglo-sionista: a Ucrânia nas atuais fronteiras, é criação absolutamente artificial. Praticamente não há quem discorde de que a Ucrânia Ocidental e a Ucrânia Oriental têm objetivos quase exclusivamente opostos. Em todos os planos – da língua, da economia, da política, história, cultura – as partes oeste e leste da Ucrânia são absolutamente diferentes uma da outra. O centro e a capital Kiev, é uma mistura de leste e oeste; e o sul é entidade cultural única, diferente e ainda mais diversa que o resto do país.

Algum estrategista de poltrona poderia sugerir que a solução ‘óbvia’ seria dividir a Ucrânia em duas ou mais partes e deixar que cada parte escolhesse o que bem entendesse, mas essa ‘solução’ tem duas grandes dificuldades: primeiro, partir em pedaços um país artificialmente configurado é coisa extremamente perigosa de fazer (lembrem a Bósnia ou Kosovo!); e segundo, não há absolutamente meio algum de conseguir que o ocidente e seus fantoches ucranianos nacionalistas aceitem essa ‘solução’ (eles insistem até, que a Península da Crimeia seria parte natural eterna da Ucrânia... apesar de ter sido doada por Khrushchev à República Socialista Soviética Ucraniana, em 1954).

Além de tudo isso, creio que se devem necessariamente analisar muito mais a fundo as consequências de uma integração da Ucrânia à Rússia,antes de mergulhar em conclusões. Se de fato, a Ucrânia é uma “grande Bósnia”, fará sentido para a Rússia trazer essa “grande Bósnia” para junto de sua até aqui muito próspera união com Bielorrússia, Cazaquistão e outros países do leste? Não argumento contra a evidência histórica bem clara que mostra que a Ucrânia, a Bielorrússia, o Cazaquistão são partes de um só corpo histórico/cultural. O que estou dizendo é que a parte ucraniana desse corpo está acometida de uma forma muito perigosa de gangrena e que não vejo meio pelo qual a Rússia e o restante da (futura) União Eurasiana poderiam curar essa parte doente.

Embora alguns segmentos da economia ucraniana interessem potencialmente à Rússia, a maior parte é desastre absoluto, sem qualquer chance de reforma. Politicamente, a Ucrânia é um desastre em câmera lenta, onde políticos corruptos combatem uns contra os outros pela chance de pôr as mãos no dinheiro e no apoio dos oligarcas locais e de seus patrões ocidentais. Socialmente, a Ucrânia é uma bomba-relógio que explodirá, mais cedo ou mais tarde; e, embora a Rússia possa continuar a ‘resgatar’ a economia ucraniana com empréstimos sobre empréstimos, a coisa não pode durar para sempre. Por fim, a Ucrânia ocidental é uma placa de Petri onde se reproduzem todas as bactérias da histeria russofóbica, muitas vezes mediante propaganda claramente neonazista, que jamais aceitará qualquer acordo com os odiados Moskals (russos, ou “moscovitas” pelo léxico nacionalista).

O que há de mais assustador, é que a atual configuração da Ucrânia está fadada ao desastre, não importa quem prevaleça – o governo de Yanukovich ou a oposição.

Basta ver o que os ‘liberais’ e os ‘democratas conseguiram no governo dos oligarcas de Ieltsin: a economia russa foi ao colapso, o país quase rachou em várias pequenas partes, ‘chefões’ mafiosos controlavam toda a economia subterrânea, e oligarcas judeus literalmente pilharam a riqueza da Rússia e a realocaram no exterior, enquanto a imprensa-empresa estava ocupadíssima convencendo o povo russo de uma quantidade imensa de mentiras e delírios. Hoje, exatamente o mesmo tipo de gente está comandando o espetáculo na Ucrânia.

A grande diferença

Se examinar o que aconteceu nos últimos 20 anos, vê-se logo que a Ucrânia meteu-se no atual pesadelo; e que Rússia, Bielorrússia e Cazaquistão saíram-se muito melhor. A explicação passa por três palavras: Nazarbaev,[2] Putin, Lukashenko.[3]

Pus Nazarbaev em primeiro lugar, porque sempre foi a favor da integração com a Rússia e seus aliados – o Cazaquistão jamais quis de fato ser independente e foi literalmente empurrado para fora por Ieltsin e seus aliados ‘democráticos’ Kravchuk e Shushkevich.

Putin só apareceu na cena política uma década depois de Nazarbaev ter tentado e feito tudo que pôde para manter um país pós-soviético único. E Lukashenko é personalidade complexa e excêntrica, que segue política estranhíssima em relação à Rússia: quer integrar a Bielorrússia com a Rússia fortemente orientada para o mercado, ao mesmo tempo em que mantém a Bielorrússia, economia e sociedade, numa situação de país “neo-soviético”.

Justamente pelas muitas diferenças que os separam, Nazarbaev, Putin e Lukashenko emergiram como três poderosas figuras que conseguiram pôr sob controle os respectivos oligarcas locais e, assim, impediram que seus países fossem convertidos em colônias anglo-sionistas. Mas na Ucrânia não emergiu nenhum real líder local: todos, absolutamente todos os políticos ucranianos são piada, perfeitos fantoches nas mãos de interesses privados.

“Escolha civilizacional” para a Ucrânia? E vitória de Pirro para a Rússia?

Há quem na imprensa-empresa ocidental, esteja apresentando a decisão de Yanukovich, de descartar quaisquer outras negociações sobre a associação à União Europeia, como enorme vitória estratégica para Putin e a Rússia. Pessoalmente, discordo. Embora seja verdade que graças a essa decisão Yanukovich conseguiu adiar o colapso da economia ucraniana, o movimento não passa de tática de adiamento, sem qualquer modificação substancial. Além do mais, por mais que seja vital para a Ucrânia não romper seus atuais laços econômicos com a Rússia, o mesmo não é verdade para a Rússia, sobretudo no longo prazo. Claro que um colapso econômico da Ucrânia seria péssimo também para a Rússia, que não precisa de seu vizinho gigante despencado para um “cenário bósnio”, com o perigo da Rússia ser também arrastada no turbilhão, o que quase inevitavelmente aconteceria. Sim, mas... ter conseguido evitar o desastre iminente na Ucrânia não é bem o que se pode chamar de “vitória estratégica” para Putin.

Pode-se argumentar que a melhor opção para a Rússia seria tomar uma tesoura gigante e cortar o mapa ao longo da fronteira entre Rússia e Ucrânia, extrair dali o país e realocá-lo em algum ponto no meio do Oceano Pacífico. Não sendo isso possível, a segunda melhor coisa a fazer seria a Ucrânia se autorrecortar em seus componentes naturais e integrar a Ucrânia do Leste à União Eurasiana. Infelizmente, essa segunda via é tão impossível quanto a primeira. O que resta então para a Rússia? Qual a opção “menos ruim”, da qual a Rússia pode tentar fazer o melhor uso possível? Exatamente o que está fazendo hoje: tentando impedir um colapso total da economia ucraniana, ao mesmo tempo em que faz votos para que apareça por lá algum “Putin ucraniano”.

Um “Putin ucraniano” teria de ser alguém cuja prioridade absoluta fosse varrer do país os oligarcas ucranianos; imediatamente depois disso, teria de indicar claramente aos anglo-sionistas que não são
bem-vindos, com suas ambições de senhores coloniais; e em terceiro lugar, trabalhar para conseguir o melhor acordo possível para o povo ucraniano, numa futura União Eurasiana. Até aqui, não se vê nem sinais de que figura desse tipo esteja emergindo na Ucrânia.

Em resumo, sim: a decisão de último minuto, pela qual Yanukovich mudou de ideia e rejeitou a associação de seu país à União Europeia é boa notícia para a Ucrânia e para a Rússia, mas não se pode dizer que seja ‘vitória’ para Putin ou para a Rússia.

Primeiro, eu não descartaria completamente a possibilidade de que Yanukovich mude novamente de ideia (é homem sem princípios ou valores e muda de ideia como muda de camisa). Segundo, já vimos que o Império está em surto alucinado de raiva e fúria por conta do recente revés que sofreu; e EUA e União Europeia não pouparão esforços para orquestrar outra revolução em Kiev, Ucrânia. O mesmo vale para a oposição ucraniana, que receberá agora quantia imensa de dólares do ocidente, para criar o maior caos possível. Quanto ao povo ucraniano... só lhe restará a opção de se manifestar em pesquisas de opinião que lhe perguntam a pergunta errada.

Por fim, enquanto a atual oligarquia ucraniana permanecer no poder, não há como alimentar esperanças de qualquer melhoria significativa, nas condições de suplício em que vivem a Ucrânia e seu povo.

Blog Anti Nova Ordem mundial

Vídeo – Mig-29 e SU-27 filmados com a GoPro2


Vídeo feito pela câmera GoPro2 montada no leme de um Mig-29 e no Cockpit de um SU-27 do grupo Russian Knights durante uma exibição aérea. Vídeo extremo com uma velocidade de 1.000 Km/h e força 6Gs.

Thales e Arianespace anunciarão contrato no Brasil, diz mídia


A fornecedora francesa do setor aeroespacial Thales e a empresa de transporte Arianespace anunciarão um contrato de satélite 400 milhões de dólares no Brasil em dezembro, publicou o semanal francês La Tribune.

O contrato com a Visiona, controlada pela Embraer e pela Telebras, deverá ser anunciado durante uma visita do presidente francês, François Hollande, ao Brasil, de acordo com a notícia, sem informar fontes. Um porta-voz da Thales não comentou o assunto.

Contrato para construção do satélite brasileiro

A Telebras e a Visiona Tecnologia Espacial assinaram no dia (28) o contrato para executar o projeto do Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC). O acordo, no valor de R$ 1,3 bilhão, prevê a entrega do sistema no final de 2016. A Visiona é uma joint-venture da Embraer e da Telebras.

A Visiona, que teve sua criação aprovada pelo Cade em 31 de outubro de 2012, tem 51% de seu capital contrado pela Embraer e 49% pela Telebras. A empresa tem o objetivo inicial de atuar na integração do sistema do Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC) do governo brasileiro, que visa a atender às necessidades de comunicação por satelite do governo federal, incluindo o Programa Nacional de Banda Larga (PNBL).

Segundo o governo, a aquisição de um satélite próprio para as comunicações civis e militares brasileiras é uma decisão estratégica para garantir a soberania nacional. Atualmente, os satélites que prestam serviço no Brasil são controlados por estações que estão fora do país ou tem o controle de empresas de capital estrangeiro. “Em qualquer dos casos há riscos de acontecer interrupções dos serviços em uma situação de conflito internacional ou decorrente de outros interesses políticos ou econômicos, explica nota divulgada pelo Ministério das Comunicações.

A construção do satélite brasileiro também é considerada estratégica para assegurar o fornecimento de internet banda larga aos municípios distantes e isolados, onde não chega a rede terrestre de fibra óptica. Atualmente, existem mais de 2 mil municípios brasileiros com condições de difícil acesso para a chegada de uma rede de fibra óptica terrestre.

defesa net

“Super computador” em uma caixa de biscoito


Como você constrói um super computador em uma caixa de biscoito?

Isso resume o desafio de criar um sistema de radar pequeno, super sensível e super resistente como o radar Raven ES-05 para o Gripen E, que está sendo produzido pela Selex ES.

“O grande desafio de um sistema de radar é que ele combina desafios mecânicos, desafios elétricos, desafios de software e desafios físicos de todos os tipos, tudo em um volume muito pequeno, em um ambiente muito exigente. E você tem que construir basicamente um super computador em uma caixa de biscoito “, disse Mark Smith, vice-presidente de tecnologia da Selex ES.

FONTE: Gripenblog

EUA querem que voos atendam pedido chinês

Governo Obama notificou companhias para que avisem autoridades chinesas sobre voos em nova área de defesa.

Objetivo seria evitar a ocorrência de acidentes. Pequim estabeleceu nova área de defesa em território contestado.

O governo dos EUA decidiu notificar as companhias aéreas do país para que atendam ao pedido da China de dar informações a respeito de aviões que sobrevoem a zona de defesa aérea recém-declarada por Pequim no mar do Leste da China.

A informação, com base em fontes anônimas, foi divulgada pelo jornal “The New York Times”. O governo não a confirmou oficialmente. O objetivo da recomendação seria não colocar em risco a segurança de aeronaves.

Os EUA não pretendem reconhecer a medida tomada pelos chineses no último fim de semana, que de forma unilateral ampliaram sua zona de defesa aérea para uma área reivindicada também por Japão e Coreia do Sul.

Pequim exige que aeronaves passem a lhe informar ao entrar no território. O Pentágono, porém, informou que aviões militares não levarão em conta a zona de defesa. “Vamos continuar a cooperar com nossos parceiros e operar nessa área normalmente”, afirmou o porta-voz militar Steve Warren.

Ontem, a China enviou caças para vigiar os aviões militares dos EUA e do Japão que entraram na zona aérea.

“Os aviões foram enviados para um controle eficaz”, informou a agência estatal Xinhua, citando o porta-voz da Força Aérea Shen Jinke.

A ação é uma resposta aos dois aviões americanos e dez japoneses, incluindo caças F-15, que sobrevoaram a região nesta semana. Japão e Coreia do Sul sobrevoaram a zona com aviões militares, informaram os dois países na quinta-feira.

Washington, por sua vez, também mandou dois bombardeiros B-52 para o espaço aéreo reivindicado pela China, em um sinal de apoio ao aliado Japão.

Nenhuma dessas aeronaves foi informada à China, conforme o procedimento exigido por Pequim.

O vice-presidente dos EUA, Joe Biden, visitará a China, o Japão e a Coreia do Sul na próxima semana, para tentar aliviar as tensões sobre a questão, informaram altos funcionários do governo.

Uma missão de patrulha chinesa, realizada na quinta-feira, foi “uma medida defensiva e em linha com práticas comuns internacionais”, segundo a agência estatal chinesa Xinhua. O porta-voz do Ministério da Defesa, Yang Yujun, disse que era “incorreto” sugerir que a China atacará aeronaves que entrem na zona sem se identificar.

FONTE: Folha de São Paulo

Londres acha “legítimo” explorar petróleo nas Malvinas após ameaça argentina

Londres, 29 nov (EFE).- O Governo britânico considerou nesta sexta-feira “totalmente legítima” a exploração de petróleo nas Malvinas após as ameaças da Argentina de impor penas de prisão e multas às petrolíferas que operam nas ilhas.

Um porta-voz do “Foreign Office” disse aos meios de comunicação que as atividades de hidrocarbonetos em águas das Malvinas sob soberania britânica são “legais” e estão sob o controle do Governo das ilhas. A fonte respondeu assim à decisão do Congresso argentino de aprovar uma legislação que contempla a imposição de sanções às companhias e pessoas implicadas na exploração ilegal de hidrocarbonetos na plataforma continental argentina, que para Buenos Aires inclui as ilhas Maldivas.

A legislação fixa também penas de prisão de até 15 anos, multas equivalentes ao valor de 1,5 milhão de barris de petróleo, a proibição para que pessoas e companhias possam operar na Argentina e o confisco de equipes e qualquer hidrocarboneto que tenha sido extraída ilegalmente, informou a embaixada argentina em Londres em comunicado emitido à Agência Efe. No entanto, um porta-voz do ‘Foreign Office’ especificou que “as atividades de hidrocarbonetos por parte de qualquer companhia que opera na plataforma continental das ilhas Falklands (como os britânicos chamam as Malvinas) são reguladas pelo Governo das ilhas Falklands, em virtude da Convenção das Nações Unidas sobre a Lei do Mar”, por isso que insistiu “estas atividades são totalmente legítimas e legais”. Além disso, o porta-voz reiterou o apoio do Reino Unido ao direito dos malvinenses de desenvolver seus recursos naturais para seu benefício econômico, como parte de seu direito de autodeterminação.

“A legislação interna argentina não se aplica nas ilhas Falklands, South Geórgia e as ilhas South Sanduíche (também reivindicadas pela Argentina), que são territórios de ultramar do Reino Unido”, ressaltou a fonte. Após anos de exploração e o primeiro descobrimento em maio de 2010, o ouro negro começará a ser extraído das Malvinas na zona conhecida como Seja Lion, em águas ao norte das ilhas, cerca de 216 quilômetros do litoral, pela companhia petrolífera Premier Oil.

A embaixada argentina em Londres informou que enviou mais de 200 cartas a companhias involucradas direta ou indiretamente nas atividades petrolíferas em Malvinas para advertir que estão submissas a medidas civis e criminosas em virtude das leis que regulam estas atividades, incluindo as de proteção meio ambiental. A nota acrescenta que o Governo argentino rejeitou e protestou contra todas as tentativas de Londres de autorizar a exploração de hidrocarbonetos na área da plataforma continental da Argentina.

A Argentina pede ao Reino Unido que inicie uma negociação sobre a soberania das ilhas, que reivindica desde 1833, mas Londres considera que não aceitará sem o consentimento dos malvinenses. Em março, quase 100% dos habitantes das ilhas -com uma população de quase 3 mil pessoas- votou em um referendo a favor de manter a soberania britânica, mas a consulta foi considerada ilegal por Buenos Aires. Os dois países se enfrentaram em 1982 em uma guerra pela posse das ilhas, que terminou com a rendição argentina em 14 de junho de 1982.

FONTE: Portal R7

EUA ampliam para China, Índia e Coreia isenção de sanções contra Irã

WASHINGTON – O Departamento de Estado norte-americano ampliou em seis meses o esquema que desobriga países como China, Índia e Coreia do Sul a impor sanções contra o Irã, em troca da redução das compras de petróleo iraniano por essas nações, segundo comunicado na sexta-feira.

A legislação norte-americana de sanções contra o programa nuclear do Irã exige que o Departamento de Estado avalie se os consumidores de petróleo do Irã reduziram suas compras.

A decisão sobre a liberação às sanções ocorre mesmo depois de que os EUA e outras cinco potências concordaram, em Genebra, em reduzir as restrições a recursos congelados do Irã, em troca de avanços por parte de Teerã rumo a uma redução de seu controverso programa nuclear.

Esse sistema, que o Departamento de Estado chama de exceção, significa que os bancos nos países consumidores não enfrentarão o risco de serem cortados do sistema financeiro dos Estados Unidos nos próximos seis meses.

"Continuaremos a impor agressivamente nossas sanções nos próximos seis meses, enquanto trabalhamos para determinar se existe uma solução abrangente que nos dê a confiança de que o programa nuclear iraniano é para fins exclusivamente pacíficos", disse o secretário de Estado, John Kerry, em comunicado.

Desde o início do regime de sanções em 2012, todos os 20 clientes de petróleo do Irã se qualificaram para esse sistema. Mas, apesar do acordo de Genebra, os Estados Unidos se reservam o direito de sancionar qualquer país consumidor de petróleo que aumente suas compras.

UOL Notícias

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Presidente afegão desafia Obama e põe em risco pacto de segurança com EUA

Recusa em firmar acordo com americanos leva mais incerteza ao Afeganistão. Analistas veem comportamento de Karzai como manobra para tentar manter influência política sobre o destino do país.

É um jogo arriscado, e as apostas dificilmente poderiam ser mais altas. O Afeganistão perderia bilhões de dólares em ajuda militar e econômica, enquanto os Estados Unidos se arriscariam a deixar o país no caos, depois de gastarem 12 anos e perderem 2.300 vidas no campo de batalha.

Nos últimos meses, a relação entre EUA e Afeganistão, que já vinha se deteriorando durante a gestão do presidente Barack Obama, descambou para um jogo político arriscado em torno do Tratado Bilateral de Segurança (BSA, na sigla em inglês). O pacto é destinado a estabelecer os termos da parceria entre os dois países para os próximos dez anos.

As negociações sobre o documento chegaram ao ápice na segunda-feira (25/11), durante a visita a Cabul da assessora para Segurança Nacional dos EUA, Susan Rice. Na ocasião, o presidente do Afeganistão, Hamid Karzai, se recusou a assinar a BSA. Com a decisão, ele desafia não só os EUA, mas também a Loya Jirga. A assembleia afegã de sábios e chefes tribais aprovou o pacto no domingo e pediu que Karzai assine o acordo até o fim do ano.

Susan Rice ameaçou Cabul com a "opção zero" 

Sem opção

Em resposta, Rice afirmou que, a menos que Karzai assine o acordo até 31 de dezembro, os EUA não teriam escolha senão invocar a "opção zero" − a retirada completa das tropas depois de 2014. A postura de Karzai irritou a Casa Branca e também muitos afegãos.

"Ele está disputando uma queda de braço, esperando que os americanos se dobrem antes dele", avalia Stephen Biddle, analista de política de defesa no think tank Council on Foreign Relations. "E todo o problema é que ambos os lados podem perder com isso. Uma retirada total dos americanos não é nem do interesse do Afeganistão, nem dos EUA ou da Otan."

A retirada do Iraque em 2011 estabeleceu um precedente sombrio, fazendo o país mergulhar na violência sectária. Michael Keating, especialista em Afeganistão da Chatham House, no Reino Unido, diz que o jogo político de Karzai só está prejudicando os interesses afegãos.

"Para a maioria dos afegãos, o maior problema no momento é a incerteza e o que está prolongando tal incerteza", opina. "Se, por qualquer razão, a BSA não acontecer, então o apoio político em Washington para subsidiar o Estado afegão será, possivelmente, enfraquecido ou mesmo desaparecerá por completo. O orçamento nacional do Afeganistão é, em 90%, dependente de auxílio externo, na forma de ajuda ao desenvolvimento. De modo que isso é um assunto muito sério."

Jogando com o tempo

Ao mesmo tempo, o prazo fixado pelos EUA intensificou a tensão − alguns argumentam que desnecessariamente. Biddle acredita que há uma boa razão para os EUA quererem uma decisão rápida. "Retiradas de tropas levam tempo para serem planejadas", observa. "Você não pode esperar que 60 mil soldados americanos arrumem as malas e desapareçam de um dia para o outro."

Os EUA perderam cerca de 2.300 soldados no Afeganistão

Karzai, aparentemente, quer que a decisão seja adiada para o período posterior à eleição do próximo ano, que vai escolher seu sucessor. "Embora ela esteja planejada para abril, não há uma garantia de que um novo governo seja empossado em seguida", alerta Keating. "A eleição pode ser impugnada e, então, pode haver um atraso de até 10 meses.".

Em segundo lugar, um atraso pode significar que a BSA se tornaria um dos temas de campanha na eleição. "As eleições são um curinga de qualquer maneira", compara Biddle. "Mas estará criando uma situação onde políticos marginais afegãos favoráveis à retirada dos EUA ganhariam de presente um meio de barganhar por influência com outros políticos afegãos mais ortodoxos. Se o tema da presença dos EUA ainda estiver indefinido em abril, pode servir para um ou outro político marginal tentar pressionar políticos que favorecem a presença dos EUA."

Novas recomendações

O conselho da Loya Jirga para que Karzai assine o acordo com os EUA antes do fim do ano era, entretanto, apenas uma das 31 novas recomendações que a assembleia propôs que sejam incluídas no BSA. Elas incluem uma série de preocupações afegãs, como permitir que observadores afegãos participem em julgamentos de militares americanos; proibir práticas religiosas cristãs em bases militares dos EUA; proibir incursões em domicílios afegãos por forças americanas; e a libertação dos presos restantes em Guantánamo.

"Essas preocupações são legítimas", reconhece Keating. "Mas não acho que sejam as questões mais importantes. A questão fundamental é se Karzai assinará o BSA. Eu não estou menosprezando esses problemas, eles estão falando sério, mas eu acho que sejam esses os problemas que impedem uma assinatura."
Loya Jirga fez 31 recomendações de pontos a serem incluídos no acordo de segurança com os EUA 

Especulações

Há também especulações de que o plano de Karzai para atrasar o acordo não é somente uma tentativa de conseguir dos EUA mais concessões. Biddle acredita que o presidente afegão está lutando para manter sua importância política. "Manter essa negociação em aberto é uma maneira de se manter influente. Além disso, ele gostaria que outra pessoa fosse rotulada como aquela que possibilitou uma presença estrangeira de longo prazo no Afeganistão. E, por último, eu não ficaria surpreso se parte do que ele está fazendo agora for resultado de sua frustração pessoal com a administração americana."

"Ao fazer isso, ele mantém muitas cartas nas mãos", ressalta Keating. "Incluindo a escolha do próximo presidente. Quem quer que receba sua bênção terá muito boa chance de vencer."

Em entrevista na quarta-feira para a rádio Free Europe, Karzai pareceu suavizar um pouco sua postura. Ele disse que assinará o acordo se os EUA atenderem aos pedidos para que não haja mais invasões de casas afegãs e ajudarem no reinício das negociações de paz – embora pareça ter dado um pequeno passo para trás em sua exigência de que Washington garanta eleições presidenciais livres e justas, em abril. Apesar de tudo, Karzai ainda se recusa a assinar o acordo antes do prazo.

DW.DE

TECNOLOGIA – VANT realiza primeiro pouso automático com sistema desenvolvido pela FAB

O protótipo do Veículo Aéreo Não Tripulado Acauã realizou pela primeira vez no sábado (23/11) um pouso automático com o sistema desenvolvido pelo Instituto de Aeronáutica e Espaço – IAE, em conjunto com o Centro Tecnológico do Exército (CTEx) e com o Instituto de Pesquisas da Marinha (IpQM).

O projeto tem o objetivo desenvolver a tecnologia de um Sistema de Decolagem e Pouso Automáticos (DPA) para Veículos Aéreos Não Tripulados (VANT).
A operação foi realizada na Academia da Força Aérea (AFA) em Pirassununga (SP).

Essa foi a nona etapa do projeto, que consistiu na execução do pouso automático totalmente controlado pelo computador de bordo, o que incluiu as seguintes fases: rampa de aproximação de precisão; alinhamento e nivelamento antes do toque na pista; corrida no solo e parada total da aeronave.

Foram executados ao todo cinco voos com o Protótipo 03 do VANT Acauã, sendo que dois voos tiveram o pouso de forma automática.

De acordo com o Engenheiro Flavio Araripe d´Oliveira, “poucos países no mundo dominam as tecnologias de controle necessárias para a decolagem e pouso automáticos de veículos aéreos não tripulados de maior porte”.

“Essa capacidade possibilita a diminuição de acidentes durante fases críticas do voo, além de permitir que o VANT opere em condições meteorológicas adversas, como no caso de nevoeiros”.

As tecnologias pesquisadas pelo Projeto DPA-VANT poderão ser desenvolvidas por empresas nacionais e incorporadas em futuros VANTs de emprego operacional das Forças Armadas Brasileiras.
Projeto DPA-VANT

Com quatro anos de trabalho, o Projeto DPA-VANT realizou nove campanhas de ensaios, sendo cinco de ensaios em voo e quatro de ensaios no solo com corridas na pista. A meta de decolagem automática foi atingida durante a sexta campanha, em agosto de 2013.

A meta do pouso automático foi atingida durante a nona campanha, que contou com cerca de 40 profissionais participantes.

Entre eles, integrantes do Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA) e do Centro Tecnológico do Exército (CTEx), além das empresas contratadas: BCC, responsável pelo software embarcado; e Flight Technologies, responsável pelo piloto automático.

A AFA teve papel essencial para o sucesso da operação. A instituição disponibilizou um helicóptero H-50 Esquilo para exercer a função de aeronave de acompanhamento (“paquera”) durante os voos de ensaio.


Fonte: IAE

Rússia implementará três regimentos de mísseis S-400 em 2014

O presidente russo, Vladimir Putin, declarou ontem que no ano que vem serão implantados no pais três novos regimentos armados com sistemas de defesa antiaérea S-400. “Dois regimentos de S-400 foram entregues às Forças russas este ano. Mais três devem entrar em serviço em 2014″, afirmou o presidente durante reunião para o desenvolvimento do setor aerospacial.

Atualmente, a Rússia conta com cinco regimentos equipados com o sistema de mísseis, dois deles próximos a Moscou, e o restante alocado na região da cidade portuária de Nakhodka, no território de Primorye, no extremo leste, e no enclave de Kaliningrado, no Distrito Militar do Sul. Segundo informações do Ministério da Defesa russo, a primeira das novas levas de mísseis será baseada perto de Moscou até o fim deste ano. A expectativa é de que o sistema S-400 Triunf (SA-21 Growler na classificação da OTAN) venha a ser peça-chave da defesa antiaérea e antimísseis russa até 2020.

O S-400 pode engajar alvos a uma distância de até 400 quilômetros e altitude entre 40 mil e 50 mil metros. O sistema emprega disparos sequenciados e é otimizado para neutralizar mísseis balísticos e de cruzeiro. O governo russo planeja implementar 28 regimentos de mísseis S-400 até 2020 – cada um composto de três batalhões com quatro baterias de mísseis cada – a serem alocados principalmente em regiões litorâneas e de fronteira.


FONTE: RIA Novosti (tradução e adaptação do Forças Terrestres a partir de original em inglês)

Comissão apresenta três emendas relativas à defesa

A Comissão de Relações Exteriores (CRE) decidiu ontem apresentar três emendas ao projeto do Orçamento da União para 2014. Duas emendas beneficiam programas mantidos pelo Comando do Exército e uma destina-se a programa do Comando da Marinha. Todas elas serão encaminhadas à Comissão Mista de Orçamento (CMO).

A primeira das emendas destina R$ 622,2 milhões ao Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras (Sisfron), mantido pelo Comando do Exército. A outra emenda que beneficia o Exército dedica R$ 723,9 milhões ao Proteger — Sistema de Estruturas Estratégicas Terrestres. A terceira emenda destina R$ 80 milhões ao projeto de arquitetura do Sistema de Gerenciamento da Amazônia Azul, do Comando da Marinha.

O relator, Ricardo Ferraço (PMDB-ES), ressaltou a importância da emenda que beneficia o Sisfron, no qual deverão ser investidos cerca de R$ 10 bilhões ao longo dos próximos dez anos.

O projeto tem como objetivos, conforme as palavras de Ferraço, “monitorar áreas de fronteira, assegurar o fluxo contínuo e seguro de dados entre organizações, produzir informações confiáveis e oportunas para a tomada de decisões, assim como atuar em ações de defesa ou contra delitos transfronteiriços e ambientais”.

— Esse projeto não abrange somente questões de defesa, mas também de segurança, meio ambiente, defesa civil e integração internacional — afirmou Ferraço, que também preside a comissão.

Embaixadores

Na mesma reunião, foram lidos os pareceres a cinco mensagens presidenciais indicando os novos embaixadores do Brasil junto a Mianmar, Cuba, Guatemala, Albânia e à Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura (Unesco).

Após a leitura dos pareceres pelos respectivos relatores, Ferraço concedeu vista coletiva das mensagens presidenciais e comunicou à comissão que está negociando com o Ministério das Relações Exteriores as datas para a realização de sabatinas com os embaixadores designados para os novos postos.

FONTE: Jornal do Senado via Resenha do Exército / Forças Terrestres

Autoridades sírias reúnem-se com delegação brasileira

Damasco, 28 nov (Prensa Latina) O premiê sírio, Wael Halqui, e o presidente da Assembleia do Povo, Mohamad Yihad Laham, reuniram-se hoje, por separado, com uma delegação brasileira que visita Síria.
Durante seu encontro com figuras políticas, culturais, mediáticas, e advogados do Brasil, Halqui ressaltou a importância dos partidos, organizações populares e sindicatos brasileiros em conceder o apoio necessário aos sírios.

O premiê expressou a disposição da Síria às posturas do Brasil e aos países do grupo BRICS -integrado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul- os que defenderam a Síria em foros e instâncias internacionais.

Halqui recordou as destacadas relações entre os dois países, as quais se fizeram mais sólidas após a visita que realizou o presidente Bashar Assad a Brasil em 2010, e manifestou o desejo de Damasco de promover as relações bilaterais a todos os níveis.

Assim, realizou um chamado à comunidade síria no Brasil para contribuir na reconstrução de sua pátria.

Os membros da delegação brasileira assinalaram que sua viagem obedece à vontade de informar sobre o papel desempenhado pelo Comitê de Apoio ao Povo sírio no Brasil, e expressar a rejeição de seu país à ingerência estrangeira nos assuntos internos da Síria.

Por outra parte, em sua reunião com os delegados brasileiros, Laham denunciou a desinformação orquestrada por alguns meios de imprensa com respeito à crise síria, bem como a ingerência do governo turco em apoiar aos grupos terroristas que saqueiam as fábricas sírias e contrabandeiam as colheitas agrícolas a Turquia.

Ao referir-se às previstas conversas de paz, o presidente do Parlamento apontou como os opositores recusam a solução política à crise, toda vez que carecem de base popular alguma.

Prensa Latina

Contra-almirante Walter Bombarda designado para comandar a UNIFIL a partir de fevereiro

Portaria Nº 3.232 do Ministério da Defesa, publicada nesta quinta-feira (28 de novembro) no Diário Oficial da União designou o contra-almirante Walter Eduardo Bombarda para o cargo de Comandante da Força-Tarefa Marítima da Força Interina das Nações Unidas no Líbano (UNIFIL), pelo prazo de até um ano, a contar de 17 de fevereiro de 2014. A assunção deverá ocorrer até o dia 25 de fevereiro de 2014.

Cumulativamente, o contra-almirante Bombarda irá exercer o Comando do Contingente Brasileiro da UNIFIL, para fins administrativos e disciplinares. Portaria Nº 3.233, também publicada hoje, designou doze militares para compor o Estado-Maior da UNIFIL, por seis meses, também a partir de 17 de fevereiro.

Segundo edição do Nomar de março de 2012, o contra-almirante Walter Eduardo Bombarda é natural de São Paulo e foi declarado guarda-marinha em 13 de dezembro de 1983. Entres os destaques em sua carreira em comandos e comissões, estão o comando do navio auxiliar Trindade, do navio-transporte de tropas Ary Parreiras, a Chefia de Gabinete da Escola Superior de Guerra, o comando do navio de desembarque-doca “Rio de Janeiro”, o curso naval “Command College” da Escola de Guerra Naval dos Estados Unidos, tendo sido também capitão dos Portos do Rio de Janeiro. As principais condecorações recebidas pelo contra-almirante Bombarda na ocasião, eram: Ordem do Mérito Naval (Grau Oficial), Medalha Militar de Ouro, Medalha Mérito Tamandaré, Medalha Mérito Marinheiro (Três Âncoras), Medalha Mérito Aeromarítimo e Medalha do Mérito Dom João VI.

Em abril de 2013, o contra-almirante Bombarda assumiu o cargo de chefe do Estado-Maior da Esquadra (CEME)

Desejamos sucesso no comando da UNIFIL para o contra-almirante Walter Eduardo Bombarda em sua nova missão e também aos membros designados para o Estado-Maior.

FOTO: Marinha do Brasil

 Poder naval

Energia Nuclear, já

O autor afirma que não temos que seguir o caminho dos combustíveis poluentes para a nossa geração.

Muitas vezes já ouvi de estrangeiros que o Brasil é um país privilegiado por ter alternativas para geração de energia e que o nosso país detém mais de 20% da água de nosso planeta. De fato é. Mas estamos dando a impressão de que, diante de tantas alternativas, não estamos escolhendo certo o que fazer. O Brasil detém a sexta maior reserva de urânio do mundo, mas está privilegiando matrizes energéticas complementares como eólica e solar. O nosso país precisa tomar a decisão certa, com urgência, e optar por ampliar a nossa matriz energética com base nuclear.

Depois da decisão da construção de uma usina nuclear, há um período de quatro anos para seu licenciamento, além de mais cinco anos para a sua construção. Isso significa que, se decidirmos por uma nova usina em 2014, somente em 2023 ela entrará em operação. O Brasil está crescendo e temos pressa para que sejamos sustentáveis energeticamente.

Temos conhecimento, material humano e combustível. Temos o desejo da iniciativa privada de financiar a construção das novas usinas, sem que o governo gaste um centavo, até a compra da energia que será gerada e vendida em leilão. Por que não tomar já esta decisão? A cada empreendimento deste porte, mais de 30 mil empregos diretos e indiretos são gerados, levando riqueza e oportunidades para toda região em seu entorno. O nosso país precisa com urgência optar pelo lógico e pelo óbvio.

Recentemente, os britânicos decidiram voltar a construir uma usina nuclear depois de 30 anos, quando privilegiaram o gás como matriz de geração. Suas reservas no Mar do Norte estão diminuindo e a alternativa pela construção de uma nova usina foi a mais sensata, superando a barreira do desconhecimento dos benefícios nucleares. Cerca de 85% da eletricidade gerada na França provêm da energia nuclear. A Alemanha quer recuar na produção de energia nuclear, mas já sofre com os altos preços e com a saída de indústrias de base, que preferem fabricar seus produtos a custos de energia mais baratos em países vizinhos.

O Brasil, além dos recursos hídricos explorados quase em sua totalidade, tem para apoiar a sua matriz energética a energia eólica e a energia solar. Mas elas são apenas fontes complementares. E um país em franco crescimento como o nosso, com ambições de proporcionar mais progresso, educação e saúde para sua população, não pode calçar a sua escolha apenas em fontes sazonais. Elas são importantes, mas são alternativas.

O Brasil tem água, vento, sol, urânio, biomassa, óleo, gás e carvão. E, como dizem os estrangeiros, é privilegiado por isso. Mas não temos que seguir o caminho dos combustíveis poluentes para a nossa geração de energia. As usinas nucleares são as melhores opções. Tanto do ponto de vista do desenvolvimento econômico, da independência energética, do domínio da tecnologia, quanto da consolidação de novos talentos em nossa juventude.

Defesa Net

Argentina ameaça multar empresas petrolíferas que operam ao largo das Ilhas Malvinas

A Argentina ameaçou empresas petrolíferas que procuram operar fora das Ilhas Malvinas, com penas de prisão de 15 anos, enormes multas e confisco de bens na última parte de sua disputa com o Reino Unido sobre a soberania.

A embaixada argentina em Londres, anunciou que novas leis foram aprovadas pelo Congresso argentino para punir a exploração e afirma que estas práticas violam uma resolução das Nações Unidas. Mas o Ministério das Relações Exteriores insistiu que as atividades são “totalmente legítimas e legais” e estão sob o controle do Governo da ilha, um território ultramarino britânico.

Os moradores das Ilhas, chamados de Islanders, votaram a favor por continuar a ser um território ultramarino britânico em um referendo em março, pelo placar de 1.513 a favor e três contra, mas mesmo assim, a Argentina tem intensificado a sua reivindicação sobre o território junto as Nações Unidas.
Buenos Aires emitiu advertências legais e por escrito às empresas, que podem sofrer punições administrativas, civeis e criminais para operar fora das Falklands, que a Argentina chama de Malvinas.

A embaixada disse em um comunicado que a lei inclui penas de prisão de 15 anos e multa equivalente ao valor de 1,5 milhões de barris de petróleo, acrescentando ainda que a lei prevê a proibição de pessoas físicas e jurídicas de operarem na Argentina e no confisco de equipamento.

O governo argentino protestou contra e rejeitou todas as tentativas do Reino Unido para promover e autorizar tais atividades de exploração de hidrocarbonetos e exploração na área da plataforma continental argentina, essas tentativas são manifestamente contrárias à resolução 31/49 da Assembleia Geral das Nações Unidas, que exige do Reino Unido e Argentina que se abstenham de tomar decisões que impliquem a introdução de modificações unilaterais na situação das Ilhas Falklands/Malvinas enquanto a disputa de soberania entre os dois países ainda está pendente.
A Presidente da Argentina, Cristina Fernández de Kirchner elevou sua retórica sobre as Ilhas Malvinas em relação ao ano passado. Em uma reunião do Conselho de Segurança da ONU, ela comparou a disputa sobre as ilhas ao conflito entre Israel e Palestina.

Um porta-voz do Ministério de Relações Exteriores britânico disse: “atividades hidrocarbonetos por qualquer empresa que opera na plataforma continental das Ilhas Malvinas são regulados pela legislação do Governo das Ilhas Malvinas, em estrita conformidade com a Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar e como tal, estas atividades são totalmente legítimas e legais. O Governo do Reino Unido apoia o direito dos Islanders em desenvolver seus recursos naturais para seu próprio benefício econômico. Este é parte integrante do seu direito à autodeterminação, o que é expressamente contido no Pacto Internacional de Direitos Civis e Políticos. O direito interno argentino não se aplica às ilhas Falklands, Geórgia do Sul e Sandwich do Sul, que são territórios ultramarinos do Reino Unido”.

FONTE: DailyMail

China segue aviões americanos e japoneses em área de defesa aérea

PEQUIM – Pequim enviou dois jatos para investigar aviões americanos e japoneses na recém declarada zona de defesa aérea no Mar da China Oriental, afirmou a mídia estatal nesta sexta-feira. De acordo com o Ministério da Defesa chinês, duas aeronaves americanas e dez japonesas teriam sido monitoradas nesta manhã. Não foi informado se houve mais ações.

Embora não haja indícios de que a Força Aérea chinesa tenha adotado uma atitude hostil, a medida eleva ainda mais a tensão numa área há tempos alvo de disputa principalmente entre Japão e China. Analistas internacionais temem que uma ação mal calculada possa levar a uma escalada e perda de controle.

A China advertiu na semana passada que todos os aviões que entrassem na região – uma vasta área marítima reclamada pelo próprio país, Taiwan, Coreia do Sul e Japão, deviam avisar as autoridades do país. O aviso elevou a tensão numa área já em disputa e foi ignorada pelos governos americano, japonês e sul-coreano, que desafiaram a proibição, enviando aviões na quinta-feira.

Nesta sexta, o primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, disse que seu país iria responder “com firmeza, porém de forma calma”. O assunto deverá ser discutido com o vice-presidente americano, Joe Biden, em visita a

Tóquio na segunda-feira.

A área inclui as ilhas conhecidas como Senkaku, no Japão, e Diaoyu, na China, que são reivindicadas por Japão, China e Taiwan. O Japão controla as ilhas, alvo de uma longa disputa com o governo chinês. A região inclui uma plataforma rochosa submersa que a Coreia do Sul afirma fazer parte de seu território.

Segundo o porta-voz do ministério, coronel Shen Jinke, os jatos chineses identificaram dois aviões de vigilância americanos e dez aeronaves japonesas, incluindo caças e também aviões de vigilância.

FONTE: O GLOBO

China envia aeronaves a área disputada

J-10 chinês

Pequim desloca aviões militares para nova zona de defesa aérea, após Japão e Coreia do Sul fazerem o mesmo. Região contém ilhas que são reivindicadas pelos 3 países; agência estatal diz que foi uma ação de teor defensivo.

A China anunciou ontem que enviou aviões militares a uma nova zona de defesa aérea que estabeleceu sobre o Pacífico, horas após ter sido divulgado que dois de seus maiores rivais regionais, o Japão e a Coreia do Sul, haviam sobrevoado a região sem aviso prévio.
J-15 chinês
A tensão regional ocorre após a China, no fim de semana, ter passado a exigir identificação de aeronaves que entram numa região disputada também com japoneses e sul-coreanos.

Segundo a agência estatal chinesa Xinhua, o deslocamento das aeronaves foi “uma medida defensiva em linha com práticas comuns internacionais”.

Japoneses e sul-coreanos seguiram o exemplo dos EUA, que na terça enviaram dois bombardeiros B-52 à região, no primeiro desafio à zona de defesa da China.
B-52_Stratofortress

Embora Pequim tenha alertado que tomaria “medidas de emergência” contra aeronaves estrangeiras que não se identificassem, os aviões de EUA, Japão e Coreia do Sul sobrevoaram a zona sem sofrer retaliação.

A zona de defesa anunciada por Pequim engloba uma área onde estão as ilhas Diaoyu, controladas pelo Japão. O Japão as chama de Senkaku.

A demarcação chinesa de sua nova zona de defesa ressalta uma atitude cada vez mais assertiva de Pequim em relação às disputas territoriais com os vizinhos.

Para analistas, entretanto, a reação discreta da China aos aviões de EUA, Japão e Coreia do Sul reforça a impressão de que o objetivo de Pequim ao criar a zona foi manter viva a disputa em torno das ilhas, mas não gerar uma escalada militar.
F-15 japonês

De acordo com o porta-voz do governo de Tóquio, os aviões japoneses cumpriram “atividades de vigilância de rotina” sobre a zona situada no mar da China Oriental.

Sem especificar o número de aviões enviados, Yoshihide Suga confirmou que eles sobrevoaram a região sem aviso, num desafio às regras de identificação da China.

“Desde que a China criou essa zona de defesa aérea, nós continuamos nossas atividades de vigilância como antes no mar da China Oriental, incluindo na zona”, disse Suga.

“Não vamos mudar em consideração à China”.

O governo da Coreia do Sul confirmou que um de seus aviões fez um voo de patrulha na zona de defesa da China na terça-feira.

Mesmo tendo relações mais amigáveis com a China do que o Japão, a Coreia do Sul foi dura em suas críticas à decisão de Pequim.

O chanceler sul-coreano, Yun Byung-se, disse que a zona de defesa “levou uma situação já traiçoeira a ficar ainda mais difícil de lidar”.

Representantes de China e Coreia do Sul conversaram ontem sobre o assunto, mas não chegaram a um acordo, segundo a agência de notícias sul-coreana.

A tensão criada pela zona de defesa será um dos principais assuntos tratados pelo vice-presidente dos EUA, Joe Biden, em sua visita à região, na próxima semana.

FONTE: Folha de São Paulo

KC X2 finalmente deslancha

KC-767-Júpiter-FAC

Membro da Comissão de Viação e Transporte da Câmara dos Deputados, o deputado federal Lázaro Botelho (PP) garantiu durante sessão deliberativa desta quarta-feira, 27 de novembro, aprovação de emenda ao Orçamento da União cujo teor garante à aquisição de aviões destinados a Força Aérea Brasileira (FAB). Com o aporte de R$30.000.000,00 (trinta milhões de reais), a Aeronáutica assegura a operação de aeronave especializada em realizar reabastecimentos de caças em pleno ar e que pode auxiliar no transporte de tropas e de cargas, cuja licitação ficou conhecida como KC X2.
Vista em corte do KC-767 proposto para a USAF, similar ao modelo encomendado pela FAB (Imagem: Flight Global)

A aquisição é uma reivindicação antiga da Aeronáutica, principalmente depois que alguns dos modelos similares que restavam na Base do Galeão no Rio de Janeiro foram desativados. “Resolvemos ouvir o apelo da força aérea, que há muito tempo tem nos cobrado isso. É urgente a necessidade de substituir os KC-137, obsoletos e que custavam caro para serem mantidos, por aeronaves novas, com capacidade para atender plenamente as missões em um país de dimensões continentais como o nosso”, justificou.
KC-137-2402 desativado

Conforme informações da Aeronáutica, a aquisição do KC X2 (duas unidades com previsão para mais duas) deve auxiliar na mobilidade das operações aéreas, permitir o transporte de tropas e de mantimentos a todas as partes do mundo, além de prover missões de ajuda humanitária, de evacuação aeromédica e de resgate de nacionais e internacionais em áreas de conflito, de desastres naturais ou de calamidade pública. O modelo vencedor da concorrência, o Boeing 767 (similar ao Júpiter empregado pela Colômbia), deverá ser adquirido de 2ª mão entre os disponíveis na aviação comercial, e modificado para executar missões militares pela empresa israelense IAI, vencedora do contrato.

FONTE: T&D - Por Roberto Valadares Caiafa

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Arquivos de áudio históricos sobre OVNIs / UFOs, são recuperados e disponibilizados online

Uma gravação de áudio histórica, a qual documenta o início da era moderna dos OVNIs, foi disponibilizada online. O arquivo foi compilado por Wendy Connors e Roderick Dyke, e redescoberto e disponibilizado online por Isaac Koi e Giuliano Marinkovic.

Wendy Connors.

Connors despendeu vários anos na Força Aérea dos EUA, trabalhando na área de comunicações antes de ir para Albuquerque, Novo México. Ela tinha um interesse em OVNIs e, em particular, nas investigações oficiais da Força Aérea no assunto. Ela foi um dos membros fundadores do Project Sign Historical Group, que reuniu pessoas relacionadas aos programas originais da Força Aérea daquele país sobre investigação de OVNIs

Ao passar dos anos, Connors começou a colecionar segmentos de áudio de algumas importantes entrevistas da época. Ela chamou seu projeto de preservação destes áudios de “Faded Discs“, ou, em tradução livre, “Discos Apagados“. Os segmentos de áudio incluem comentários de administradores dos projetos de investigação de OVNIs da Força Aérea, pesquisadores, e outras pessoas notáveis, tais como astronautas, atores e presidentes, os quais tinham algo a dizer sobre o tópico.

Kenneth Arnold.

Algumas destas entrevistas incluem Kenneth Arnold, o piloto que teve um avistamento de OVNIs muito importante, que serviu como ímpeto para a entrada da Força Aérea na investigação do fenômeno. J. Allen Hynek, o astrônomo que primeiramente trabalhou para a Força Aérea para desmentir o fenômeno, mas finalmente tornou-se um proponente da pesquisa científica séria dos OVNIs, também pode ser escutado nos segmentos de áudio.

Há segmentos de muitas testemunhas militares, e algumas das pessoas chave envolvidas com alguns dos casos mais importantes da época. Embora haja desacordo sobre a natureza do fenômeno, como ainda há hoje, o assunto OVNI foi levado muito mais a sério quando ele primeiramente captou a atenção da população. Debates civis sérios ocorreram entre pessoas de muita credibilidade, e alguns desses debates podem ser encontrados nos arquivos.

J. Allen Hynek

Marinkivic e Koi têm estado trabalhando na catalogação de arquivos importantes sobre OVNIs e sua disseminação entre os pesquisadores do tema.

Os arquivos são fascinantes e informativos. O trabalho de pessoas como Connors, Dyke, Koi e Marinkovic é muito importante. Se não fosse pelo seu trabalho, uma importante parte da nossa história seria perdida.

Você pode encontrar os arquivos de áudio (em inglês) no seguinte link: Archive.org:https://archive.org/search.php?query=wendy%20connors

Fonte: www.openminds.tv:http://www.openminds.tv/historic-ufo-audio-archive-dating-back-to-the-40s-recovered-1217/

ovnihoje

O que irá acabar com a Terra em 2014?

A batalha de Odin com o lobo Fenrir (na foto) é evento central do Ragnarök

A profecia maia afinal não tinha consistência. Todos os cometas e meteoritos, exceto o de Chebarkul, passaram ao lado da Terra, deixando-a intacta. Será que já podemos respirar aliviados? Era só o que faltava. Para 2014 foram-nos apresentadas logo mais duas versões para o fim do mundo...

Como já é de praxe, se trata do Apocalipse que tem as suas raízes em alguma cultura extinta há muito tempo (em 2014 chegou a vez dos antigos vikings nos assustarem com um fim próximo e inevitável), assim como de um fim do mundo "extraterrestre" (segundo vários prognósticos, no próximo ano todos os seres vivos irão perecer devido a uma nuvem ácida ou a uma nuvem de poeira cósmica, os cientistas ainda não têm certeza qual delas, vinda do centro da galáxia destruindo tudo em seu caminho). De qualquer das formas, temos de conhecer o inimigo.

Primeira versão: o Ragnarök. 22 de fevereiro de 2014

Apresentamos o relato do culturólogo Vadim Scherbakov:

"O dia 22 de fevereiro de 2014 não será em nada diferente de todos os dias anteriores e posteriores. A mídia tenta criar em torno dessa data o mesmo frenesim que houve a propósito da "profecia maia". Na realidade, os mitos do Ragnarök, que é frequentemente traduzido como o "fim dos deuses", não tem qualquer referência a uma data específica. Além disso, mesmo que levemos em consideração os acontecimentos que antecedem o fim do mundo germano-escandinavo e os compararmos com os atuais, será evidente que isso não passa de uma especulação. Nas compilações de canções antigas islandesas sobre deuses e heróis da mitologia escandinava Edda Maior e Edda Menor se fala de Fimbulvinter, um "inverno gigante" que dura três anos e que deverá anteceder o Ragnarök. Contudo, todos nós já reparámos que nos últimos três anos ainda tivemos uma mudança das estações..."

Falta pouco para o fim do mundo

Pelo menos na Rússia este ano, tal como, aliás, no ano passado e no ano anterior, houve verão. Portanto, em princípio não devemos temer o Ragnarök. Se bem que, quem sabe? Talvez haja países onde as pessoas não puderam desfrutar de dias quentes em julho e que estejam mais ameaçados que nós…

Segunda versão: nuvem ácida mortífera. 1 de junho de 2014

Quando uma nuvem ácida gigante com um tamanho de 16 milhões de quilômetros, criada por um buraco negro e que se aproxima vinda do centro da galáxia, segundo dados do observatório norte-americano Chandra X-ray Observatory ela irá atingir-nos já em 1 de junho de 2014 e destruir toda a nossa civilização. De uma forma incrível, os cientistas americanos determinaram que essa "nuvem" destrói tudo em seu caminho: planetas, estrelas e asteroides. Ou seja, dela não existe salvação possível. São estas as nossas brilhantes perspectivas. A crer nas informações desse observatório, a velocidade dessa "nuvem" é igual à velocidade da luz. No fundo, nós nem teremos tempo de nos assustarmos e nem iremos perceber que já estamos mortos. Mas os cientistas russos não acreditam nessa perspectiva.

O astrofísico Mikhail Odintsov afirmou à Voz da Rússia com toda a confiança:

"Para ser exato, tenho de referir que o observatório Chandra fez a sua descoberta ainda em 2005. Nessa altura eles informaram realmente que tinha havido uma descarga gigante de matéria de um buraco negro supermaciço, a única a ser registada em toda a história das observações. Mas aqui acabam os fatos. A descarga ocorreu no conglomerado de galáxias MS 0735+7421 que se encontra a 2,5 bilhões de anos-luz. Mesmo se supormos teoricamente que a nuvem ácida pode se deslocar à velocidade da luz, o que é impossível por ter massa e outros fatores que não lhe permitem desenvolver essas velocidades, essa nuvem iria alcançar-nos num futuro muito, muito longínquo. É que o ano-luz corresponde aproximadamente a dez trilhões de quilômetros. Agora multipliquem a distância de 10.000.000.000.000 quilômetros por 2.500.000.000 anos-luz e obterão o momento em que a "nuvem" irá nos atingir."

Portanto, até ao início de junho ela não conseguirá chegar até nós... Mas todo o mundo espera com impaciência a realização de uma das profecias, seja ela científica ou mitológica. Não se pode estar sempre prometendo e não cumprindo. Ou então nós deixaremos de acreditar em qualquer notícia que apareça sobre o fim do mundo.

Voz da Rússia

NASA publica vídeo do cometa ISON

A NASA montou um vídeo do cometa passando perto da Terra. O vídeo foi ensamblado a partir das fotos tiradas pela câmara do observatório espacial SOHO, no período de 20 a 25 de novembro. A sonda de observação solar SOHO, lançada em 1995, se encontra atualmente a um milhão e meio de quilómetros da Terra.

No vídeo se vêm o próprio cometa Ison, a Terra e Mercúrio. O cometa dirige-se ao Sol que não se vê nessa foto. Perto do Sol vê-se mais um corpo celeste – o cometa 2P/ENCKE.
Leia mais: http://portuguese.ruvr.ru/news/2013_11_28/NASA-publicou-v-deo-do-cometa-ISON-6960/

Aviões japoneses e coreanos violaram zona da defesa antiaérea da China

Aparelhos das Forças Aéreas japonesa e sul-coreana realizaram voos sobre a área do mar da China Oriental declarada zona de defesa antiaérea da China.

As partes japonesa e sul-coreana não tinham notificado a China sobre os itinerários e os objetivos desses voos, contudo, a China não empreendeu quaisquer medidas de resposta.

Antes, bombardeiros B-52 estadunidenses haviam sobrevoado, sem qualquer impedimento, a zona de defesa antiaérea chinesa.

Pequim publicou na semana passada um mapa da zona de defesa antiaérea sobre o mar da China Oriental, incluíndo nela a área sobre as ilhas disputadas de Diaoyu (Senkaku).

A China enviou para essa área seu porta-aviões Liaoning.

Voz da Rússia

Setor de defesa ganha redução de tributos

Depois de um ano e oito meses, o governo federal publica hoje a lista das primeiras 26 empresas do setor de defesa que passam a ter direito a uma forte redução de tributos. É o último passo da regulamentação da Lei 12.598, sancionada em março do ano passado pela presidente Dilma Rousseff, com o intuito de fortalecer o setor bélico nacional.

Alei criou o status de “empresa estratégica de defesa” para companhias que, por produzir equipamentos considerados fundamentais para a defesa do País, têm direito a regime tributário especial, com suspensão da exigência de tributos federais (IPI, PIS/Pasep e Gofins). Até o momento, 81 empresas manifestaram interesse em aderir ao conceito. Na primeira leva de contempladas figuram, entre outras, Embraer, Imbel, Avibras, Engeprom, Nuclep e Mectron (Odebrecht).

As empresas precisam atender a exigências como controle nacional majoritário entre os acionistas, domínio brasileiro da tecnologia e compromisso de manter a linha de produção no País. Outra regra é que fabriquem ou estejam no ciclo de produção dos “produtos estratégicos de defesa”. Entre os primeiros 26 listados estão aviões de combate, produtos químicos, embarcações, artefatos bélicos e o lançador de mísseis Astros 2020, da Avibras.
De acordo com o brigadeiro José Euclides Gonçalves, chefe do Departamento de Produtos de Defesa do ministério, o governo atende uma reivindicação antiga do setor. Além de estar de olho na ampliação das exportações, o setor quer a substituição das importações – o déficit comercial em 2012 ficou em US$ 1 bilhão. “É mais um movimento no caminho da equiparação entre os produtos de defesa importados, que entram no País com alíquota zero, e os fabricados no Brasil”, analisa Luiz Carlos Aguiar, presidente da Embraer Defesa Segurança.
O presidente da Associação Brasileira das Indústrias de Materiais de Defesa e Segurança (Abimde), Sami Hassuani, afirma que, para uma retomada total do setor, após o colapso na década de 1990, outros pleitos devem ser atendidos, como a desoneração da folha de pagamento e a contratação apenas dessas empresas estratégicas nos programas nacionais de defesa.

A Abimde tem 208 empresas associadas, das quais 35 exportam regularmente. O setor movimenta anualmente US$ 4,5 bilhões.

FONTE: O Estado de SP

Telebras assina contrato de R$1,3 bi com Visiona para projeto de satélite

A Telebras informou que assinará nesta quinta-feira um contrato com a Visiona Tecnologia Espacial para executar o projeto do sistema Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGCD).

Em comunicado, a companhia revelou que o contrato tem valor de cerca de 1,3 bilhão de reais e prevê a entrega do sistema no final de 2016.

“A Visiona será responsável pela integração do sistema SGDC, que ampliará o acesso à banda larga nas regiões remotas do país e a soberania brasileira nas comunicações das Forças Armadas”, disse a Telebras.

Fonte: Reuters – Roberta Vilas Boas

Comissão “Haiti XVIII”

No dia 13 de novembro, após 34 dias de comissão, o Navio de Desembarque de Carros de Combate “Almirante Saboia” atracou na capital do Haiti, Porto Príncipe.

No período em que permaneceu na cidade, o navio descarregou 140 toneladas de material da Força de Fuzileiros da Esquadra e do Exército Brasileiro e embarcou 145 toneladas de material a ser repatriado.

A atividade de descarregamento e carregamento, incluindo viaturas de combate, caminhões de apoio e containers, foi realizada de forma expedita, fruto do esforço conjunto entre os militares do navio e do Contingente Brasileiro no Haiti.

No dia 14 de novembro, reuniram-se em singela confraternização no navio o Embaixador do Brasil no Haiti, José Luiz Machado e Costa, o Force Commander, General-de-Divisão Edson Leal Pujol; Oficiais do Estado-Maior do Batalhão de Infantaria de Força de Paz e do Grupamento Operativo de Fuzileiros Navais-Haiti.

Fonte: NOMAR

FAB ignora principal rota aérea de tráfico de cocaína


Operação. Polícia Federal fez treinamento para combate ao tráfico em áreas rurais, na semana passada - Foto: O Tempo

PF afirma já ter pedido ajuda para ampliar monitoramento da região, mas não obteve resposta

O Tempo

Mesmo após a Polícia Federal (PF) identificar em menos de dois anos sete aviões com grandes quantidades de pasta-base de cocaína e apreender mais de cinco toneladas da droga no Triângulo Mineiro, a Aeronáutica desconhece que o local seja alvo de tráfico aéreo e não tem nenhum planejamento de aumento do controle na região.

Por outro lado, a PF tem dois drones (aviões não tripulados) que poderiam ajudar no monitoramento, mas enfrentam problemas burocráticos e atuam em operações esporádicas apenas na fronteira do Brasil com o Paraguai.

Essa falha no monitoramento do tráfego aéreo é que torna o tráfico de cocaína por avião até o Triângulo um crime altamente lucrativo e de baixo risco. Como o transporte é feito por aviões de pequeno porte que voam em baixa altitude, eles não são captados por radares. A deficiência é admitida pela própria Força Aérea Brasileira (FAB), que, em nota, afirmou ter dificuldades para identificar “aviões sem plano de voo e sem contato com qualquer órgão de controle, decolando e pousando em pistas clandestinas”.

Sem esse controle, as apreensões de aviões com drogas são feitas somente quando as investigações da PF conseguem identificar quando e onde as aeronaves vão pousar. Em quase dois anos, isso ocorreu por seis vezes, mas a estimativa da própria PF é que pelo menos cem aviões pousem por mês em pistas irregulares do Triângulo Mineiro.

O chefe da PF em Uberlândia, delegado Carlos Henrique D’Ângelo, reclamou que já pediu à FAB um maior monitoramento. “Em uma reunião para discutir a situação, a Força Aérea afirmou que desconhecia a atuação de aeronaves fazendo tráfico de drogas no Triângulo. Mas sempre solicitamos apoio”, revelou o delegado.

A PF compraria 14 drones, em 2010, mas o Tribunal de Contas da União (TCU) abriu processo por irregularidades, e a licitação foi paralisada. À época, apenas duas aeronaves foram entregues para atender o país.

Colaboração. Os drones têm câmeras de alta resolução e infravermelho, que mapeiam a região e identificam aviões suspeitos. Porém, os dois da PF atuam na fronteira e para voar precisam do apoio da Aeronáutica. Isso porque esses aviões não tripulados só podem operar em áreas em que o espaço aéreo esteja fechado, para evitar colisões com aviões tripulados.

Já a Força Área Brasileira conta com quatro drones, que já foram usados em operações da PF no Triângulo. Mas a FAB afirmou desconhecer o uso frequente das pistas do Triângulo para o tráfico.

Saiba mais

- No caminho. Desde 2012, o Triângulo Mineiro se transformou na principal rota área de entrada de cocaína no Brasil, segundo a Polícia Federal.

- Fiscalização. O interesse dos traficantes na região ocorreu depois de um aumento da fiscalização no Oeste paulista e de um maior risco no transporte rodoviário devido à utilização de escâneres pela Polícia Rodoviária Federal.

Anac quer discutir drone

Até o fim deste ano, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) pretende desenvolver uma proposta de regulamentação para o uso de drones. O projeto deve ser alvo de audiência pública e pode ser publicado em 2014.

A Anac informou que para operar os drones é preciso conseguir uma autorização especial na própria agência e eles não podem ser utilizados em área urbana.

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MD - Portaria 3228 - Empresas Estratégicas de Defesa

Publicado DoU 28 Novembro 2013

PORTARIA No- 3.228/MD, DE 27 DE NOVEMBRO DE 2013

Credencia Empresas Estratégicas de Defesa
- EED.

O MINISTRO DE ESTADO DA DEFESA, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo inciso I do parágrafo único do art. 87 da Constituição, de acordo com o disposto no Decreto nº 7.970, de 28 de março de 2013 e,

considerando que Empresa Estratégica de Defesa - EED - é toda pessoa jurídica credenciada pelo Ministério da Defesa mediante o atendimento cumulativo das condições previstas no inciso IV do artigo 2º da Lei nº 12,598, de 21 de março de 2013;

considerando que a Comissão Mista da Indústria de Defesa - CMID, instituída pelo Decreto nº 7.970, de 28 de março de 2012, tem como competência propor ao Ministro de Estado da Defesa o credenciamento de Empresa de Defesa - ED como Empresa Estratégica de Defesa - EED, nos termos do inciso II do caput do art. 2º da Lei nº 12.598, de 2012; e

considerando que a CMID após análise e registro em ata da 5ª reunião, realizada no dia 18 de novembro de 2013, autuada com o nº 60314.000916/2013-81, resolveu propor ao Ministro de Estado da Defesa o credenciamento de uma série de Empresas de Defesa como Empresas Estratégicas de Defesa, resolve,

Art. 1º Credenciar como Empresa Estratégica de Defesa as empresas constantes do anexo a esta Portaria.

Art. 2º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.

 CELSO AMORIM
ANEXO

Empresa/Nome
Fantasia/sigla
CNPJRazão social
AEQ 03.535.330/0002-50AEQ Aliança Eletroquímica
Ltda.
AKAER65.047.250/0001-22Akaer Engenharia Ltda.
ARMTEC06.941.284/0001-05Armtec Tecnologia em
Robótica Ltda.
AT E C H11.262.624/0001-01Atech - Negócios em
Tecnologias S.A.
AV I B R A S60.181.468/0009-85Avibras Indústria Aeroespacial
S.A.
AXUR10.318.969/0001-69ISO Expert Internacional Ltda
BCA03.452.655/0001-99BCA Têxtil Ltda
BRADAR02.807.737/0001-46Orbisat Indústria S.A.
CONDOR30.092.431/0001-96Condor Indústria Química S.A,
DÍGITRO 83.472.803/0001-76Dígitro Tecnologia Ltda.
EMBRAER07.689.002/0001-89EMBRAER S.A
EMGEPRON 27.816.487/0001-31Empresa Gerencial de
Projetos Navais S.A.
FLIGHT TECHNOLOGIES07.498.381/0001-20 FT Sistemas, Serviços e
Aerolevantamento S.A.
FORJAS TAURUS92.781.335/0001-02Forjas Taurus S.A.
GRUPOINBRA12.887.936/0001-65InbraTerrestre Indústria e
Comércio de Materiais
de Segurança Ltda
IACIT56.035.876/0001-28 IACIT Soluções Tecnológicas
S.A.
IAS05.116.872/ 0001- 33IAS - INCREASE AVIATION
SERVICE Ltda
IMBEL 00.444.232/0001-39INDÚSTRIA DE MATERIAL
BÉLICO DO BRASIL
MECTRON 65.481.012/0001-20Mectron Engenharia, Indústria e Comércio S.A.
NITROQUIMICA61.150.348/0001-50Companhia Nitro Química
Brasileira S.A.
NUCLEP.42.515.882/0001-78Nuclebras Equipamentos
Pesados S.A
ORBITAL ENGENHARIA04.318.188/0001-71Orbital Engenharia Ltda.
O P TO54.253.661/0001-58 Opto Eletrônica S.A.
RUSTCON17.516.926/0001-37RustCon Consultoria e
Engenharia Ltda.
SPECTRA TECNOLOGIA59.933.705/0001-04 Spectra Tecnologia Indústria
Comercio e Serviços
de Informática Ltda.
VERTICAL DO PONTO36.111.755/0001-00 Vertical do Ponto Indústria
e Comércio de Paraquedas
Ltda.

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