segunda-feira, 31 de março de 2014

Americanos poderão ter acesso as comunicações do Gripen NG

Se usarmos o Google para pesquisar sobre a NSA (Agência de Segurança Nacional dos EUA), com certeza encontraremos muitas notícias sobre suas falcatruas e espionagens.

Recentemente vazou a informação que a NSA espionou os telefonemas de 122 líderes mundiais, inclusive de aliados próximos como a chanceler alemã Angela Merkel e o ex-presidente colombiano Álvaro Uribe.

Mas você deve estar se perguntando por que o Michel está falando da espionagem da NSA em um post sobre o Gripen?

Pois bem, senhores (as), no final de semana vazou a informação na Suíça de que o sistema de comunicação do Gripen NG, o qual será fornecido pela empresa americana Rockwell Collins, é um sistema certificado pela NSA, que diga-se de passagem não deveria homologar esse tipo de equipamento.

Segundo uma pesquisa que fiz, a Rockwell Collins foi selecionada pela SAAB em junho de 2007 para fornecer uma suíte de novos aviônicos para o Gripen NG. Atualmente, a Rockwell Collins já fornece os seguintes equipamentos para a família JAS-39 Gripen: O HUD (s Head up Display Syste), o receiver ARN-147 Very High Frequency (VHF) Omni Ranging/Instrument Landing System (VOR/ILS) e o Sistema de Navegação Aérea Tática (TACA, por sua sigla em inglês) ARN-153.

As pessoas que desenvolveram a nossa Estratégia Nacional de Defesa (END), queriam que o Brasil adquirisse conhecimentos para desenvolvermos nossa indústria bélica, a fim de tornar o Brasil cada vez menos dependentes de outros países nessa área. Essa estratégia fora formulada pelos próprios militares, militares esses, me refiro aos da FAB, que ignoram as ameaças e os problemas futuros ao não atentarem para esses “detalhes” que estamos a tratar. Hoje em dia, nosso países é um dos mais vigiados do mundo, desta feita, iremos facilitar a espionagem para nossos inimigos?

Lá na Suíça disseram que os americanos podem ter acesso a toda comunicação do caça, bem como acesso as imagens feitas pelo Gripen NG. Isso não é nada, pois os americanos podem deixar o caça as cegas e, inclusive, “paralisar” o caça.

Também chama a atenção que anteriormente a SAAB tinha escolhido a empresa suíça Roschi Rohde & Schwartz para fornecer o sistema de comunicação do Gripen NG, mas depois selecionou a Rockwell Collins. Na Suíça afirmam que, caso eles optem por comprar 22 caças Gripen NG, as chaves de criptografia serão de origem suíça, ao passado que a “caixa” e o software de controle da aeronave serão feitos nos EUA.

A seguir deixo na íntegra a nota da revista suíça “O Amanhã”, a qual gerou toda essa polêmica:

“A segurança futura das comunicações do Gripen E pode ser comprometida. No verão passado, a empresa de Berna Roschi Rohde & Schwarz, a qual esta na vanguarda no campo da criptografia, deveria fornecer o módulo de rádio da nova aeronave suíça. Mas, de repente, a SAAB decidiu confiar esta parte do dispositivo para a empresa americana Rockell Collins, que é muito próxima ao Departamento de Defesa (dos EUA). Problema: os suíços não terão acesso ao código-fonte e não pode garantir que o módulo não tenham backdoors para descodificação. "Com os norte-americanos, seria surpreendente se não houvesse backdoors”, diz Richard Morva, presidente da Swiss Crows, uma associação suíça de especialistas em guerra eletrônica.”

Até Ueli Maurer, líder do Partido Democrata Cristão da Suíça, partido que apoia a compra da aeronave, disse que agora quer uma explicação do ministro da Defesa do seu país.

Ainda sobre a parceira entre a SAAB e a Rockwell Collins, os americanos fornecerão ao novo jato: O computador de gerenciamento de voo, que apresenta a transferência e troca de dados, capacidade de processamento de vídeo, três avançadas telas de 6 polegadas do tipo AMLCD e HDD.

Como se não fosse trágico, em abril de 2011 a empresa brasileira EMBRAER selecionou a Rockwell Collins para fornecer ao cargueiro KC-390: 5 telas de cristal liquido de 15 polegadas, o sistema integrado de informação de voo com cartas eletrônicas e mapas aprimorados, um avançado sistema de gerenciamento de voo, WAAS (Wide Area Augmentation System), o sistema de gerenciamento de informação. Já em março de 2012 a Rockwell Collins anunciou que fornecera o radiogoniômetro DF-430 e o rádios de alta frequência HF-9000 para o KC-390.

Viram por que eu sou um defensor ferrenho do Rafale? Só um adendo: Sou defensor do Rafale e não recebo dinheiro da Dassault, sua fabricante, para isso. Defendo o Rafale por considerá-lo o melhor caça de sua geração atualmente. Agora, gostaria de ver os sites e blogs entreguistas, que recebem dinheiro da SAAB, dar essa notícia.

O Informante

ExoMars: cientistas escolhem local de pouso para rover

Em 28 de março, em Madrid terminou o primeiro seminário de escolha do local de pouso para o rover Pasteur da missão russo-europeia ExoMars.

Os membros do grupo de trabalho analisaram oito áreas potenciais entre as quais, até este verão, serão escolhidas três ou quatro candidatas.

A preparação da missão ExoMars está acontecendo perante os nossos olhos, e este ano a comunidade científica deve determinar a forma já da segunda parte da missão, que inclui o rover de Marte e a plataforma russa de pouso com um complexo de aparelhagem científica.

O rover Pasteur faz parte da segunda etapa da missão russo-europeia ExoMars com lançamento previsto para 2018. Sua missão soa comum – explorar Marte em termos de procura no planeta de condições para o surgimento ou a sustentação de vida. Mais precisamente, trata-se, em primeiro lugar, do solo – de quê ele é composto e qual o papel que desempenhou a água em sua evolução, e em segundo lugar da atmosfera, principalmente de seus componentes menores que podem indicar uma moderna atividade geológica ou até mesmo biológica no planeta.

A escolha do local de pouso é uma tarefa importante porque a área de futuras pesquisas deve ser interessante para os cientistas, bastante confortável para os engenheiros (de sua disposição, em particular, depende o esquema de voo) e mais ou menos seguro – pois os estágios finais de pouso acontecem automaticamente. Ao mesmo tempo, prever com precisão exatamente onde o módulo de pouso tocará a superfície de Marte é impossível, então o local de pouso é uma elipse de 104 por 19 km.

Em meados de dezembro de 2013, as agências espaciais europeia e russa anunciaram um concurso para propostas sobre a área de pouso entre os membros da comunidade planetária. Os locais candidatos devem ser suficientemente antigos, não menos de 3,6 bilhões de anos, porque se acredita que aproximadamente nessa altura em Marte havia água líquida. Além disso, traços de ação da água devem ser visíveis em fotografias do local, bem como rochas expostas. Em outras palavras, a paisagem deve ser bastante diversa. Finalmente, o rover deve ser capaz de chegar até pelo menos algumas dessas rochas expostas, e toda a área não deve ser muito “empoeirada” – a poeira marciana é um sério perigo para os equipamentos.

Até o final de fevereiro de 2014 o grupo de trabalho de escolha do local de pouso do projeto ExoMars recebeu oito propostas, e no final de março teve lugar o primeiro seminário sobre o assunto. Seu objetivo foi entender quais áreas é que são as áreas mais promissoras para estudos mais aprofundados.

O próximo passo no processo de seleção cabe aos membros do grupo de trabalho, que inclui também representantes da Rússia: do Instituto de Pesquisas Espaciais da Academia de Ciências da Rússia, do Instituto de Geoquímica e Química Analítica Vernadsky da Academia de Ciências, da Associação Científica de Produção Lavochkin, e do Instituto Central de Pesquisa em Engenharia Mecânica. Tendo em vista tudo o que foi dito no seminário, no verão eles devem escolher três ou quatro opções. Em seguida, essas áreas serão estudadas com a ajuda de sondas orbitais marcianas, principalmente do Mars Express europeu. A decisão final será tomada cerca de um ano antes do lançamento, em 2017.

O ExoMars é um dos principais projetos do programa planetário tanto da Rússia como da Europa, por isso ele suscita uma atenção particularmente grande. Assim, há dias, no Reino Unido foi solenemente inaugurada uma área de ensaios – um simulador de superfície marciana para testes de modelos do rover. Mas a comunidade científica ainda está preocupada com os equipamentos científicos.

Se o complexo de aparelhagem e o esquema geral da primeira parte da missão (lançamento em 2016) já foram aprovados, a segunda parte – que além do Pasteur inclui também o módulo russo de descida com plataforma de pouso – ainda está em fase de definição. Atualmente, está sendo determinada a composição final da carga científica na plataforma de pouso. O Pasteur irá explorar Marte movendo-se sobre sua superfície, e equipamentos na plataforma de pouso irão “monitorar” as condições do planeta num ponto fixo. Assim, além de uma imagem do passado de Marte, obteremos também dados sobre seu presente: o quê determina o clima e as condições no Planeta Vermelho.

Voz da Rússia

Assista essa reação: Putin ri bem na cara do jornalista


Quando o entrevistador confrontou recentemente, Vladimir Putin, sobre o sistema de defesa antimísseis americano sendo instalado na Europa, o Presidente da Federação Russa não pode deixar de rir na cara dele. kkkkk
Segundo o jornalista, o sistema de defesa antimísseis da OTAN está apontado para e projetado para proteger a Europa contra a ameaça nuclear representada pelo Irã, não pela Rússia.

A reação de Putin é um must-see.
Entrevista: OTAN afirma que o escudo antimísseis não foi construído contra ti, mas contra o Irã.
[Putin começa a rir quase incontrolável]
Putin: Você realmente me faz rir. Deus abençoe você, porque está quase na hora de terminar o dia ... na verdade, já é hora de ir dormir.Pelo menos eu posso chegar em casa de bom humor.

O que é ainda mais cómico é a gravidade da reação subseqüente do entrevistador por ser ridicularizado.
Parece que ele realmente acreditava na noção de que a OTAN construiu seu escudo de defesa antimísseis para proteger do Irã, um país que, de acordo com relatórios de inteligência dos EUA , ainda tem que desenvolver não só a tecnologia nuclear, mas os sistemas de mísseis balísticos intercontinentais capazes de entregar essa tecnologia toda a maneira ao Irã.

A propaganda em ambos os lados é realmente muito engraçada, considerando o quão ridículo a frente e para trás postura tem obtida, especialmente nos últimos meses.
O que não vai ser engraçado é quando a Europa, Rússia, China e Estados Unidos, eventualmente, utilizá-las para facilitar a entrada em um conflito global que envolverão bilhões de pessoas.

UND2

domingo, 30 de março de 2014

Rússia anuncia planos de criação de novo avião de transporte militar

Isso mesmo, é o Y-20, mas a imagem é puramente ilustrativa

Para especialistas, notícia vem em boa hora. “O IL-76 foi modernizado, mas é barulhento, tem equipamentos antigos. A quantidade de aviões An-12 é mínima. A Rússia precisa de um novo avião de transporte”, disse o coronel Ígor Málikov, que possui a condecoração de Herói da Rússia.

A Rússia começou a desenvolver um novo tipo de avião de transporte militar. O projeto recebeu o nome Pak Ta . A nova aeronave será vendida principalmente ao Ministério da Defesa da Rússia.

De acordo com Víktor Livanov, diretor-geral da empresa Il, que vai desenvolver o novo avião, o projeto deverá ser concluído até o final da próxima década.

“O projeto ainda não tem um nome exato”, disse Livanov. “As caraterísticas técnicas do novo avião serão determinadas após consultas com os potenciais clientes.”

Os especialistas russos afirmam que o avião de transporte militar utilizado hoje está desatualizado. De acordo com o coronel Ígor Málikov, que possui a condecoração de Herói da Rússia, a criação do novo avião Pak Ta é muito importante.

“O IL-76 foi modernizado, mas é barulhento, tem equipamentos antigos. A quantidade de aviões An-12 é mínima. A Rússia precisa de um novo avião de transporte”, diz Málikov.

Segundo ele, as tecnologias modernas e a modelagem computacional permitem desenvolver o avião nos prazos supracitados. “No entanto, a criação de um novo motor é um trabalho muito mais difícil do que a construção do novo avião”, diz Málikov.

“Em primeiro lugar, o novo avião deverá ser econômico e silencioso, porque a Rússia vai vender o novo produto para o exterior. Os compradores estrangeiros prestam muita atenção nesses parâmetros. Além disso, é preciso avaliar qual será o volume de mercadorias transportadas para determinar o tamanho da fuselagem do novo avião.”

De acordo com o piloto de teste Mikhail Markov, os critérios para a nova aeronave devem ser elaborados pelos institutos de pesquisa. “É óbvio que é impossível criar um avião completamente novo e perfeito em poucos anos”, diz Markov.

Segundo ele, é incorreto modernizar os aviões antigos ou criar um produto completamente novo. “Ambas variantes são erradas. Você não pode desenvolver um produto bom e esperar 30 anos para criar um novo. É preciso realizar uma modernização gradual e constante. As instituições científicas têm tudo para fazer esse trabalho”, completou Markov.
De acordo com o presidente da Comissão da Aviação Civil do Conselho Público do Serviço Federal de Supervisão de Transporte, Oleg Smirnov, antes de começar o desenvolvimento do novo avião, é preciso estudar minuciosamente a demanda. Segundo ele, a empresa Il ainda não fez esse trabalho. “As informações sobre o novo avião deveriam ser divulgadas após as primeiras encomendas”, disse Smirnov.

Fonte: Gazeta Russa

Relator da ONU: Israel promove ‘colonialismo’, ‘apartheid’ e ‘limpeza étnica’ na Palestina

Um especialista independente das Nações Unidas em direitos humanos pediu nesta sexta-feira (21) uma avaliação, por parte da Corte Internacional de Justiça (CIJ), sobre o estatuto jurídico da ocupação prolongada de Israel no território da Palestina.

“Devem ser tomadas medidas especiais para assegurar que os direitos humanos do povo palestino seja protegido e o Estado de Direito estabelecido em uma ocupação que já dura mais de 45 anos”, disse Richard Falk, relator especial da ONU sobre a Palestina ocupada, em um comunicado de imprensa pouco antes da apresentação do seu relatório final ao Conselho de Direitos Humanos da ONU, na segunda-feira (24).

Pedindo que a Corte – principal órgão jurídico da ONU – avalie as acusações de que a ocupação tem características legalmente inaceitáveis de “colonialismo, apartheid e limpeza étnica”, o especialista também apelou ao Conselho de Direitos Humanos da Organização para que examine as implicações legais da ocupação, pedindo que a comunidade internacional aja de forma decisiva para defender os direitos humanos da população da Palestina.

“A expansão dos assentamentos em andamento continua a ser um obstáculo grave e que compromete as perspectivas de autodeterminação da Palestina”, disse ele, observando que o número de assentamentos construídos na Cisjordânia duplicou em 2013, de acordo com dados oficiais israelenses.

“Até agora, não houve sinais de mudança nesta tendência para 2014 e Israel já aprovou desafiadoramente a construção de centenas de novas casas nos primeiros três meses do ano, apesar das negociações de paz em curso.”

Falk também reiterou as preocupações sobre o muro de segregação, lembrando que, em 2004, a Corte Internacional de Justiça declarou a construção da barreira ilegal no território ocupado. Cerca de 85% da rota prevista do Muro encontra-se dentro da Cisjordânia, e mais de 60% de um total de 708 quilômetros de muro já foi concluído, com a construção em andamento.

“Tal ação prejudica o respeito ao direito internacional e deve ser desafiada”, ressaltou Falk.

O relator especial pediu atenção urgente à deterioração da situação em Jerusalém Oriental, que o seu relatório descreve como um “microcosmo da fragmentação do território ocorrendo em toda a Cisjordânia”. Ele observou que “mais de 11 mil palestinos perderam o direito de viver em Jerusalém desde 1996, sob as regras impostas por Israel”.

Empresas que lucram com ilegalidades têm responsabilidade, diz relator

A responsabilidade potencial das empresas que lucram com os assentamentos também é analisado no relatório. “A comunidade internacional está começando a reagir de forma responsável em relação às questões de responsabilidade social corporativa”, disse Falk.

“Algumas empresas e países estão cada vez mais se afastando de envolvimento com os assentamentos com base em sua ilegalidade sob o direito internacional. Estes exemplos são elogiáveis e devem ser seguidos por outros.”

O especialista em direitos humanos também expressou preocupação sobre a situação humanitária em Gaza – também ocupada –, observando que “os efeitos do bloqueio, juntamente com os desenvolvimentos regionais, estão tendo um grave impacto sobre a população civil de Gaza”.

“Não devemos esquecer que milhares de presos políticos palestinos, incluindo crianças, permanecem em prisões israelenses. Entre elas estão mais de 100 detentos administrativos. Muitos deles são submetidos a maus-tratos e tortura a partir do momento da sua detenção para interrogatório na prisão”, disse Falk.

Os peritos independentes ou relatores especiais são nomeados pelo Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas, cuja sede é em Genebra (Suíça), para examinar e informar sobre a situação do país ou um tema específico de direitos humanos.

Falk, que falará diante do Conselho de Direitos Humanos na segunda-feira (24), destacou a importância do mandato para testemunhar as graves violações dos direitos humanos que continuam a afligir o povo palestino, após mais de quatro décadas e meia de ocupação.

“Em face da contínua recusa de Israel em cooperar com este mandato, acentuada por ataques difamatórios por organizações não governamentais políticas com a intenção de miná-lo, é de extrema importância que o meu sucessor seja apoiado e habilitado pelas Nações Unidas e por seu Conselho de Direitos Humanos para informar objetivamente sobre as violações dos direitos humanos sofridos pelo povo palestino”, frisou.

Acesse o relatório clicando aqui (em inglês) e em outros idiomas clicando aqui.

Fonte: onu.org.br

Caminho Alternativo

Fotografado da ISS uma "Falha Enorme" no Planeta Terra com um Diâmetro de 5000 km

O pesquisador britânico Stephen Hannard ADG, apresentou esta imagem que foi liberada a partir de Brasília Planetário recentemente e que mostra um objeto ou, pelo menos, um fração da terra de proporções enormes, em forma de disco, que ocorre acima da atmosfera da Terra. "Estima-se que o disco tem um diâmetro de cerca de 3.000 milhas (cerca de 5.000 quilômetros), e foi fotografado pelos astronautas na Estação Espacial Internacional.
"Se você olhar no canto inferior esquerdo da imagem - disse Stephen Hannard-você pode ver uma formação de nuvens que passam sobre a parte superior da anomalia. Isso indica que o objeto não é uma projeção sobre a Terra. Eu não tenho nenhuma ideia do que seja esse objeto, só posso especular neste momento. Entrei em contato com o Planetário para mais esclarecimentos sobre a apresentação, e publicarei uma atualização quando eu receber uma resposta detalhada. "
Obviamente quando olhamos estas fotos, questionamos: essa anomalia pode ser o resultado de experimento HAARP? Ou é uma anomalia magnética do planeta? Aguardamos respostas do observatório e pesquisador Stephen Hannard.

Como sempre você decide


 UFOS ONLINE

sábado, 29 de março de 2014

O “sono profundo” do Sistema Perímetro que possibilita contra-ataque nuclear

Introdução do 15E601 “Perímetro“ em 1983

Adormecido em tempos de paz, sistema possibilita contra-ataque nuclear até mesmo em caso de destruição total dos pontos de comando e linhas de comunicação com a Força Estratégica de Mísseis (sigla em russo RVSN). Na Rússia recebeu o nome de “Perímetr”, mas ficou conhecido nos EUA como “Dead Hand” (“mão morta”, em tradução livre).

Silo de lançamentos e seus dispositivos/sensores e antena para recepção de sinal para disparo autônomo individual de cada silo/míssil.

O principal sistema de controle de mísseis estratégicos é o Kazbek, conhecido graças ao sistema portátil Cheguet (“maleta nuclear”). O Perímetr é um sistema alternativo de comando das forças nucleares da Rússia e está preparado para ser controlado automaticamente em caso de ataque nuclear maciço.

O desenvolvimento de um sistema de contra-ataque começou no auge da Guerra Fria, quando ficou claro que os meios de guerra eletrônica em constante evolução seriam, em um futuro próximo, capazes de bloquear os canais regulares de comando das forças nucleares estratégicas. Era preciso criar um método de backup de comunicação que garantisse o envio do comando aos dispositivos de lançamento.
Foi então que surgiu a ideia de usar um foguete de comando equipado com um poderoso dispositivo transmissor de rádio como meio de comunicação. Ao sobrevoar a União Soviética, esse míssil iria transmitir a ordem de lançamento dos mísseis não só aos pontos de comando da RVSN, mas também diretamente aos dispositivos de lançamento.

Em agosto de 1974, por ação de um decreto governamental, a empresa de projetos Iujnoe (KB Iujnoe), em Dnepropetrovsk, que criava mísseis balísticos intercontinentais, ficou encarregada da construção de tal sistema.

A base de trabalho era o míssil UR-100UTTH, conhecido na classificação da Otan como Spanker. Os testes de voo começaram em 1979 e o primeiro lançamento com transmissor foi realizado com sucesso em dezembro do mesmo ano. As provas confirmaram a interação de todos os componentes do sistema Perímetr, bem como a capacidade da ogiva de manter a trajetória pré-definida.


Em novembro de 1984, o míssil de comando lançado de Polotsk transmitiu a ordem ao dispositivo de lançamento no silo subterrâneo de mísseis balísticos RS-20 (SS -18 Satan), em Baikonur. O Satan foi lançado e, depois de trabalhadas todas as fases, foi registrado a queda da ogiva em um determinado quadrado no campo de teste Kura, em Kamtchatka.
Antena receptora do sinal do míssil de comando.

No ano seguinte, o Perímetr foi incorporado ao serviço do Exército. Desde então, foi modificado várias vezes e, atualmente, os modernos mísseis balísticos intercontinentais são usados como mísseis de comando.
Carregamento em silo de míssil ICBM 5 ª geração PT 2PM2 “Topol-M”

Quatro verificações

A base do sistema são os mísseis balísticos de comando. Eles não são lançados contra o agressor, mas antes sobrevoam várias regiões da Rússia e, em vez de cargas termonucleares, suas ogivas transportam poderosos emissores que enviam sinais de controle a todos os sistemas de mísseis de combate disponíveis, instalados em silos, aviões, submarinos e outros sistemas móveis com base em terra. O sistema é totalmente automatizado.


A decisão de lançar os mísseis de comando é feita por um sistema autônomo de controle – um complexo sistema de inteligência artificial que analisa os variados dados recebidos: a atividade sísmica e radioativa, a pressão atmosférica, a intensidade do tráfego de sinais de rádio das frequências de rádio militares, além de controlar a telemetria a partir dos postos de monitoramento das RVSN e os dados do sistema de alerta de mísseis.
Conjunto de sensores ao lado do silo

Ao detectar, por exemplo, várias fontes pontuais de radiação eletromagnética e ionizante, e depois de as comparar com os dados sobre abalos sísmicos daquelas mesmas coordenadas, o sistema identifica a possível existência de um ataque nuclear em grande escala. Nesse caso, o Perímetr pode iniciar uma retaliação, mesmo passando ao lado do Kazbek.

Outra variante é que, ao receber do Sistema de Aviso de Ataque de Mísseis (SAAM), a informação de um lançamento de mísseis efetuado em território fora das suas fronteiras, os dirigentes do país colocam o Perímetr em “modo de combate”. Se passado algum tempo não chegar a ordem de desligamento do sinal de alerta, o sistema dará início ao lançamento dos mísseis. Essa solução permite eliminar o fator humano e assegurar um contra-ataque, mesmo em caso de morte de todos os comandantes políticos e militares ou de destruição completa dos dados de lançamento.

Em tempos de paz, o Perímetr fica “adormecido”, sem deixar, no entanto, de analisar e processar as informações recebidas. Ao passar para o modo de combate ou ao receber o sinal de alarme do SAAM, do RVSN e de outros sistemas, ele ativa o monitoramento da rede de transmissores para detectar sinais de explosões nucleares.

A liderança da Federação Russa já por várias vezes assegurou aos Estados estrangeiros a inexistência de risco de lançamento acidental ou não autorizado de mísseis. Antes de executar o algoritmo de retaliação, o Perímetr deve cumprir quatro condições. Primeiramente, a existência comprovada de um ataque nuclear contra a Rússia. Em seguida checa a existência de comunicação com o Estado-Maior – em caso de ligação o sistema é desligado. Se o Estado-Maior não responder, o Perímetr envia um pedido para o Kazbek. Se o Kazbek também não responder, a inteligência artificial transmite o direito de tomar a decisão para qualquer pessoa que se encontre no bunker de comando. E só depois disso é que entra em ação.

Publicado originalmente pela Rossiyskaya Gazeta

Fonte: Gazeta Russa

Rússia fornecerá baterias de S-400 Triumf à China

A China será o primeiro país autorizado a importar da Rússia o moderno sistema de mísseis antiaéreos (SAM, por sua sigla em inglês) S-400 Triumf, considerado o melhor SAM do mundo, informou hoje o jornal econômico russo Kommersant.

O presidente Putin, segundo uma fonte próxima ao Kremlin, deu luz verde para a venda no começo de 2014 e ambas as partes já negociam a quantidade de baterias e o valor do contrato.

A fonte disse que a transação não tem nada a ver com as rusgas recentes entre a Rússia e os EUA sobre a Crimeia.

Se tudo ocorrer bem, a China poderá receber as primeiras baterias em 2016, disse em janeiro passado o diretor da empresa estatal Rosoboronexport, Anatoly Isaikin.

Atualmente, russos e chineses discutem o fornecimento de duas ou quatro baterias do S-400 Triumf.

A China, que no passado comprou 15 baterias da Rússia do SAM S-300PMU-2 Favorite e 4 sistemas de controle SU83M6E2, pretende receber uma informação exaustiva da nova armas que, em principio, será usado para controlar o espaço aéreo da parte continental como Taiwan e ilhas Senkaku (Diaouyu) que também é pretendia pelo Japão.




O Informante

Governo da Finlândia rescinde contrato com EUA para fornecimento de mísseis táticos

ATACMS

As autoridades finlandesas rescindiram o contrato para o fornecimento do sistemas de mísseis táticos ATACMS, no valor de 100 milhões de euros, informou neste sábado a rede de TV finlandesa YLE.


O projeto de entrega dos mísseis teria sido cancelado devido ao preço muito elevado. ”O projeto foi cancelado por motivos financeiros. O projeto consiste em um sistema muito caro e também já obsoleto”, disse o porta-voz do Ministério da Defesa da Finlândia, Arto Koski, citado pela YLE.
A Finlândia recebeu uma permissão do Congresso dos EUA, em 2012, para a compra destes complexos de mísseis. No âmbito do contrato, a Finlândia já atualizou o sistema de controle do lançador pesado de foguetes MLRS, no valor de 40 milhões de euros.

FONTE : Voz da Russia/DAN

KC-390 – Teste final no German Dutch Wind Tunnels

sexta-feira, 28 de março de 2014

Dominó Russo - Países da ex-URSS com minorias russas temem reflexos pós-Crimeia


A Assembleia Geral da ONU aprovou nesta quarta-feira uma resolução afirmando que o referendo realizando na Crimeia – em que a península ucraniana optou por sua independência, abrindo caminho para sua integração à Federação Russa – foi ilegal.

A resolução estabelece um apoio à integridade territorial da Ucrânia e teve 11 votos contra e 58 abstenções. Trata-se de um documento sem efeito vinculante, mas que as potências do Ocidente esperam que reforce o isolamento russo por causa do envolvimento na Crimeia.

O Brasil se absteve, ao lado de Argentina, China, Índia, Equador e Uruguai.

A Rússia diz que simplesmente apoiou o direito da população da Crimeia, de maioria étnica russa, à autodeterminação.

A justificativa inicial de Moscou para intervir no território (para onde enviou tropas) era a preocupação quanto à população étnica russa que mora ali, que estaria vulnerável às decisões de políticos contrários à Rússia em Kiev.

Mas outras regiões da antiga União Soviética com moradores de origem russa podem passar por situação semelhante?

Confira regiões onde esse perigo é debatido:

Leste da Ucrânia

Desde que o presidente ucraniano Viktor Yanukovych foi afastado do cargo, em fevereiro, tem havido frequentes protestos pró-Rússia em cidades do leste da Ucrânia, especialmente Donetsk e Kharkiv. Ao menos uma pessoa morreu.

A Rússia alega que a tensão na Ucrânia se deve a grupos de extrema direita pró-Ocidente. Tropas russas realizaram exercícios militares perto da fronteira e permanecem na região. Não seria difícil para que elas invadir a Ucrânia.

Assim, se a Rússia está considerando mais uma expansão territorial, o leste da Ucrânia provavelmente estará no topo da lista.

Os custos políticos, no entanto, seriam altos: a Otan e o Ocidente advertiram contra novas medidas expansionistas.

Ao mesmo tempo, uma vez que o sentimento separatista dos russos ucranianos ganhou força com o envolvimento de Moscou na Crimeia e o novo governo contrário à Rússia em Kiev, é difícil voltar a contê-lo.

Moldávia

As atenções também estão voltadas à Transnístria, região separatista do leste da Moldávia que já pediu para ser anexado por Moscou. A região autoproclamou sua independência em 1990, mas isso nunca foi reconhecido internacionalmente.

A maioria da população da Transnístria fala em sua maioria russo, enquanto os moldavos falam uma língua própria muito parecida com o romeno.

O comando da Otan na Europa advertiu que a Transnístria pode ser o novo alvo da Rússia - que já tem mil soldados no território, localizado perto da fronteira ucraniana.

Mas a Moldávia está se preparando para assinar um acordo de aproximação com a União Europeia, o que desagradaria Moscou e, potencialmente, aumentaria a tensão no território.


Ao mesmo tempo, no sul da Moldávia fica um território conhecido como Gagauzia, região autônoma formada por quatro enclaves, totalizando 160 mil habitantes. A população ali é de maioria cristã ortodoxa e fala um idioma de origem túrquica.

Em fevereiro, a Gaugazia realizou um referendo no qual 98,4% dos votantes apoiaram a integração com a união aduaneira liderada pela Rússia. Mas o governo moldavo alega que o pleito foi ilegítimo.

Geórgia

Em 2008, a Rússia travou uma breve guerra na Geórgia, que resultou na secessão de duas áreas, a Ossétia do Sul e a Abecásia - onde parte da população tem passaporte russo e há uma forte oposição à afirmação de soberania georgiana.

A Abecásia, que faz fronteira com a Rússia, já havia declarado unilateralmente sua independência, em 1999. Desde então, os dois enclaves passaram a viver em um limbo diplomático - sem reconhecimento internacional.

A Ossétia do Sul faz fronteira com a república russa da Ossétia do Norte, e seus suprimentos vêm da Rússia por meio de um túnel sob as montanhas do Cáucaso. Os preços são altos, assim como a corrupção e o desemprego.

Foi só por ocasião da guerra em 2008 que a Abecásia e a Ossétia do Sul passaram a ser aceitos por Moscou e alguns outros países (entre eles a Venezuela) como nações independentes.

Países bálticos

Independentes após a Primeira Guerra Mundial, as repúblicas bálticas só reconquistaram esse status após o colapso da União Soviética, nos anos 1990.

Na Letônia e na Estônia, cerca de um terço da população é de origem russa. Ambos os países só dão cidadania a quem falar suas línguas - fazendo com que russos não consigam ou não queiram se tornar cidadãos locais. Eles se queixam de discriminação.

Na Lituânia, russos étnicos são cerca de 5% da população e não precisam passar por exames de idioma.

Em meados de março, o Kremlin expressou "indignação" pelo tratamento de russos étnicos na Estônia - a mesma razão dada para a intervenção na Crimeia.

No entanto, os países bálticos são membros da Otan e da UE. Qualquer incursão russa teria consequências sérias. O artigo 5º da Otan afirma que um ataque a um país-membro é um ataque a todos.

Norte do Cazaquistão

Mais da metade da população do norte cazaque é de população russa. A região, assim como a Crimeia, já foi parte do Império Russo, no século 19.

Os elos entre Rússia e Cazaquistão vêm dos tempos czaristas, quando cidades do norte como Pavlodar e Uralsk foram fundadas por russos para serem postos militares.

Como a Ucrânia, o Cazaquistão assinou um acordo de desarmamento nuclear em 1994 em troca de proteção.

Ao mesmo tempo, o Cazaquistão já tem laços próximos com a Rússia: é membro, ao lado de Belarus, da integração aduaneira criada por Moscou.

O país tem permanecido neutro na questão ucraniana, mas pede uma resolução pacífica.

Outras repúblicas centro-asiáticas

A porcentagem de russos étnicos na Ásia Central oscila de 1,1% no Tadjiquistão a 12,5% no Quirguistão. Após sua independência em 1991, vários russos emigraram.

Mas as economias da Ásia Central continuam ligadas à Rússia por conta do comércio e das remessas enviadas por imigrantes. Parece improvável que Moscou interceda na região.

Ao mesmo tempo, a turbulência pós-Crimeia ainda pode ter efeitos à medida que sanções ocidentais afetarem negócios russos. Imigrantes desempregados que precisem deixar a Rússia podem causar dor de cabeça aos governos quirguiz e tadjique.

Armênia e Azerbaijão

A Armênia não tem população russa relevante; o Azerbaijão tem 1% de russos. Ambos ficam na corda-bamba geopolítica entre a Rússia e o Ocidente.

Assim como a Ucrânia, a Armênia vinha se preparando para assinar um acordo com a UE. Mas, em setembro, anunciou que em vez disso se aliaria à união aduaneira russa.

Desde a independência armênia, em 1991, a Rússia mantém uma base militar na cidade de Gyumri. Já o Azerbaijão exporta petróleo e gás natural à UE e é menos dependente economicamente da Rússia. Um oleoduto que termina na Turquia permite que o país não dependa do território russo para exportar os produtos.

Moscou gostaria de manter os dois países em sua esfera de influência, mas acredita-se que, para isso, use medidas econômicas, em vez de militares.

Um elemento que pode levar a Rússia a ter maior influência na região é o conflito adormecido em Nagorno-Karabakh, um enclave armênio em território azerbaijano reivindicado por Baku. O território declarou sua independência com apoio armênio e negociações de paz, envolvendo representantes russos, estão em andamento há anos.

Caso um confronto volte a florescer, Moscou poderia sair ganhando com a venda de armas.
Belarus

O país já é aliado próximo de Moscou. Ainda que apenas 8,3% da população se declare russa, mais de 70% falam a língua.

Não há motivos para uma intervenção russa: os dois governos são extremamente amigos; Belarus tem acordos econômicos com a Rússia, e o idioma russo é oficializado no país.

Defesa Net

Turquia usa Al-Qaeda para justificar guerra contra a Síria

Tumba de Suleiman Shah – Wikipedia

Uma conversa vazada entre o chefe de inteligência da Turquia e o gabinete de guerra revela plano para criar um casus belli contra a Síria, usando Al-Qaeda (ISIL[1]) para ameaçar o santuário turco tumba de Suleiman Shah[2] .A Turquia bloqueou o Youtube, a fim de encobrir os vazamentos. O Ministério dos Negócios Estrangeiros turco confirmou a gravação de planejamento para uma incursão militar na Síria, acrescentando que uma “rede de traidores” foi responsável pelo vazamento.

Parte 1 da transcrição no Youtube: https://www.youtube.com/watch?v=c-1GooSDwJ8

Na fita vazada,

Ministro das Relações Exteriores Ahmet Davudoğlu
Chefe da Inteligência Turca (MIT) Hakan Fidan
Subsecretário de chancelaria Feridun Sinirlioğlu
General Yaşar Güler

procuram um motivo (e querem criar um, se a conversa não for frutífera) para declarar guerra contra a Síria. O vazamento tem duas partes, a segunda ainda não foi traduzida para o inglês. Aqui está a primeira parte.

Planos de guerra visando as eleições – Parte 1

1º Slide:

Ahmet Davutoglu: Eu não compreenderia outra coisa, o que exatamente nosso Ministro da Relações Exteriores deveria fazer? Não, eu não estou falando disso. Há outras coisas que podemos fazer. Se decidirmos sobre isso, notificamos as Nações Unidas, o Consulado de Istambul do regime sírio, certo?

Feridun Sinirlioğlu: Mas se decidirmos sobre uma operação lá, o efeito deve ser impactante. Quero dizer, se o fizermos. Eu não sei o que vamos fazer, mas independentemente do que decidirmos, eu não acho que seria apropriado notificar ninguém de antemão.

Ahmet Davutoglu: OK, mas vamos ter que nos preparar de alguma forma. Para evitar problemas com o direito internacional. Eu só percebi quando eu estava conversando com o presidente (Abdullah Gül), se os tanques turcos forem para lá, isso significa que estaremos lá de qualquer forma, certo?

Yaşar Güler: Significa que estaremos lá, sim.

Ahmet Davutoglu: Sim, mas há uma diferença entre ir com aviões e ir com tanques …

2º Slide:

Yaşar Güler: Talvez possamos dizer ao consulado general sírio, que ISIL está atualmente trabalhando ao lado do regime, e esse lugar é solo turco. Devemos definitivamente …

Ahmet Davutoglu: Mas já dissemos isso, enviei várias notas diplomáticas.

Yaşar Güler: para a Síria …

Feridun Sinirlioğlu: Isso mesmo.

Ahmet Davutoglu: Sim, enviamos-lhes inúmeras vezes. Portanto, eu gostaria de saber do nosso ministro, quais as expectativas da nossa Chefia de Gabinete.

Yaşar Güler: Talvez sua intenção era dizer que, eu realmente não sei, ele se encontrou com o Sr. Fidan.

Hakan Fidan: Bem, ele mencionou essa parte, mas nós não entramos em detalhes.

Yaşar Güler: Talvez tenha sido isso que quis dizer… Uma nota diplomática à Síria?

Hakan Fidan: Talvez em coordenação com o Ministério das Relações Exteriores…

3º Slide:

Ahmet Davutoglu: Quer dizer, eu poderia coordenar a diplomacia, mas a guerra civil, os militares …

Feridun Sinirlioğlu: Isso é o que eu disse lá atrás. Por um lado, a situação é diferente. Uma operação contra o ISIL tem apoio do direito internacional. Nós mostramos que é a Al-Qaeda, não haverá perigo se estiver relacionado com a Al-Qaeda. E trata-se de defender a tumba de Suleiman Shah, é uma questão de proteger a nossa terra.

Yaşar Güler: Nós não temos problemas com isso.

Hakan Fidan: Depois que ocorrer, será uma grande comoção interna (com vários casos de atentados ocorrendo aqui dentro). A fronteira não está sob controle …

Feridun Sinirlioğlu: Quero dizer, sim, claro que os atentados acontecerão. Mas eu me lembro da nossa conversa de 3 anos atrás …

Yaşar Güler: Mr. Fidan deve receber apoio urgentemente e precisamos ajudá-lo a fornecer armas e munição para os rebeldes. Precisamos falar com o ministro. Nosso Ministro do Interior, o nosso Ministro da Defesa. Precisamos conversar sobre isso e chegar a um resolução, senhor.

Ahmet Davutoglu: Como colocamos forças especiais em ação, quando houve uma ameaça no Norte do Iraque? Deveríamos ter feito isso lá também. Nós deveríamos ter treinado esses homens. Nós deveríamos ter enviado homens. De qualquer forma, não podemos fazer isso, só podemos fazer o que a diplomacia …

Feridun Sinirlioğlu: Eu disse a você antes, pelo amor de Deus, General, você sabe como enviar aqueles tanques, você estava lá.

Yaşar Güler: O que, você quer dizer nosso material?

Feridun Sinirlioğlu: Sim, como você acha que nós conseguimos reunir nossos tanques no Iraque ? Como? Como conseguimos enviar forças especiais e os batalhões? Eu estava envolvido nisso. Deixe-me ser claro, não havia nenhuma decisão do governo sobre aquilo, conseguimos apenas com uma única ordem.

4º Slide:

Yaşar Güler: Bem, eu concordo com você. Por um lado, nós não estamos nem discutindo isso. Mas há coisas diferentes que a Síria pode fazer agora.

Ahmet Davutoglu: General, a razão pela qual estamos dizendo não à esta operação é porque que sabemos sobre a capacidade desses homens.

Yaşar Güler: Olha, senhor, a MKE (Mechanical and Chemical Industry Corporation) não está às ordens do ministro? Senhor, eu quero dizer, o Qatar quer comprar munição em dinheiro. À vista. Então, por que não acabamos logo com isso? Está sob o comando do Sr. Ministro.

Ahmet Davutoglu: Mas não é o ponto, não podemos agir de forma integrada, não podemos coordenar.

Yaşar Güler: Então, o nosso primeiro-ministro pode convocar tanto o Sr. Ministro da Defesa e o Sr. Ministro, ao mesmo tempo. Então, ele pode falar diretamente com eles.

Ahmet Davutoglu: Nós, o Sr. Siniroğlu e eu, literalmente imploramos para o Sr. primeiro-ministro para uma reunião privada, dissemos que as coisas não pareciam tão bem.

5º Slide:

Yaşar Güler: Além disso, não precisa ser uma reunião com muitos envolvidos. Você, o Sr. Ministro da Defesa, o Sr. Ministro do Interior e nosso Chefe de Gabinete, os quatro serão suficiente. Não há nenhuma necessidade para uma multidão. Porque, senhor, a principal necessidade lá, são armas e munição. Nem tanto armas, principalmente munição. Nós já falamos sobre isso, senhor. Digamos que nós estamos construindo um exército lá, de 1000 homens. Se os levarmos à guerra sem antes armazenar um mínimo de 6 meses de munição, estes homens vão retornarão em dois meses.

Ahmet Davutoglu: Eles já voltaram.

Yaşar Güler: Eles vão voltar para nós, senhor.

Ahmet Davutoglu: Eles voltaram a partir de … Onde foi? Çobanbey.

Yaşar Güler: Sim, é verdade, senhor. Este assunto não pode ser apenas um fardo sobre os ombros do Sr. Fidan como é agora. É inaceitável. Quero dizer, nós não podemos entender isso. Por quê?

6º Slide:

Ahmet Davutoglu: Naquela noite, tínhamos chegado a uma resolução. E eu pensei que as coisas estavam tomando um rumo. Nossa…

Feridun Sinirlioğlu: Emitimos a resolução do MGK (Conselho de Segurança Nacional) no dia seguinte. Então nós conversamos com o general …

Ahmet Davutoglu: E as outras forças realmente aproveitaram essa nossa fraqueza. Você diz que está indo capturar esse lugar, e que os homens que estão lá constituem um fator de risco. Você os traz de volta. Você captura o lugar. Você o reforça e envia suas tropas novamente.

Yaşar Güler: Exatamente, senhor. Você está absolutamente certo.

Ahmet Davutoglu: Certo? É assim que interpretei. Mas, depois da evacuação, esta não é uma necessidade militar. É uma coisa totalmente diferente.

7º Slide:

Feridun Siniroğlu: Há algumas mudanças sérias na geopolítica mundial e regional. Que agora podem se espalhar para outros lugares. Você mesmo disse hoje e outros concordaram … Estamos rumando para um jogo diferente agora. Precisamos enxergar isso. Que o ISIL e os outros, todas as organizações são extremamente manipuláveis. Tendo uma região composta de organizações de natureza semelhante constituirá um risco de segurança vital para nós. E quando fomos pela primeira vez ao norte do Iraque, havia sempre o risco do PKK explodir o lugar. Se considerarmos cuidadosamente os riscos e verificarmos… Como o general disse …

Yaşar Güler: Senhor, quando estávamos lá dentro agora à pouco, estávamos discutindo exatamente isso. Abertamente. Quero dizer, as forças armadas sempre são uma “ferramenta” necessária para você.

Ahmet Davutoglu: Claro. Eu sempre digo ao primeiro-ministro, na sua ausência, a mesma coisa no jargão acadêmico, você não pode ficar nessas terras sem força bruta. Sem força bruta não há diplomacia.

8º Slide:

Yaşar Güler: Senhor.

Feridun Sinirlioğlu: A segurança nacional tem sido politizada. Não me lembro de nada assim na história política turca. Tornou-se uma questão de política interna. Todos os discursos sobre defender nossas terras, nossa segurança das fronteiras, as nossas terras soberanas lá, tudo tornou-se política doméstica barata.

Yaşar Güler: Exatamente.

Feridun Siniroğlu: Isso nunca aconteceu antes. Infelizmente, mas …

Yaşar Güler: Quero dizer, há ao menos um dos partidos de oposição que o apoia em um ponto tão sério da segurança nacional? Senhor, isso seria justificável sob o a ótica da segurança nacional?

Feridun Sinirlioğlu: Eu nem me lembro de tal período.

9º Slide:

Yaşar Güler: De que outra forma poderíamos nos unir, se não uma questão de segurança nacional de tal importância? Nenhuma.

Ahmet Davutoglu: Em 2012, não fizemos o mesmo que em 2011. Se ao menos tivéssemos agido de forma séria à época, mesmo no verão de 2012.

Feridun Sinirlioğlu: Eles estavam por baixo em 2012.

Ahmet Davutoglu: Internamente, eles eram como a Líbia. Quem entra ou sai do poder não é de qualquer importância para nós. Mas algumas coisas …

Yaşar Güler: Senhor, para evitar qualquer confusão, a nossa necessidade em 2011 foi de armas e munição. Em 2012, 2013 e hoje também. Estamos no mesmo exato ponto. Para nós é absolutamente necessário encontrar e proteger este lugar.

Ahmet Davutoglu: Armas e munição não são tão necessários para aquele lugar. Porque não conseguimos deixar o fator humano em ordem…

Parte 2 da transcrição (não traduzido até o momento): https://www.youtube.com/watch?v=lm7eg0-IjlI

[1] Tumba de Suleiman Shah é, de acordo com o Tratado de Ancara assinado entre França e Turquia em 1921, território turco em solo sírio.
[2] ISIL ou ISIS, da sigla em inglês: Estado Islâmico do Iraque e Levante (Sham em árabe). É grupo islamofascista associado à Al-Qaeda, usado como ferramenta para invasão Síria.

Oriente Mídia

100 mil soldados na fronteira com a Ucrânia e navios de guerra russos estão estacionados, a guerra é inevitável?

Navios de guerra russos estão estacionados na Crimeia (Foto: AFP)

Rússia mobiliza 100 mil soldados na fronteira com a Ucrânia

Tropas não estão só na Crimeia, diz Conselho de Segurança ucraniano.

'A cada dia esperamos um grande ataque contra o território ucraniano'.

A Rússia mobilizou quase 100.000 soldados ao longo de sua fronteira com a Ucrânia, afirmou nesta quinta-feira (27) o presidente do Conselho de Segurança Nacional ucraniano. saiba mais EUA e Europa estão unidos para impor sanções à Rússia, diz Obama UE e EUA adotam sanções contra envolvidos no referendo da Crimeia Entenda o que muda na Crimeia após referendo aprovar adesão à Rússia O número é superior ao estimado na quarta-feira (26) pelos Estados Unidos. "Cerca de 100.000 soldados estão estacionados na fronteira ucraniana. Eles estão prontos para atacar há várias semanas", declarou Andriy Parubiy. "As tropas russas não estão presentes apenas na Crimeia, elas estão ao longo de toda a fronteira", insistiu Parubiy. "A cada dia esperamos um grande ataque contra o território da Ucrânia e estamos nos preparando", disse. Pentágono acompanha De acordo com o Pentágono, mais de 20 mil soldados russos, equipados com o necessário para uma operação militar, estão posicionados ao longo da fronteira russo-ucraniana. A Rússia negou no domingo tal informação.

No entanto, o secretário de Defesa americano, Chuck Hagel, declarou na quarta-feira que Moscou continua concentrando tropas na fronteira ucraniana. "A realidade é que eles continuam a reforçar suas tropas", afirmou Hagel, a quem seu colega russo Sergue Cho gu garantiu que as tropas russas não ultrapassarão a fronteira. Segundo a autoridade ucraniana, a operação russa tem por objetivo assumir o controle da província ucraniana da Crimeia. No início do mês, a Rússia anexou a península ucracaniana da Crimeia, após a população demonstrar em um referendo que apoiava desmembramento da Ucrânia. Estados Unidos e Europa impuseram uma série de sanções contra o governo russo e as autoridades ucranianas que apoiaram a anexação.

Conselho de Segurança A Ucrânia pediu a Assembleia Geral das Nações Unidas que vote uma resolução que defenda a integridade territorial e denuncie a anexação russa da Crimeia, com o objetivo de dissuadir a Rússia de continuar 'com sua agressão'. A Ucrânia recorreu à Assembleia Geral, órgão em que podem votar os 193 países membros da ONU, depois do veto de Moscou nesta questão no Conselho de Segurança em 15 de março passado, um dia antes do referendo em que a Crimeia decidiu aderir à Federação Russa. Ucrânia e as potências ocidentais declararam ilegal o referendo. Ao contrário do Conselho de Segurança, as resoluções da Assembleia Geral não são vinculantes, por isso a votação é mais simbólica. criemia (Foto: AFP) Navios de guerra russos estão estacionados na Crimeia (Foto: AFP)

http://jsomokovitz.blogspot.com.br/2014/03/100-mil-soldados-na-fronteira-com.html

quinta-feira, 27 de março de 2014

Imperialismo: três anos de fracasso na Síria

Há exatos três anos, entre os dias 15 e 16 de março, tinha início o conflito interno na Síria, que logo se transformou numa operação intervencionista por parte dos Estados Unidos, Reino Unido, França e forças regionais como Israel, Arábia Saudita, Turquia e Catar.

Durante três anos, estas potências imperialistas e forças reacionárias locais apoiam com armas e dinheiro grupos de mercenários e terroristas. Tratados generosamente como “rebeldes” pela mídia, esses grupos transformaram as ruas, cidades e campos da Síria em cenário de destruição e morte. Mais de 120 mil pessoas, em sua maioria civis, morreram durante o conflito, outras dezenas de milhares ficaram feridas e mutiladas. Hospitais, escolas, bairros residenciais, igrejas, mesquitas, infraestruturas do Estado, são atacados sistematicamente criando o caos e o terror entre a população.

Um país outrora organizado, com o povo laborioso esforçando-se pela construção da economia nacional, cioso de sua soberania, solidário com a causa árabe e palestina, inserido no quadro geral da luta por uma nova ordem econômica e política internacional, esvazia-se com o êxodo em massa, encontra-se ameaçado em sua própria sobrevivência, existência autônoma e integridade territorial.

Malgrado tudo isso, a Síria resiste, está de pé e hoje são os Estados Unidos e os seus aliados que sentem o gosto amargo da derrota. Graças à tenaz resistência nacional e à ação diplomática do próprio governo sírio e de nações amigas, a intervenção militar direta não se consumou. Todas as demarches nesse sentido feitas pelos Estados Unidos e seus aliados fracassaram.

Mesmo considerando o quadro precário do funcionamento das Nações Unidas, marcado pela instrumentalização em função dos interesses das grandes potências, a Síria logrou dar passos diplomáticos importantes com a realização das Conferências de Genebra 1 e 2 sob os auspícios da ONU. Com isto, contorna a ofensiva dos Estados Unidos e seus aliados para intervir militarmente ou consumar seus planos golpistas de derrocar o governo liderado pelo presidente Bashar Assad, objetivo despudoradamente proclamado por Washington.

O objetivo de fundo e estratégico dos Estados Unidos e seus aliados é o “redesenho do Oriente Médio”, para o que fomentam e instrumentalizam conflitos étnicos e religiosos, montam redes de espionagem e de mercenários terroristas para criar o caos, fragilizar Estados nacionais e governos, e, com o apoio da grande mídia, criam uma rede de intrigas e desinformação. Os imperialistas criam “fatos” para justificar a ação dos mísseis, drones e frotas de guerra, todo o aparato bélico necessário para o domínio e o saque das riquezas dos demais países. Este é o grande interesse nacional dos Estados Unidos: dominar nações e saquear países e povos. Para isso não se detêm diante de crimes de lesa-humanidade e lesa-soberania nacional e inventam conceitos como a chamada “responsabilidade de proteger” e a “guerra humanitária” para legitimar ações de intervenção militar.

Estas potências violam sistematicamente o Direito Internacional, rasgam a Carta da ONU, fabricam versões midiáticas para criar um ambiente favorável ao êxito de suas ações intervencionistas.

Agora, diante do fracasso de seus intentos de derrocar o governo sírio mediante a guerra, as potências imperialistas persistem em arruinar a Conferência de Genebra 2 e distorcer a Declaração de Genebra 1, a qual estabelece a responsabilidade de todas as partes, sem exceção, de preservar as instituições do Estado sírio.

As chancelarias estadunidense e da Europa ocidental continuam empregando uma linguagem obscena contra a Síria, fazendo discursos incompatíveis com as normas diplomáticas e do direito internacional. Iniciam, assim, furiosa campanha contra o anúncio da candidatura do presidente Bashar Assad à reeleição e fazem descabidas ameaças.

O povo sírio tem demonstrado grande valor e coragem na defesa de sua autodeterminação, constituindo exemplo e esperança para os povos em luta. Somente ao povo sírio cabe decidir seu destino e o futuro de sua pátria. O heroico povo sírio é depositário da solidariedade de todos os povos do mundo. Sua causa de soberania, justiça e paz prevalecerá.

Oriente mídia

Algumas nações já reconhecem o novo status da Criméia.

Quirguistão reconhece resultados do referendo na Crimeia

O Quirguistão reconheceu os resultados do referendo na Crimeia, informou o Ministério das Relações Exteriores desse país em declaração divulgada hoje.
“Os resultados do referendo na Crimeia expressam a vontade da maioria absoluta dos habitantes dessa região, o que é uma realidade objetiva”, diz-se no documento.

O Quirguistão considera que “todas as iniciativas e ações deverão visar a manutenção da frágil paz e da estabilidade na Ucrânia e na região. As medidas de força são inadmissíveis”.

O referendo sobre o status da Crimeia e de Sevastopol foi efetuado em 16 de março, e quase 97% dos eleitores se pronunciaram pela integração dessa região na Rússia.1

Autoridades da Nicarágua apoiam as ações da Rússia na Crimeia.

O vice-ministro das relações exteriores da Rússia Serguei Ryabkov agradeceu a autoridades da Nicarágua o apoio à política russa em relação à Crimeia. Esta informação foi divulgada pelo serviço de imprensa do Ministério das Relações Exteriores.

“Ryabkov manifestou a gratidão pelo apoio firme e coerente por parte da Nicarágua à posição da Rússia em relação à Crimeia e Sevastopol, assim como à atitude russa para com a solução da crise na Ucrânia”, diz-se no comunicado desta entidade.

Em 2008 a Nicarágua foi o segundo país, depois da Rússia, a reconhecer a independência da Ossétia do Sul e da Abkhazia.2

Voz da Rússia

quarta-feira, 26 de março de 2014

Documentário da Russia Today sobre os bombardeiros da OTAN na Yugoslavia

Ucrânia no alvo: 20,000 militares russos na fronteira leste da Ucrânia !

FIDAE 2014: Polaris recebe visita do Ministro da Defesa do Chile

Sr. Jorge Burgos observa a turbina TJ200 no stand da Polaris

O ministro da Defesa do Chile visitou hoje o stand da Polaris na FIDAE 2014, logo após a cerimônia de abertura, que contou coma apresença da presidente Michelle Bachelet.

O Sr. Jorge Burgos, foi recebido pelos executivos da Polaris, e pode conhecer a turbina TJ200, que se encontra em exposição na feira, e que se destina para o uso em pequenos mísseis, drones e alvos aéreos.

A Polaris também foi formalmente credenciada e recebeu o Certificado de Inscrição em Registro Especial de Fornecedores do Exército chileno, por ter cumprido os requisitos exigidos pelo Regulamento de Registro Especial de Fornecedores de Material do Setor de Defesa.

Defesa Aérea & Naval

Vídeo mostra confronto na Síria


O vídeo filmado com uma GoPro mostra o contronte da Síria. O realismo da imagens e da guerra na síria são mostradas pela visão de uma viatura blindada de combate. O combate ocorre Darayya, subúrbio de Damasco, uma das mais antigas cidades do país.

A crise na Crimeia pode ser a origem de uma nova ordem mundial?


A Alemanha de Angela Merkel vem endurecendo sua posição contra a Rússia de Vladimir Putin

O G7 está de volta depois que os países do países mais industrializados do mundo, agrupados no chamado G8, decidiram excluir a Rússia na última segunda-feira.

Sob a liderança do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, os presidentes do grupo - que também inclui Alemanha, Canadá, França, Japão, Itália e Reino Unido - se reuniram em Haia, na Holanda, sem a delegação russa, em represália à anexação da Crimeia por Moscou.

O ministro de Relações Exteriores russo, Sergei Lavrov, assegurou que a decisão é uma "grande tragédia" para seu país.

Os acontecimentos na Ucrânia mudaram profundamente as percepções ocidentais em relaçãoà Rússia, e é muito difícil imaginar uma volta rápida à normalidade.

Ao chegar à Holanda para a reunião, Obama disse que os EUA e a Europa haviam se unido na imposição de sanções que traria "consequências significativas para a economia russa".

O ex-embaixador da ONU em Moscou, Michael McFaul, escreveu que o presidente russo, Vladimir Putin, "se aproveita do embate com o Ocidente...(e) mudou sua estratégia".

Mesmo assim, o ministro das Relações Exteriores da Suécia, Carl Bildt, disse no Twitter que o prognóstico sombrio de McFaul subestima o problema já que o presidente russo estava "se baseando em ideias ortodoxas profundamente conservadoras".

Quando os responsáveis pelas boas relações entre Oriente e Ocidente falam dessa forma, não é um bom sinal.

Será que isso é uma segunda Guerra Fria ou apenas um reajuste na política mundial?

A resposta dependerá em boa parte das decisões que serão tomadas nos próximos dias: uma invasão do leste da Ucrânia poderia gerar uma grande guerra, mas a consolidação da mão firme russa na Crimeia, com ações secretas de apoio a grupos militares russos em Donetsk ou Jarkov, criaria um dilema ainda mais difícil para os governos ocidentais.

Clima de tensão

Mesmo assim, como o Kremlin parece não ter intenção de mudar de posição quanto à Crimeia e abriu a possibilidade de uma intervenção para apoiar os russos na Moldávia ou nas repúblicas do mar Báltico (que são membros da OTAN), é evidente que o novo clima de tensão não vai ser atenuado rapidamente e ainda pode se agravar.

Até agora, a percepção pública da dependência europeia em relação ao comércio com a Rússia levou muitas pessoas a considerarem improvável que sejam impostas sanções significativas.

Mas quem tem essa opinião pode estar subestimando o quanto os líderes europeus estão em acordo (até o momento de forma privada) sobre tomar medidas mais duras. Ou o quanto de culpa sentem por não ter agido com mais eficiência há anos.

As "medidas específicas" promulgadas até o momento pelos EUA e a União Europeia (UE) simplesmente penalizam alguns amigos de Putin e seus aliados políticos. As sanções que foram a princípio combinadas entre os líderes da UE na semana passada contra empresas russas poderiam levar a uma verdadeira guerra comercial.

Também na semana passada, a Comissão Europeia se comprometeu a intensificar seu esforço em reduzir a dependência energética em relação à Rússia. E é nesta área que os líderes europeus têm mostrado seu ressentimento por terem sido enganados por Putin e terem permitido que as coisas voltassem ao normal.

A interrupção do fornecimento de gás russo em 2006 e a guerra de 2008 com a Geórgia já havia levado a promessas de reduzir a dependência energética.

Mas, na época, muitos culparam a Geórgia por provocar os militares russos e queriam rapidamente voltar a fazer negócios com os países do bloco conhecido como BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China), que estavam em seu auge.

A postura de Merkel

Agora, a possibilidade de reduzir as importações de gás russo vem sendo levada a sério, destacando-se a capacidade da Ucrânia de fazer o mesmo, e de tomar essas medidas antes da próxima movimentação russa, não depois.

Como disse o primeiro-ministro sueco, Fredrik Reinfeldt, ao programa Newsnight da BBC no início do mês, uma guerra comercial pode ferir mais à Rússia que à UE.

A Rússia representa 7% das exportações europeias, mas o que o país importa do resto do continente representa 21% de seu comércio.

Angela Merkel é quem personifica mais essa sensação de querer evitar ser enganada de novo pelo Kremlin. Sua posição política se endureceu nos últimos dias.

Não está claro até onde vai isso, inclusive se medidas militares serão tomadas pela Rússia contra a Ucrânia ou a Moldávia.

Se o projeto da UE de reduzir sua dependência da Rússia der frutos, é possível que o recente crescimento do comércio que atravessa a antiga cortina de ferro retroceda.

Outros debates ainda dominarão as conversas dos líderes do G7 nos corredores do edifício Berlaymont, sede da Comissão Europeia e da OTAN: em que medida os compromissos diplomáticos firmados anteriormente com Putin agora são prejudiciais? Como é possível reforçar a aliança com a Ucrânia? A grande queda com gastos de defesa pela Europa deve ser revista?

Algumas das respostas são cada vez mais claras. Não haverá reunião do G8 em Sochi, já que a Rússia não faz mais parte desse clube exclusivo, que se tornou, assim, o novo G7.

Poderá haver novas medidas contra o círculo próximo de Putin e se manterá o aumento das forças levadas pela OTAN às repúblicas bálticas.

Mas existe muita incerteza, inclusive no patamar mais extremo dessas conjecturas, sobre se uma ação militar russa poderia levar a sanções em grande escala, a um aumento das tropas americanas na Europa e a uma nova era de gelo da diplomacia internacional.

Defesa Net

Elbit Systems fechou o contrato para o fornecimento dos HermesTM 900 UAS para à FAB


A Elbit Systems Ltd anunciou hoje que fechou um contrato com a Força Aérea Brasileira (FAB) para o fornecimento dos Hermes 900 Unmanned Aircraft System ("UAS" - VANT no Brasil). O anuncio do contrato não revela a quantidade de Hermes 900 que serão fornecidos dentro de dois meses.

A Força Aérea Brasileira vai operar, a partir de então, com uma matriz combinada de VANTs, incluindo os novo Hermes 900, bem como Hermes 450, já em uso operacional na FAB. Tanto o Hermes 450 e os novo Hermes 900 irão realizar missões de de monitoramento, proteção e segurança nos jogos da Copa do Mundo de Futebol da FIFA em 2014 no Brasil.

Elad Aharonson, Gerente Geral - Elbit Systems UAS Division, comentou: "Estamos muito orgulhosos de fornecer nosso Hermes 900 à FAB, que é o oitavo cliente a ser equipado com esta plataforma líder no mercado. Temos a honra de permitir a FAB beneficiar-se das vantagens de operações de voo conjuntas, usando tanto o Hermes 450 e o Hermes 900, uma solução única para missões de inteligência, proteção das fronteiras, controle de perímetros de locais com infra-estruturas críticas, bem como programas de segurança de cidades e eventos de grande porte.

O Hermes 900, já em serviço na Força Aérea de Israel e também em outras forças armadas de ponta no mundo, oferece mais robusteza, altitude de vôo de 30.000 pés e uma grande capacidade de carga, adequado para o transporte de uma ampla gama de equipamentos, bem como capacidades para operar em condições climáticas adversas. O Hermes 900 é um VANT altamente autônomo, permitindo a decolagem e pouso automático e inclui aviônicos avançados e sistemas eletrônicos.

O sistema permite a missões de voo conjuntas com a Hermes 450, controlado e operado a partir da mesma estação universal de controle em terral, transmitir as imagens recolhidas, utilizando vários sistemas de comunicações”.

A subsidiária da Elbit Systems no Brasil, a AEL Systemas SA , fornecerá a FAB todo o apoio técnico e de engenharia, bem como serviços de logística e manutenção. A empresa, sediada Porto Alegre tem cerca de 200 funcionários e está envolvida em muitos projetos de defesa do Brasil, tanto para FAB e como para o Exército Brasileiro, nas áreas de atualizações de plataforma e apoio logístico e técnico.

Defesa Net

segunda-feira, 24 de março de 2014

Extremistas ucranianos cobram o dinheiro pelos distúrbios em Maidan


Também vazou no Youtube um vídeo que compromete ainda mais o novo governo da Ucrânia. O vídeo mostra os terroristas ucranianas, que participaram dos propostos em Maidan, cobrando o dinheiro que lhes fora prometidos para desestabilizar a situação no país. Faz mais ou menos uma semana, o ex-comandante da inteligência ucraniana, o major-general Alexander Yakimenko, afirmou em uma entrevista que esses mesmos terroristas receberam ajuda financeira, logística e ideológica do Ocidente, sobretudo dos EUA.

O Informante

Rússia oferece ao Brasil parceria para construir caça de 5ª geração

MOSCOU, 24 de março – A Rússia ofereceu ao Brasil, o desenvolvimento e produção em conjunto do caça multirole de 5ª geração T-50, disse à RIA Novosti na segunda-feira, o Diretor do Serviço Federal para a Cooperação Técnico-Militar (FSMTC), Alexander Fomin.

“Infelizmente, nós não participamos da concorrência para o fornecimento de 36 caças ao Brasil. No entanto, a nossa proposta para que o Brasil participe do desenvolvimento e produção do caça multifuncional T-50, continua em vigor”, disse Formin na véspera da abertura, em Santiago (Chile ) da FIDAE-2014.
Caça T-50 russo de 5ª geração

Segundo ele, desta vez a Rússia está pronta para discutir a possibilidade de criação de uma joint venture com o Brasil.

Fomin observou que a Rússia e o Brasil são membros do BRICS, e que estabeleceram parcerias estratégicas, incluindo a cooperação técnico-militar.

FONTE: RIA Novosti

TRADUÇÃO E ADAPTAÇÃO: Defesa Aérea & Naval

Exclusivo – Programa de Modernização dos caças AF-1/1A da Marinha do Brasil

A-4-Skyhawk---AF-1C---VF-1-22
AF-1B – 1011
Por Luiz Padilha e Guilherme Wiltgen

Bolacha VF-1O Programa de Modernização dos caças AF-1/1A

Em 14 de abril de 2009, durante a LAAD – Latin America Aero & Defense, realizada no Rio de Janeiro, foi assinado o contrato para o Programa de Modernização dos caças AF-1/1A da Marinha do Brasil com a Empresa Brasileira de Aeronáutica S.A. – EMBRAER.
Embraer-MB-A4
Almirante-de-Esquadra Júlio Soares de Moura Neto com o então presidente da Embraer, Frederico Fleury Curado
No contrato (com duração aproximada de 5 anos), a Embraer irá modernizar 12 caças da Marinha, sendo 9 AF-1 (monoplace) e 3 AF-1A (biplace). O objetivo desta modernização é a atualização destes caças devido a defasagem de aviônicos e sensores com relação aos caças modernos existentes hoje em dia e assim estender sua vida operacional até 2028, quando o NAe São Paulo tem sua baixa prevista.
Ainda no mesmo ano, a Marinha aprovou a inclusão de melhorias no programa, aumentando ainda mais as capacidades dos novos caças, doravante chamados AF-1B/C.
A-4-Skyhawk---AF-1C---VF-1-18A-4-Skyhawk---AF-1C---VF-1-8
A Marinha enviou para a unidade da Embraer em Gavião Peixoto, São Paulo, seus dois primeiros caças AF-1 (1014 e 1023) para iniciar o programa. Porém, o caça AF-1 - 1011, enviado depois, foi o escolhido para ser o protótipo do Programa de Modernização.
É importante salientar, que no programa existem 2 linhas de atuação:

Modernização e  Manutenção

Cabe à Embraer, realizar a modernização das células, aviônicos, sensores e overhall dos 12 motores.
À Marinha, cabe efetuar a manutenção/atualização dos itens não modernizados, como por exemplo, o trem de pouso e os sistemas hidráulicos.
A Marinha do Brasil fechou um acordo com a marinha americana para a modernização das aeronaves AF-1/1A, por meio de disponibilização de publicações e assistência técnica de engenharia.

A modernização dos caças consiste em:

*Revisão Geral das aeronaves (PMGA) *Revisão Geral dos motores (IAI em Israel) *Novo radar (Elta 2032) *Novo HUD (Head Up Display);
*Dois displays táticos 5”x7”, Color Multi-Function Display (CMFD) *HOTAS (Hand On Throttle and Stick;
*Computador principal que executará todo cálculo de navegação e balístico, para o piloto poder empregar os armamentos (bombas, metralhadora e demais mísseis de curto e médio alcance existentes nos inventários da FAB e MB) *Novo sistema de geração de energia, com a substituição dos atuais geradores e conversores;
*Sistema OBOGS (On Board Oxygen Generation System), que gerará o oxigênio proveniente da atmosfera para os tripulantes, sem a necessidade de abastecimento das atuais garrafas de oxigênio;
*Novos rádios Rohde & Schwarz M3AR, que possuem comunalidade com os das aeronaves da FAB, para realizar, automaticamente, comunicação criptografada e que permitirão no futuro a transmissão de dados via data-link *Instalação do Radar Warning Receiver (RWR);
*Instalação do 3º Rádio VHF, capaz de realizar transmissão de dados via data-link, enquanto a aeronave permanece com a escuta dos órgãos ATC (Air Traffic Controler);
*Revitalização do Piloto Automático *Integração do Radar Altímetro e do TACAN *Sistema inercial (EGI) de última geração *Integração dos instrumentos do motor e
*Instalação de Estações de briefing e debriefing, possibilitando ao piloto condições de preparar melhor a missão, garantindo assim um maior aproveitamento, economia de utilização dos aviônicos, melhor disposição das     informações geradas em vôo para treinamento das equipagens e avaliação das missões.
* Envio dos motores Pratt & Whitney J52-P-408 para a empresa IAI em Israel, onde passam por uma revisão completa (overhall), retornando como novos.

Otan faz alerta à Rússia por ação militar na fronteira com a Ucrânia

O comando militar da Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte) fez neste domingo um alerta à Rússia, criticando a intensificação de tropas do país na fronteira com a Ucrânia.

Segundo o supremo comandante da organização para a Europa, o general Philip Breedlove, a ação militar é uma ameaça não apenas para o leste da Ucrânia, mas também para Transnístria, região na Moldávia que fica na fronteira com a Ucrânia e já declarou a intenção de ser anexado pela Rússia.

“As forças russas na fronteira com a Ucrânia estão muito prontas para agir e isso é muito preocupante”, disse Breedlove. “A Rússia vem agindo muito mais com um adversário do que como um parceiro.”

Moscou afirmou, no entanto, que não tem ‘pretensões expansionistas’ e que suas forças localizadas na região cumprem tratados internacionais.

A intensificação militar russa vem na esteira da anexação por Moscou da região da Crimeia, que pertencia à Ucrânia.

Ajuda

A movimentação fez com que o ministro da Defesa em exercício da Ucrânia, Leonid Polyakov, afirmasse que o apoio do ocidente, incluindo manobras militares conjuntas, ajudaria a evitar uma guerra com a Rússia.

Os Estados Unidos afirmaram que estão estudando o caso, mas que acreditam ser improvável que uma eventual ajuda alterasse as intenções russas.

O presidente Barack Obama já havia dito anteriormente que não iria enviar tropas para a Ucrânia.

Ele e outros líderes do G-7 vão discutir as opções para lidar com a crise em uma reunião de emergência nesta segunda-feira em Bruxelas.

O chanceler ucraniano, Andriy Deschystsia, disse que o risco de guerra com a Rússia é crescente.

“O problema (com o presidente Vladimir) Putin é que ele não quer diálogo, nem com o governo de Kiev e nem com os líderes ocidentais.”

“E isso é um grande perigo para o processo de tomada de decisões. Nossa expectativa é a de que ele possa invadir nosso território.”

Na véspera, soldados russos usaram veículos blindados para invadir uma grande base aérea militar próximo da cidade de Sevastopol, na Crimeia – a região da Ucrânia que recentemente optou, em um referendo, em ser anexada pela Rússia.

Histórico recente

Após a realização do referendo em que cerca de 95% dos eleitores teriam optado pela anexação pela Rússia, o parlamento da Crimeia, em um comunicado divulgado há pouco menos de uma semana, se declarou formalmente independente da Ucrânia e pediu que a Crimeia fosse incorporada ao país vizinho.

Pouco depois, o presidente russo, Vladimir Putin fez um pronunciamento transmitido pela TV e perante as duas casas do Parlamento de seu país no qual abriu caminho para o processo de anexação da região autônoma pertencente à Ucrânia.

De acordo com Putin, o referendo e a decisão do Parlamento da Crimeia representaram a correção de uma “injustiça histórica”.

A Crimeia foi parte da Rússia até 1954, quando o líder soviético Nikita Khrushchev decidiu devolvê-la à Ucrânia.

Cerca de 58% dos habitantes da península são de etnia russa. Os demais moradores da região são, em sua maioria, ucranianos e há ainda uma minoria tártara.

BBC Brasil

domingo, 23 de março de 2014

Chile: Autenticidade de foto de OVNI / UFO com o tamanho de dois estádios de futebol é confirmada pela CEFAA

A foto de um OVNI no Chile, deixou várias testemunhas impressionadas, após o Comitê de Estudos de Fenômenos Aéreos Anômalos (CEFAA) confirmar sua autenticidade.

O OVNI foi visto no Reservatório El Yesso e tinha duas vezes o tamanho do Estádio Nacional do Chile.

A imagem foi obtida por um casal de venezuelanos que mora no Chile e foi investigada pela CEFFA, através de seu diretor geral, General Ricardo Bermudez (aposentado).

“Após considerável pesquisa, alcançamos uma série de conclusões que são as mesmas obtidas nos Estados Unidos, as quais são: esta foto é real e não algo forjado. Segundo, a incidência de luz nestas nuvens é a mesma no objeto. Terceiro, o objeto tem sua própria luz e assim uma série de janelas são visíveis. Isto foi de acordo com o nosso Ph.D meteorologia, e pelas nuvens existentes na ocasião durante aquela estação na Cordilheira, o objeto possui duas vezes o tamanho do Estádio Nacional do Chile.”

“Não sabemos o que é, ou de onde veio, mas o fenômeno aéreo anômalo descrito como um objeto voador não identificado é real e possuímos a prova e os relatos de testemunhas para dar apoio a isto“, diz Bermudez, que foi um piloto militar para a Força Aérea Chilena, pilotando caças F-5, entre outras aeronaves.

“Recebemos mais de mil relatos a cada ano e 95% são anomalias que podem ser completamente justificadas. Descartamos 2% do restante 5%, deixando assim 3% sem resposta científica. Isto está sendo estudado, porque é real e ocorre mundialmente.”

O CEFAA, criado em 1977, é uma agência da Escola Técnica de Aeronáutica (ETA), uma entidade que se tornou um ramo do Secretariado Geral do Escritório Geral da Aeronáutica Civil no Chile. Sua missão é a de compilar, analisar e estudar todos os relatos do Fenômeno Aéreo Não Identificado que ocorre no Chile “através de investigação séria, científica e objetiva, para determinar se a segurança das operações aéreas tem sido ameaçada, assim contribuindo para a segurança da aviação no Chile“.

Fonte: inexplicata.blogspot.com.br

ovnihoje