sábado, 31 de maio de 2014

Brasil poderá modernizar aviões F-5 e T-27 de Honduras e vender Super Tucano

Honduras discute a compra no Brasil de aviões militares

Os governos do Brasil e de Honduras estão discutindo um contrato de fornecimento de ao menos quatro aeronaves militares A-29 Super Tucano, mais a revitalização de nove T-27 Tucano, comprados em 1984, e de um esquadrão completo de cinco caças F-5E, supersônicos americanos fornecidos nos anos 80.

O negócio, segundo o embaixador brasileiro em Tegucigalpa, Zenik Krawctschuk, “depende da análise da linha de crédito e da definição quanto ao tipo de financiamento – por bancos privados ou por agentes públicos”.

O valor estimado não foi revelado. Especialistas do mercado de produtos de Defesa consideram que só a modernização dos 14 aviões envolvidos deve exigir entre US$ 35 milhões e US$ 63 milhões, dependendo da configuração pretendida. Os turboélices A-29 Super Tucano novos, da Embraer, implicam entendimento comercial em separado.
A aviação hondurenha quer a frota renovada para expandir as ações de controle do espaço nas fronteiras contra voos clandestinos do tráfico de drogas, contrabando de armas, a circulação irregular de pessoas e de mercadorias, componentes eletrônicos principalmente. Para validar o programa de policiamento do ar, o presidente Juan Orlando Marques sancionou a Lei de Exclusão Aérea, equivalente local à Lei do Abate brasileira.

A regra determina que aeronaves em atitude hostil ou suspeita de ato ilícito – por exemplo, sem plano de voo, não identificada, adotando comportamento evasivo, ou não reagindo à abordagem de interceptadores – serão obrigadas a pousar sob condição controlada. Essa coação, em situação limite, pode chegar ao abate do invasor.

O subsecretário de Estado dos EUA para assuntos de Segurança, William Brownfield, revelou preocupação: “ninguém quer ver derrubadas aeronaves inocentes”. Os Tucanos, da Embraer, e os F-5E da Northrop, foram fornecidos, há 30 anos, para os hondurenhos, no ambiente da Guerra Fria. A Nicarágua, apoiada pela União Soviética, ameaçava invadir o vizinho – que foi, então, equipado pelos EUA. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.
FONTE: A Tarde (Estadão conteúdo – reportagem de Roberto Godoy)

FOTOS: Flickr (galeria de César B. M), Wikimedia (N. Mejía) e Poder Aéreo

Escolhida a plataforma marítima que desafiará argentinos

Companhias petrolíferas dos Estados Unidos e do Reino Unido alugam à empresa grega a “Eirik Raude”, que será levada às Malvinas/Falklands no ano que vem

O primeiro e mais importante passo foi dado.

As companhias petrolíferas Noble Energy, da cidade texana de Houston, e Premier Oil, de Londres, estão alugando à empresa Ocean Rig UDW Inc., de Atenas, a “Eirik Raude”, primeira plataforma marítima que será rebocada pelo Oceano Atlântico até a costa das Ilhas Malvinas (que os britânicos chamam de Falklands), para, a partir de 2015, explorar, em operação contínua, o petróleo malvinense. Atualmente a “Raude” se encontra a serviço da petrolífera russa Lukoil, mas esse contrato expira no início do ano que vem.

É a segunda vez que a Premier Oil recorre à Ocean Rig por causa dos mares austrais.

Em 2012 os britânicos enviaram à chamada Bacia Falklands do Leste a “Leiv Eriksson”, uma plataforma semi-submergível de 7.000 toneladas (que já esteve a serviço da Petrobras no norte da Europa), da mesma classe da “Raude”. O objetivo era prospectar reservatórios de óleo no leito marinho do lado oriental do arquipélago. Mas, segundo a Falkland Oil and Gas Ltd. – organização de Port Stanley (capital das ilhas) que controla o projeto de exploração do petróleo malvinense –, nenhuma dessas sondagens de dois anos atrás se revelou tão promissora quanto a do campo de Sea Lion, ao norte da ilha Soledad, também conhecida como Falkland Oriental.

O governo de Buenos Aires promete processar e punir (inclusive com penas de prisão) os responsáveis pelas entidades envolvidas na extração do óleo existente no leito submarino contíguo ao arquipélago, sob o argumento que esse território insular lhe pertence.

Dias atrás, Defesanet informou que a Marinha argentina está comprando quatro grandes rebocadores (cada um de 2.700 toneladas) habilitados a movimentar e posicionar plataformas. Em tese eles poderiam participar de uma missão de interceptação e captura da plataforma que ingleses e americanos tencionam fazer atravessar o Oceano Atlântico. Isso se a Marinha Real permitir é claro.

No último dia 23, o estaleiro Tandanor, da capital bonaerense, devolveu à esquadra portenha o submarino “San Juan” – classe TR-1700 –, de mais de 2.000 toneladas, que foi submetido ao procedimento conhecido como “revisão de meia vida”. No início do ano que vem, tanto o “San Juan” como o pequeno “Salta” – navio tipo IKL-209/1.200, com mais de 40 anos de serviços – estarão à disposição dos almirantes argentinos.

A “Eirik Raude” – nome que homenageia o conquistador viking do século 10 conhecido como “Erik, o Vermelho” – foi concebida para extrair petróleo de camadas do subsolo marinho entre 500 e 2.500 metros de profundidade, e ficou pronta em 2002. Seu casco foi construído pela companhia chinesa Dalian, e seus equipamentos foram fornecidos pela Friede Goldman Offshore, dos Estados Unidos, e pelo estaleiro canadense Irving, da cidade de Halifax.

De acordo com o Offshore.no, um site norueguês especializado em notícias sobre energia, o aluguel da “Raude” pode, sob certas condições, chegar a meio milhão de dólares por dia.

Um dos motivos de a Noble e a Premier terem se fixado na “Eirik Raude”, é que essa plataforma já foi testada em ambientes marítimos descritos pela Ocean Rig como “hostis”, precisamente o tipo de circunstância climática que a aguarda em Sea Lion – área permanentemente açoitada por ventos fortes, vagalhões e temporais.

Em julho de 2012, a Premier demonstrou interesse em adquirir 60% dos direitos da licença de exploração petrolífera na chamada Bacia Falklands do Norte, que pertenciam à empresa britânica Rockhopper Exploration. A área incluía o campo de Sea Lion. A transação foi concluída em outubro de 2012, quando a Premier fez um pagamento inicial de US$ 231 milhões à Rockhopper – que, declaradamente, não tinha capital para fazer a extração do óleo malvinense. O contrato firmado pela Premier a comprometia com mais duas parcelas, de US$ 48 milhões e de US$ 722 milhões.

A Ocean Rig mantém escritórios no Rio, em Luanda, na Ilha de Jersey, em Aberdeen (Escócia) e em Stavanger (Noruega). Além da “Raude” e da “Eriksson”, a empresa também é dona de quatro plataformas para perfuração em águas ultra-profundas: “Ocean Rig Olympia”, “Ocean Rig Mykonos”, “Ocean Rig Poseidon” e “Ocean Rig Corcovado” (uma homenagem ao Rio). Quatro outras plataformas do mesmo gênero foram encomendadas pela empresa de Atenas, que pertence a um grupo grego-americano.

Na terceira semana de maio, a Câmara de Comércio das Falklands convidou para uma visita de trabalho a Port Stanley um grupo de especialistas em terminais portuários, apoio logístico e construção naval da cidade chilena de Punta Arenas. A ideia dos ilhéus britânicos é de que eles possam fornecer assessoria para que o governo local desenvolva a sua própria infraestrutura dedicada às atividades marítimas.

Por essa mesma época – a 22 de maio –, durante uma visita de parlamentares argentinos à Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional do Congresso, em Brasília, o senador Cristovam Buarque (PDT-DF) propôs que o Parlamento do Mercosul realize uma sessão de debates sobre o pleito argentino de recuperar a soberania sobre as Malvinas.

O presidente da Comissão de Relações Exteriores da Câmara de Deputados da Argentina, Guillermo Carmona, indicou como local do evento a cidade de Ushuaia, capital da província da Terra do Fogo, Antártida e Ilhas do Atlântico Sul – ou seja, a sede da província que incluirá as Malvinas, caso as ilhas voltem a fazer parte da Argentina.

Durante a reunião, presidida pelo senador Roberto Requião (PMDB-PR), o secretário de Assuntos Relativos às Ilhas Malvinas, Geórgias do Sul e Sandwich do Sul, do Ministério da Relações Exteriores da Argentina, embaixador Daniel Filmus, agradeceu o “apoio incondicional” do Brasil na luta de seu país por reconquistar a soberania sobre as ilhas. Ele criticou a manutenção do domínio britânico sobre terras tão distantes do Reino Unido.

Defesa Net

sexta-feira, 30 de maio de 2014

Congresso dos EUA pressiona OTAN

O Congresso dos Estados Unidos está tentando romper o acordo russo-francês de construção de navios porta-helicópteros Mistral. Vários legisladores democratas enviaram uma carta ao secretário-geral da OTAN pedindo que impeça o negócio entre a França e a Rússia. Mas em Paris dizem que nesta fase já não é possível rescindir o contrato com Moscou.

A mensagem dos congressistas norte-americanos para Anders Fogh Rasmussen contém também uma proposta prática. Segundo os legisladores, para não abandonar Paris, a OTAN deve comprar os porta-helicópteros Mistral destinados a Moscou. Isto iria enviar à Rússia, segundo diz a carta, um “forte sinal” de que “os aliados da OTAN não vão tolerar seu comportamento irresponsável para com a Ucrânia”.

Outros quatro parlamentares já tinham pedido ao presidente dos EUA, Barack Obama, para exercer pressão sobre a França e não permitir a venda dos Mistrais à Rússia. Os congressistas preferiram não ocupar suas mentes com a questão de como essa pressão é consistente com os princípios da democracia e da liberdade empresarial.

A oferta de negócio do Congresso a Paris hoje, obviamente, não é nada lucrativa. Muito provavelmente, os franceses responderão da seguinte forma, acredita o analista político Vladimir Evseev:

“Eles dirão: “Ora bem, 1,2 bilhões de euros é o custo do contrato para a construção de dois porta-helicópteros do tipo Mistral. Vocês pagarão essa quantia, e ainda a conta que a Rússia apresentar como compensação pela rescisão do contrato. E então podem usar esses porta-helicópteros onde vocês quiserem, nem que seja na Antártida”. Eu acredito que esta iniciativa se destina mais a influência informacional do que real”.

Os franceses sempre foram conhecidos por seu espírito de independência. E a situação atual é mais uma razão para finalmente demonstrá-lo, diz o analista Vadim Kozyulin:

“É muito importante para a França que esse contrato seja cumprido. Isso é importante não só para as relações russo-francesas, mas também para a reputação da França em geral. Sabe-se que historicamente, Paris sempre teve uma posição especial em relação aos EUA, e sempre teve a sua própria opinião na OTAN. E neste caso, acho que os franceses terão uma boa ocasião para mostrar mais uma vez que hoje é melhor não tentar mandar neles pois são um país independente”.

O governo dos EUA já tem manifestado abertamente sua preocupação com a intenção da França de passar à Rússia os Mistrais. Apesar disso, o contrato continua sendo cumprido.

Isto foi confirmado, em particular, pelo ministro das Relações Extriores francês, Laurent Fabius, que em meados de maio esteve de visita a Washington. Discursando na Brookings Institution, ele disse que a Rússia pagou mais de metade do custo do contrato e que, segundo a lei, já não há possibilidade de dizer não. Embora Washington continue a pressionar descaradamente não só Paris, mas também o secretário-geral da OTAN.

Entretanto, presume-se que a França entregará à Rússia o primeiro dos dois Mistrais no fim do ano corrente. A entrega do segundo porta-helicópteros está prevista para 2016. O contrato prevê também a possibilidade de construção de mais dois navios desse tipo na Rússia.

Voz da Rússia

Planos dos EUA para o gás ucraniano

Analisando o desenrolar da situação na Ucrânia, parece que o país foi desde o início escolhido para o uso das tecnologias energéticas sujas, dizem os peritos. Por mais banal que pareça, a iniciativa parte dos EUA. Assim, cumprindo cegamente os planos norte-americanos, as atuais autoridades de Kiev estão virando tudo do avesso.

A razão de todo esse alvoroço são as reservas de gás ucranianas, tanto de gás de xisto, como de gás natural clássico. Os interesses de Washington são compreensíveis. Neste momento sua política se baseia em desligar, em primeiro lugar, Kiev de Moscou na área da energia. Em segundo lugar, eles querem usar a Ucrânia como um polígono de testes, onde possam realizar os experimentos ambientais mais ousados.

É uma possibilidade bastante confortável. O país não possui legislação quanto ao gás de xisto. Os ambientalistas ucranianos irão ficar calados, evidentemente. As autoridades de Kiev já estão comprometidas. Isso explica o aparecimento de empresários norte-americanos nos conselhos de administração de algumas companhias de gás ucranianas. Um claro exemplo disso foi a nomeação de Hunter Biden, o filho mais novo do vice-presidente dos EUA Joseph Biden, para o cargo de membro do conselho de administração da companhia ucraniana Burisma Holdings.

Também não são casualidade os confrontos de Lugansk, Slavyansk e Kramatorsk. Os combates que decorrem no distrito de Donetsk não são apenas para tomar posse das cidades e povoados, o sangue também é derramado para a conquista das jazidas de gás. No dia 17 de maio, por exemplo, o edifício da Direção de Gasodutos Principais de Kramatorsk da companhia Donbasstransgaz foi tomada por desconhecidos armados. Desse departamento depende o abastecimento de gás natural a instalações industriais de importância nacional como é a Usina de Construção de Máquinas de Novokramatorsk.

Nesse contexto começam surgindo, com cada vez mais frequência, novas declarações de companhias norte-americanas. Uma delas, a Chevron, declarou há dias que voltou a estar interessada na exploração das reservas de gás de xisto existentes na Ucrânia. Isso foi anunciado pelo seu diretor-geral, John Watson. Além disso, os acionistas da companhia foram informados que a direção estava seguindo com muita atenção os acontecimentos na Ucrânia e que aguardava a ocasião mais propícia para iniciar os trabalhos. Ou seja, de uma situação em que nada impeça a exploração do subsolo ucraniano sem quaisquer restrições.

Daí resulta que as terras ucranianas, conhecidas por serem muito férteis, serão entregues para satisfazer as ambições energéticas norte-americanas.

Por isso, dizem os peritos, não é por acaso que o ministro da Defesa da República Popular de Lugansk, Igor Plotnitsky, faz soar os alarmes. Parece que ele tem razão ao declarar que o motivo para desenrolar uma guerra civil no sudeste da Ucrânia foi o gás de xisto, cujas principais reservas se concentram precisamente onde os combates são mais renhidos – entre Lugansk, Slavyansk e Kramatorsk.

Voz da Rússia

Megalomania dos EUA como fator geopolítico

O presidente dos Estados Unidos Barack Obama, discursando para estudantes da academia militar de West Point, anunciou que o papel de liderança dos Estados Unidos permitiu organizar um boicote mundial da Rússia. Megalomania, concluem peritos.

Barack Obama não tem dúvidas de que seu país irá carregar o fardo da dominação do mundo ainda por muito tempo. A questão é como é que ele o vai fazer. Em particular, segundo o presidente, com a ajuda de uma economia dinâmica e empresas inovadoras. E também reduzindo sua dependência energética da Europa e da Ásia.

Mas os Estados Unidos estão dispostos a usar também a força militar, caso forem ameaçados os seus interesses nacionais. E esses interesses, segundo a lógica geopolítica de Obama, podem surgir em qualquer lugar do mundo. O preito militar Igor Korotchenko destaca esta tese básica da política externa norte-americana:

"Presidentes norte-americanos sempre gostaram de enfatizar que seu país foi escolhido por Deus, e que é a ele que cabe decidir os destinos do mundo. Mas em termos práticos o discurso de Obama deve ser visto no contexto do fato de que essas palavras foram proferidas perante à futura elite militar do país.

O Exército e a Marinha dos Estados Unidos são os instrumentos que determinam em grande parte o papel do país no cenário mundial. É uma reivindicação de liderança global, que é baseada principalmente na superioridade técnico-militar dos EUA em relação a todos os outros países. Não é segredo que o complexo militar-industrial dos Estados Unidos está crescendo rapidamente. Nele estão sendo investidas quantias enormes. Nele estão concentradas as tecnologias mais avançadas que existem no mundo. Projetando novos sistemas de armas, os norte-americanos pretendem se garantir um avanço tão irreversível que ninguém mais pense em duvidar do poder militar dos Estados Unidos".

Ao mesmo tempo, se surgirem questões globais que não representam uma ameaça direta para os Estados Unidos, o limiar para a aplicação de forças armadas deve ser mais alto, disse o chefe da Casa Branca. Em circunstâncias que não necessitem de intervenção militar direta, os Estados Unidos tentarão se limitar a ações diplomáticas e à cooperação com seus aliados.

Como um dos exemplos dessa cooperação Obama mencionou as ações dos EUA contra a Rússia por causa da situação na Ucrânia. Segundo ele, Moscou está em isolamento internacional. No entanto, os fatos sugerem o contrário, acredita o analista político Leonid Gusev:

"O que quer dizer isolamento? A Rússia assinou acordos com a China, têm relações com muitos países europeus, que não desapareceram: com a Alemanha, a Itália, a França, em particular. Comércio, intercâmbio de estudantes, outras formas de cooperação. Portanto, declarações sobre o isolamento da Rússia são uma peculiar retórica, especialmente se tivermos em conta o local onde essas palavras foram proferidas".

O problema de Obama é que ele é um prisioneiro do papel que assumiu ao se tornar presidente dos Estados Unidos, supõe Leonid Gusev:

"Obama é um refém de suas promessas de campanha. Ele concorreu à Casa Branca como anti-Bush. Não foi por nada que lhe deram o Prêmio Nobel da Paz. Ele prometeu que não iria fazer nada parecido com a política anterior dos EUA no Iraque, no Afeganistão, na Iugoslávia. E para ele é difícil sair além desses limites. A situação nos Estados Unidos hoje é tal que seu índice de aprovação caiu bem baixo".

As declarações de Obama perante a futura elite militar da nação destinavam-se, sem dúvida, a consumo interno, acredita o cientista político Boris Mezhuev:

"O discurso foi dirigido, em primeiro lugar, aos norte-americanos. Porque além dos norte-americanos ninguém acredita que Barack Obama conseguiu o isolamento da Rússia. Todos entendem que não se pode tratar de nenhum isolamento sério em relação a Moscou nem por razões econômicas, nem ainda menos por políticas. Sem falar de que a assinatura do acordo sobre a União Econômica Eurasiática (UEEA) entre a Rússia, a Bielorrússia e o Cazaquistão prova que os processos de integração no espaço pós-soviético tão pouco terminaram.

Os eleitores norte-americanos eram muito sensíveis ao envolvimento dos EUA em conflitos fora do hemisfério Oeste. No ambiente republicano o sentimento isolacionista é muito comum. E Obama está mostrando que não pretende gastar forças, recursos financeiros e humanos dos Estados Unidos, para resolver problemas que para eles não são estrategicamente significativos".

O diretor do Centro de Comunicações da Eurásia Alexei Pilko acredita que o principal fator impedindo os norte-americanos de responder adequadamente a novos desafios e ameaças, é a sua megalomania:

"Os EUA, já não sendo um líder mundial absoluto (como era 10–15 anos atrás), continuam teimosamente a desempenhar o papel de líder global. Embora esse papel já não corresponda nem aos seus interesses, nem ao seu potencial. Isso está acontecendo não porque a elite norte-americana não entenda que os tempos da liderança global dos EUA já passaram para sempre. A razão da incapacidade de corrigir o curso é que na consciência dos norte-americanos foi martelada a tese da vitória na Guerra Fria e da liderança global eterna dos EUA. Isso já se tornou parte da ideologia de estado norte-americana. Cedo ou tarde isso mudará. Deve apenas passar algum tempo".

Sinal indireto das próximas mudanças pode ser o comentário de Obama de que ter nas mãos o melhor martelo do mundo não significa que todos os problemas se transformam em pregos. Aparentemente, o presidente dos EUA reconheceu assim os limites do uso de força como meio de influência geopolítica e a necessidade da coexistência pacífica de civilizações.

Voz da Rússia

quinta-feira, 29 de maio de 2014

Engenheiros da Lockheed falam sobre UFOs

Declarações sobre OVNIs e ETs de engenheiros da Lockheed – Skunk Works.

Do site OVNI Hoje

O saudoso Ben Robert Rich foi o segundo diretor da unidade ultra secreta de pesquisa e desenvolvimento da Lockheed Corp., conhecida como “Skunk Works‘. O fundador e diretor daquele programa foi o engenheiro aeronáutico Clarence “Kelly” Johnson, que projetou elementos da aeronave espiã dos EUA conhecida como U-2.

Ben Rich liderou o desenvolvimento do avião de combate F-117 , que foi a primeira aeronave operacional com tecnologia stealth. Ele também trabalhou no F-104, no A-12, no SR-71 Blackbird e no F-22. Rich também escreveu o livro “Skunk Works: A Personal Memoir of my Years of Lockheed“.
Em maio de 2010, o engenheiro aeroespacial Tom Keller escreveu um artigo para uma publicação da Mutual UFO Network – MUFON, o qual dizia que Ben Rich havia revelado que visitantes extraterrestres eram reais e que as forças armadas dos EUA possuem uma espaçonave capaz de viajar para as estrelas. Keller, que trabalhou como analista de sistemas computacionais para o Laboratório de Propulsão a Jato da NASA, citou Rich dizendo o seguinte:
  • “Dentro da Skunk Works, éramos um grupo pequeno, intensamente unido, consistindo de aproximadamente cinquenta engenheiros e projetistas veteranos, e uma centena aproximadamente de torneiros mecânicos peritos e trabalhadores de oficina. Nosso ponto forte era o de construir um pequeno número de aeronaves avançadas e de alta classe, para missões altamente secretas.”
  • “Já possuímos os meios para viajar entre as estrelas, mas estas tecnologias estão trancadas nos projetos negros, e irá requerer um ato de Deus para destrancá-las em benefício da humanidade. Tudo que você possa imaginar, já sabemos como fazê-lo.”
  • “Agora temos a tecnologia para levar o ET para casa. Não, não levará uma vida inteira para fazer isso. Há um erro nas equações. Sabemos o que é. Agora temos a capacidade de viajar até as estrelas. Primeiro, você deve entender que não chegaremos nas estrelas utilizando propulsão química. Segundo, temos que desenvolver uma nova tecnologia de propulsão. O que temos que fazer é descobrir onde Einstein errou.”
  • “Quando perguntaram a Rich como a propulsão dos OVNIs funcionava, ele disse: ‘Deixe-me perguntar a você. Como a PES (Percepção Extra Sensorial) funciona?’ A pessoa que perguntava respondeu: ‘Todos os pontos em tempo e espaço estão conectado?’ Rich então respondeu: ‘É assim que funciona!’ “.
De acordo com o site xenophilius.wordpress.com, o legendário engenheiro da Lockheed e amigo íntimo de Ben Rich, o saudoso John Andrews, confirmou a conversação com Rich na qual o diretor do Skunk Works disse:
  • “Há dois tipos de OVNIs – aqueles que nós construímos e aqueles que ‘eles’ construíram. Aprendemos a partir das duas naves acidentadas que recuperamos e do que nos foi passado. O governo sabia, e até 1969, assumiu a administração desse informação. Após uma limpeza por Nixon em 1969, a administração foi tomada por uma comissão corporativa internacional de diretores do setor privado.”
  • “Praticamente todos os projetos aeroespacias ‘biomórficos’ foram inspirados na espaçonave de Roswell (que caiu no Novo México) – desde o SR-71 Blackbird de Kelly, até os drones de hoje, Veículos de Combate Aéreo Não Tripulados e naves aeroespaciais.”
  • Era a opinião de Ben Rich que o público não deveria saber (sobre os OVNIs e os extraterrestres). Ele acreditava que eles nunca poderiam encarar a verdade. Somente no último mês de seu declínio ele começou a sentir que a comissão corporativa internacional de diretores, que lida com o ‘assunto’, poderia representar um maior problema à liberdade pessoal dos cidadãos sobre a Constituição dos Estados Unidos, do que a presença de visitantes de outros mundos.”
Um outro engenheiro da Skunk Works, Don Phillips, disse publicamente que os OVNIs são reais e que ele e outros membros da Skunk Works estavam fazendo ‘engenharia reversa’ de materiais e aparelhos dos OVNIs recuperados de acidentes, para desenvolverem tecnologia aeronáutica de ponta. De acordo com xenophilius.wordpress.com, Phillips disse: “Quando eu estava trabalhando na Skunk Works, com Kelly Johnson, assinamos um acordo para manter segredo sobre isto. A pesquisa antigravitacional estava em andamento. Sabemos que havia naves capturadas em 1947, em Roswell; elas eram reais. E sim, as colocamos para funcionar. Conhecíamos uns aos outros do que chamamos de ‘indústria invisível’. Podemos usar o termo ‘escura’, profundamente ‘escura’, ou ‘escondida’.”
“O conhecimento que eu tenho destas tecnologias veio daqui. Eu não vi a nave, nem vi os corpos, mas certamente conheço algumas das pessoas que viram. Não há dúvida que há seres de outros planetas”.
Se o testemunho de engenheiros do Skunk Works forem válidos, a humanidade encara a maior descoberta de toda a história – a existência de formas de vida não humanas, inteligentes, de fora do planeta, com capacidade de propulsão estelar. Assim, esta reunião das culturas cósmicas inevitavelmente afetará algum segmento da civilização, inclusive religião, política, ciência, tecnologia, educação e agricultura – em resumo, todo o espectro da vida humana irá mudar através da confirmação da realidade maior.
Ben Rich

Certamente estes relatos de tecnologia OVNI/alienígena – e o que elas anunciam para o futuro – pelos engenheiros altamente respeitáveis, Phillips, Andrews e Rich, merecem uma maior investigação profissional. Talvez algum ex-aluno de jornalismo da Universidade de Missouri, ou um aluno atual desta faculdade aceitará o desafio. Quem sabe? Poderá haver um Prêmio Pulitzer à espera.

Bill Wickersham é um professor adjunto para estudos da paz, na Universidade de Missouri.

FONTE: OVNI Hoje (http://ovnihoje.com/2014/05/29/declaracoes-sobre-ovnis-e-ets-de-engenheiros-da-lockheed/)

IMAGENS: Internet

CAVOK

Caças russos acompanham deslocamento de navios da OTAN

Aviões Su-24 da Frota do Mar Negro estão acompanhando o deslocamento de três embarcações da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) em águas internacionais do Mar Negro. Segundo a marinha russa, encontram-se nesta região a fragata Surcouf e o navio de reconhecimento Dupuy de Lome, ambos da França, e o cruzador Vella Gulf, dos Estados Unidos.

O comando naval russo informou ainda que, nos últimos meses, a OTAN intensificou as suas atividades no local. O Secretário-Geral da aliança atlântica, o dinamarquês Anders Fogh Rasmussen, confirmou a informação e acrescentou que a atual situação da Ucrânia exige maior presença do organismo nos Mares Báltico e Negro.

FONTE: Diário da Rússia

Os SS-18 – codinome OTAN: “Satan” – preocupam os líderes americanos

Míssil balístico intercontinental russo SS-18 - codinome OTAN “Satanás”

Em toda a história da raça humana, nunca houve uma arma tão destrutiva como o míssil balístico intercontinental russo SS-18. Para compreender o verdadeiro poder dessa arma, tente compará-la com a ogiva nuclear dos Estados Unidos usada para destruir Hiroshima.

A bomba de Hiroshima tinha um rendimento explosivo de “apenas” 15 quilotoneladas (kt) ou 15.000 toneladas de TNT, e foi capaz de matar 70 mil pessoas. Em comparação, um único SS-18 carrega até 10 ogivas nucleares separadas, com cerca de 750 kt cada. Alguns mísseis são equipados com uma monstruosa ogiva de 20.000 kt.

Durante os primeiros anos da era dos mísseis, os Estados Unidos lideraram a Rússia em tecnologia e números, mas, no início dos anos 1970, quando o SS-18 começou a entrar de serviço em números significativos, Moscou conseguiu acabar esse abismo entre a tecnologia dos mísseis e passou a comandar a situação.

Em 1990, Moscou tinha um estoque de cerca de 40.000 ogivas nucleares (contra 28.000 dos EUA), mas, com apenas 3.000 ogivas em seus SS-18 poderia acabar com toda a vida humana no território continental dos Estados Unidos em 30 minutos.

O SS-18, que recebeu o codinome “Satanás” na Otan, pesava 209 mil quilos. O míssil de alta precisão russo não só pode penetrar e destruir silos de mísseis norte-americanos, que estão endurecidos a 300 psi, mas os seus próprios silos estão endurecidos a impressionantes 6000 psi – tornando os mísseis tudo, menos inexpugnáveis.

Por incrível que pareça para um míssil do seu peso e comprimento, ele pode movimentar-se em uma série de curvas em forma de S para iludir as defesas antimísseis, e seus microeletrônicos são endurecidos para funcionar mesmo sob ataque nuclear.

A capacidade do Satanás de desenterrar complexos de mísseis estratégicos ficou conhecida como “janela de vulnerabilidade” no continente americano. O poder assustador desses mísseis causou arrepios na espinha dorsal da liderança norte-americana, e rapidamente obrigou Washington a sentar-se à mesa de negociações. As transações para limitar o uso de armas estratégicas, no início dos anos 1970, resultaram em uma diminuição drástica da corrida armamentista, até então incontrolável.

Mira no Satanás

Como o SS-18 representava uma ameaça para os Estados Unidos, o míssil se tornou uma questão focal nas negociações de armas entre as duas superpotências. Os norte-americanos ofereceram tirar do caminho os seus mísseis estratégicos baseados na Europa, se os russos concordassem em cortes profundos nas suas forças de foguetes. De 308 silos de lançamento do SS-18 em 1991, Moscou reduziu para 154, em conformidade com o tratado Start I.

Já o Start II tinha como missão eliminar todos os mísseis SS-18, mas não entrou em vigor e os mísseis permaneceram de plantão. Do ponto de vista da Rússia, o atraso veio a calhar. Como as relações com os EUA continuaram difíceis em torno da expansão da Otan, cada vez mais perto das fronteiras da Rússia, Moscou decidiu segurar suas superarmas. Agora que as relações de 1991 entre Rússia e EUA são apenas uma memória distante, fica claro para o Kremlin que os mísseis balísticos intercontinentais em silos rígidos são essenciais para manter a dissuasão.

De volta aos noticiários

Em resposta às amplas sanções americanas, quando Moscou anunciou que iria interromper a venda de motores de foguete para os Estados Unidos, caso esses motores fossem usados ​​para fins militares, alguns membros do Congresso dos EUA propuseram uma jogada perigosa.

Os legisladores dos EUA querem que o governo local inicie as negociações com o ucraniano para acabar com cooperação de longa data entre Kiev e Moscou na manutenção do SS-18.

Os líderes americanos, contudo, podem se deparar com uma surpresa. O míssil pode ser um produto do complexo industrial militar situado no Bureau de Design Iujnoie, na Ucrânia, mas a Federação de Cientistas Americanos afirma que “empresas russas garantem a manutenção do SS-18 que estão atualmente em inventário”.

Mesmo se os ucranianos estiverem envolvidos na manutenção de alguns foguetes estratégicos russos, os EUA não têm muita influência no assunto. Viktor Iesin, ex-chefe do gabinete do Comando de Mísseis Estratégicos da Rússia, declarou ao jornal “Nezavisimaya Gazeta” que a empresa ucraniana “existe principalmente por causa do dinheiro que a Rússia paga pela garantia de supervisão” do sistema de mísseis.

“Esses laços econômicos são importantes, independentemente de quem chega ao poder na Ucrânia. E eu não acredito que esse acordo intergovernamental será revogado”, diz Iesin.

Medo sem desespero

Um relatório do Departamento de Defesa dos EUA sobre as forças nucleares russas, conduzido em coordenação com o diretor Nacional de Inteligência de EUA, James Clapper, diz que mesmo “no pior cenário de um primeiro ataque dos russos, isso teria pouco ou nenhum efeito” sobre a capacidade dos EUA de tomar ações de retaliação.

O relatório conclui que a Rússia “não seria capaz de alcançar uma vantagem significativa por qualquer expansão plausível de suas forças nucleares estratégicas, mesmo em um cenário de trapaça ou abandono do novo tratado Start”. Mas a realidade parece um pouco diferente.

Cinquenta anos depois de sua primeira implantação, o SS-18 continua pronto para entrar em ação. As forças de mísseis estratégicos da Rússia vão receber mais de 400 novos mísseis dentro de 10 anos, como parte de um programa de modernização, e o Satanás parece destinado a sobreviver facilmente até, pelo menos, a década de 2040.

Fonte: Gazeta Russa

Putin assina acordo para criação de bloco econômico com ex-países soviéticos

Putin (dir.), Nazarbayev (centro) e Lukashenko assinaram o acordo em Astana, Cazaquistão

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, assinou nesta quinta-feira um acordo com os colegas do Cazaquistão e Belarus para criar uma união econômica entre os países.

O governo russo afirmou que a União Econômica da Eurásia (UEE) com as ex-repúblicas soviéticas vai criar um mercado comum e ajudar a integrar a política econômica dos países membros, começando a partir de 2015.

O acordo foi assinado pelos três presidentes em Astana, capital do Cazaquistão, e deve entrar em vigor a partir do dia 1º de janeiro do ano que vem, depois de ser ratificado pelos Parlamentos dos três países.

O objetivo é garantir a livre movimentação de bens, serviços, capital e trabalho, além de políticas coordenadas em grandes setores econômicos.

Os três países juntos têm um PIB de US$ 2,7 trilhões (mais de R$ 6 trilhões).

Os críticos afirmam que o projeto é uma tentativa de reviver parte da União Soviética.

O presidente da Belarus, Alexander Lukashenko, afirmou que a Ucrânia deve se juntar ao bloco no futuro.

Enquanto o presidente deposto, Viktor Yanukovych, ocupava o governo ucraniano, a Rússia pressionava o país para se juntar ao bloco.

Yanukovych foi deposto em fevereiro pelas forças de oposição que queriam mais laços com a União Europeia e não com a Rússia. Desde a deposição do ex-presidente, as relações entre os dois países se deterioraram em meio aos confrontos violentos no leste da Ucrânia.
Nova integração

Putin afirmou que a criação da UEE “marca uma nova era”.

“Este documento está levando nossos países para um novo nível de integração, preservando totalmente a soberania dos Estados”, disse o presidente russo na reunião com os outros dois presidentes.

Os três países estão “criando um centro de desenvolvimento econômico poderoso e atrativo, um grande mercado regional unindo mais de 170 milhões de pessoas”, acrescentou o presidente russo.

O presidente do Cazaquistão, Nursultan Nazarbayev, afirmou que vê o novo bloco econômico como uma “ponte entre o Oriente e o Ocidente”.

Mas os presidentes também reconheceram que a união não está completa.

“Perdemos algo no caminho: a Ucrânia. Tenho certeza de que, cedo ou tarde, a liderança ucraniana vai perceber onde a sorte está”, disse o presidente Lukashenko.

Além da Ucrânia, outras antigas repúblicas soviéticas também se recusaram a assinar o acordo, apesar de a Armênia e o Quirguistão estarem analisando a possibilidade de fazer parte da UEE.

Fonte: BBC Brasil

Outro helicóptero ucraniano é abatido em Slovyansk


As Forças de Autodefesa de Slovyansk abateram hoje um helicóptero de transporte ucraniano do tipo Mi-8. No ato, morreram 12 soldados ucranianos, incluindo um importante comandante militar. Um soldado sobreviveu, porém está em estado grave.

Em comunicado, o presidente interino da Ucrânia, Oleksandr Turchynov, disse que o helicóptero da Guarda Nacional foi abatido por um míssil antiaéreo portátil fornecido pela Rússia e que o general Serhiy Kulchytskiy estava entre as vitimas fatais.

O Informante

quarta-feira, 28 de maio de 2014

“Exército vence intervenção bancada pelos EUA”, afirmam diretores da Fearab-Américas que percorreram a Síria

Há 15 dias, Claude Hajjar, diretora da Federação das Entidades Árabes das Américas (Fearab-Américas) e Michel Saccab, diretor suplente da mesma entidade e membro do Partido Pátria Livre, percorreram a Síria e nos deram, assim que chegaram, uma entrevista exclusiva. Liguei o gravador e eles expuseram o que viram.

Michel – Decidimos fazer uma viagem à Síria para ver in loco o que está acontecendo. Não fomos a convite, como delegação oficial, queríamos ter uma visão real dos fatos.

Claude – Descemos no Líbano, em Beirute, e pudemos primeiro sentir a repercussão dos embates no país vizinho. Conversamos com parentes e pessoas do povo, hoje, comparando a percepção das pessoas da Síria e do Líbano, podemos dizer que no Líbano há uma solidariedade generalizada, as pessoas torcem para que o conflito acabe e a Síria e seu povo sejam preservados. Na Síria a sensação é a de superação, de que o mais grave já passou e que a cada dia há uma nova vitória.

Michel – Tomamos um taxi até Damasco. Estávamos muito tensos, à medida em que nos aproximávamos da fronteira. Mas assim que a atravessamos começamos a sentir tranquilidade. Chegamos a Damasco por uma estrada limpa, não vimos sinais da guerra por todo o caminho. Nos deparamos com um povo sereno, agradável e atuante no dia a dia. As pessoas que visitei, que já conhecia, parentes meus por toda a Síria confiam que a expulsão dos que vieram de fora para tumultuar a vida do país estão com os dias contados.

Claude – A vida continua. Os produtos lá – depois de uma alta no início do conflito – estão com os preços muito mais baixos. É muito mais barato viver na Síria do que no Líbano, e do que em São Paulo, nem se fala. Não é uma economia submetida à chamada globalização, à colonização das economias pelas potências capitalistas centrais. A economia da Síria não é submetida – aliás este talvez seja um dos motivos centrais da intervenção – bancada principalmente pelos Estados Unidos, que quer a submissão desta economia aos mecanismos de hegemonia transnacionais.

Michel – Nossos conhecidos, continuam vivendo nas mesmas casas, comprando nas mesmas padarias. Existem regiões ainda sob os fanáticos – a maioria estrangeiros. São áreas cada vez menores. Menos significantes do que a imprensa divulga por aqui. Em Aleppo, onde fica um dos seus últimos redutosl, são bairros isolados e sob cerco do exército.

Claude – Tenho parentes em Aleppo. Eles também estão nas mesmas casas e vão às compras nos mesmos locais. Mas Allepo foi muito afetada pelo roubo de mais de 1500 fábricas que foram transportadas integralmente para a Turquia. Este foi um roubo do parque industrial da cidade que visava derrotar a Síria e sua produção. Mas mantiveram-se lá inúmeros industriais que possuiam fábricas e continuam perseverante na produção de suas fábricas em Aleppo e em Homs.

Michel – É verdade que todos tomaram precauções. Os de Homs e Aleppo com condições financeiras tiraram filhas e crianças da região mais conflitada. Mandaram a cuidados de parentes e amigos em Damasco ou Líbano. Sabemos que os agressores são brutais. Vimos cenas em vídeo de atrocidades cometidas contra quem lhes cai nas mãos. Os pais preferiram proteger seus filhos, principalmente as filhas.

Claude – É claro que nas regiões onde os taqfiri ocuparam houve êxodo, as pessoas saíram mas, à medida em que estes locais são retomados pelo exército, estão retornando. Os serviços são restaurados, o esforço de reconstrução nas localidades retomadas é muito grande. Pudemos ver igrejas reconstruídas como a de Maalula e visitar mesquitas restauradas como a dos Umaiadas, que foi atingida por um míssil. Já foram descobertos taqfiri recrutados fora do país, num total de 83 nacionalidades.

Michel – Não há um levante nacional sírio. Existe oposição, há gente que não gosta do governo, não gosta do Bashar, que acha que a presença do Estado em larga escala é prejudicial, e defende mais aproximação com a Europa, há outros que reclamam que há ocidentalização demais, os setores religiosos mais conservadores, mas isso está longe de configurar um levante armado, como a imprensa daqui, dos EUA, tenta passar. Existe uma sensação generalizada de que as coisas estão avançando, de que a tentativa de derrubar o governo por intervenção externa fracassou e a expectativa é a de que uma vez superada esta fase a Síria vai tomar um impulso econômico muito grande de reconstrução nas localidades retomadas. Pudemos ver igrejas reconstruídas como a de Maalula e visitar mesquitas restauradas como a dos Umaiadas, que foi atingida por um míssil. Já foram descobertos taqfiri recrutados fora do país, num total de 83 nacionalidades.

Claude – Onde nós estivemos, sentimos a presença da ação do governo. Mesmo com o conflito os serviços públicos estão mantidos e são melhores do que os que atendem a nossas populações mais pobres. As escolas, universidades, hospitais, creches estão funcionando. A economia está em andamento, o país não parou.

Michel – Damasco, e Homs, agora liberada, estão seguras. Uma segurança garantida pelo conjunto da população. O povo vê o exército como libertador, garantia da integridade do país. Há uma quantidade enorme de voluntários, principalmente jovens organizados em milícias civis, nas ruas, diante de fábricas, escolas, monumentos.

Claude – O trabalho no comércio vai até as quatro da tarde, depois disso o que se vê são jovens e homens de idade conversando nos bares e praças, muita gente jogando gamão. Fomos à Universidade de Damasco. Há uma quantidade de aparelhos modernos à disposição dos alunos com enorme vontade de estudar.

Michel – No encontro com o vice-ministro das Relações Exteriores, Faisal Mekdad, ele expôs que a ingerência estrangeira para tentar derrubar o governo sírio foi através de mercenários recrutados por governos árabes com regimes ditatoriais como Qatar e Arábia Saudita e treinados e armados pela CIA. “O mundo pôde tomar conhecimento das atrocidades contra mulheres e crianças sírias”, disse. Essa agressão também se deu por que a Síria defende os povos e a cultura árabe e nisso se inclui o apoio ao povo palestino. “Enfraquecer este governo faz parte da agenda israelense”, declarou. Para Mekdad, foi fundamental o apoio dos países amigos a exemplo da Rússia e a China. O ministro expressou tristeza pela postura omissa do governo brasileiro, “se alguém cala quando uma injustiça a exemplo do desrespeito brutal à soberania de um povo e um governo legítimo, é por que está de certa forma de acordo com essa agressão”.

Claude – O vice-ministro expressou sua tristeza com relação ao Itamaraty e sua mudança de conduta que levou à retirada do embaixador brasileiro de Damasco e nos conclamou a trabalhar para esclarecer os fatos no Brasil e estimular os membros da comunidade árabe a uma atuação mais política para aprofundar a solidariedade aos povos árabes quando são ameaçados ou atingidos pelo colonialismo.

Oriente mídia

Armênia aproximou-se da entrada na União Aduaneira

A Armênia aproximou-se da entrada na União Aduaneira. Por encargo dos presidentes da Rússia, Bielorrússia e Cazaquistão, o projeto de adesão da Armênia à União Aduaneira e ao Espaço Econômico Único (EEU) deve ser preparado até 1 de junho de 2014, o mais tardar.

A decisão política da Rússia e da Armênia, aprovada em 3 de setembro de 2013, sobre a entrada da última na União Aduaneira foi apoiada pelos restantes participantes da associação econômica. Em nove meses foi efetuado enorme trabalho voltado para realizar o “mapa de entrada”, inclusive no que diz respeito à adaptação da legislação da Armênia às regras da União Aduaneira. Agora a Armênia encontra-se na etapa final.

Em opinião de analistas, a participação da Armênia do Projeto Eurasiático é condicionado, em primeiro lugar, por questões da garantia da segurança nacional do país, diz o vice-diretor do Instituto do Cáucaso, Serguei Minasyan:

“Para a Armênia, a União Eurasiática deriva em muitos aspectos de formatos político-militares mais prioritários no momento atual, ou seja do formato bilateral da união militar-estratégica da Armênia com a Rússia e da participação da Armênia da Organização do Tratado de Segurança Coletiva (OTSC). Ao mesmo tempo, é importante o fato de a Rússia, como principal locomotiva desse processo integracionista, entender as particularidades econômicas e geográficas da Armênia. O país também está interessado no componente econômico”.

Os interesses econômicos mutuamente vantajosos encontram-se no centro do Projeto Eurasiático, o que foi confirmado reiteradas vezes ao mais alto nível. A Armênia para a União Aduaneira sempre foi principal parceiro econômico na Transcaucásia. Peritos destacam que a utilização da disposição da Armênia na região irá criar possibilidades adicionais para os Estados-membros da União Aduaneira tanto no plano de investimentos naquele país, como em contatos com Estados vizinhos através da Armênia. Tal diz respeito em primeiro lugar à esfera de serviços financeiros.

A própria Armênia também liga estreitamente o progresso socioeconômico do país à entrada na União Aduaneira, disse na véspera o chefe de Estado armênio, Serzh Sargsyan:

“Esperamos uma influência do amplo mercado da União Aduaneira na subida de nossa economia. Não duvidamos que os ritmos de crescimento e de exportações irão progredir. É nesta orientação que vamos trabalhar concretamente com nossos empresários e investidores estrangeiros”.

De acordo com as fontes oficiais, a Armênia se juntará à União Aduaneira e à União Econômica Eurasiática até 1 de janeiro de 2015, o mais tardar.

Voz da Rússia

Pesquisador do INPE revela os bastidores da ufologia no Brasil

Ricardo Varela Corrêa – Foto - Inape, Instituto de Astronomia e Pesquisas Espaciais, de Araçatuba, SP

O pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), o engenheiro eletrônico pela UNB, mestre e doutor em computação aplicada Ricardo Varela Corrêa, foi um o pioneiro dentro da área científica espacial e admitir e estudos os Objetos Voadores Não Identificados (OVNIS) no Brasil. Centenas de casos passaram por suas mãos e análises dentro do instituto.

Chefe do setor de balões atmosféricos (Coordenadoria de Ciências Espaciais e Atmosféricas Setor de Lançamento de Balões) e com larga experiência em analisar fenômenos e anomalias surgidas no céu, ele passou a ser o principal defensor da necessidade de se estudar seriamente o assunto no Brasil e derrubar os preconceitos que existem no meio científico sobre o tema.

Atualmente Ricardo Varela Corrêa é um dos mais respeitados e conceituados ufólogos do país, com intercâmbio internacional sobre atividades que estão ainda longe de uma explicação científica e tecnológica plausível. Ele concedeu essa entrevista exclusiva e altamente reveladora ao DefesaNet na qual comenta sobre os bastidores das investigações, a relação entre militares e os relatos de civis e estudiosos, além das repercussões no meio científico.

DefesaNet - O Brasil tem algum grupo oficial, integrado ao governo ou as armadas, que estude seriamente o assunto dos OVNIS e contatos Extra Terrestres?

Ricardo Varela Corrêa -Não tenho conhecimento de qualquer grupo oficial de estudos do fenômeno.

A recente liberação de documentos relacionados ao fenômeno UFO e gerados por pesquisas de nossas Forças Armadas mostram que existem investigações temporárias e pontuais.

Objetos observados por militares são investigados apenas na coleta de dados sobre o evento em particular. Dentre as milhares de páginas liberadas, não existe nenhum documento que mostre um trabalho continuado e que siga procedimentos investigativos padronizados.

Observa-se que cada caso é descrito com detalhes ou observações diferentes e que não há nenhum formulário padrão.

Foto do OVNI é de JAMIL VILA NOVA, Ufólugo e companheiro de RICARDO VARELA. Imagem feita em Aparecida, SP, conforme caso citado na entrevista.

Acredito que exista uma luz no fim desse túnel. Em 18 de abril de 2013,, a Comissão Brasileira de Ufólogos reuniu-se em Brasília em um evento intermediado pelo Ministério da Defesa para discutir o acesso a documentos militares que tratam de UFOs. Um fato inédito e muito importante !

Essa reunião seria um novo norte para a pesquisa ufológica em que observações do fenômeno UFO seriam compartilhadas em conjunto com pesquisadores civís e militares.

DefesaNet - Atualmente há uma categoria de cientistas que já admite a existência de vida inteligente extraterrestre visitando o planeta e mesmo como habitantes. Há indicativos sobre isso e por que os que se dizem céticos tentam ridicularizar a questão ?

A ridicularizarão do fenômeno tem uma razão histórica. Após o avistamento de Kenneth Arnold em 24 de junho de 1947, a mídia foi apresentada ao fenômeno, o que determinou o início da chamada era moderna dos discos voadores.

A partir da década de 1950, surgiram vários grupos de contactados que criaram seitas de fundo ufológico. Esses grupos criaram espaçoportos e aparatos como antenas, roupas e adereços engraçados, o que contribuiu enormemente para o descrédito do fenômeno.

Existem ufólogos que consideram que esse grupos foram criados com o incentivos dos serviços de contraespionagem dos EUA. O objetivo seria ridicularizar um fenômeno que não temos controle. Esses objetos entram nos espaços aéreos de nações com enorme poder de destruição e pouco se importam com fronteiras.

No Brasil não foi diferente! Houve um forte crescimento de grupos místicos em que o fenômeno UFO era a base de sua estrutura. Muitos desses grupos afirmavam contato direto com comandantes de naves espaciais que se encontravam na órbita terrestre e pretendiam intervir

A maioria dos cientistas acredita que exista vida em outros planetas. Alguns, acreditam que poderiam ser mais evoluídos tecnicamente e que poderiam dominar a tecnologia das viagens espaciais. Porém, a maioria acredita que seria uma vida monocelular.

O fenômeno é inegável. As testemunhas fazem relatos impressionantes e impactantes. Mas, a ciência terrestre exige provas mais contundentes e isso é realmente importante dentro de um contexto científico.

Nós ufólogos, entendemos que a ciência atual não tem condições e nem interesse em entender o fenômeno UFO.

Pelo menos por enquanto, a única forma de nossa ciência aceitar o fenômeno UFO como algo produzido por entidades extraterrestre seria com o contato direto de seres com determinados governos (alguns ufólogos acham que isso já aconteceu) ou com a captura e sua divulgação(existem fortes indícios que isso também já aconteceu, só que sem a divulgação).

DefesaNet - Sua experiência é vasta nos estudos de OVNIS e contatos dos mais diversos graus, inclusive muitos deles foram casos que chegam oficiosamente até o INPE. Existem segredos quando o assunto é vida extra terrestre inteligente?

Em 1980, havia um pesquisador do fenômeno UFO que era militar e da área científica, o General Uchôa. Assisti a uma de suas palestras em Brasília e comecei a me interessar pelo fenômeno.

Em 1981, ocorreu em Brasília o Primeiro Congresso Internacional de Ufologia. Fiquei 3 dias colado nos ufólogos e procurei me informar ao máximo. Assim comecei na pesquisa ufológica.

Cheguei ao INPE em 1983 quando comecei a investigar diversos relatos de pousos de naves em fazendas próximas à rodovia dos Tamoios.

Quanto ao INPE, por manter o “Espacial” em seu acrônimo, passa a ser ponto de referência quando uma testemunha deseja entender o que viu.

As pessoas desejam uma resposta de uma autoridade! Ficam muitas vezes assustadas , anseiam pela garantia de que seu testemunho seja ouvido e que seja confirmado que seu testemunho foi real. Assim, há uma quantidade razoável de ligações de pessoas que descrevem avistamentos ou que tiveram contato mais próximo com um disco voador ou com um possível ser extraterrestre.

No INPE não mantemos registro oficial de contatos. São analisados caso a caso e sem qualquer referência ou análise. A testemunha faz seu relato, eu anoto e acaba aí.

Quando existem evidências como fotos e vídeos, encaminho para discussão com nosso grupo de Análise de Imagens mantido pela Revista UFO.

Portanto, não existe nada secreto sobre o assunto no INPE.

DefesaNet - Há um intercâmbio de informações entre institutos civis, como o INPE e a AEB, e militares do Brasil com a Nasa e o JPL e departamentos dos Estados Unidos quanto a informações sobre esse tipo de assunto?

Entre a AEB e o INPE o assunto não é discutido. O fenômeno UFO é ignorado sendo considerado inadequado para discussões sérias.

A lei americana de liberdade de informação trouxe à luz alguns relatórios que foram entregues pela Embaixada Americana ao seu Departamento de Defesa. Tratavam de avistamentos registrados por pilotos militares brasileiros.

Isso mostra que havia um bom relacionamento entre os militares brasileiros e a embaixada americana, embora poucos relatos apareceram.

DefesaNet - Com que frequência isso ocorre, pois há informações que o INPE tenha esse tipo de contato desde os anos 80 ?

Iniciei um trabalho de investigação do fenômeno UFO no INPE em 1983. No inicio do ano, o INPE foi contatado por diversas testemunhas de que haviam avistado o pouso de naves na região da Serra da Mantiqueira próximo a São José e Cruzeiro. Fui em dezenas desses casos. Nenhum deles mostrou qualquer indício de verdade. Havia muitos “ninhos de fada” e nenhuma testemunha de um pouso. Pesquisei com colegas no Inpe se havia alguma referência a contatos de testemunhas. Solicitei apoio às telefonistas que encaminhassem qualquer relato para o meu ramal. Portanto, era a única pessoa do Inpe que recebia esses relatos.

DefesaNet - O primeiro caso reconhecido internacionalmente como uma invasão alienígena ocorreu nos céus de São José dos Campos em meados dos anos 80, envolvendo inclusive o coronel Ozires Silva, que foi proibido de se pronunciar a respeito pelo alto comando da Aeronáutica. O que de tão misterioso ocorreu para esse assunto ficar trancafiado nos arquivos militares por mais de duas décadas e só ter seu conteúdo liberado parcialmente?

Não concordo com essa afirmação. O Cel Ozires deu diversas entrevistas e contou com detalhes esse avistamento. Seu testemunho foi importante e responsável pela abertura de uma comissão de investigação pela Força Aérea Brasileira. Essa foi a segunda vez na história brasileira em que um Ministro abre à imprensa o acesso a todos os envolvidos! Ele inclusive descreveu em seu livro o que aconteceu. Embora houvesse uma promessa do Ministro da Aeronáutica de liberação do relatório final da comissão de investigação, nada foi liberado.

Por essa razão, ditada a mim pessoalmente pelo Cel Ozires de que só se pronunciaria sobre o assunto após a divulgação desse relatório. Temos o relatório considerado secreto até recentemente. Até agora, não consigo identificar a razão de ter sido classificado como secreto. Não traz nenhuma revelação, simplesmente faz um levantamento dos fatos. Talvez a razão da classificação seja a vulnerabilidade de nosso sistema de defesa aérea da época.

DefesaNet - Qual o caso mais intrigante que foi alvo de suas pesquisas e investigações?

Em 1995, os jornais noticiaram luzes estranhas que estavam se manifestando sobre a chamada Serra do Quebracangalha próximo à cidade de Aparecida. Fomos ao local e começamos a investigar com a população local. Ouvimos relatos incríveis e inclusive uma possível abdução em que testemunhamos marcas na vítima e queimadura de córnea. A vítima, um artesão da região, ficou tão apavorada que se mudou do estado! Outra testemunha descreve uma bola de luz de um metro que estava em frente ao portão de sua casa. Ele descarregou sua pistola na luz e nada aconteceu.

Ficamos vários dias fazendo vigília. Na segunda noite, vimos um princípio de incêndio e ficamos preocupados. Estávamos nos preparando para procurar os Bombeiros quando vimos um carro se aproximar do incêndio, retornar e o incêndio se extinguir. Na manhã seguinte, fomos ao local e conseguimos identificar a pessoa que foi até o incêndio. Seu testemunho foi muito interessante! Era uma mulher, filha do dono da fazenda. Ela viu o incêndio e correu para o local para identificar o que acontecia para providenciar e acionar o grupo de Bombeiros.

Ao chegar no local, viu uma bola de luz acima do incêndio que começou a se deslocar na direção do veículo. A Moça ficou assustada e voltou pela Estrada. Ficou apavorada uma vez que o objeto começou a perseguir o carro por diversos quilômetros e desapareceu. Ao olhar a região do incêndio, ela viu que havia se extinguido. Fomos ao local e vimos algumas árvores queimadas mas, apenas a parte superior. Em outra vigília, vimos um enorme objeto que obscureceu as estrelas acima de onde nos encontrávamos.

DefesaNet - Esse tabu que se criou no meio científico e militar sobre ETs e naves denominadas de disco voadores é, em sua opinião, uma estratégia para descredenciar as informações ou existem equívocos graves ao se reportar os casos ?

A única razão que consigo enxergar para manter os relatórios como secretos é divulgação de que nossos sistema de defesa é falho. Recentemente, o Reino Unido liberou uma quantidade enorme de material relacionado a avistamentos de UFOs, alguns muito impactantes. A cada ano, os governos liberam uma quantidade razoável de documentos. A grande quantidade de documentos comprova que em determina época, esses governos consideraram o fenômeno UFO como uma ameaça. Temos um belo exemplo de como deveria ser o relacionamento do governo com o fenômeno.

Foi criado um grupo oficial permanente de estudos do fenômeno UFO. Eles treinam os controladores de voo a identificar tráfego desconhecido e os pilotos podem relatar sua experiência sem medo de qualquer ação retaliação. Isso tráz veracidade ao estudo do fenômeno. Temos pessoas treinadas para agir sobre pressão como os pilotos civis e militares e que conhecem fenômenos atmosféricos e identificam facilmente estrelas e planetas, portanto, são dificilmente enganados a um erro de interpretação.

DefesaNet - Qual região do Brasil tem a maior incidência de avistamentos e de registros de ações extraordinárias que mereçam investigações ?

Não existe um estudo estatístico sobre isso no Brasil. No Mundo, temos apenas os EUA com grupos bem formados e aparelhados para a pesquisa ufológica e que geram estatísticas de locais, tipologia das naves e de tipos de avistamentos. Aqui, essa importante atividade não existe. Mas, as regiões de serra apresentam mais avistamentos, talvez pelo afastamento dos centros urbanos.

DefesaNet - Existe hoje algum tipo de preparo especial junto aos militares para enfrentar um evento que envolva OVNIS ?

Pelo menos no Brasil, aparentemente, desconheço qualquer protocolo. Temos conhecimento de normas para tratar o tráfego Hotel, denominação para o tráfego aéreo desconhecido. Sempre que um objeto voador não identificado, não necessariamente um disco voador, dispara uma série de ações e vi isso acontecer em 1981 durante a Guerra das Malvinas. Nessa época, trabalhava no CINDACTA (Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo).

DefesaNet - Se tem registros de ataques alienígenas à humanos e, particularmente, a equipamentos militares, como caças ?

No mundo há vários casos. No Brasil, são esporádicos, pois os relatos ainda são secretos. O caso mais interessante ocorreu no Irã em 1976 quando objetos foram do tamanho de um jato comercial foram registrados a altíssimas velocidades e perseguidos por caças. Os caças ao se aproximarem do objeto tinham falha no motor e na comunicação. Em 1986, nossos caças perseguiram 21 objetos sobre o céu de São José dos Campos gerando uma investigação oficial da Força Aérea Brasileira em que o Ministro da Aeronáutica da época afirmou que o relatório seria tornado público.

Isso só aconteceu após intensa briga da Comissão Brasileira de Ufólogos na justiça para que fosse liberado. Em 1954, na base dos Afonsos no Rio de Janeiro, um objeto metálico sobrevoou a pista de pouso da Base Aérea, visto por diversas testemunhas. Um caça foi acionado que perseguiu o objeto até ficar com pouco combustível.

DefesaNet - Por ser pesquisador do INPE e também estudar assuntos que ainda carregam uma forte carga de preconceito, já sofreu algum tipo de censura ?

Existe sim um certo preconceito, mas nunca censura. Com a massiva divulgação de pesquisas realizadas por cientistas e o aumento considerável de pessoas que contam contatos com objetos voadores discoides metálicos e que fazem evoluções incríveis provocaram uma certa mudança.

Há uns 10 anos existia uma certa animosidade por me interessar sobre o assunto. Mas, nada vindo da direção do Inpe. Eram sempre de colegas que não se interessam pelo assunto. Esses são os piores críticos! Simplesmente não se informam, não tem a mínima ideia sobre o assunto e já fornecem palpite emitindo forte opinião contra, o que vai totalmente contra qualquer conceito de ciência.

DefesaNet - Por que não há uma discussão clara sobre esses episódios com a opinião pública que envolva cientistas, militares e a sociedade civil?

Existe uma evolução clara nesse contato. Recentemente, a Comissão Brasileira de Ufólogos teve um encontro em Brasília no Ministério da Defesa com representantes de todos os comandos para discutir isso. Infelizmente, esses representantes parece que perderam o interesse nessa parceria.

No início de maio houve uma declaração no Congresso americano de alto impacto para a ufologia. Cientistas declararam que é inevitável contato com vida extraterrestre nos próximos 20 anos! Embora se referiam a vida microbial, é um fato fantástico. Antes, nem isso consideravam. E já acreditam que se houvesse inteligência extraterrestre e que tentassem entrar em contato, nós não teríamos a tecnologia necessária para entender a mensagem.

DefesaNet - Em sua opinião, quando teremos uma transparência maior sobre questões como abduções, invasão de espaço aéreo por OVNIS, contatos estabelecidos com outras formas de vida extra terrestre?

A mídia tem dado amplo espaço a relatos de UFOs. A TV paga tem criado cada vez mais programas seriados sobre ufologia. Acredito que essa exposição do público à pesquisa sobre o assunto, acabará chegando às pessoas que poderiam abrir as portas para uma cooperação real e efetiva entre os ufólogos, militares e cientistas.

Não há necessidade de medo! O que observamos é que entram em nosso espaço aéreo a hora que querem como querem e o tempo que for necessário sem que possam fazer qualquer ação. Portanto, qual o problema em divulgar os contatos? Precisamos de estatística e de investigação científica. O fenômeno precisa ser estudado seguindo os preceitos da ciência que conhecemos. Nos relatos que foram liberados para análise mostram que não há ciência, sendo apenas relatos descritivos de avistamentos e cada caso recebe uma sequência diferente de investigação.

Defesa Net

Pantsir S1 - Sucesso ou fracasso? Os testes para o Brasil

Sistema Pantsir S1 montado sob um chassi alemão MAN 8x8. Modelo similar foi apresentado pela Odebrecht na LAAD 2013. Foto - Arquivo

Dois alvos, dois disparos e 100% de acerto. Os testes do sistema PANTSIR S1, realizados em janeiro na Rússia, foram considerados como bem sucedido nos parâmetros solicitados. Para que houvesse o máximo de realismo, a operação ficou a cargo de uma unidade regular do Exército da Federação Russa, localizada na região de Moscou. Mesmo assim, os que se opõem à aquisição, que terá importante transferência de tecnologia envolvida, insistem em afirmar que a compra não será realizada em função de um possível fracasso na avaliação.

Na véspera dos testes, realizados em janeiro, o General-de-Brigada Márcio Roland Heise, chefe do grupo de trabalho criado em portaria assinada pelo ministro da Defesa, Celso Amorim, estabeleceu que os dois disparos disponíveis ocorressem em condições visuais. O primeiro alvo, um míssil, seria disparado a 15 quilômetros e a 6 mil metros de altitude da bateria; o segundo, realizando manobras evasivas, a 8,5 quilômetros de distância e em altitude inferior a 100 metros.

A comitiva brasileira era formada por quatro oficiais do Exército e Corpo de Fuzileiros Navais, criado para avaliar o sistema sob os Requisitos Operacionais Conjuntos (ROC) 40/2013 (GTA-ROC). Como alvos, a unidade do Exército da Federação Russa empregou um míssil orgânico da unidade, o modelo 57E6-E, e um aparelho de pilotagem remota DAN.

Por limitações de segurança, o perímetro foi aberto a dois integrantes do grupo. Os disparos realizados destruíram os alvos dentro dos parâmetros solicitados pelos brasileiros. Para comprovar a eficiência dentro do alcance máximo do sistema — 26 quilômetros a 6 mil metros de altura — a unidade repassou os dados obtidos pela telemetria. Aí, surgiram as diferenças.

O grupo de trabalho não considerou os dados conclusivos, apesar de admitir que apresentam um nível de possibilidade de acerto superior a 90%. Para dirimir quaisquer dúvidas, a Federação Russa entregou dados de telemetria adicionais e propôs a realização de uma nova bateria de testes dentro de parâmetros não visuais. Há, inclusive, a possibilidade de que possam ocorrer no Brasil (Nota DN - Ver entrevista exclusiva do Diretor do Serviço Federal da Cooperação Técnico-Militar da Federação da Rússia Alexander Fomin à DefesaNet) .

Os mísseis 57E6-E, empregados pelo Pantsir S1, são guiados por um feixe de laser, o que os torna praticamente imunes a contramedidas eletrônicas. O sistema pode atingir com eles alvos entre 6 e 26 quilômetros, com a altitude variando entre zero e 6 mil metros. Abaixo desses parâmetros, canhões de 30 mm entram em ação.

Boa parte dos produtos ocidentais emprega mísseis concebidos para a arena ar-ar, que podem sofrer interferência de flares ou de contramedidas eletrônicas. Em função dessa deficiência, o SPYDER SR foi empregado sem sucesso pelas forças da Geórgia contra a aviação russa na Guerra da Ossétia.

O total de munições por unidade lançadora também é superior às alternativas disponíveis no mercado. Cada uma carrega 12 mísseis. A guisa de comparação, o BAMSE, fabricado pela SAAB, dispõe de seis mísseis por reboque, O SAMP/T de oito e o SPYDER de quatro (SR) a oito (MR). Nenhum deles tem capacidade de autoproteção por canhões. Os veículos adotados pelo Exército Brasileiro deverão ser plataformas MAN 8x8 e 6x6, já empregadas pelas baterias adquiridas pelos Emirados Árabes Unidos, substituindo os originais russos KAMAZ.

Os sistemas propostos pela Federação Russa ao Brasil possuem características únicas. Além da possibilidade de operar a partir de posições fixas, com grande capacidade de detecção e de engajamento, as unidades de tiro, quatro a seis por bateria, podem engajar, enquanto se encontram em deslocamento, até 60 alvos e disparar, com mísseis e canhões de 30 mm, sobre quatro deles.

O fechamento do contrato, no entanto, depende de previsão orçamentária, uma vez que está previsto o pagamento de um sinal dois dias depois da assinatura entre as partes.

Defesa Net

União Europeia teme que Bulgária caia nas garras do Kremlin

Os laços energéticos estreitos entre a Bulgária e a Rússia estão deixando as autoridades europeias preocupadas. Eles temem que Moscou use Sófia como uma primeira conquista para seus interesses e motive uma divisão entre os Estados-membros.

As preocupações estão crescendo dentro do governo alemão de que o Estado-membro mais pobre da União Europeia, a Bulgária, possa cair nas garras da influência de Moscou.

Relatórios internos, entre eles os do serviço de inteligência externa da Alemanha, o BND, alertam que Moscou pode querer expandir suas relações com o país para usar a Bulgária como uma forma de penetrar na UE e então usar esse poder para dividir o bloco.

A Bulgária é um alvo fácil para o Kremlin porque o país é quase que inteiramente dependente das importações de energia da Rússia para sobreviver. Um terço de sua produção econômica é direta ou indiretamente controlado por Moscou, indicam os relatórios alemães.

A coalizão de governo da Bulgária - do Partido Socialista Búlgaro e do partido do Movimento por Direitos e Liberdades, que representa a minoria turca do país - é considerada aliada próxima de Moscou. Ela inclui um ilustre grupo de ex-membros do Partido Comunista, funcionários do serviço de inteligência e oligarcas búlgaros que têm negócios com subordinados do presidente russo, Vladimir Putin.

Um dos magnatas empresariais mais influentes do país é o banqueiro Tzvetan Vassilev, cujo banco KTB administra a maior parte do dinheiro que flui de Moscou para a indústria búlgara controlada pelo Estado, particularmente o setor de energia.

Quem manda no Legislativo
As relações são tão próximas que a Rússia aparentemente tem até mesmo uma influência direta sobre o Legislativo da Bulgária.

Na semana passada, vários meios de comunicação reportaram os conteúdos de uma carta secreta da gigante de energia russa Gazprom para o Ministério da Economia em Sófia.

Na carta, a companhia estatal russa supostamente forneceu aos funcionários do ministério esboços para uma lei relacionada ao gasoduto South Stream, um projeto que transportará o gás russo através da Bulgária até a Áustria. Para o desgosto da Comissão Europeia, o projeto de bilhões de euros está sendo comandado pela Gazprom.

O governo em Sófia desdenhou Bruxelas com o esboço da lei porque redefine a parte búlgara do gasoduto como uma simples "interconexão da rede de gás" em vez de um gasoduto completo, numa tentativa de contornar as regulações de concorrência da UE.

O Comissário de Energia da UE Günther Oettinger, representante da Alemanha na comissão, encontrou-se com o ministro de Energia da Bulgária e disse que a questão está agora sendo tratada no âmbito dos especialistas. "Se a Bulgária de fato melhorar as emendas à lei, então reagiremos de acordo e tomaremos medidas legais para garantir o cumprimento das regulações da UE."

A Comissão Europeia criticou levemente o projeto South Stream, observando que, entre outras coisas, viola as regras do mercado de energia da UE - regulações antimonopólio foram aprovadas em 2009 com o objetivo de evitar que os produtores sejam donos de gasodutos. Em outra suposta violação da política da UE, a Bulgária também está se movimentando para evitar que outros fornecedores usem o gasoduto.

O Partido Socialista búlgaro mantém laços estreitos com Moscou, mas também com outros partidos social-democratas da UE. O líder do partido Sergei Stanishev, por exemplo, é presidente do Partido dos Socialistas Europeus, um grupo guarda-chuva para os partidos social-democratas dentro da UE, e também tem uma boa relação com Martin Schulz, o candidato líder do partido na atual eleição para o Parlamento Europeu. Stanishev e Schulz querem se tornar, respectivamente, membro da Comissão Europeia e presidente da comissão, e o último está contente com o apoio da Bulgária.

No final de abril, numa aparição de campanha, Schulz fez um discurso no evento da eleição europeia realizado pelos socialistas em Sófia, onde ele prometeu representar as questões do país.

Desdobramentos perigosos
O ministro de Relações Exteriores alemão, Frank-Walter Steinmeier, social-democrata, também é mantido a par da estratégia do Kremlim por sua equipe. No dia 9, ele se encontrou em Berlim com o presidente búlgaro, Rosen Plevneliev, um político independente que está lutando abertamente com seu governo porque quer manter o curso da Bulgária em direção ao Ocidente.

Plevneliev alertou sobre os desdobramentos perigosos por toda a região. Ele teme que Putin possa desestabilizar a Bulgária e os Bálcãs e tentar colocá-los sob sua esfera de influência. Ele também quer limitar a influência que os oligarcas têm sobre a economia de seu país para que uma situação similar à atual na Ucrânia não possa se estender para a Bulgária.

Em Berlim, o presidente búlgaro pressionou por uma postura mais determinada contra a Rússia na UE. "Estamos atualmente experienciando um momento histórico no qual a Europa não deveria usar a calculadora para somar as consequências das sanções", disse Plevneliev. "Trata-se de defender os valores europeus e a liberdade e a paz no nosso continente."

É uma mensagem que provavelmente desencadeou sentimentos conflitantes em Steinmeier. Seu colega de partido Gerhard Schröder, que é atualmente empregado por uma subsidiária da Gazprom, está planejando uma viagem a Sófia na próxima semana para dar apoio aos socialistas búlgaros na eleição europeia.

O Informante

segunda-feira, 26 de maio de 2014

Imagens curiosas da eleição ucraniana

Circularam na internet hoje ao longo do dia duas imagens curiosas das urnas na eleição ucraniana.
Na primeira imagem, vemos em uma sessão eleitoral onde duas urnas de vidro (teoricamente lacradas) onde uma delas apresenta uma “organização” peculiar dos votos, em bloco.
ucra01
Nesta segunda, uma imagem extraída do youtube, vemos também duas urnas onde é possível ver o brasão do governo ucraniano, e novamente votos organizados (empilhados) dentro da urna que ainda estaria teoricamente lacrada.

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As imagens circularam em redes sociais, sites independentes, não há confirmação sobre a data ou origem das imagens, porém as suspeitas sobre o pleito ucraniano podem surgir agora.


Plano Brasil

Su-27 chinês intercepta aviões japoneses

su-27 intercepta jsdf
Pela primeira uma aeronave da PLAAF (Peoples Liberation Army Air Force) intercepta uma aeronave da JSDF.
Aviões militares japoneses voando sobre o Mar da China Oriental foram interceptados por caças Su-27 PLAAF pela primeira vez em 24 de maio.
No sábado, no período das 11:00 às 12:00h, e em torno de águas internacionais sobre o Mar da China Oriental, uma aeronave OP-3C da Força de Auto-Defesa Marítima e um YS-11EB da Força Aérea de Autodefesa, foram interceptados por um par de caças Su-27.


FONTE: Ministry of Defense Japan – Tradução: CAVOK

OVNIs fotografados ao lado de avião comercial…

ufo #1Fotógrafo registra OVNIs voando sobre Bondi Beach, Austrália, enquanto tirava fotos de uma tempestade.
Dan Toomey, fotógrafo, disse que os objetos não eram visíveis a olho nu, tendo notado eles somente quando passou para o computador. Os objetos em forma de charuto pairavam ao lado de um avião.
As imagens foram registradas em em 2009. Aparentemente os OVNIs estavam pairando perto a trajetória de voo de um jato de passageiros.
“Ao fazer um upload das fotos alguns minutos mais tarde no meu laptop e quando ampliei as imagens me perguntei: O que é isso?”
Na série de fotografias aparece um objeto em forma de ‘pires’ e um outro na forma de um charuto, vistos voando em cada lado, de um avião da Virgin Blue.
Durante um certo tempo o Sr. Toomey tentou descobrir o que os objetos eram, mas não teve sucesso.
ufo #3
ufo #2

“Eu tentei fazer experiências para determinar se eram insetos ou pássaros, tentei reproduzido resultados semelhantes, mas não consegui.” O Sr. Toomey consultou outros fotógrafos profissionais, mas o resultado foi sempre o mesmo: Havia algo lá.
“Se você inverter a foto para um valor negativo, o avião aparece em branco, como um objeto sólido, assim como os outros objetos.” (FONTE/IMAGENS: dailymail.co.uk via OVNI Hoje – Tradução e edição: CAVOK)
…e o avião da seleção brasileira.
A fuselagem de um Boeing 737 foi decorada com uma pintura assinada por dois grafiteiros brasileiros, internacionalmente reconhecidos, com trabalhos em vários países da Europa, Estados Unidos e Cuba.
avião da seleção #2
avião da seleção #1

O avião, que já teve sua pintura concluída, fará o primeiro voo com a nova cara nesta terça-feira (26), entre Belo Horizonte e São Paulo, transportando passageiros convencionais. A Gol informou que quando ele não estiver transportando a seleção, atenderá as viagens conforme a demanda diária. Terminada a competição, será incorporado à frota.


(FONTE/IMAGENS: UOL Esporte)

Moscou é surpreendida com chefe industrial tornando-se líder da Ucrânia

Em uma série de novos relatórios do Ministério dos Negócios Estrangeiros ( MNE ) sobre a eleição de Petro Poroshenko [top foto à esquerda] como o próximo presidente da Ucrânia, o sentimento primordial de funcionários diplomáticos do Kremlin só pode ser descrito como um dos "maiores e atônitos "como a mais problemática das nações (fornecids com" substancial ajuda "de seus aliados EUA-UE) escolheu como seu líder um dos membros mais corruptos, secretos e misteriosos de sua classe oligarquia criminosa de bilionários.
Desde a sua independência, em 1991, da antiga União Soviética , esses relatórios notam, Ucrânia foi saqueada por seus oligarcas na medida em que os seus cidadãos agora fazem apenas US $ 3.000 por ano em renda.

Própria Rússia, deve ser lembrado, sofreu o mesmo destino que a Ucrânia, durante a década de 1990, depois de oligarcas apoiados pelo ocidente tentaram destruir o país , muitos dos quais, desde que Putin assumiu o poder, em 1999, foram encontrados misteriosamente mortos ou presos .
Esta última eleição na Ucrânia , por outro lado, esses relatórios continuam ", mostra claramente" que esses povos não aprenderam as mesmas lições brutais sendo forçados a eles por sua classe apoiada pelo Ocidente criminoso oligarca como o povo russo fez há muitos anos, mas que, sob Putin também viram sua renda subir para cerca de US $ 18.000 por ano .
Sendo aclamado pela mídia ocidental propaganda como o " rei do chocolate "ppr sua propriedade de empresas de doces, este relatório continua, Poroshenko ( Forbes # 1335 homem mais rico do mundo ) é o mais importante conhecido por agências de inteligência russas como sendo um dos líderes mundiais da temida Krassnaya Mafiya ( do russo), uma posição , uma vez realizada por seu pai Alexei Valtsman da região de Odessa e que em 1956 assumiu o sobrenome de sua esposa, Yevgenya Poroshenko .
Poroshenko, este relatório diz, começou seu negócio com armas, jogos de azar e prostituição por lavagem de dinheiro dos administradores dos tempos soviéticos. Ele nunca foi um empreendedor para iniciar um negócio próprio, que está história foi é inventada pelos propagandistas da mídia ocidental.
Poroshenko e seus negócio sujo ele começou com pilhagem da propriedade do Estado da Ucrânia por bandos armados. A família Poroshenko tinha planos de expandir as suas atividades para além da Ucrânia e Tatyana Mikoyan, uma advogada baseada em Kiev bem conhecida, lembra o que a família fez na Transnístria, "Foi horrível voltando na década de 1990: de armas ilegais, prostitutas, drogas - todos trazendo lucros para pai e filho. "

Poroshenko foi premiado por seus méritos e em 2009 recebeu a decoração de Herói da Ucrânia que foi comprado para ele por seu filho, que pagou para o então presidente Yushenko, o padrinho de filhos de Petro Poroshenko.O agora presidente eleito também é bem conhecido por apropriação indébita de fundos do orçamento e tem a reputação de alguém que sabe como fazer dinheiro a partir do nada.
Muitas vezes Poroshenko foi acusado de estar envolvido em esquemas de corrupção em grande escala, lobby aberto, desvio de verbas, sonegação fiscal, operações ilegais de aquisição de ações e opositores políticos fisicamente ameaçadores e competidores e tem sido descritos como uma das figuras mais odiosas na política ucraniana e encabeça a lista de pessoas corrompidas do país .

Poroshenko, este relatório continua, é mais famoso por possuir a empresa de confeitos Roshen, que tem fábricas na Ucrânia e Rússia ( fábricas russas foram apreendidas ) e é o proprietário / líder da UkPromInvest, uma companhia misteriosa que não tem site, mas se orgulha de seus interesses na fabricação de ônibus, distribuição de automóveis, estaleiros, bancos e cabos elétricos, entre outras coisas, que lista os especialistas da inteligência russa como tráfico de armas, drogas e prostituição.
Poroshenko e seus companheiros oligarcas têm mais emparedado muito da Ucrânia dos olhos curiosos do seu povo, transformando terra que já foi para todos os gostos em um playground de elite, incluindo sua própria mansão construída para se assemelhar a Casa Branca americana . [foto acima]
Para entender por que os EUA-EU querem que um oligarca criminoso para liderar a Ucrânia, o relatório adverte, é preciso primeiro entender que o que está ocorrendo hoje na Ucrânia é uma dinâmica financeira auto-destrutiva para o empobrecimento, para a dependência e discriminação em muitos aspectos como o que aconteceu quando a credora oligarquia de Roma mergulhou o Império na Idade das Trevas dois mil anos atrás.

Os pós-feudais imobiliários e oligarquias financeiras, as aristocracias desembarcaram da Europa e as grandes famílias de banqueiros e construtores de confiança americanos tem feito uma volta, e a Nova Guerra Fria se destina a travar em sua vitória. Ucrânia é simplesmente o mais recente campo de batalha e campos de batalha acabam devastados.

Afinal de contas, deve ser lembrado, assim funciona o neoliberalismo , subjugando economias por endividar os seus governos e usando altas dívidas impagáveis como uma alavanca para erguer para bem longe do domínio público, a preços de socorro ... tudo de valor, como a Grécia, esta semana, onde estes mais uma vez orgulhoso povo está sendo forçado por seus novos "mestres" EUA-UE-FMI-Banco Mundial para vender 110 de suas mais queridas e belas praias públicas para a classe oligarca do mundo E em mais uma afronta ao povo ucraniano, seus novos "mestres", como eles têm feito na Itália na semana passada , terá o dinheiro criminal feito de prostituição e venda de drogas ilegais incluído no seu cálculo do produto interno bruto (PIB) neste ano de forma a extorquir ainda mais dinheiro com eles para benefício dos oligarcas.
A maioria, infelizmente, de tudo, talvez, é que o saque do povo ucraniano já começou por seus novos "mestres" como o Ministério das Finanças de fantoches de Washington em Kiev (que estão fingindo ser um governo) preparou um plano de austeridade econômica que cortará as pensões ucranianas de US $ 160 a US $ 80 para que os banqueiros ocidentais que emprestaram dinheiro para a Ucrânia possam ser reembolsados em detrimento da Ucrânia mais pobre.

Embora o chanceler Lavrov anunciou que a Rússia esteja pronta para o diálogo com Poroshenko , este relatório conclui, é apenas no contexto em que Moscow há muito tempo conhece como lidar com esses criminosos ocidentais ... "Dê-lhes tempo suficiente e eles vão destruir a Ucrânia e ” a si mesmos ".

http://www.whatdoesitmean.com/index1772.htm

domingo, 25 de maio de 2014

Donetsk e Lugansk proclamam Estado único de Nova Rússia

Os líderes das autoproclamadas repúblicas populares de Donetsk e de Lugansk, situadas no Sudeste da Ucrânia, declararam a criação do Estado único de Novorossiya (Nova Rússia).

Segundo informa a agência de notícias ITAR-TASS, citando o “governador do povo” da região de Donbass, Pavel Gubarev, o documento de união foi assinado pelo primeiro-ministro da República Popular de Donetsk, Alexander Borodai, e o presidente da República Popular de Lugansk, Alexei Karyakim.

Gubarev declarou que “nós não reconhecemos o presidente e o parlamento ucranianos, e as repúblicas de Donetsk e de Lugansk são Estados independentes”. Ele acrescentou que “nós só iremos tomar uma posição de reconhecimento do governo do presidente eleito se eles estiverem dispostos a reconhecer a independência das repúblicas da Bacia do Don [Donbass]. Em segundo lugar, eles devem retirar imediatamente suas tropas para fora dos limites das nossas repúblicas populares e cessar todas as hostilidades”.

Fonte: Diário da Rússia

Produção seriada do sistema S 350 E Vityaz será iniciada em 2015

A Rússia vai começar a produção em série do sistema de defesa avançado de médio alcance S-350E “Vityaz” em 2015.
. “O componente terrestre está pronto, fornecendo testes de mísseis que devem ser concluídos antes do final deste ano, em 2015, começará produção em massa do sistema 2″ Vityaz “,” – disse Novikov. Conforme o chefe da “componente terrestre” “Almaz-Antey” lançadores terrestres.

De acordo com os desenvolvedores, as habilidades do sistema é superior ao dos seus homólogos estrangeiros e deve substituir S-300 . O “Vityaz” foi demonstrado ao público pela primeira vez na ocasião da MAKS 2013.

O S-350 “Vityaz” – é o sistema de míssil antiaéreo russo de médio alcance de nova geração. Ele consiste de um lançador 50P6A autopropulsado trabalhando em conjunto com posto de radar a multi-função 50N6A com antena de varredura eletrônica 2 e posto de comando 50K6A baseado no chassi de um veículo especial BAZ.

As munições do “Vityaz” incluem os mísseis de médio alcance utilizados nas baterias S-400 além de mísseis de curto alcance. Os Lançadores são produzidos na planta de Obukhov em São Petersburgo.

Fonte: Asian Defense News/plano brasil

Putin – ‘Não quero retorno da Guerra Fria, mas isolar a Rússia é impossível’

SÃO PETERSBURGO — Em entrevista concedida a agências internacionais neste sábado, o presidente russo, Vladimir Putin, garantiu que não quer um retorno aos tempos da Guerra Fria, mas advertiu que é “impossível” isolar a Rússia da crise da Ucrânia.

— Não quero pensar que se trata do início de uma nova Guerra Fria, algo que não interessa a ninguém. Não acho que é o que vai acontecer — declarou Putin, que negou veementemente que busque reeditar o passado soviético.

— Tentam nos rotular desta forma, afirmando que queremos restaurar o império ou a União Soviética. No entanto, creio que isolar um país como a Rússia é impossível. Se os países ocidentais impuserem sanções econômicas mais fortes será algo negativo para todos. Isso poderia levar as economias da Europa, da Rússia e do mundo a turbulências que não interessam a ninguém. Com o momento difícil que a economia mundial atravessa, quem precisa disso?

Sobre o fato da crise ser atribuída a uma série de fatores que sucederam a anexação russa da península da Crimeia em março, Putin não retrocedeu.

— Nossa posição é justa e o povo da Europa reconhece isso — afirmou o presidente. — Façam uma pesquisa de opinião na Europa. Tenho motivos para acreditar que nossa posição teria vários apoiadores.

Perguntado ser a Rússia reconhecerá o resultado das eleições presidenciais ucranianas deste domingo, Putin repetiu que “consideraria com respeito” a decisão dos eleitores. Posteriormente, o governo francês informou que Putin havia se comprometido a respeitar o resultado das eleições, em conversa telefônica com o presidente francês, François Hollande, e a chanceler alemã, Angela Merkel.
Comparação com Hitler é “inaceitável”

O presidente russo classificou as declarações do príncipe Charles, herdeiro do trono britânico, que o comparou ao líder nazista Adolf Hitler, são “inaceitáveis” e “indignas de sua posição”.

— Acho que ele mesmo entende isso, trata-se de um homem educado. Esse não é o comportamento de um monarca — afirmou Putin que deve se encontrar com o príncipe britânico e com outros líderes mundiais nas celebrações do 70º aniversário do desembarque das tropas aliadas na Normandia, dia 8 de junho.

Durante a entrevista, Putin também assegurou aos jornalistas que a Rússia é perfeitamente capaz de manter o fornecimento de gás para a Europa, graças ao contrato energético de 30 anos assinado com a China, no valor de US$ 400 bilhões.
Negociações em rublos são prioridade

Após as sanções aplicadas pelos países ocidentais, a Rússia usará o rublo como moeda para o comércio internacional, afirmou o primeiro-ministro do país, Dmitry Medvedev.

— Esta é uma prioridade definida — garantiu Medvedev.

Nas últimas semanas, as autoridades disseram que o governo estava considerando a obrigatoriedade para as empresas estatais de receberem pagamento em rublos para as principais exportações, e não em dólares, como acontece atualmente.

Os líderes da União Europeia se reunirão na próxima semana para discutir medidas que poderiam ser tomadas para atingir os setores mais amplos da economia russa caso a eleição presidencial da Ucrânia no domingo seja interrompida. Os Estados Unidos também ameaçaram com sanções que poderiam atingir amplos setores como energia, bancário e de mineração.

A Rússia há muito tempo aspira elevar o status internacional do rublo na esperança de que a moeda se torne uma amplamente aceita em reservas cambiais dos governos, semelhante ao dólar e ao euro.

— É claro que, quanto mais vendermos, por exemplo, os nossos produtos, incluindo petróleo, gás, construção de máquinas e produtos de defesa em rublos, mais vamos incentivar essa qualidade para a nossa moeda — afirmou o primeiro-ministro

FONTE: O Globo