sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Militantes do Estado Islâmico são atingidos por míssil em uma colina em Ayn al-Arab



O Informante

Vídeo mostra a estreita relação entre soldados turcos e militantes do Estado Islâmico



O Informante

Israel cancelou a compra do V-22?

Bell Boeing V-22 Osprey (Imagem: hdwallpapersfactory.com)
Bell Boeing V-22 Osprey (Imagem: hdwallpapersfactory.com)
Mídia de Israel disse que o ministro da Defesa, Moshe Yaalon, rescindiu o contrato de compra do V-22.
O ministro da Defesa Moshe Yaalon cancelou um acordo de vários bilhões de dólares ainda não assinado com os EUA. O negócio inclui seis aeronaves V-22.
O V-22 Osprey foi visto como parte da futura capacidade de Israel de transportar soldados das Forças Especiais para países tão distantes como o Irã. O Osprey é a plataforma ideal para o envio de forças especiais israelenses para o Irã”, disse Kenneth Pollack, um ex-analista da CIA.
A aeronave pode transportar até duas dezenas de soldados, pode voar a cerca de 720 km de distancia e, fundamentalmente, pode ser reabastecida em pleno voo.
O Secretário de Defesa dos EUA, Chuck Hagel, anunciou o acordo durante uma visita a Israel em abril de 2013. A introdução do V-22 para a Força Aérea de Israel dará a força aérea israelense de longo alcance, capacidade de busca e salvamento marítimo de alta velocidade para lidar com uma série de ameaças e contingências”, disse ele.
O acordo era para incluir, na época, mísseis anti-radiação, radares avançados para os F-15 de Israel, aeronaves KC-135 de reabastecimento e o “mais importante”, o V-22.
Ya’alon (ministro da defesa de Israel) decidiu cancelar a aquisição, indo contra o conselho do chefe do Estado Maior e General da IDF, por causa de restrições orçamentárias e as lições aprendidas nas batalhas em Gaza neste verão, durante os quais a necessidade de melhores veículos blindados, por exemplo, veio à tona.
A decisão relatada para cancelar o negócio veio três dias depois que autoridades israelenses disseram que irão comprar um segundo esquadrão de caças F-35.
FONTE: The Times Of Israel – Tradução e edição: CAVOK

Departamento de Defesa da Suíça nega notícias sobre venda de F-5 ao Uruguai

F-5 - foto 3 Força Aérea Suíça

DECISÕES SOBRE A RETIRADA DE SERVIÇO E DESTINO DOS JATOS, ALÉM DE OUTROS EQUIPAMENTOS MILITARES, TERÃO QUE SER TOMADAS ANTES PELO PARLAMENTO SUÍÇO

Segundo nota divulgada pelo Departamento de Defesa da Suíça na terça-feira, 28 de outubro, o Conselho Nacional decidiu suspender o descomissionamento de vários equipamentos militares (especialmente o caça F-5, mas também carros de combate Leopard e obuseiros autopropulsados M109), deixando a decisão para o Parlamento do país. Também foram negadas notícias veiculadas na mídia sobre vendas de aeronaves do inventário atual de 54 caças F-5 a outros países, como o Uruguai.
O Parlamento Suíço deverá seguir os trâmites legais para decidir sobre o assunto, como esperar que entre em vigor a revisão do ato sobre armamentos (LAAM), que foca no desenvolvimento das Forças Armadas e aplicar a moção relativa ao descomissionamento de propriedade militar. Assim, uma nova mensagem sobre a retirada de serviço do F-5 poderá ser submetida ao Parlamento. Enquanto a decisão final não for tomada, os 54 caças F-5 do inventário suíço continuarão a ser operados e a receber a manutenção adequada.
F-5 - foto 2  Força Aérea Suíça
A nota também afirmou que artigos em jornais, noticiando que alguns dos jatos já estariam vendidos são falsos e sem fundamento. Segundo o Departamento de Defesa da Suíça, nenhum F-5 suíço foi vendido ao Uruguai e não há negociações em andamento a esse respeito. Eventuais vendas de caças F-5 são responsabilidade da Armasuisse (órgão do governo responsável por aquisições militares e assuntos relacionados), mas esta não pode realizar negócios do tipo antes da aprovação parlamentar sobre a baixa do equipamento.
F-5 - foto Força Aérea Suíça
Poder Aéreo

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

EMBARGO ENERGÉTICO de Putin contra a Europa levará a 3ª GM antes do FINAL DO ANO

 Dave Hodges | thecommonsenseshow

As informações a seguir vem exclusivamente de minhas fontes confidenciais, bem como agências de notícias europeias.  Não espere para ser informado, em detalhes, pelos meios de comunicação norte-americanos, sobre a crise em curso ocorrendo na Europa.  A mídia americana tem a intenção de promover a propaganda do Ebola como um prelúdio para a instalação de lei marcial médica completa. Nada pode ser autorizado a quebrar a concentração de reportagens destinadas a promover um medo obsessivo em relação à propagação do vírus Ebola, com o objetivo de colocar os EUA sob a lei marcial médica.  A lei marcial, nos EUA, é uma condição pré-requisito, a fim de forçar os Estados Unidos para aceitar a próxima guerra mundial. Portanto, as condições prévias que irão mergulhar as nações do planeta na III Guerra Mundial vão largamente sub-relatar nos Estados Unidos até o último momento.

ENERGIA EMBARGO Putin contra a Europa levará a WW III ANTES DO FINAL DO ANO

  Plano B de Putin

Ontem, eu relatara que Putin vem alinhando seus novos aliados militares na Índia, Brasil, Bolívia, El Salvador, Cuba, Bolívia, Equador, Nicarágua, China, Venezuela e até mesmo na África do Sul na tentativa de forçar os EUA a se preparar para um cenário deAurora Vermelha  aqui em casa, no caso de hostilidades sairem.  Esta foi a versão de Putin de seu "Plano B", como ele obviamente estava antecipando a perda de controle sobre a Ucrânia.
Depois de as forças pró-ocidentais prevaleceram na recente eleição da Ucrânia, Putin não perdeu tempo em colocar um valor aproximado de 60% de embargo russo  aos  embarques de petróleo e gás para a Europa através da Ucrânia. Um embargo, bem como um bloqueio é um ato de guerra.  E a guerra é, em grande parte, onde esta situação é dirigida.

The Big Chill

  Preços de energia da Grã-Bretanha já subiram 18% a partir desta manhã com o anúncio de que Putin está a colocar um embargo nas exportações de energia russas de energia para a Europa.  Estima-se que a Europa fica ráem qualquer lugar de 25% a 33% das suas necessidades energéticas a partir de fontes russas, muito do que via Ucrânia.
  Com o início do tempo frio, a Bulgária já chegou a um ponto de "crise" no que diz respeito ao fornecimento de energia para o seu povo. Muitas nações da Europa estão agora em modo de crise.  b
  É seguro dizer que a resposta de Putin para as eleições na Ucrânia, o que favorecem os interesses pró-ocidentais, conseguindo mergulhar o continente em uma crise energética sombria.  Esta manhã, Roménia, Bulgária, Macedônia, Grécia, Turquia e Croácia estão relatando a promulgação de medidas de poupança de energia desesperadas devido ao embargo devastador do gás russo enviado via Ucrânia hoje.  Estas nações quase não têm reservas de energia.
Grandes mudanças na política estão sendo testemunhadas dentro de apenas 24 horas da promulgação do embargo.  Croácia disse que estava reduzindo temporariamente o fornecimento aos clientes industriais, enquanto a Bulgária disse que não terá gás suficiente para apenas "para poucos dias".
 
Aliados dos EUA têm reservas de energia muito limitadas

Grã-Bretanha tem apenas um buffer de armazenamento de energia estimada em cerca de 16 dias de demanda de energia.  O que está para além de 16 dias, sob o actual conjunto de circunstâncias.  A vinda redução  paraGrã-Bretanha no consumo de energia será imposta através de racionamento e negação de serviço a entidades e serviços não essenciais. Em contraste, a Alemanha tem 77 dias de reservas de energia e França tem 88 dias. No entanto, nenhuma dessas nações têm reservas de energia suficiente para passar o inverno.
  Grã-Bretanha, França e Alemanha têm mais sorte do que a maioria dos países europeus que têm reservas quase nenhuma em energia e são muito dependentes das exportações de gás russo através da Ucrânia enviados.
 
Putin está sob enorme pressão em casa

  A indústria de energia russa tem crescido a níveis monumentais. O russo e gás e do petróleo e da indústria, bem como nos Estados Unidos, estão muito interligados com o complexo industrial militar de sua nação e com interesses bancários de sua nação.
  Se a Ucrânia deixa o império de influência russa e, eventualmente, aderir à União Europeia, como os recentes resultados eleitorais ucranianos sugerem, dias de Putin como o líder da Federação Russa estão contados.
 
  Putin está governando por desespero

O inverno europeu chegando, e as necessidades energéticas da Europa sazonais acompanham, faz todos os dias de inverno europeu um dia de compras "Black Friday", a cada dia, para a indústria de gás e petróleo da Rússia. Estas indústrias russas não podem perder a Ucrânia como transportador do gás russo e óleo por muito tempo. Os magnatas da energia da Rússia provavelmente vão tolerar embargo energia de Putin na Europa por um tempo curto, numa tentativa de alavancar o Ocidente em ir recuando de seu controle absoluto do futuro político da Ucrânia.  No entanto, Putin sabe que os líderes energéticos russos e banqueiros afiliadao não vaãoesperar muito tempo para ver os resultados.
Mesmo se os interesses energéticos russos foram para permitir que Putin tenha tempo ilimitado para deixar as conseqüências do embargo jogar fora, OTAN em nome dos países europeus afetados, não vai deixar isso continuar por muito tempo como muitos países da OTAN serão levados ao seu joelhos diante de Ação de Graças e todos serão danificados pelo Natal.
 
  Rússia está entrando no modo de Guerra em Larga escala

De acordo com o ministro da Defesa russo, general do Exército Sergey Shoigum, a Rússia está muito ativa no desenvolvimento de suas bases militares no exterior, em lugares como o Quirguistão, Tadjiquistão e Armênia.  O ministro da Defesa russo chegou a dizer que eles estavam realizando exercícios na Bielorrússia e Tadjiquistão .  De fato, a partir de hoje, a Rússia, Cazaquistão, Quirguistão, Tadjiquistão estão segurando jogos de guerra na região dos Urais , segundo a agência de notícias russa TASS.  Ele vazou que a Rússia e a China estão realizando exercícios conjuntos anti terroristas dentro da China.  A Rússia está claramente se preparando para a guerra.

Análise

A paciência dos magnatas energéticos russos e os banqueiros não é sem limites.  Putin é um animal encurralado e ferido. Como resultado, nas próximas semanas, as ações de Putin provavelmente vão se tornar mais erráticas e imprevisíveis.
Os interesses de dinheiro russo, sem dúvida, dar a Putin o benefício da dúvida quando se trata de o embargo como ferramenta de alavancagem projetado para levar a Europa à mesa para negociar sobre o futuro da Ucrânia. No entanto, eu não vejo isso acontecendo muito mais do que um mês.  O setor de energia da Rússia não permitirá uma queda de 60% na receita, porque Putin não poderia manter o controle sobre a Ucrânia. Dias de Putin poderiam ser contados se esta estratégia desesperada não é bem sucedida. Além disso, a OTAN não vai permitir que seus cidadãos  de nações membro de congelar até a morte no auge do inverno.  Em meados de dezembro, o mais tardar, a OTAN irá forçar esta questão a ao extremo.
Enquanto isso, nos EUA, uma verdadeira pressão agora recai sobre a administração Obama para tirar o país sob (médica)  lei marcial como um mecanismo de controle e um prelúdio para a iminente III GM.

Despertar News

Poderá o novo parlamento ucraniano dialogar com a Rússia?

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Depois de ter reforçado sua legitimidade, o novo poder ucraniano terá de demonstrar sua sabedoria política e ponderação, estabelecendo igualmente de alguma forma o diálogo com Moscou.

No domingo passado na Ucrânia decorreram eleições legislativas extraordinárias. Lidera a Frente Popular do premiê Arseni Yatsenyuk, à qual se segue o Bloco de Piotr Poroshenko. Os outsiders radicais da corrida eleitoral não podem contar com um número significativo de mandatos. No entanto, os peritos já têm uma ideia que a nova Rada será pró-Maidan.
Nesse contexto, surge a questão da capacidade negocial dos deputados. A maioria deles não está preparada para um diálogo com Moscou. Mas na Ucrânia ainda há pessoas sensatas, constata o consultor político Serguei Slobodchuk:
“Neste momento a força política mais construtiva, a que está interessada numa normalização das relações, é o atual presidente e seus apoiantes. Por isso, se ele conseguir colocar o máximo de partidários seus na composição do governo, ou mesmo na liderança do governo, que tenham em vista uma posição construtiva, então poderemos falar do aparecimento de um fator pragmático nas relações da Ucrânia com a Rússia.”
É sintomático que também o Kremlin deposita esperanças no atual presidente da Ucrânia. Segundo disse o ministro das Relações Exteriores russo Serguei Lavrov, Piotr Poroshenko é parceiro da Rússia e do presidente Vladimir Putin nos acordos de Minsk, e Poroshenko provavelmente tentará, de uma forma ou de outra, estabelecer um diálogo com Moscou, considera o diretor do Centro de Estudo Políticos e Conflitologia de Kiev Mikhail Pogrebinsky:
“Eu penso que ele tentará continuar a seguir esta linha para o congelamento do conflito por tempo indeterminado, pelo menos durante este inverno. Não creio que haja uma revolta no curtíssimo prazo neste navio parlamentar que possa contrariar o plano do presidente. Na minha opinião, esse plano inclui a execução dos acordos de Minsk.”
Existe um perigo real que a recém-eleita Suprema Rada possa sofrer o destino da anterior se nela não triunfar o pragmatismo econômico e político. Isso poderá ocorrer, nomeadamente, se Kiev conservar sua retórica anterior.
Por outro lado, os políticos ucranianos que obtiveram a maioria dos votos dos eleitores, precisamente por terem usado essa retórica de forma hábil, pensam contudo de uma forma racional. Essas pessoas poderiam sofrer a influência dos radicais, mas na nova composição da Rada estes são a minoria.
Assim, os peritos mantêm a esperança que o novo poder na Ucrânia não queira desesperadamente retomar os combates, descurando os problemas econômicos reais que quase enterraram as próprias estruturas nacionais ucranianas.

RÚSSIA: Até 2015, mais 60 caças novos

(Imagem: livejournal)
(Imagem: livejournal)
A fabricante de aeronaves Irkut vai entregar 30 caças da família Su-30 e treinadores Yak-130 de combate para as Forças Armadas russas.
O ano de 2015 será um ano recorde para nós, vamos entregar 60 aeronaves” disse o chefe da Irkut, Oleg Demchenko. A empresa espera entregar 54 jatos de combate para o exército russo até o final de 2014.
Na semana passada, as Forças Armadas da Rússia relataram ter recebido 50 novos aviões e helicópteros, incluindo o polivalente Su-30SM e caças-bombardeiro Su-34.
Em agosto, a fabricante de aviões Sukhoi da Rússia entregou um lote de Su-30M2 para a Força Aérea Russa. Mais Su-30M2 são esperados para serem entregues à Força Aérea no final deste ano.
De acordo com a Força Aérea, a Rússia planeja reformular completamente a sua frota de aviões de combate, bem como de helicópteros até 2020.
FONTE: RIA Novosti – Tradução e edição: CAVOK

TITÂNIO - BOEING, AIRBUS E EMBRAER EM GUERRA

Peças de grande porte e que sofrem grande impactos como trens de pouso são construídos em titânio, como o trem de pouso do B787 Dreamliner.
Empresas americanas Boeing e United Technologies (turbinas Pratt&Whittney) aumentam estoques de peças em titânio vindas da Rússia
Discretamente a partir do início da crise na Ucrânia, as empresas aeronáuticas americanas  Boeing e United Technologies Corp.(holding controladora da Turbinas Pratt&Whittney) começaram a estocar de forma acelerada peças produzidas em titânio de procedência de fornecedor russo.

Com o início das tensões entre Washington e Moscou os setores de logística das grandes empresas aeroespaciais americanas adiantaram suas encomendas de peças de titânio oriundas da Rússia.

O Wall Street Journal mencionou o assunto titânio, na sua edição do dia 08AGO14. Porém, o desdobramento de embargos a produtos russos poderá afetar “TODA” a indústria aeronáutica mundial.

A empresa russa VSMPO-Avisma, com participação acionária de Tecnologias Russas (ROSTEC), tem o monopólio na produção na Federação Russa de titânio e grandes peças forjadas neste material. A ROSTEC é  mesma empresa que controla o conglomerado de defesa Rososboronexport.

A Rússia controla cerca de 30 % do fornecimento mundial de titânio, e praticamente mais de 50% de peças forjadas de grande porte fornecidas à indústria aeronáutica mundial. O impacto atinge a todas as empresas, em maior ou menor escala. Veja a tabela estimativa:

 
EmpresaDependência do Titânio Russo
BOEING35 % ( B787)
AIRBUS+ 60% (A350)
EMBRAER100%


 




A dependência tende a subir com as novas aeronaves BOEING B787 Dreamliner e oAIRBUS A350 e a nova geração de E-jet2 da EMBRAER.

O metal titânio é de especial importância para o novo BOEING B787 Dreamliner, representa cerca de 15% do peso da estrutura da aeronave.

As sanções econômicas impostas pelos Estados Unidos à Federação da Rússia,  até o momento, focam os bancos e empresas de energia e defesa, contornando os fornecimentos de titânio russo para a indústria aeronáutica.

A maior empresa russa e do mundo fornecedora de titânio e peças forjadas neste metal é a russa VSMPO-Avisma.   A VSMPO é subsidiária do conglomerado estatal ROSTEC State Corp., que detém  cerca de 25% do capital, assim como golden share.

A ROSTEC é controlada diretamente pelo Kremlin e detém também o capital da Rosoboronexport, que controla cerca de 80% das exportações russas de defesa.

Quatro empresas controlam o fornecimento mundial em 90%, das cerca de 60.000 toneladas empregadas na indústria aeroespacial a cada ano. A VSMPO participa com cerca 30% do fornecimento mundial.

O restante é fornecido pelas empresas americanas: Allegheny Technologies Inc.,  RTI International Metals e RTI Titanium Metals Corp (uma divisão da Precision Castparts Corp.).

A VSMPO fornece cerca de 35% do titânio, em especial grandes peças forjadas, às aeronaves comerciais da Boeing.

A europeia  Airbus não trabalhou para ter uma reserva de peças de titânio de procedência russa como a Boeing. Embora dependa cerca de 60% do titânio de procedência russa (ver tabela).

Resistente à corrosão, calor e alto stress além de ser muito leve (pesando um pouco mais do que a metade do que o Aço). É o material básico para a indústria aeronáutica e de defesa

A Boeing e outras empresas americanas têm realizado acordos com empresas russas após o fim da Guerra Fria. A Boeing tem fornecido aeronaves comerciais a empresas russas  como a Aeroflot, abriu um centro de Engenharia em Moscou e tem um acordo com a VSMPO, desde 2007.

A Boeing afirmou recentemente que planeja uma segunda planta na região dos Urais, totalizando um investimentos de U$ 27 Bilhões, na Rússia, de 1991 a 2021, incluindo U$ 18 Bilhões em titânio.

A Boeing, segundo seu Board acredita que os grandes investimentos na Rússia "ajudaram" aos russos desistir da ideia de suspender o envio dos embarques para os Estados Unidos

O impacto da crise na Ucrânia traz um outro complicador na cadeia de fornecimento do titânio, já que a Ucrânia produz quase a totalidade dos concentrados necessários para que a VSMPO produza o metal titânio básico.

Durante todo o conflito a Ucrânia não interrompeu os embarques para a Rússia. Mesmo assim a VSMPO afirmou que tem um estoque suficiente dos concentrados. A empresa tem procurado alternativas no Vietnã, África e Austrália. (ver a matéria
 Ucrânia – O Indispensável Complexo Industrial Militar para Moscou Link)
EMBRAER

O acesso às matérias-primas críticas como titânio e ligas especiais de alumínio é de grande importância para a EMBRAER.

Uma das modificações mais sentidas na cadeia de fornecedores da EMBRAER foi que a gestão de acesso às matérias primas seria feita pelos fornecedores. Assim pelo novo programa seria paga a peça pronta, ficando ao fornecedor a obrigação de adquirir, importar, estocar e gerenciar a sucata da matéria-prima.  Usualmente estas matérias primas são adquiridas pelo sistema de importação draw-back (sem impostos de importação caso comprovada a exportação).

O impacto foi grande, no Cluster Aeronáutico de São José dos Campos, pois tirou da cadeia de fornecimento várias empresas, que não tinham capital e estrutura de gerenciamento para assumir este ônus.

O volume é significativo, pois a geração de sucata de titânio, em 2003, foi de 3,6 toneladas/mês. Lembrando que neste período o fluxo de produção da família EMB 170/190, ainda não estava à pleno.

Em 2005 a EMBRAER  escolheu a empresa VSMPO TiRus como a líderes em fornecimento de matéria prima.

A emprega gaúcha DIGICON que fabrica componentes de alta precisão para sistema de gerenciamento de ar condicionado dos Airbus A380 e Boeing B787 informou à DefesaNet, que tem obtido normalmente a liga de titânio, que necessita. Porém, tem acompanhado com atenção, as idas e vindas do cenário, informou o Diretor Peter Elbling à DefesaNet.

A produção de titânio no Brasil é mais focada em óxidos para a produção de tintas e revestimentos.
Defesa Net

MISTRAL - FRANÇA DIZ QUE CONDIÇÕES AINDA SÃO INADEQUADAS PARA ENTREGA DE NAVIOS À RÚSSIA

Rússia e Ucrânia não chegam a acordo sobre gás em reunião com UE
A França afirmou nesta quinta-feira que as condições ainda não são adequadas para entregar o primeiro de dois navios de guerra Mistral para a Rússia, contradizendo relatos de que os russos teriam sido convidados a receber a embarcação em 14 de novembro.
"As condições hoje não são adequadas para entregar o Mistral", disse o ministro das Finanças da França, Michel Sapin, em entrevista à rádio RTL.
De acordo com a agência de notícias RIA, o vice-premiê da Rússia, Dmitry Rogozin, disse na quarta-feira que a Rússia recebeu um convite para a entrega do primeiro de dois navios porta-helicópteros Mistral em 14 de novembro.
Segundo a RIA, Rogozin disse ainda que a segunda embarcação militar seria posta em funcionamento no mesmo dia.
A França citou preocupações com o papel desempenhado pela Rússia na crise no leste da Ucrânia como motivo para adiar a entrega dos navios.

Rússia e Ucrânia não chegam a acordo sobre gás em reunião com UE
Ucrânia e Rússia não chegaram a um acordo sobre gás natural em uma reunião com a União Europeia que avançou pela madrugada, e haverá uma nova rodada de negociações nesta quinta-feira à noite, disse o ministro da Energia russo, Alexander Novak, de acordo com a agência de notícias RIA Novosti.
"As negociações ainda não foram encerradas, estamos apenas terminando uma longa discussão sobre os documentos que precisam ser preparados com base nos resultados das conversas", disse Novak, segundo a agência, na madrugada desta quinta-feira, em Bruxelas.
"Concordamos em continuar a trabalhar em 30 de outubro", acrescentou.
Alexei Miller, chefe da empresa russa Gazprom, disse que o acordo só será fechado depois que a Ucrânia e a União Europeia chegarem a um consenso sobre garantias financeiras de Bruxelas para Kiev, de acordo com a agência de notícias Interfax.
Defesa Net/reuters

SUÉCIA RECONHECE ESTADO DA PALESTINA

Governo sueco considera que se cumprem critérios para o reconhecimento: "Há território, população e governo". Autoridade Palestina saúda decisão, Israel critica.
O governo sueco reconheceu oficialmente nesta quinta-feira (30/10) o Estado da Palestina. "Com o nosso reconhecimento queremos sobretudo dar nosso apoio às forças moderadas palestinas", escreveu ministra do Exterior, Margot Wallstrom, no jornalDagens Nyheter.
A Suécia considera que se cumprem os critérios do Direito Internacional para reconhecer um Estado palestino, destaca a ministra. "Há um território, uma população e um governo", afirmou.
O novo governo sueco havia anunciado já em 3 de outubro que tomaria a decisão, o que resultou em críticas de Israel e dos Estados Unidos. Entre os membros da União Europeia (UE), a Suécia é o primeiro grande país da Europa Ocidental a reconhecer o Estado palestino.
Outros sete países da UE – Bulgária, Chipre, República Tcheca, Hungria, Malta, Polônia e Romênia – também reconheceram o Estado da Palestina.
Wallstrom escreve no Dagens Nyheter que a "Suécia já reconheceu antes outros Estados, como a Croácia, em 1992, e o Kosovo, em 2008, apesar da ausência de controle sobre algumas partes de seu território. E, como eles, a Palestina é um caso especial", afirmou a ministra.
O presidente da Autoridade Nacional Palestina, Mahmoud Abbas, saudou a decisão, chamando-a de corajosa e histórica. "Todos os países do mundo que ainda hesitam em reconhecer nosso direito a um Estado palestino dentro das fronteiras de 1967, com Jerusalém Oriental como capital, deveriam seguir o exemplo da Suécia", afirmou.
Já o ministro do Exterior de Israel, Avigdor Lieberman, disse que a decisão é deplorável e que ela apenas fortalece "elementos extremistas".
Defesa Net/DW

AF/1A SKYHAWK - PROGRAMA DE MODERNIZAÇÃO DAS AERONAVES

Ministro da Defesa Visita as Instalações da Embraer onde as atividades relacionadas à Modernização das Aeronaves AF-1/1A estão sendo desenvolvidas Foto - DAerM

Ministro da Defesa Visita as Instalações da Embraer onde as atividades relacionadas à Modernização das Aeronaves AF-1/1A estão sendo desenvolvidas

No dia 21 de outubro de 2014, o Ministro da Defesa, Embaixador Celso Amorim,visitou às instalações da EMBRAER, em Gavião Peixoto (SP), acompanhado do Comandante da Marinha, Alte Esq Julio Soares de Moura Neto e do Diretor de Aeronáutica da Marinha, CAlte Carlos Frederico Carneiro Primo, com suas respectivas comitivas.

Na ocasião da Cerimônia de Lançamento do Protótipo do Cargueiro KC-390, da Força Aérea Brasileira, as instalações onde estão se desenvolvendo as atividades relacionadas à Modernização das Aeronaves AF-1/1A foram apresentadas ao Ministro da Defesa, que verificou “in loco” o atual estágio de desenvolvimento do programa.

Nesta mesma oportunidade, os integrantes do Grupo de Fiscalização e Recebimento de Aeronaves (GFRANV) AF-1/1A e o Engenheiro da EMBRAER, responsável pela modernização dos aviões, responderam a várias perguntas formuladas pelo Ministro e comitiva, demonstração inequívoca do interesse despertado pela visita.

O Programa de Modernização das Aeronaves AF-1/1A é um dos muitos projetos realizados pela Marinha do Brasil com intuito de manter seus meios integrados aos últimos avanços tecnológicos.

Este programa encontra-se na fase de testes e certificações do protótipo. A entrega das primeiras aeronaves modernizadas está prevista para ocorrer no início de 2015 e o recebimento dos novos meios agregará significativo incremento na capacidade operativa do Poder Naval.

nomar/defesa net

Otan intercepta um grande número de aviões russos voando perto do espaço aéreo europeu


Mig-31-4
Nesta quarta-feira a OTAN informou ter interceptado um grande número de aviões russos voando perto do espaço aéreo europeu nos últimos dois dias. Foram pelo menos 19 aeronaves, que trouxeram lembranças do Poder Aéreo Russo em um momento de relações estremecidas entre o Ocidente e a Rússia, desde a Guerra Fria. Aviões militares russos têm aumentado significativamente a sua atividade na Europa desde que o conflito na Ucrânia começou no início deste ano, com a OTAN  lutando para interceptar aeronaves mais de 100 vezes em 2014. Mas um oficial da Otan disse que a escala dos últimos incidentes foi o mais provocativo este ano .
Ao longo do Oceano Atlântico e do Norte, Mar Báltico e Negro, bombardeiros russos, caças e aviões-tanque foram detectados voando em espaço aéreo internacional, disse a OTAN. Não houve incursões em espaço aéreo nacional, uma violação da soberania que teria ampliado significativamente a gravidade dos quatro incidentes, três dos quais ocorreram na quarta-feira.
Autoridades norte-americanas consideram os voos como uma demonstração de força por parte do governo Putin. “É preocupante porque ele está se movendo na direção errada”, disse um oficial de defesa dos EUA, falando sob condição de anonimato porque não estava autorizado a discutir a atividade aérea publicamente. “Não está ajudando a acalmar a situação na Ucrânia. Não está ajudando a melhorar as relações entre a OTAN e a Rússia. Ele não está ajudando ninguém”.
Incidentes em menor escala, também têm aumentado este ano, aproximadamente o triplo do mesmo período em 2013, disse o tenente-coronel Jay Janzen.
Em pelo menos um dos quatro incidentes, a aeronave havia desligado seus transponders e não tinha apresentado os planos de voo para os controladores de tráfego aéreo civis. Isso significa que o controle de tráfego aéreo civil não pode controlá-los, criando um risco para aviões civis.
O incidente ocorreu por volta 3h horas desta quarta-feira na Europa Ocidental, quando quatro bombardeiros nucleares estratégicos de longo alcance Tu-95 e quatro aviões-tanque Il-78 sobrevoaram o mar da Noruega e caças F-16 noruegueses tentaram interceptá-los. Seis dos aviões retornaram à Rússia, mas dois dos bombardeiros contornaram a costa norueguesa, passando voando pela Grã-Bretanha que enviou aviões de combate Typhoon que decolaram para interceptar os bombardeiros. Eles se movimentaram para o oeste da Espanha e Portugal, atraindo os F-16 portugueses. Em seguida, os dois bombardeiros aparentemente foram em direção à Rússia, disse Janzen.
Assim como os bombardeiros Tu-95, aviões de combate MiG-31 não são comumente vistos perto da Europa, disse Janzen. Os MiG-31 foram interceptados junto com outras aeronaves acima do Mar Báltico, em dois incidentes separados na terça-feira e quarta-feira. Não ficou imediatamente claro se os dois incidentes acima do Báltico representavam o mesmo grupo de sete aviões entrando e saindo de uma base militar russa em Kaliningrado. Não houve reação imediata do governo russo.
Aviões de combate da Noruega, Grã-Bretanha, Portugal, Turquia, Alemanha, Dinamarca, Finlândia e Suécia foram envolvidos na resposta às aeronave russas, disse Janzen. A Finlândia e a Suécia não são membros da Otan, há muito tempo se recusaram a se juntar à aliança defensiva, que foi formada após a Segunda Guerra Mundial como um baluarte contra a União Soviética.
Mas incidentes militares com a Rússia este ano fizeram com que ambos os países reavaliassem suas posições. No mês passado, a Suécia disse que dois aviões militares russos violaram seu espaço aéreo.  A Novus pesquisa de opinião divulgada terça-feira constatou pela primeira vez que os suecos estão favoráveis a adesão à OTAN.
Este ano, a Otan aumentou suas patrulhas aéreas com base no Báltico  de quatro para 16 jatos, uma nova medida no confronto entre os dois “juggernauts” militares.
A mais recente violação do espaço aéreo da OTAN foi na semana passada, quando um avião espião russo voou quase 2.000 metros no espaço aéreo da Estônia. Os incidentes parecem ter levado os militares europeus ao limite esta semana. Caças britânicos foram desdobrados na quarta-feira para trazer um jato Antonov civil de carga para um aeroporto de Londres; ele parou de responder às chamadas de rádio de controladores de tráfego aéreo ao voar sobre a capital britânica. Isso causou um boom supersônico que era audível através de um grande trecho do sudeste de Inglaterra.
FONTE: The Washington Post – Tradução e adaptação do Poder Aéreo

RÚSSIA TESTA MÍSSIL INTERCONTINENTAL LANÇADO DE SUBMARINO NUCLEAR

Teste com ICBM foi bem sucedido. Lançamentos de mísseis nucleares através de submarinos são armas imprevisíveis contra os inimigos

Um submarino nuclear russo da classe Borey, testou com sucesso um míssil estratégico Bulava, informou o Ministério da Defesa russo. O míssil balístico foi lançado a partir de uma posição submersa com todos os 16 foguetes a bordo do submarino durante o teste.

O submarino Yuri Dolgoruky (K-535) disparou o míssil nesta quarta-feira. Todas as ogivas do Bulava atingiram o intervalo de teste Kura na península de Kamchatka, na Rússia, no Extremo Oriente, de acordo com o ministério.

"As ações de disparo do míssil pelo comandante do 1º navio Posto Capitão Vladimir Shirina e equipe do Yuri Dolgoruky são avaliados como profissional e competente", disse um comunicado do serviço de imprensa do exército.

Esta é a primeira vez que tal teste foi realizado com uma carga completa de mísseis Bulava a bordo do submarino, observou TASS.

Com um alcance de funcionamento de 10.000 km, Bulavas são capazes de transportar 10 hipersônicos, orientados individualmente, ogivas nucleares manobráveis ​​com um rendimento de 100-150 mil toneladas cada.

Submarinos da Classe Borey "stealth" foram projetados para tornar-se a espinha dorsal de dissuasão nuclear da Rússia baseada no mar, com Bulava sendo sua arma nuclear de escolha. O míssil tem um histórico de testes um pouco problemático, com falhas técnicas que assolam alguns dos primeiros lançamentos.

Em 2020, o Ministério da Defesa russo planeja ter oito submarinos da classe Borei.

Os subs apresentam várias características superiores a qualquer submarino atualmente em serviço, tais como a capacidade de cruzeiro em silêncio e ser menos detectáveis ​​por sonares.

Lançado em fevereiro de 2008, os Yuri Dolgoruky juntaram às fileiras de Marinha russa em 2013.

Sempre guerra

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

PRIMEIRO FUZIL DE TECNOLOGIA BRASILEIRA É PRODUZIDO EM ITAJUBÁ, MG

Nova arma é resultado de três anos de pesquisa do Exército brasileiro (Foto: Reprodução EPTV / Marcelo Rodrigues)
Armamento é fabricado pela Indústria de Material Bélico do Brasil (Imbel). De uso exclusivo do Exército, arma pode disparar até 600 tiros por minuto.
O primeiro fuzil 100% brasileiro passou a ser produzido em Itajubá (MG). A arma é resultado de três anos de pesquisa da Indústria de Material Bélico do Brasil (Imbel), que é ligada ao Ministério da Defesa. O fuzil IA2, calibre 556, já foi aceito pelas Forças Armadas. A expectativa é de que sejam fabricadas 200 mil armas.
O novo fuzil, que pode ser semi-automático e automático, é mais leve, pesa pouco mais de três quilos. A arma também é mais precisa. Ele é capaz de atingir um alvo a 600 metros de distância e pode dar mais de 600 tiros por minuto.
Novo fuzil pode disparar até 600 tiros por minuto (Foto: Reprodução EPTV / Marcelo Rodrigues)

Ao todo, foram investidos cerca de R$ 50 milhões no projeto. Para construir a nova arma, a fábrica da empresa precisou ser modernizada em Itajubá. Oficinas foram reformadas e máquinas substituídas.
O IA2 é o mais moderno entre os 40 modelos de armamentos que são fabricados exclusivamente para o Exército na fábrica de Itajubá.

Ele será o sucessor do FAL, que ainda é usado nas Forças Armadas brasileiras e que pesa um quilo a mais. A diferença entre os dois também está na utilidade. O novo fuzil é mais apropriado para combates com distâncias menores entre os inimigos.
O fuzil calibre 556, de exclusivo do Exército, tem custo estimado a partir de R$ 5,5 mil. Outra arma da mesma família do IA2 está em fase de testes. A arma, ainda mais potente, terá calibre 762.
Defesa Net