domingo, 30 de novembro de 2014

RÚSSIA: SABOTAGEM ALIENÍGENA EM USINA DE FORÇA?

Rússia 26 de Março de 2014 a TV russa está convencida de que se trata de uma
  "Sabotagem Alienígena" as causas de que no momento parecem ainda desconhecidas os técnicos e autoridades de serviços elétricos disseram que não sabem as razões qual foi gerado o APAGÃO nem por que o Apagão voltou somente depois de uma hora.
Segundo o pesquisador de UFOs conhecido Dimitri Neumov o humanóide localizado no fio de Alta Tensão serviu como uma ponte para a nave Extraterrestre.
Há provas em câmeras de Segurança que mostram pelo menos dois seres humanóides, um posicionado  em cima do fio de ALTA TENSÃO  da Rede Elétrica e outro dentro da Estação de energia Elétrica.
Todas as provas exibidas de acordo com especialistas parecem apoiar a teoria de que era realmente um alienígena Sabotou a Usina de Força. lembramos  que desde 2012 foram registrados muitos avistamentos em Niznhevartovsk, UFOs sobre a cidade, muitos deles documentados pelas autoridades e outros avistados por moradores da região,
Estaria esta nave com problemas de energia e teria desviado a Energia para sua NAVE?
Mais um post by: UFOS ONLINE

                                            Veja o Vídeo Abaixo:



                                                Fonte:tercermilenio

EUA enviam emissário para se reunir com importante líder rebelde sírio

Zahran Alloush
De acordo com algumas mídias árabes, a administração Obama enviou Robert Ford, ex-embaixador americano em Damasco, para ter conversas com Zahran Alloush, um dos líderes do grupo rebelde sírio “Front Islâmico”, em Istambul, capital da Turquia.

Ambos os lados discutiram a situação deteriorante da Síria com relação ao Estado Islâmico e também discutiram formas de apoio americano ao Front Islâmico.

Alloush, que se acredita ser o responsável pelo trágico ataque químico do ano passado na cidade Síria de Ghouta, tem laços muitos estreitos com a Arábia Saudita e os Emirados dos Árabes. Por falar em Arábia Sauita, Alloush tem uma relação bastante próxima com chefe da espionagem saudita, o princípe Bandar bin Sultan.

Douma, cidade a cerca de 10 km ao nordeste do centro de Damasco, é considerada reduto impenetrável de Alloush. A cidade testemunhou uma onda crescente de conflitos sociais e manifestações diárias devido ao fato de que a cidade foi sitiada por forças do Exército Sírio por muito tempo. Assad negligenciou qualquer tipo de alimento combustível ou suprimentos médicos para os cidadãos que ali estão.

A delegação americana prometeu a Alloush armas avançadas e informações de inteligência para que o Front Islâmico consiga frear o Estado Islâmico e a Frente Al-Nusra.

Alloush foi acusado várias vezes pelo Observatório Sírio para os Direitos Humanos de cometer inúmeros crimes e de guerra, bem como o seu desrespeito para com os civis em áreas controladas por seus militantes. O mesmo tem extensas ligações com organizações terroristas sediada na Arábia Saudita.

O pai de Alloush também é considerado um dos clérigos sunitas mais radicais que anteriormente emitiu fatwas (decretos religiosos) permitindo que os militantes do grupo de seu filho abusassem sexualmente de escravas sexuais tunisianas.

Os recentes avanços do Exército Sírio em controladas pelos rebeldes do Front Islâmico nos subúrbios de Damasco alimentou especulações de que, em caso de que queda de Douma, Alloush certamente fugirá para a Arábia Saudita.

O Informante

Acordo nuclear com Irã entra na zona de perigo

(Da esq. p/ a Dir) John Kerry, Philip Hammond, Sergei Lavrov, Javad Zarif, Frank-Walter Steinmeier, Laurent Fabius, Catherine Ashton e Wang Yi. Viena 24/11/1014).
No final, um acordo nuclear com o Irã foi abortado em Viena? É bom sinal? Ou melhor todos começarmos a rezar – e correr à procura de abrigo?

Os atores – o Irã e os P5+1 (os cinco membros permanentes do CS-ONU mais a Alemanha) – não só perderam o prazo final marcado para 24 de novembro de 2014; agora apareceram com dois novos prazos: um, dia 1º de março de 2015, para definir um etéreo “acordo de contexto” [orig. “framework agreement”]; e o segundo, em teoria, dia 1º de julho de 2015, para assinar o acordo final.

O P5+1 e o Irã estão negociando conforme o Plano de Ação Conjunta de novembro de 2013, em Genebra – que determina que se congelem alguns aspectos do programa nuclear iraniano, em troca do fim das sanções, mas só de algumas sanções, não de todas. Afinal, algumas daquelas sanções ilegais absolutamente nada têm a ver com o programa nuclear iraniano, e têm de ser levantadas pelo Congresso dos EUA.

Em termos geopolíticos, sete meses é uma eternidade. Os diplomatas iranianos esforçaram-se por não dar sinais de desânimo, insistindo em que o adiamento pode ser mal menor, considerando que não houve nem escalada retórica nem novas sanções.

Mas fato é que são mais sete meses em que as negociações permanecem expostas ao fogo aberto dos suspeitos (radicais) de sempre, os quais, em Washington são legião (todos os Republicanos, muitos Democratas, neoconservadores, os lobbies israelense e saudita, os setores chaves do complexo industrial militar).

Irã - Usina nuclear de Bushehr
Enquanto isso, no Irã, o comandante do Corpo dos Guardas Revolucionários Islâmicos [orig. Islamic Revolutionary Guards Corps (IRGC), general Mohammad Ali Jafari, e o comandante das milícias Basiji, general Mohammad Reza Nagdi, criticaram não só as próprias negociações, mas também algumas das nações P5+1.

O que deu errado?

Os pontos chaves em discussão permanecem: quantas centrífugas o Irã poderá operar; a duração do acordo (o Irã aceita no máximo cinco anos; os EUA querem mais de dez); e o cronograma crucial para o levantamento das sanções (o Irã quer o fim de todas as sanções – das impostas pela ONU, pelos EUA e pela União Europeia – imediatamente; os EUA insistem em processo gradual e lento).

O objetivo chave também permanece: em primeiro lugar, a normalização entre Irã e EUA (o Muro de Desconfianças, que já completou 35 anos e lá continua), e também com a União Europeia. As relações entre Irã e Rússia/China são excelentes.

Pode-se bem argumentar que todo esse interminável drama é não problema, em primeiro lugar, porque o Irã – como até o festival de siglas das agências de inteligência dos EUA admitem – não tem programa de armas nucleares; Teerã usa o enriquecimento nuclear civil para gerar eletricidade.

O governo Obama passa a impressão de que o Irã pode ser “autorizado” a manter um programa nuclear civil que não possa ser convertido para finalidades militares, o que é propagandeado pelos EUA como gesto de bondade.

Imprensa-empresa ocidental

Mas não faz sentido algum que as recentes negociações em Omã e depois em Viena, culminando com sete ministros de Relações Exteriores discutindo na mesma sala, não tenham chegado a se acertar sobre qualquer detalhe, mesmo com a discussão já posta em linguagem palatável para a opinião pública em cada país.

Em Omã, para resolver a controvérsia das centrífugas, a Rússia ofereceu-se para guardar a maior parte do estoque iraniano de urânio processado. Foi remix de uma ideia ventilada há cinco anos. Moscou fez isso para viabilizar o atendimento às – justas – demandas de Teerã, combinado à promessa de que o programa nuclear iraniano poderia prosseguir.

Então, obviamente, os negociadores iranianos usaram a oferta russa para induzir Washington a ser mais realista. Já era então bem claro que Teerã não sacrificaria nenhum de seus direitos para obter algum acordo – baseada só numa vaga promessa de alívio em algumas das sanções.

Afinal, mês passado, o Líder Supremo Aiatolá Khamenei já havia publicado a lista de 11 itens da “linha vermelha” de Teerã. São os pontos não negociáveis – e a lista inclui o direito de manter o programa nuclear civil de pesquisas, e o direito de enriquecer urânio para finalidades civis.

Observadores bem posicionados em Teerã destacam que o presidente Rouhani é moderado de meio do caminho, que não venderá – ou não o deixarão vender – ao Tio Sam, a economia iraniana. Um daqueles observadores disse-me que:

Rouhani tem controle do que está acontecendo na economia; conseguiu controlar a inflação galopante. Em termos de reconciliação com o grande Satã, o chefe não permitirá que Rouhani faça qualquer acomodação à custa da segurança econômica, cultural e nacional, e dos direitos nacionais.

Fato é que algo saiu errado no domingo (23/11/2014), em Viena. Pela manhã, todos os atores falavam sobre detalhes finais, depois que vazou a informação de que mais de 90% do acordo estaria acertado. Então, ao final da tarde, começaram as “notícias”, nos EUA, de que haveria uma “extensão” no prazo das conversações.

Imprensa-empresa no Irã

Ninguém até agora vazou qualquer informação sobre o que matou o acordo, no último instante. Forte possibilidade é que tenha aparecido alguma “nova” demanda pelos EUA, e que nada teve a ver com a questão nuclear (há precedentes). Por exemplo, podem ter exigido, como nova condição para firmar o acordo, que o Irã suspenda o apoio que dá ao Hezbollah – concessão iraniana que poderia ser útil ao governo Obama, para vender o acordo em Washington.

No Capitólio, alerta vermelho

O que é certo é que quando os Republicanos assumirem o controle do Senado dos EUA em janeiro, será como o inferno se abrir. Todos e quaisquer aspectos de qualquer possível acordo serão incansavelmente bombardeados – porque a meta assumirá o corpo de um monstro bicéfalo: demonizar o Irã e, ao mesmo tempo, impedir que Obama, em final de mandato, obtenha uma vitória que seria a única, na política exterior, de seus dois mandatos como presidente.

Um mini-inferno já aconteceu, depois que vazou a carta que Obama escreveu a Khamenei sobre a possibilidade de uma cooperação não militar EUA-Irã, para lutar contra o Estado Islâmico (Daesh/ISIS/ISIL). A extrema direita norte-americana sempre verá Teerã como entidade “diabólica” que odeia Israel, apoia o Hezbollah, e al-Assad na Síria e que, portanto, merece sofrer mudança de regime.

Implica que o governo Obama já perdeu em Viena a última janela de oportunidades para fechar acordo seu. Se o Capitólio for bem sucedido na primeira metade de 2015 – e não se pouparão esforços! – fato é que a assustadora possibilidade-ameaça de ataque ao Irã estará de volta à mesa de negociações, se não durante o ocaso do governo Obama e durante a campanha eleitoral ao longo de 2016, com certeza quando a presidente-na-sala-de-espera Hillary Clinton assumir.

Integração Irã - Rússia - China
O Irã, é claro, não esperará sentado. Comércio, integração financeira e militar com ambas, Rússia e China, serão muito acelerados (para grande lástima de vastos interesses comerciais do ocidente). O Irã já encontrou um modo de escapar às sanções para exportar produtos de petróleo para China, Japão e Coreia do Sul. E Teerã e Moscou já acertaram todos os detalhes genéricos para um negócio de US$ 20 bilhões, de troca de petróleo por outros produtos.

Além de tudo isso, a “economia de resistência”, como Khamenei definiu-a para o Irã, continuará a descobrir novas vias para driblar o bloqueio financeiro – feroz e, mais uma vez, ilegal – que os EUA impuseram ao Irã.

Teerã sabe exatamente o que quer: preservar seu programa nuclear – direito do Irã, nos termos do Tratado de Não Proliferação, de que o país é signatário – e livrar-se por bem, do sórdido regime de sanções. Mas... e o que quer o governo Obama?

Mesmo considerando a lastimável confusão que é a doutrina de política exterior de Obama, que o próprio autor definiu como “Não faça merda coisa estúpida”, é justo assumir que Obama aceitará esfriar o caldeirão entre Irã e Arábia Saudita, sem tentar alterar o equilíbrio de poder.

E é aí que a coisa fica realmente saborosa: esse “esfriamento” no Oriente Médio permitirá que Washington redirecione as suas pegadas militares contra (e contra quem seria?!) Rússia e China. Verdade é que, e considerando a aterradora mediocridade da turma do “Não faça merda coisa estúpida”, a coisa aí permanece no campo do wishful thinking, puro delírio desejante.

Redecastorphoto

China revela sistema de arma inédito no mundo



b611mr
China apresentou em sua recente feira militar  Zhuhai airshow o seu míssil tático B-611MR superfície-superfície, único no mundo para a sua função, o ataque anti-radiação. O míssil é instalado com um radar passivo de banda larga que o habilitá rastrear e destruir sistemas emissores de ondas eletromagnéticas.
A arma é única no gênero em altitude, velocidade, precisão e capacidade de manobra, bem como na capacidade de penetração. A sua trajetória não segue a tradicional hiperbólica, o míssil pode alterar verticalmente, de modo que é impossível predizer a sua órbita. Como resultado, é capaz de evitar a intercepção de qualquer sistema anti-míssil existente.
Além disso, o seu processo de lançamento é muito simples. É necessário apenas a aquisição de dados de sua meta para o seu computador e enviar o míssil mais ou menos sob a direção do alvo. Tal processo de lançamento rápido garante a surpresa do ataque e da segurança dos operadores de mísseis.
Fonte: Tienanmen
Plano Brasil

Avião de passageiros, vindo dos EUA,escoltado, por um caça F-5EM da FAB

F-5EM
Um avião de passageiros, vindo dos EUA, foi escoltado, ontem, por um caça F-5EM da FAB ao se aproximar de São Paulo. Por alguma falha de comunicação entre o piloto e a torre do aeroporto de Guarulhos foi disparado o sinal de sequestro a bordo. Mas foi só um susto.
Plano Brasil

Disco voador assustou Varginha 26 anos antes do “Caso Varginha”

1970 - Disco Voador parecia querer pousar em Varginha
1970 – Disco Voador parecia querer pousar em Varginha
O Portal G1 publicou uma matéria muito interessante. Seria a aparição de um Disco Voador em Varginha 26 anos antes do mundialmente conhecido Caso Varginha. Confiram a matéria do G1 e mais abaixo vejam a transcrição da matéria do jornal da época, que eu fiz com muita dificuldade, pois o jornal está muito difícil de ler.
Este caso, o qual não tinha conhecimento, pelo que se apresenta na matéria jornalística, foi muito vultuoso e importante. O Disco voador foi visto por muitas pessoas e em várias cidades, inclusive sobre o famoso Jardim Andere, que foi o local onde as três meninas viram uma das criaturas agachada próxima a um muro em 1996.

Matéria do G1:

A suposta aparição do ET de Varginha (MG) no dia 20 de janeiro de 1996 ficou conhecida em todo o mundo. No entanto, a “Cidade do ET” pode ter sido visitada pelos extraterrestres bem antes dessa data. Pelo menos é o que afirma uma reportagem publicada em novembro de 1970 por um jornal da cidade, 26 anos antes da famosa aparição.
O suposto contato foi registrado no jornal “Tribuna Varginhense”, do dia 29 de novembro de 1970. E agora, 44 anos depois, foi relembrado pelo jornalista Marcus Madeira.
“Eu sou aqui de Varginha e não tinha ouvido falar como jornalista a respeito desse caso. Quando eu vi, eu achei interessante e dei como manchete no jornal”, disse Madeira.
A manchete do jornal era clara: “Disco voador queria descer na cidade”. Era o que o jornalista e então dono do jornal, Oscar Pinto, tinha ouvido das testemunhas. A reportagem falava do pânico gerado em centenas de pessoas depois de terem visto o Ovni. Na época, a publicação trouxe até a história de uma mulher que desmaiou por causa do susto. Moradores também relataram por onde o suposto disco voador teria passado, bem perto das casas.
O aposentado Geraldo Bichara se lembra bem da história. Ele tinha uma barbearia na cidade e foi um dos entrevistados da reportagem sobre o caso.
“Um objeto não identificado passou sobre a Rua Rio de Janeiro e passando por essa via, queimou vários transformadores, deu problema na iluminação, defeito em carros que passavam e queimou geladeiras nas casas”, relembra o aposentado sobre o mistério, que nunca foi esclarecido.

Transcrição da matéria do jornal (por Weslem Andrade):

“Terça-feira passada, por volta das 19 horas, a cidade foi surpreendida com a presença de um disco voador, que provocou o pânico em centenas de pessoas, e que tem sido motivo de controvérsias e conjecturas das mais desencontradas. Segundo os que viram o estranho objeto, e entre eles há nomes que merecem crédito e respeito, o disco esteve por alguns minutos parado sobre a Vila Mendes, às vezes inteiramente silencioso, outra vezes emitindo um estranho ruído.
E suas possantes luzes, que uns afirmam ser sempre brancas, enquanto outros falam em vermelho e verde, causavam arrepios nos mais imp’ressionáveis. Moradores da rua Rio de Janeiro são unânimes em atestar que o disco, de grandes proporções e cor escura, pretendia aterrisar, pois passou sobre aquela autura em pequena velocidade e quase tocando os telhados das casas mais baixas. O disco voador, depois de causar todo esse alvoroço, deixou a cidade, dirigindo-se para leste, passando por sobre a Usina e seguido em direção à rodovia Fernão Dias, sendo visto ali por vários momentos. Também em Três Corações, foram muitos os que registraram a passagem do aparelho.

Mulher desmaiou de medo

Na Vila Mendes, segundo a reportagem conseguiu apurar, uma senhora desmaiou ante a visão do disco, acreditando que seria o fim do mundo. Mesmo depois de remediada, ainda ficou em prantos durante muitas horas. Pescadores que se achavam nas margens do rio Verde, nas proximidades da Coma testemunharam a presença do disco voador, tendo alguns esclarecido que ele esteve estacionário no espaço, por cima da Coma e do Cafá Solúvel, momento em que dirigiu suas estranhas luzes para o clube campestre.
Entre os que viram, na cidade, o famoso disco voador, contam-se os drs. Ubirajara Pires e Vivaldo Ferreira Garcia, o sr. Geraldo Bichara, o sr. Carlos Mendes, o sr. Fernando Maurício Gomes e outros. No Jardim Andere, uma criança se assustou ao ver o objeto e correu para casa anunciando a passagem de um cometa.
Segundo informações chegadas à nossa redação mais de dez cidades próximas também foram visitadas pelo objeto espacial não identificado.”
ETS & ETS

sábado, 29 de novembro de 2014

EUA dispara mísseis nucleares com sauditas mantendo acordo secreto do Petroleo


Um Ministério interessante dos Negócios Estrangeiros ( MNE ) relatório que circula no Kremlin hoje no acordo de Moscou de seguir a Organização dos Países Exportadores de Petróleo ( OPEP ), a decisão de não cortar a produção de petróleo diz que esta acção foi encontrado por um regime Obama "birra",resultando no lançamento de três US Submarine Lançada Mísseis Balísticos (SLBM ) para as Federações regiões do Pacífico do Extremo Oriente.

Segundo este relatório, as Forças de Defesa Aeroespacial ( ADF ) detectado o lançamento de dois destes US SLBM na quinta-feira seguinte ao final da reunião da OPEP em Viena (Áustria), onde a decisão de não cortar a produção de petróleo foi feito no mesmo dia.
Da mesma forma, o ADF relata, um terceiro SLBM EUA foi lançado mais cedo hoje , poucas horas depois de o primeiro vice-primeiro-ministro Igor Shuvalovafirmou o apoio de Moscou de decisão da OPEP .  
Major General Anatoly Nestechuk, o Vice-Chefe do ADF, este relatório continua, fez relatório ao MNE de que o regime Obama deu algumas horas de antecedênciaantes do lançamento desses SLBM de, e notou, ainda, o fato de que eles foram detectados com sucesso ilustra a elevado nível de prontidão de combate e profissionalismo de suas forças .

Para a verdadeira causa da regimes Obama "birra" no lançamento destes três do SLBM [em um custo de mais de $ 130 milhões ] contra o analista da Federação, MoFA neste relatório diz, deveu-se a duas empresas de petróleo dos EUA e da UE perder mais de $ 100 Bilhões dólares do seu valor na semana passada por causa da OPEP e decisão da Rússia de não cortar o fornecimento de petróleo a nível mundial.  

Mas, este relatório estados, os regimes de Obama "raiva infantil" é totalmente mal direcionada como os norte-americanos não tem mais ninguém para culpar além de si mesmos para a queda dos preços mundiais do petróleo, devido ao acordo secreto que eles fizeram com a Arábia Saudita no outono passado backfiring sobre eles .

Como pano de fundo para o acordo secreto EUA-Arábia Saudita, o presente relatório notas, que começou em setembro passado, quando o secretário de Estado, John Kerry viajou à Arábia Saudita para fazer um acordo para o bombardeio americano da Síria , mas que os sauditas não consentiu a menos que o regime sírio de Assad foi derrubado também.

Pior ainda, este relatório confirma, outra parte deste acordo secreto EUA-Arábia Saudita foi para os sauditas para aumentar a sua produção de petróleo para exercer pressão política sobre a Rússia e Irã .
Os sauditas estavam na primeira atordoado por esta parte do acordo secreto dos EUA, mas tornou-se "rapidamente muito feliz"para cumprir com os EUA em aumentar a sua produção de petróleo, os analistas MNE neste relatório apontam, uma vez que forneceu-lhes uma solução para combater um de seus maiores concorrentes ... os Estados Unidos.
Quanto à forma como louca a regime Obama era usar o petróleo como arma contra Rússia através do seu acordo secreto comArábia Saudita pode, talvez, ser melhor explicada pela Zerohedge News Service que, em seu relatório sobre este descalabro americano escreveu:


Essa avaliação sombria dos regimes acções Obama contra a sua própria indústria de óleo foi ainda confirmada por Leonid Fedun, vice-presidente e membro do conselho da OAO Lukoil (LKOD) que alertou na semana passada, " a política da OPEP na produção de crude irá garantir um acidente em os EUA indústria de xisto ".

Ainda pior para os norte-americanos, o relatório adverte, com os preços do petróleo globais quebrando abaixo dos custos de produção necessários para as suas empresas petrolíferas para lucrar com suas reservas de petróleo de xisto Bakken estimados para segurar 24 bilhões de barris, Bazhenov da Sibéria Ocidental xisto reservas de petróleo que prendem 1.920 bilhões de barris faria em seguida, ser capaz de expandir e conquistar participação de mercado global até este século, e mais além.

Com os EUA estando agora a perder centenas de milhares de empregos bem pagos em sua indústria de petróleo , devido ao seu acordo secreto com a Arábia Saudita backfiring sobre eles, este relatório diz, a Rússia, por outro lado, com seus bilhões de câmbio e reservas de ouro , combinado com baixo endividamento , está pronta para excetuar mesmo o golpe mais brutal do preço de queda do petróleo.

whatdoesitmean

Submarino “Aleksandr Nevski” disparando míssil balístico intercontinental Bulava / С борта «Александра Невского» запустили «Булаву»

Pepe Escobar: Como Rússia e Alemanha podem salvar a Europa da guerra

Sistema de mísseis Patriot dos EUA
foto de Bernd Wustneck
EUA, OTAN e Rússia estão mesmo numa espiral alucinada que levará a Europa à guerra? É inevitável? Não. Longe disso.

Petro Poroshenko, vassalo dos EUA, que atualmente é a estrela do bailado dos oligarcas na Ucrânia, promoveu essa semana a ideia de que os ucranianos, em futuro próximo, depois de suas “reformas”, votem se querem ou não querem unir-se à OTAN.

Falemos sério. Alguns de vocês podem já ter ouvido falar de shatter belt” [lit. ap. cinturão de esfacelamento], territórios e povos que foram historicamente esmagados entre a Águia Alemã e o Urso Russo.

No pé em que estamos, todo o cinturão de esfacelamento – exceto Ucrânia e Bielorrússia – é constituído de países que já são membros da OTAN. Se a Ucrânia vier a tornar-se membro da OTAN – embora pareça possibilidade remota – o cinturão de esfacelamento e respectiva “almofada de proteção” [orig. buffer zone] terão desaparecido. Significará a OTAN – essencialmente, os EUA – plantados exatamente junto à fronteira ocidental da Rússia.

Washington acaba de anunciar que pré-posicionará mais veículos militares na Europa, para que sejam usados em exercícios ou “potenciais operações militares”. É notícia perfeitamente afinada com a incansável boataria gerada na “think-tank-lândia” norte-americana, segundo a qual OTAN e EUA serão “obrigados” a equilibrar seu compromisso com a segurança na Europa Ocidental, contra potencial “agressão” russa.

Com a Ucrânia, os Estados do Báltico e a Polônia persistindo em orquestrada histeria sobre a tal “agressão”, a opção de uma guerra nuclear EUA-Rússia pós-MAD (Mutually Assured Destruction [Destruição Assegurada para os Dois Lados]) aparece, como que por acaso, sobre a mesa de discussões. Pelo menos, há corrente de oposição; muitos e muitos norte-americanos bem informados perguntam-se por que os EUA teriam de pagar pela defesa da Europa, quando o PIB europeu é maior que o PIB dos EUA.

Quer brincar de guerra, rapá?

Quanto à “ameaça” de guerra nuclear na Europa – é bobagem. Não faz sentido comparar as capacidades nucleares estratégicas de EUA e Rússia em termos de números, mas não na qualidade.

Míssil russo de alta precisão modelo Iskander
foto de Alexei Danishev
Tomem-se os PIBs somados de EUA, Alemanha, França e Inglaterra e comparem com o PIB da Rússia: é vitória por larga margem. Examinem então o cenário nuclear estratégico, e a história é completamente outra. O PIB sozinho não “ganha” coisa alguma.

A elites de Washington/Wall Street estão mergulhadas até o pescoço na paranoia da guerra nuclear. Apenas um ou outro estudo aponta, pelo menos, na direção do óbvio: a flagrante fraqueza estratégica dos EUA.

Considerem-se alguns elementos básicos:

●– Os Mísseis Balísticos Intercontinentais [ICBMs] russos, armados com MIRVs [1] viajam a cerca de 18 Mach; é mais rápido que qualquer coisa que haja no arsenal dos EUA. E são basicamente invencíveis.

●– Os S-400 e S-500 duplicam o problema: Moscou concordou em vender o sistema de mísseis terra-ar S-400 à China; o resumo é que, assim, Pequim se torna impermeável ao poder aéreo dos EUA, ICBMs e mísseis cruzadores. A Rússia, por sua vez, está focada no S-500, estado-da-arte dos mísseis, e que faz o sistema antimísseis Patriot parecer uma [bomba] V-2 da IIª Guerra Mundial.

●– Os mísseis russos Iskander voam à velocidade de Mach 7 – com autonomia de 400 km, carregando uma ogiva de 700kg de vários tipos, e com 5 metros de margem de probabilidade de erro em relação ao alvo. Tradução: última palavra em matéria de arma letal contra campos de pouso ou infraestrutura logística. O Iskander pode atingir alvos em territórios muito profundos no interior da Europa.

●– E há afinal o Sukhoi T-50 PAK FA.

Sukhoi T-50 PAK FA
Os palhaços da OTAN que sonham com guerras e com guerra contra a Rússia teriam de aparecer com sistema muito especial, para bater esses Iskanders. E não têm sistema especial algum. Além do mais, têm também de enfrentar os S-400s, que os russos podem distribuir por todo o espectro.

Imaginem um pesado enxame de S-400s posicionados no exclave russo de Kaliningrado: seria o suficiente para transformar em pesadelo absolutamente horrendo, as operações aéreas da OTAN no interior profundo da Europa. Além do mais, os bons velhos jatos de combate da OTAN custam fortunas. Imagine o efeito de centenas de jatos de combate destruídos, numa União Europeia financeiramente devastada, já atacada até a beira da morte pela “austeridade”.

Como se isso não bastasse, ninguém conhece a exata extensão das capacidades estratégicas da OTAN. Bruxelas não fala. Extraoficialmente, as tais capacidades não são nenhuma maravilha. A inteligência russa sabe disso.

Ainda que se assuma que aqueles palhaços da OTAN insistam em brincar de guerra, Moscou já disse bem claramente que usará seu aterrador arsenal de mais de 5 mil armas táticas nucleares – e tudo mais que seja preciso usar – para defender a nação contra ataque convencional pela OTAN. E bastam uns poucos milhares de sistemas S-400 e S-500 para bloquear um ataque nuclear norte-americano.

E esse cenário de Apocalypse Now, de arrepiar os cabelos, ainda não considera a aliança Rússia-China – o mais importante evento, desses que viram o jogo, na história da Eurásia nessa primeira década do século XXI.

Se por acaso a gangue do “pivô para a Ásia” começar a ter ideias sobre bombardear também o Império do Meio, a China está investindo massivamente em mísseis contra satélites (ing. bouncing lasers off satelites); submarinos silenciosos que podem emergir à frente de porta-aviões dos EUA sem terem sido detectados; e um míssil antimíssil made in China que pode atingir satélite que esteja reentrando, com velocidade superior à de qualquer Míssil Balístico Intercontinental (ICBM).

Sistema de mísseis terra-ar S400 "Triumph"
foto de Alexey Kudenko
Em resumo, Pequim sabe que a frota de superfície dos EUA é obsoleta – e que não há como defendê-la. Desnecessário dizer que todos os desenvolvimentos para modernização que os chineses estão fazendo andam muito, muito mais depressa que qualquer coisa que esteja em andamento nos EUA.

Proposta modesta

O matraquear dos especialistas “de mídia” nos EUA é incansável: a Rússia encaminha-se para ser um império do século XXI.

O ministro Sergey Lavrov, de Relações Exteriores da Rússia, explica, em detalhes, como toda aquela conversa é lixo puro, sem diluição. O que realmente aconteceu é que Moscou afinal gritou “é blefe”, ante o golpe na Ucrânia, de inspiração brzezinskiana – com todos seus excessos e sobretons. Não surpreende que o Império do Caos [orig. Empire of Chaos] esteja furioso.

E aí está uma solução para desarmar a atual corrida ensandecida para a lógica da guerra. Examinei em detalhe o jogo de “roleta russa” em que Washington insiste. Agora é hora de apresentar uma modesta proposta – já discutida por uns poucos analistas preocupados nos EUA, Europa e Ásia.

Essencialmente, é muito simples. Depende da Alemanha. E trata de desmontar o que Stálin fez.

Stálin, no final da IIª Guerra Mundial, tomou da Alemanha o Leste da Prússia e passou o leste da Polônia para a Ucrânia. Originalmente, o leste da Ucrânia fora parte da Rússia; é parte da Rússia e foi dado à Ucrânia por Lênin.

Ora! Devolvamos à Alemanha o leste da Prússia; devolvamos o leste da Polônia à Polônia; e o leste da Ucrânia, assim como a Crimeia – que Khrushchev deu de presente à Ucrânia – volta a ser parte da Rússia.

Cada um fica com o que lhe cabe. Nada de Stálin. Nada de fronteiras inventadas à força. É o que os chineses definiriam com situação de ganha-ganha-ganha, “triplo ganha-ganha”. Claro que o Império do Caos combaterá alucinada e freneticamente essa acomodação pacífica: acabará a possibilidade de inventar mais e mais caos manipulado para tentar justificar uma cruzada contra alguma “agressão” russa inventada.

A bola está na quadra da Alemanha. Cabe agora aos prussianos do leste apresentar os fatos a Angela Merkel. É esperar para ver se ela é capaz de captar a mensagem.


Nota dos tradutores
[1] MIRV em si significa simplesmente “Veículo com Múltiplas Entradas Independentes – disse Lennox. – “E isso significa que seis ogivas – ou o que quer que o míssil carregue – podem ir, cada um delas, para alvos diferentes no solo”.

ICBM SS-20 da Rússia equipado com MIRV


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