sexta-feira, 31 de julho de 2015

Tropas Aerotransportadas testam novo rifle russo

Russia’s all-new sniper rifle, currently being tested by the Airborne troops, is set to enter service already next year, Russian media reported on Friday
O novo rifle russo Tochnost (Precision) está sendo testado pelas Tropas Aerotransportadas da Rússia e recebendo muitos elogios. Nesta sexta-feira (31), a mídia russa noticiou que a arma deverá entrar em serviço no próximo ano.

“Nossas brigadas de Operações Especiais já testaram este rifle durante várias missões e descreveram-na como uma arma altamente eficiente”, declarou o comandante das Tropas Aerotransportadas, General Vladimir Shamanov.

O oficial acrescentou, entretanto, que seria bom que o Tochnost ainda passasse por testes de velocidade durante as análises adicionais. Ele acredita que as chances do rifle melhorar ainda mais seriam bem grandes.

O Tochnost foi desenvolvido pela Orsis, empresa privada que também fabrica o rifle T5000. As características técnicas da nova arma ainda são mantidas em sigilo, mas, de acordo com fontes da mídia russa, não seriam muito diferentes do modelo famoso da companhia.

http://br.sputniknews.com/defesa/20150731/1723034.html#ixzz3hVEBdTGc

Hollande nega acordo para rescindir contrato de navios Mistral

Vladivostok, navio do tipo MistralFrança e Rússia ainda não entraram em acordo nos termos da rescisão do contrato para a entrega dos navios da classe Mistral a Moscou, afirmou o presidente francês.

O presidente da França, François Hollande, negou os relatos de que Moscou e Paris haviam chegado a um acordo para a rescisão do contrato de entrega dos porta-helicópteros Mistral.

"Não chegamos a um acordo ainda", disse Hollande, citado pela RTL.

Na quinta-feira, o assistente do Presidente Vladimir Putin para cooperação técnico-militar, Vladimir Kozhin, afirmou que os países haviam chegado a um acordo. 

Nesta sexta, veículos da imprensa russa chegaram a informar até o montante exato da compensação que seria paga pela França à Rússia: 1,16 bilhão de euros. O valor cobriria o adiantamento e os custos adicionais que Moscou teve durante o treinamento da tripulação, a criação de infraestrutura para embarcações na estação em Vladivostok e o desenvolvimento de quatro protótipos de pré-produção dos helicópteros Ka-52K.

Rússia e França assinaram um contrato no valor de 1,2 bilhão de euros para a entrega de dois navios de assalto anfíbios da classe Mistral. Entretanto, em novembro de 2014, a França suspendeu o contrato, alegando que Moscou estaria participando do conflito na Ucrânia.

http://br.sputniknews.com/defesa/20150731/1728258.html#ixzz3hVC41wGy

A RÚSSIA COMPROMETE-SE COM A PRODUÇÃO DE 60 BOMBARDEIROS TUPOLEV TU-160.


A confirmação da produção do TU-160 para além de 2023 implica no afastamento do projeto PAK-DA.

A política militar russa está deslocando o desenvolvimento apressado do Tupolev subsônico inteiramente novo avião de bombardeio PAK-DA para o relançamento da produção do vintage supersônico bombardeiro Tupolev TU-160 dos anos 1980.

Há pouco tempo, depois de uma recomendação do Ministro de Defesa, Sergei Shoigu, o Presidente Putin encomendou um novo ciclo de produção de 60 novos aviões de bombardeio Tupolev TU-160.

Agora o Ministro Adjunto da Defesa Yuri Borisov diz que a Rússia lançará a produção em serie de uma versão mais desenvolvida do TU-160 (a ser chamado o TU-160M2) em 2023.

Borisov confirmou que a produção do Tupolev PAK-DA seria deslocada para depois, em conformidade com a decisão de continuar com a produção do TU-160.

Esta decisão faz todo sentido.

Os militares não se entusiamaram tanto com o PAK-DA. O Primeiro Ministro adjunto Rogozin pronunciou-se quando se propôs pela primeira vez que não era necessário e teria dificuldade em penetrar as defesas aéreas modernas.

O lobby pesado da indústria aeroespacial influenciou que Putin o anulasse.

Naquela época ninguém propôs re-iniciar a produção do TU-160, mas a lógica de fazer isso é convincente.

O TU-160 é com o consentimento de todos o avião de bombardeio supersônico de maior sucesso para se introduzir em serviço em qualquer parte do mundo. Faz muito mais sentido reiniciar a sua produção do que reinventar a roda, por assim dizer, empreendendo o preço imenso e risco de desenho de desenvolver um avião de bombardeio inteiramente novo.

Trazer o TU-160 de volta à produção dá um impulso imediato à força da aviação de bombardeio de longo alcance da força aérea, fornece o trabalho às indústrias militares dando mais tempo para concluir os trabalho sobre o PAK-DA, reduzindo seus custos de desenvolvimento e riscos do projeto.

Autor: Alexander Mercouris

Traduzido para publicação em dinamicaglobal.wordpress.com

Fonte: Russia Insider

Índia e Rússia assinam contrato e vão seguir desenvolvendo caça FGFA

© Sputnik/ Vladimir Astapkovich
Rússia e Índia iniciarão a próxima etapa do desenvolvimento conjunto do caça de quinta geração FGFA depois de assinarem um contato para a fase de fabricação industrial, afirmou o ministro da Defesa da Índia, Manohar Parrikar.

"A etapa preliminar deste projeto foi concluída em junho de 2013, e a nova começará depois da assinatura de um contrato para a passagem da criação à fase da fabricação industrial", respondeu o ministro, indagado por deputados no parlamento de seu país.

O presidente da Corporação Aeronáutica Russa (OAK), Yuri Sliusar, ao comparecer ao salão de aviação Aero India 2015, em fevereiro, disse que o início da etapa industrial do caça de quinta geração pode começar em 2015.

O PAK FA (Sukhoi T-50), conhecido na Índia como FGFA (aeronave de combate de quinta geração, na sigla em inglês), é um avião tático com características únicas que combinas as funções de aviões de caça e ataque. Seu projeto inclui a utilização de tecnologia furtiva (stealth).

Segundo planos da Força Aérea da Rússia, a fabricação em série do T-50 deve começar em 2016. Atualmente, apenas os Estados Unidos possuem caças de quinta geração: o F-22 e o F-35.
Defesa Net

Rússia e França chegam a acordo sobre quebra de contrato de navios Mistral


Rússia e França chegaram a um acordo sobre os termos do fim do contrato para a entrega de dois navios porta-helicópteros da classe Mistral a Moscou. Paris havia cancelado o contrato unilateralmente.

"As conversas estão completas, tudo está ajustado — as datas e a quantia que Paris devolverá a Moscou", afirmou Vladimir Kozhin, assistente do Presidente Putin para cooperação técnico-militar, à Sputnik.

"Espero que um acordo para o término do contrato seja assinado muito em breve e esperamos poder anunciar o valor que a França nos pagará", disse Kozhin.

Rússia e França assinaram um contrato no valor de US$ 1,36 bilhão pela compra de dois navios Mistral em 2011. Entretanto, em novembro de 2014, a França suspendeu o contrato, alegando que Moscou estaria participando do conflito na Ucrânia.

França vai pagar 1,16 bilhão de euros à Rússia por quebra de contrato sobre Mistral

A França vai pagar à Rússia 1,16 bilhão de euros pela suspensão do contrato da venda de dois porta-helicópteros da classe Mistral construídos para a Marinha russa. A informação foi divulgada pela mídia russa.

O montante exato da compensação foi acordado durante as conversações entre o vice-primeiro-ministro da Rússia, Dmitry Rogozin, e o secretário-geral de Defesa da França, Louis Gautier. O pagamento cobre o adiantamento e os custos adicionais que Moscou teve durante o treinamento da tripulação, a criação de infraestrutura para embarcações na estação em Vladivostok, e o desenvolvimento de quatro protótipos de pré-produção dos helicópteros Ka-52K.
Inicialmente, Paris queria compensar a Rússia com apenas 784,6 milhões de euros, enquanto Moscou exigiu 1,16 bilhão.
O acordo entre as partes também prevê a concessão por parte da Rússia de permitir a reexportação do porta-helicópteros depois de receber a compensação.
Rússia e França assinaram um contrato no valor de US $1,3 bilhão para a entrega de dois navios de assalto anfíbios da classe Mistral. A entrega das embarcações foi adiada até o fim de 2014 depois que Paris acusou a Rússia de interferir na crise e na guerra civil ucraniana — alegações que Moscou nega seguidamente.

Defesa Net

Segredos militares estariam por trás da prisão de Othon Pinheiro da Silva

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O Wikileaks havia cantado a pedra em 2011. Na ocasião, a preocupação latente do governo americano com o trabalho desenvolvido por cientistas brasileiros no campo da energia nuclear, que culminaria com a entrada em operação, em 2025, de um submarino de propulsão nuclear, produzido em conjunto com a França, já havia sido tornada pública. Desta forma há de se questionar: qual o papel que a Polícia Federal, sob o mando (e desmando) do ministro Sérgio Moro assume agora? Por que ela invade a área da Segurança Nacional e decide investigar o nosso principal representante no campo estratégico da segurança de estado e da energia? Veja a reportagem publicada pela Gazeta do Povo em 2011.

WikiLeaks revela disputa entre Defesa e Itamaraty nos bastidores da corrida nuclear

Nas correspondências, a diplomacia americana constata que há um único “quase-consenso” em Brasília, que é a resistência em aderir ao Protocolo Adicional do Tratado de Não Proliferação (TNP).

Os bastidores da política nuclear do Brasil ocuparam os Estados Unidos tanto quanto o monitoramento de possíveis acordos de cooperação com potências nucleares como a Índia, ou a aproximação com o Irã. A disputa de poder e influência entre o Ministério da Defesa e o Itamaraty sobre a política nuclear vem à tona em telegramas diplomáticos americanos sobre não proliferação, revelados ao O Globo pelo WikiLeaks. Nas correspondências, a diplomacia americana constata que há um único “quase-consenso” em Brasília – a resistência em aderir ao Protocolo Adicional do Tratado de Não Proliferação (TNP).

As fissuras dentro do governo brasileiro aparecem na descrição de um encontro do então embaixador Clifford M. Sobel com o presidente da Eletrobras, Othon Pinheiro, apontado pelos americanos como “o czar da energia nuclear do Brasil”. Diante da constante pressão dos EUA pela adesão brasileira ao Protocolo Adicional do TNP – que autoriza a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) a inspecionar instalações nucleares com um curtíssimo aviso prévio – Pinheiro sugere uma medida menos intrusiva: a instalação de sensores capazes de identificar material nuclear, uma vez que elementos físseis são facilmente detectados. O projeto fora apresentado ao Itamaraty e recebido sem grande entusiasmo. Sobel, então, levou a ideia ao ministro da Defesa, Nelson Jobim, e questionou quem mais poderia participar do debate.

“Jobim respondeu que qualquer discussão sobre esses tópicos deve passar por ele, exclusivamente, e não pelo Ministério das Relações Exteriores”, relatou um trecho do telegrama enviado a Washington em 17 de fevereiro de 2009.

Outro episódio que expôs irritação do ministro da Defesa foi o pedido da AIEA para entrevistar um cientista brasileiro após a publicação de uma tese sobre como produzir a bomba atômica. Jobim disse ter “ficado perturbado” ao descobrir que o Ministério das Relações Exteriores estava cooperando com a AIEA.

“Ele declarou estar engajado em pôr um fim a qualquer permissão para que a AIEA interrogue o cientista”, descreve a embaixada, na mesma mensagem.

O ministro se referia à controvérsia acerca do físico Dalton Barroso, um doutorando do Instituto Militar de Engenharia (IME) que, baseado em sua tese, publicou em livro a fórmula para se chegar à W-87, uma das mais poderosas ogivas americanas – o que explica o alarmismo dos EUA diante da informação.

Três meses depois, a vice-chefe da missão americana em Brasília, Lisa Kubiske, reuniu-se com funcionários do governo brasileiro e observou que Nelson Jobim estava ciente de que sua recusa em cooperar com a AIEA causou desconforto. Segundo o informe da embaixada, “ele está agora buscando uma maneira de cooperar sem minar o que vê como responsabilidade dele em temas nucleares”. Na mesma série de reuniões, diante da recusa definitiva do Brasil em aderir ao Protocolo Adicional do TNP na Conferência de Revisão de 2010, os americanos advertiram que o governo do presidente Lula “sempre apoiou com relutância medidas de não proliferação e permanece desconfiado de propostas novas, uma situação que provavelmente só será alterada com a entrada de um novo governo em 2011″.

“Embora o Ministério das Relações Exteriores insista que conduz a questão do Protocolo Adicional, na nossa visão, depois do presidente Lula, é o ministro Jobim que tem mais influência em temas nucleares”, avaliou o telegrama de 11 de maio de 2009.

O Protocolo Adicional, aliás, era apontado como o único consenso em Brasília. Ou quase, devido à posição do diretor da Divisão de Desarmamento e Tecnologias Sensíveis do Itamaraty, Santiago Mourão, único funcionário brasileiro favorável à adesão. Os americanos também observaram divergências de abordagem entre civis e militares brasileiros quanto aos temas nucleares.

Na correspondência de 26 de janeiro de 2009, pouco depois de uma visita da representante oficial da Presidência dos EUA para Não Proliferação, embaixadora Susan Burk, é relatado um encontro dela com o diretor do Departamento Internacional do Ministério da Defesa, general Marcelo Mario de Holanda Coutinho. E numa indicação de que havia percepções distintas entre o ministro e funcionários do ministério, dele, a americana ouviu que “apesar de o Ministério da Defesa ser parte do grupo que cuida de questões nucleares, é o Ministério das Relações Exteriores quem comanda e fala em nome do Brasil”.

O general aproveitou, ainda, para minimizar uma declaração recente do então vice-presidente, José Alencar, segundo a qual “o Brasil estaria melhor se tivesse armas nucleares”.

“Ele enfatizou que as declarações devem ser ignoradas e certamente contrariam a política do governo brasileiro. Ele deu de ombros à declaração, como coisa de políticos, que às vezes dizem o que vem à cabeça”, informou o texto.

Fonte: Conexão Jornalismo

Plano Brasil

Russos para que te quero...

Russos para que te quero - Image credit _Crown Copyright (2)
Entre as aeronaves interceptadas, estavam quatro caças MiG-31, pertencentes à Rússia / Foto: Crown
No dia 24 de julho, caças Typhoon britânicos identificaram e interceptaram 10 aeronaves militares russas sobrevoando áreas próximas ao espaço aéreo dos Países Bálticos.
De acordo com o Ministro da Defesa do Reino Unido, os caças Typhoon da RAF (Real Força Aérea) identificaram quatro aeronaves de ataque Sukhoi Su-34quatro interceptadores Mikoyan MiG-31,  e duas aeronaves de transporte Antonov An-26, que, acredita-se, estavam rumando para (ou retornando de) Kaliningrado.
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No dia 24 de julho, aeronaves militares russas foram interceptadas nas proximidades do espaço aéreo dos Países Bálticos / Foto: Crown
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No dia 24 de julho, aeronaves militares russas foram interceptadas nas proximidades do espaço aéreo dos Países Bálticos / Foto: Crown
Russos para que te quero - Image credit _Crown Copyright (1)
No dia 24 de julho, aeronaves militares russas foram interceptadas nas proximidades do espaço aéreo dos Países Bálticos / Foto: Crown
As aeronaves britânicas, pertencentes ao 6º Esquadrão da RAF, estão implantadas na Base Aérea de Amari, na Estônia, de onde partem para sortidas de policiamento aéreo no Báltico, e missões QRA (Quick Reaction Alert).
Nos últimos dias, a Aliança Atlântica (OTAN) detectou um incremento na atividade militar russa na região. No dia 29 de julho, doze aeronaves foram identificadas sobre o Mar Báltico, em espaço aéreo internacional, nas proximidades da Letônia, sendo três An-26, um Il-76, quatro MiG-31, e quatro Su-24.

FONTE: The Aviationist – EDIÇÃO: Cavok

Embraer estende cronograma do KC-390

Aeronave de transporte militar KC-390, por ocasião do seu primeiro voo, realizado no dia 03.02.2015, na cidade de Gavião Peixoto, SP (Foto -  Embraer) (1)
Aeronave de transporte militar KC-390, por ocasião do seu primeiro voo, realizado no dia 03.02.2015, na cidade de Gavião Peixoto, SP (Foto: Embraer)

Primeiras unidades do KC-390 devem ser entregues no primeiro semestre de 2018. O prazo, até então, era para o segundo semestre de 2016.
Segundo informou a Reuters, a fabricante de aeronaves Embraer revisou para baixo sua previsão para a receita em 2015 nesta quinta-feira e estendeu o cronograma para seu jato de transporte militar KC-390, diante da redução do orçamento do governo federal para o setor em meio ao ajuste fiscal.
A companhia reduziu sua estimativa de receita líquida em 2015 para uma faixa entre 5,8 bilhões e 6,3 bilhões de dólares, ante 6,1 bilhões e 6,6 bilhões de dólares anteriormente, devido a uma redução de 300 milhões de dólares em receitas esperadas no segmento de defesa e segurança.
Segundo a empresa, a desvalorização do real frente o dólar e a diminuição no ritmo de desenvolvimento de determinados contratos de defesa e segurança motivaram a queda na previsão. Assim, a receita de defesa e segurança deve terminar 2015 entre 800 milhões e 950 milhões de dólares, disse a Embraer.
Com isso, a Embraer agora espera as primeiras entregas do cargueiro KC-390 no primeiro semestre de 2018 ante prazo originalmente estabelecido para o segundo semestre de 2016.
O segundo protótipo do KC-390 deve ser apresentado em setembro ou outubro de 2015. (Foto: Sgt. Batista / Agência Força Aérea)
Embraer agora espera as primeiras entregas do cargueiro KC-390 no primeiro semestre de 2018 ante prazo originalmente estabelecido para o segundo semestre de 2016 (Foto: Sgt. Batista / Agência Força Aérea)

Após voo inaugural em fevereiro, a campanha de ensaios em voo do KC-390 agora está prevista para começar no terceiro trimestre de 2015 e deve durar em torno de 18 a 24 meses, recebendo a certificação até o final de 2017, disse a fabricante no balanço do segundo trimestre.
A empresa está trabalhando no cargueiro sob encomenda do governo brasileiro. O avião, o maior já desenvolvido e produzido no Brasil, é resultado de acordo firmado em 2009 com a Força Aérea Brasileira (FAB).
A notícia fazia as ações da companhia recuarem 6,85 por cento às 13h24 na bolsa brasileira, enquanto o Ibovespa recuava 0,94 por cento.
O presidente-executivo da Embraer, Frederico Curado, disse em teleconferência com analistas que os cortes de defesa estão concentrados no KC-390 e na modernização de caças, que terão seu escopo reduzido.
O governo ainda deve cerca de 370 milhões de dólares em recebíveis que a Embraer está trabalhando para obter, disse Curado.
O segundo protótipo do KC-390 visto dentro da unidade da Embraer em Gavião Peixoto. (Foto: Sgt. Batista / Agência Força Aérea)
O segundo protótipo do KC-390 visto dentro da unidade da Embraer em Gavião Peixoto. (Foto: Sgt. Batista / Agência Força Aérea)
O executivo acrescentou não esperar que as receitas de defesa se recuperem no ano que vem, mas que não vê “novas surpresas” do governo brasileiro afetando seus contratos de defesa no ano que vem. Além disso, afirmou que não deve haver novos cortes da projeção de receita no segmento de defesa da Embraer em 2015.
A Embraer também revisou estimativas para margens consolidadas em 2015, para as quais espera um impacto positivo advindo do câmbio. A estimativa para a margem operacional (Ebit) foi elevada para uma faixa de 8,5 a 9,0 por cento, ante 8,0 a 8,5 por cento, e da margem Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) subiu para 12,6 a 13,6 por cento, frente a 12,0 a 13,0 por cento anteriormente.
NÚMEROS TRIMESTRAIS
No segundo trimestre, a Embraer teve avanço de 24 por cento do lucro líquido sobre o mesmo período do ano anterior, a 405,5 milhões de reais. A receita líquida subiu para 4,661 bilhão de reais, crescimento de 19 por cento em relação a semelhante período do ano passado, principalmente devido à valorização do dólar ante o real.
Foram entregues 27 aeronaves comerciais e 33 executivas, ante 29 aeronaves comerciais e 29 executivas de abril a junho de 2014.
A companhia registrou, porém, piora na margem bruta para 19 por cento, ante 21,9 por cento no segundo trimestre de 2014, devido principalmente a uma revisão da base de custos para determinados contratos no segmento de defesa e segurança.
O Ebitda caiu 6 por cento, a 548,2 milhões de reais, com a margem Ebitda passando a 11,8 por cento, ante 14,8 por cento. A margem operacional caiu para 6,8 por cento, ante 10,6 por cento.
A carteira de pedidos firmes (backlog) terminou o trimestre em 22,9 bilhões de dólares, seu maior nível histórico, segundo a Embraer, frente a 20,4 bilhões de dólares ao fim de março e de 20,9 bilhões de dólares no final de 2014.
A dívida líquida totalizou 1,585 bilhão de reais, ante 1,865 bilhão ao fim do primeiro trimestre.
KC-390 Embraer
Aeronave de transporte militar KC-390, por ocasião do seu primeiro voo, realizado no dia 03.02.2015, na cidade de Gavião Peixoto, SP (Foto: Embraer)

FONTE: Reuters – EDIÇÃO: Cavok

A ameaça dos mísseis hipersônicos sino-russos

Screenshot do relatório televisão chinesa em um veículo hipersônico Exército dos EUA
Screenshot da reportagem de televisão chinesa em um veículo hipersônico Exército dos EUA

Comando Estratégico Focado em ameaça de Míssil Hypersonico
 
POR:   


OMAHA-China e  a Rússia estão a desenvolver manobrar veículos de greve de alta velocidade que representam novas ameaças para os Estados Unidos, os líderes do Comando Estratégico dos EUA disseram na quarta-feira.

Alm. Cecil D. Haney, (Stratcom) líder sênior da Strategic Command, disse durante discurso em uma conferência de dissuasão nuclear que, apesar dos esforços de controle de armas, armas hipersônicos estão entre as várias tendências estratégicas ameaçando emergentes no mundo.

China realizou quatro testes de vôo de um veículo greve 7.000 milhas-por-hora manobras, ea Rússia está desenvolvendo armas de alta velocidade e teria testado uma arma hipersônica em fevereiro.

"Estados nacionais continuam a desenvolver e modernizar as suas capacidades de armas nucleares", disse Haney..” "Nuclear e nações não-nucleares estão preparados para empregar cyber, contra-espaço, e capacidades assimétricas como opções para atingir seus objetivos durante a crise e de conflito, e as novas tecnologias, tais como veículos hipersônicos glide estão sendo desenvolvidos, o que complica o nosso sensoriamento e abordagens defensivas. "

Os recursos avançados de armas estão sendo proliferado por adversários dos Estados Unidos e "estão se tornando cada vez mais móvel, endurecido, e no subsolo, o que é agravado pela falta de transparência", disse o almirante de quatro estrelas.
  Enviada mais tarde sobre a ameaça de mísseis hipersônicos, Haney disse que o Pentágono está a desenvolver capacidades que podem ser usados ​​para combater os braços hipersônicos.

"Ao olhar para essa ameaça, claramente a mobilidade, o perfil de voo, esses tipos de coisas são coisas que temos que ter em mente e ser capaz de lidar com toda essa cadeia de destruição completa", disse Haney.

  "Mate cadeia" é um jargão militar para o processo usado para encontrar alvos, localização calibre e velocidade, comunicação de dados para armas usadas para atacar o alvo, e depois lançar um ataque.

Stratcom é responsável por armas e warfighting nucleares dos EUA, e está encarregado de proteger e combater as ameaças para sistemas espaciais estratégicas e ciberespaço, que é usado para o comando e controle de ambas as armas convencionais e nucleares.

Hypersonic armas são armas ultra-alta velocidade lançada no topo de mísseis que aceleram a velocidades entre Mach 5 e Mach 10 e cinco e dez vezes a velocidade do som.  Os veículos voar ao longo da borda do espaço e pode deslizar e manobrar para alvos.Força Aérea o tenente-general James Kowalski, vice-comandante cessante em Stratcom, disse veículos hipersônicos greve fazem parte dos esforços das nações para ganhar vantagem estratégica.
Tecnologia de armas hipersônicos "certamente oferece uma série de vantagens para o estado", disse Kowalski.

  "Ele oferece um número de diferentes maneiras de superar as defesas, se aqueles são convencionais, ou se alguém iria decidir usar uma ogiva nuclear, acho que dá-lhe uma dimensão ainda mais complicado", acrescentou Kowalski.

  O general de três estrelas, disse, "neste momento, já que nada é em campo continua a ser algo que nos preocupa e pode ser uma área de discussão no futuro."

Hypersonicas armas estão sendo desenvolvidas pela China e pela Rússia para derrotar as defesas de mísseis estratégicos que atualmente são projetados para combater manobras não-ogivas de mísseis balísticos que viajam em rotas de voo mais previsíveis que são controladas por sensores e podem ser atingidas por interceptadores de mísseis.

A Air and Space Centro de Inteligência Nacional testemunhou ao Congresso que hipersônico veículo deslize da China será utilizada para lançar armas nucleares. Uma variante também pode ser usado como parte do sistema da China convencionalmente armados anti-navio de mísseis balísticos, que se destina a afundar porta-aviões norte-americanos longe das costas chinesas.

Autoridades russas disseram que seu desenvolvimento braços hipersônicos é destinado para penetrar as defesas de mísseis.

China realizou quatro testes de que o Pentágono chama um veículo hipersônico Wu-14 glide.  Os quatro testes ao longo dos últimos anos são uma indicação do programa é uma alta prioridade para Pequim.

O Pentágono também está desenvolvendo veículos hipersônicos, ambos os planadores e "scramjet" armas alimentados.  Um ano atrás, um teste Exército de uma arma hipersônica explodiu logo após o lançamento de Kodiak Island, Alaska.

  Haney disse que algumas de suas preocupações estão sendo reduzidos em  pesquisa de armas.

"Eu estou certo, em alguns aspectos, porque nós mesmos estamos fazendo alguma pesquisa e desenvolvimento associado com a compreensão de que tipo de capacidade", disse Haney.

"Mas, ao mesmo tempo, claramente, estamos trabalhando para garantir que nós podemos fazer o que sempre fazemos com qualquer ameaça-ser capaz de compreendê-lo e, em seguida, ser capaz de ter uma variedade de cursos de ação a fim de solucioná-lo, número um, para dissuadir a sua utilização, mas, em seguida, naturalmente, para ser capaz de ter os nossos próprios mecanismos para combater esse tipo de capacidade. "

 Haney disse que é "muito importante que prestemos atenção a esse tipo de recurso."
Dissuasão nuclear, impedindo armas nucleares estrangeiras estados de atacar, exige mais do que ogivas e bombas em aviões e mísseis, disse Haney.

Para se ter uma dissuasão nuclear crível, segura, segura e eficaz, devemos também garantir que temos as capacidades de inteligência e sensores apropriados para nos dar essas indicações iniciais e avisos de ameaças vindas contra os EUA e nossos aliados, incluindo, mas não limitado a lançamentos e ameaças de bombardeiros -missile ", disse ele."Nós também deve manter a capacidade de comunicar e fornecer as opções presidente se a dissuasão falhar."

Como resultado, Stratcom também devem proteger os ativos espaciais e ciberespaço em um conflito, acrescentou.

"As atividades em tempo de paz devem moldar o ambiente de crise e de conflito e dissuadir os nossos adversários de considerar a utilização de cyber, espaço, ou em um ataque nuclear estratégica", disse Haney.

  Kowalski, o vice-comandante, também foi perguntado em uma reunião com os repórteres sobre o desenvolvimento de mísseis multi-ogiva da China e se a implantação de armas adicionais irá mudar a postura da força nuclear dos EUA.

Eu não estou ciente de que houve qualquer mudança significativa no tamanho total do chinês inventário [nuclear] que pode nos fazer voltar atrás e reavaliar", disse Kowalski.
"Neste momento, estamos bastante confortáveis ​​de que eles estão bem abaixo de 300 ogivas [] e há uma mistura de lá", disse ele, acrescentando que as estimativas de inteligência do arsenal chinês são deficientes e que há uma necessidade de uma maior abertura no parte dos chineses.

http://freebeacon.com

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METEORO CRUZA O CÉU DO BRASIL, URUGUAI E ARGENTINA! (VÍDEO)


Um meteoro foi observado no começo da noite cruzando o céu do Sul do Brasil, Uruguai e Argentina.

A MetSul confirma, com base em relatos recebidos por suas redes sociais e da imprensa, a observação do meteoro em Porto Alegre, Grande Porto Alegre, interior do Rio Grande do Sul (Centro, Oeste e Sul do Estado), vários departamentos do Uruguai e ainda nas províncias argentinas de Entre Rios e Buenos Aires. São inúmeros vídeos mostrando o bólido deixando o céu verde por alguns segundos na capital argentina e em cidades do interior do Uruguai.

Veja o vídeo:



" Esta luz se la vio en el cielo de melo
Posted by Maykel Paez on Quinta, 30 de julho de 2015"



Libertar IN

Costa Rica: UFO cria um Círculo na Água do Lago Arenal - (VÍDEO IMPRESSIONANTE)

As imagens espetaculares que nós mostramos, foram espalhadas por todo o You Tube canal jhmz71 , amigo pesquisador Emanuel Huza (México).
Os acontecimentos tiveram lugar na manhã de 29 de julho de 2015, quando algumas pessoas notam um objeto brilhante que está estacionado a poucos metros a partir da superfície do Lago Arenal (Costa Rica). O objeto esférico misterioso, parece emitir uma espécie de campo de energia que faz com que crie um "círculo na água."


Uma das testemunhas está entusiasmada ao ver esta cena e registros de tudo com seu smartphone. 
Na verdade no filme pode ser visto claramente como a bola de luz é propriedade estacionária acima do lago, exatamente dois ou três metros da superfície e perto do misterioso círculo. Esta é mais uma prova de criar círculos na água, mas também em campos os crop circles, são essas bolas de luz com a sua energia, são capazes de imprimir um projeto formas geométricas incríveis e complexas que dificilmente pode ser imitado e replicadas. Assista o vídeo!
Fonte:http:segnidalcielo.it 
Mais um post by: UFOS ONLINE

Veja o Vídeo Abaixo:


                                             Fonte:jmhz71

quinta-feira, 30 de julho de 2015

Sinal profético? Rio Eufrates está secando rapidamente

Sinal profético? Rio Eufrates está secando rapidamente 
Rio Eufrates está secando rapidamente 
 
Turquia, Síria e Iraque são banhados por rio que está com nível baixíssimo

Mencionado em Apocalipse 16 como a consequência da sexta taça que marca o juízo final, o rio Eufrates está secando rapidamente. A baixa do nível está perto de alcançar um recorde histórico. Algo impensável alguns séculos atrás, a drenagem vem sendo acompanhada por estudiosos na última década.

A NASA acompanha isso pelas imagens dos satélites. Desde 2009 a região apresenta a segunda maior perda de volume de água doce do planeta.
Na verdade, toda a região conhecida como “Jardim do Éden” está sofrendo os efeitos da disputa de Iraque e Turquia por água potável. Localizado no Iraque, os pântanos mesopotâmicos atingiram os seus níveis mais baixos. O principal motivo foi que o outrora gigantesco Eufrates, foi reduzido a um mero córrego. O rio Tigre já perdeu cerca de 40% de seu tamanho.

A queda contínua dos níveis de água tem provocado uma crise hídrica. “É trágico”, diz Hassan Janabi, funcionário do departamento iraquiano responsável pela água. “Isso aconteceu de forma inesperada. Na verdade, nosso foco estava todo na luta contra o terrorismo, por isso passou despercebido.”

Na semana passada, os níveis de água na cidade de Al Chabaish estavam na metade dos níveis normais para essa época do ano. Jassim Al-Asadi, que trabalha numa ONG que luta pela conservação, afirma: “A quantidade de água do Eufrates que chega até os pântanos é menos de um décimo do que o necessário”. Isso está acontecendo embora o nível de chuvas esteja normal.

A doutora Suzanne Alwash, especialista no assunto e docente no Mt San Antonio College, em Walnut, Califórnia, afirma: “A salinidade dobrou, os búfalos d’água já não podem beber dos pântanos e a morte dos peixes já é comum”.

O comitê sobre agricultura e água do parlamento iraquiano responsabilizou a Turquia pela crise hídrica. O governo turco decidiu construir hidrelétricas que estão bloqueando os trechos superiores do rio. Ao todo, existem sete represas no Eufrates na Turquia e na Síria.
O governo do Iraque também culpa o grupo terrorista Estado Islâmico, que em maio tomou a barragem de Ramadi e está prestes a tomar a represa Haditha, o que daria ao EI o controle total do Eufrates no Iraque. Uma reportagem do canal CNN mostrou recentemente que o EI já ameaçou secar o Eufrates para fins militares.

Um terceiro responsável é o próprio governo iraquiano, que desviou água do Eufrates para irrigar os campos de arrozeiros da área, que apoiam o governo.
Para os estudiosos é uma questão de tempo até o nível de água ser insuficiente para regar as plantações de toda a Mesopotâmia, o que causará uma grande fome na região. Esse cenário, não por coincidência, também é citado no sexto capítulo de Apocalipse. Com informações de News Cientist e Shoebat

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