quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Cresce perigo de Primeiro confronto aéreo russo-americano com aviões chegando e Moscou exigindo que os EUA saiam do espaço aéreo sírio

Russian warplanes head to Syria
Aviões de guerra russos prontos para a Guerra na Síria
Um dia depois de a Casa Branca disse com "clareza" sobre as intenções russas na Síria tinham sido alcançadas na cimeira Obama-Putin em Nova York, o presidente russo, Vladimir Putin decidir ir   acima das tensões militares em toda Síria nesta quarta-feira, 30 setembro 15. 

Um funcionário  sênior dos EUA  disse que os diplomatas russos tinham enviado uma diligência oficial  ao  recomendar que aviões dos EUA  encerrem suas missões na Síria, acrescentando que aviões de combate russos estarão agora voando sobre território sírio. Fontes militares dos EUA disseram à Fox News que aviões norte-americanos não irão jamais cumprir com a demanda russa. "Não há nada que indique que nós estamos mudando operações sobre a Síria", disse um oficial sênior defesa.Mais cedo, Putin procurou a partir da câmara alta da Rússia, o Conselho da Federação, a autorização para o uso da força militar no exterior. Ele não especificou o país ou região, mas a única parte do mundo onde a Rússia está atualmente a construir as suas forças terrestres, aéreas e navais fora do país é na Síria.Pouco tempo após a solicitação, o Conselho da Federação anunciou que tinha autorizado, por unanimidade, o uso da força militar russa na Síria. 

A última vez que Putin procurou esta autorização foi no início de 2014, quando ele decidiu anexar a península da Criméia da Ucrânia.Sua ação agora contradiz sua afirmação a CBS em 28 de setembro: "A Rússia não vai participar em qualquer operação de tropas no território da Síria ou em quaisquer outros estados como bem entenda, pelo menos nós não planejamos isso agora.".Fontes militares do DEBKAfile informam que os preparativos da Rússia para a ação militar na Síria não estão claramente limitados a esse país. Eles estão sendo executados por um comando de coordenação conjunta para a frente e sala de guerra estabelecido há poucos dias pela Rússia, Irã, Iraque e Síria, em Bagdá. 

Ele é projetado como a contrapartida da sala de guerra do US Central Command-Forward-Jordan estabelecidos ao norte de Amã na Jordânia para operações dos EUA-Arábia Qatar-Israel-Jordânia e dos Emirados Árabes Unidos conjuntas de apoio a operações rebeldes sírios contra o regime de Assad.Duas salas  rivais de potências a beira de guerra estão, portanto, preparadas em extremos opostos da arena síria - um representando uma aliança liderada pelos Estados Unidos para operações contra Assad, e o outro um grupo liderado pela Rússia, que está acelerando a lutar em seu nome.Conspícuo na situação da Síria em  rápida evolução é o planejamento prévio detalhado, que foi para o acúmulo militar russo e parcerias, e a percepção lenta do que estava acontecendo, por parte dos Estados Unidos e Israel.

Terça-feira, o secretário de Defesa norte-americano Ashton Carter instruiu sua equipe para estabelecer um canal de comunicação com o Kremlin para garantir a segurança dos Estados Unidos e as operações militares russas e "evitar um conflito aéreo" entre as duas forças armadas. O Ministério da Defesa russo atirou de volta com uma estipulação provocante que a coordenação com os EUA deve passar por Bagdá, uma tentativa de forçar Washington a aceitar que as duas salas de guerra iriam comunicar doravante em condições de igualdade.O ministro da Defesa de Israel Moshe Ya'alon negou terça-feira que Israel estava coordenando suas operações com o exército russo, ressaltando que Israel se reserva o direito da IDF à liberdade de ação sobre a Síria e continuará a impedir o fornecimento de armas atingindo organizações terroristas como o Hezbollah.Enquanto isso, seis jatos de combate avançados russos SU-34  de ataque pousaram no aeroporto internacional Al-Assad de Latakia, depois de voarem para o seu destino através do espaço aéreo iraquiano.O acúmulo militar russo está a assumir proporções muito maiores do que qualquer um imaginaria, superando em muito dos EUA ou esforços israelenses em coordenação.


UND2

Correspondente de guerra russo cobre os confrontos em Harasta, Damasco, Síria



O Informante

Do líder Checheno: “O principal objetivo do Ocidente é Assad e não o E.I.”

“Nem EUA nem a UE pode trazer a paz para o Oriente Médio, porque em vez de agir contra o Estado islâmico de verdade, realmente preferem falar sobre a derrubada do presidente sírio, Bashar Al Assad “, disse o líder da república russa da Chechênia, Ramzan Kadyrov .

“Desde que os EUAe Europa começou o apoio à oposição armada e ataques aéreos sírios contra a EI, o processo de paz não se moveu nem um pouco; pelo contrário, as forças ocidentais mataram dezenas de milhares de
jovens de todo o mundo na Síria e no Iraque “, disse Kadyrov e publicou o jornal” Izvestia “.
O líder da República russa da Chechênia, insistiu que “todos sabem que o Estado Islâmico financia suas operações por meio da venda de petróleo extraído dos territórios que capturou” e que ninguém tentou impedir este comércio , com os quais “temos motivos para crer que a coalizão ajuda e fortalece o EI direta ou indiretamente”.
Para Kadyrov, a única maneira de resolver esta crise é estabelecer uma operação anti-terrorista internacional coordenada e autorizada pelo governo sírio.
Finalmente, Ramzan Kadyrov disse que os burocratas europeus estão criando um programa sobre o aumento de refugiados da Síria, quando “na verdade, eles são mão de obra barata, uma vez que 90% são crianças e jovens podem pavimentar as estradas, o trabalho fábricas e plantar tulipas “.
Atualidades RT
Naval Brasil

Confirmado: França cancelou a entrega dos navios militares Mistral à Rússia por pressão da Otan

A França retirou-se do acordo com a Rússia sobre a venda de porta-helicópteros Mistral devido à pressão externa da OTAN, admitiu membros da Comissão dos Assuntos Externos, Defesa e Forças Armadas do Senado francês.
“Nós experimentamos uma pressão significativa por parte dos países da Europa de Leste, para não mencionar os países bálticos na Assembleia Parlamentar da Otan”, disse o porta-voz da comissão, Robert de Picchia, durante um debate no Senado em 23 de Setembro.
“A Polônia, na verdade, ameaçou romper as negociações sobre helicópteros EC725 Caracal 50 por um montante de 2.500 milhões de dólares, se os navios fossem entregues à Rússia”, disse Del Picchia.
O Senado francês fez a transcrição da discussão pública a gravação terça-feira.
Após o cancelamento do contrato, Paris levou vários meses para encontrar um comprador alternativo para os navios de guerra. O país estava interessado em navios  foi o Egito. Em 23 de setembro, o Palácio do Eliseu anunciou que os presidentes François Hollande e Abdel Fattah al Sisi veio durante as conversações “a um acordo sobre os termos básicos da aquisição dos dois porta-helicópteros Mistral por Egito”.
Russian Times
Naval Brasil

Arábia Saudita: Príncipe dissidente convoca nação a derrubar o Rei

Um príncipe saudita lançou um apelo sem precedentes pela derrubada do atual monarca, Rei Salman, dizendo que sua má gestão do Estado, juntamente com a queda dos preços do petróleo, a guerra no Iêmen e a recente tragédia ocorrida durante o Hajj, (peregrinação a Meca) estão conduzindo o país à ruína.

 
O príncipe, não identificado por motivos de segurança, foi citado pelo jornal The Guardian como sendo um dos netos do fundador da Arábia Saudita, Abdulaziz Ibn Saud. O herdeiro teria dito à publicação britânica que os níveis de descontentamento com o soberano estavam bastante elevados dentro da família real saudita, bem como entre o público em geral.
Em duas cartas escritas no início deste mês, o príncipe defendeu a queda de Salman, que ascendeu ao trono em janeiro, dizendo que o rei de 80 anos está inapto para governar. 
“O rei não está em uma condição estável e, na realidade, o filho do rei [Mohammed bin Salman] está governando o reino”, disse o príncipe, citado pelo jornal. “Então, quatro ou possivelmente cinco dos meus tios vão se reunir em breve para discutir as cartas. Eles estão fazendo um plano com um monte de sobrinhos e isso vai abrir a porta. Uma boa parte da segunda geração está muito ansiosa”, acrescentou.
Além disso, o príncipe também fez alusão a uma insatisfação mais ampla com o Rei Salman, que se estenderia para muito além da família real.
“O público também está pressionando muito por isso, todos os tipos de pessoas, líderes tribais. Eles dizem que você tem que fazer isso ou o país vai para o desastre”, afirmou.
Meca, Petróleo e Iêmen — dor de cabeça tripla para os sauditas
A peregrinação a Meca acabou em tragédia após pisoteamento em Mina.
As duas recentes tragédias que mataram mais de 800 pessoas em Meca – o local mais sagrado do Islã – têm suscitado muitas críticas à atual gestão. Por não ser mencionada no Corão e por não haver monarquias propriamente ditas no Islã, a legitimidade política e religiosa da Arábia Saudita depende da alegação de que o reino é capaz de administrar os locais sagrados e torná-los acessíveis para todos os muçulmanos.  
Porém, quinze dias depois de mais de 100 pessoas terem morrido na sequência do colapso de um guindaste de construção na Grande Mesquita de Meca, outras 717 perderam a vida pisoteadas após um tumulto ocorrido durante a peregrinação islâmica do Hajj. Centenas de pessoas ficaram feridas. As tragédias levantaram críticas da população local e até do vizinho Irã, com o Presidente Hassan Rohani questionando a legitimidade da liderança saudita para gerenciar locais e eventos sagrados desse porte e acusando o país de incompetência.
 
Além dos recentes acontecimentos, a queda global nos preços do petróleo também colocou uma pressão extra sobre a liderança do Rei Salman. Na segunda-feira (28), o Financial Times relatou que o país retirou US$70 bilhões de fundos de investimento no exterior para reforçar os cofres do reino diante da situação, e o Fundo Monetário Internacional já prevê que a Arábia Saudita exceda seu orçamento em mais de US$ 107 bilhões este ano. 
Nesse contexto, o filho do rei, Mohammed bin Salman, também se encontra sob pressão crescente, ainda mais por ser responsável pela empresa estatal de petróleo Aramco. Além disso, Mohammed também acumula o cargo de ministro da Defesa, onde enfrenta problemas de outra ordem.
Moradores fogem de ataques aéreos no Iêmen
De fato, outra questão causando grande revolta entre os sauditas é a campanha de bombardeios aéreos perpetrada contra os rebeldes houthis no Iêmen, a qual vem causando muitas baixas na população civil. Nesta terça-feira (29), um ataque saudita deixou pelo menos 135 pessoas mortas em um casamento no país vizinho, apesar de o governo negar a responsabilidade. Riad e alguns aliados ocidentais têm apoiado os ataques na esperança de fazer o ex-presidente exilado Abd Rabbuh Mansur Hadi voltar ao poder no país vizinho, mas 90% do povo saudita é contra a ofensiva, segundo afirmou um ex-oficial da Força Aérea saudita citado pelo The Guardian.
Como resultado dos problemas recentes em torno do reino, o príncipe não identificado conclamou os 13 filhos sobreviventes do fundador Ibn Saud a unirem-se para derrubar a liderança em um golpe de Estado, no que seria um dos acontecimentos mais dramáticos da história do país.
Naval Brasil

O jogo de pôquer entre Obama e Putin por Assad


Em encontro, líderes americano e russo reiteram suas posições sobre uma solução para o conflito sírio. Futuro de Assad é principal divergência, mas especialistas veem espaço para um acordo.

O presidente Bashar al-Assad deve ficar ou sair do poder? Também na reunião na noite desta segunda-feira (28/09) à margem da Assembleia Geral da ONU, a primeira que tiveram em quase dois anos, os presidentes Barack Obama e Vladimir Putin não chegaram a um acordo sobre o futuro papel do ditador da Síria.

Mesmo assim, parecem concordar que só a diplomacia – e não a força militar – pode resolver o conflito sangrento na Síria, que já dura quatro anos. Depois do encontro, ambos os lados comentaram que a reunião foi eficiente e produtiva, o que não deixa de ser surpreendente. Afinal ambos haviam, poucas horas antes, se envolvido numa troca de acusações perante a Assembleia Geral das Nações Unidas, em Nova York.

Como jogadores de pôquer tarimbados, os dois líderes enviaram sinais de força e determinação e reiteraram suas posições durante o encontro que tiveram. Segundo o The New York Times, ambos disseram suas opiniões de forma muito clara, mas a porta para uma solução diplomática para o conflito sírio não foi totalmente fechada, pois eles não mostraram todas as suas cartas.

“Obama certamente reforçou sua opinião de que o ditador sírio deve deixar o cargo”, afirma o especialista Paul Schwartz, do Center for Strategic Studies (Centro de Estudos Estratégicos).

Após as amplas violações de direitos humanos por Assad, é impossível retornar ao status quo anterior à guerra, argumentou Obama. Mas o presidente americano estaria pelo menos disposto a tolerar a permanência de Assad por um período de transição. Isso pode ser entendido numa frase de Obama que é citada em vários sites: “Realismo dita que um compromisso será necessário, mas realismo também determina uma transição guiada, para além de Assad, rumo a um novo líder.”

Para o especialista Malvin Kalb, do Brookings Institution, os americanos agora concordam que Assad seja parte de um processo de negociação para acabar com o conflito. “Mas, num determinado momento, ele terá que sair”, avalia.



Para especialistas, a boa vontade de Putin na crise síria não levará ao fim das sanções por conta da Ucrânia

Ataque frontal de Putin

Como esperado, o presidente russo, em seu discurso, defendeu Assad e disse que é “um enorme erro” não cooperar com o governante sírio e suas forças militares na luta contra a milícia terrorista “Estado Islâmico” (EI). Segundo ele, intervenções ocidentais “contrárias ao direito internacional” na Líbia e no Iraque são responsáveis pelo caos nesses países. E isso não deve se repetir na Síria, afirmou, exigindo, por isso, um “amplo apoio ao governo sírio”.

Depois de ter dito isso, Putin não mencionou mais o nome de Assad. “Olhando de fora, pode haver espaço para um compromisso”, afirma Schwartz. Mas a crítica generalizada de Putin à política americana para o Oriente Médio torna difícil para Obama encontrar uma fórmula aceitável para os russos, acrescenta. Para ele, Putin ao menos fez um “gesto construtivo” ao chamar uma coalizão internacional contra o EI na qual os EUA também podem desempenhar um papel.

Unidos contra o EI?

Em seus discursos, ambos os presidentes praticamente demonizaram o EI. Enquanto Obama falou de uma ameaça “apocalíptica”, Putin mencionou os milhares de jihadistas russos que representarão um enorme risco de segurança caso retornem à Rússia. “Provavelmente os dois se unirão na luta contra o EI”, opina Schwartz, referindo-se aos convites para diálogo feitos pelos EUA à Rússia e ao Irã.

Mas, para a maior parte dos especialistas, Obama não tem muita escolha. “Do ponto de vista diplomático, Putin jogou de forma muito inteligente e eficaz”, avalia Kalb. “É muito difícil para um líder ocidental, também para Obama, não se unir de alguma maneira com Putin.” Ninguém interessado em resolver os conflitos no Oriente Médio pode ignorar o presidente russo, afirma Kalb, que menciona ainda a “surpreendente exibição de equipamento bélico russo” na Síria.

Sem alívio de sanções

Em seu discurso, Obama deixou em aberto se a disposição da Rússia em colaborar para o restabelecimento da paz na Síria significará o fim das sanções econômicas por conta da crise na Ucrânia. O especialista Matthew Rojanski, do Woodrow Wilson Center, em Washington, avalia que nem Putin nem qualquer outra pessoa têm a ilusão de que isso levará ao fim das sanções.

Schwartz também afirma que, por conta da Síria, não haverá nenhuma mudança nas sanções, porque “os EUA não podem simplesmente ficar observando quando a Rússia viola o direito internacional”.

Mas, para muitos observadores, não é por acaso que a iniciativa síria de Putin ocorra no auge da crise de refugiados na Europa. “Uma parte da estratégia de Putin é enfraquecer o apoio às sanções da União Europeia à Rússia ao dizer que ele tem uma solução para a crise dos refugiados”, afirma Schwartz. “Para a UE, a principal ameaça de segurança não é mais a intervenção russa na Ucrânia, mas a crise dos refugiados.”

Plano Brasil

Rússia, Síria, Iraque e Irã criam central de informações para combate ao EI

Tomada de Mossul por EI é considerada maior derrota de Bagdá

Órgão em Bagdá facilitará intercâmbio de dados e pode também ser base de coordenação para futuras operações militares. Na ONU, ministro iraquiano exige mais ação da aliança internacional anti-“Estado Islâmico”.

A Rússia e três países do Oriente Médio pretendem fundar na capital iraquiana uma central para facilitar o intercâmbio das informações a respeito da milícia terrorista “Estado Islâmico” (EI). O órgão reunirá membros do Estado-maior da Rússia, Síria, Iraque e Irã, noticiou a agência de notícias russa Interfax, com base em fontes diplomáticas e militares de Moscou.

Numa fase posterior, operações militares poderão ser coordenadas a partir do centro em Bagdá, que será dirigido alternadamente por oficiais das quatro nações. O primeiro deles será um representante do Iraque.

Otimismo e exigências de Bagdá

O ministro iraquiano do Exterior, Ibrahim al-Jaafari, que se encontra em Nova York para participar da Assembleia Geral das Nações Unidas, se mostrou otimista a respeito do projeto, neste sábado (26/09).

“As forças militares iraquianas alcançaram algumas vitórias significativas, repelindo os terroristas e os obrigando a se retirarem a norte de Mossul”, afirmou Jaafari, acrescentando que o Exército nacional “está do lado vitorioso”.

No entanto, a situação na segunda maior cidade iraquiana desmente tal versão. Depois de 15 meses de combates, as tropas do governo ainda não conseguiram retomar a maior refinaria de petróleo do país. As Forças Armadas procuram ganhar mais controle ao oeste antes de iniciar um ataque a Mossul, considerada a maior perda de Bagdá na luta contra o EI.

Ainda assim, Jaafari declarou que não são necessárias tropas de solo estrangeiras, e acusou a aliança militar internacional liderada pelos Estados Unidos de não estar fazendo o suficiente: “A frequência dos ataques aéreos oscila, e espero que ela seja mais alta no futuro.”

O chefe da diplomacia iraquiana também reivindicou de Washington mais equipamento de combate, assim como a intensificação dos treinamentos militares e da disponibilização de dados pelos serviços de informação.

AV/rtr/dpa

Fonte: DW

Plano Brasil

Vladimir Putin recebe autorização da Câmara Alta para enviar a Força Aérea em operações na Síria

Su 27
Sergei Ivanov chefe da Administração Presidencial Russa informou que o apelo de Vladmir Putin ao Conselho da Federação Russa  solicitando a permissão para uso das Forças Armadas no exterior foi aprovado com urgência pelo  Conselho da Federação  atendendo ao pedido do presidente sírio, Bashar Assad que solicitou a ajuda à Rússia com um pedido para prestar assistência militar para a Síria. O Conselho da Federação da Russa aprovou por unanimidade o uso das forças armadas do país no exterior.

A câmara alta do Parlamento emitiu nota de aprovação nesta quarta feira 30.09.15  poreém a decisão inclui apenas o uso da Força Aérea e não prevê qualquer operação de tropas terrestres, segundo informou ergei Ivanov.

“Nós estamos falando exclusivamente sobre as operações da Força Aérea da Rússia, como o nosso presidente já disse, o uso de forças armadas no terreno está excluída. O objetivo militar das operações é exclusivamente de apoio aéreo às forças do governo Sírio na sua luta contra o Estado islâmico “, disse Ivanov. Eu gostaria de informar que o presidente da República Árabe da Síria voltou-se para a liderança de nosso país com um pedido para fornecer assistência militar, por isso podemos dizer que o terrorismo tem de ser combatido, os esforços devem ser combinados, mas é ainda necessário observar as normas do direito internacional “, disse Ivanov jornalistas.

O Kremlin irá informar os parceiros estrangeiros da decisão tomada pelo parlamento de uso das forças armadas russas no exterior durante o dia através de canais do Ministério das Relações Exteriores, e os militares vão fazer o mesmo por meio de seus canais.

De acordo com Ivanov, a decisão foi tomada para ajudar a Síria e proteger os interesses russos.

“Em primeiro lugar e, provavelmente, o mais importante, nós estamos falando sobre a Síria sozinhos, e nós não estamos falando sobre o alcance de algumas metas de política externa, satisfazendo algumas ambições que os nossos parceiros ocidentais nos acusam, nós estamos falando sobre os interesses nacionais da Rússia “ .

Ivanov disse que as operações da Força Aérea serão temporários, mas foi incapaz de dizer exatamente quanto tempo eles devem permanecer no teatro de operações.

“No que diz respeito à linha de tempo, a operação da Força Aérea Russa, é claro, não pode durar para sempre e tem um período de tempo definido, mas nãopodemos definir o número de aeronaves nem onúmero de dias que serão necessários para tal ,  por razões óbvias “.

Comentando os ataques aéreos realizados pelas potências ocidentais, Ivanov disse que eles não estavam em conformidade com o direito internacional.

“Como todos vocês sabem muito bem, os Estados Unidos … está lançando ataques aéreos no território da Síria e do Iraque, e talvez outros estados do Oriente Médio. Recentemente a França juntou-se as mesmas acções, Austrália e uma série de outros paises estão falando sobre o mesma coisa .. Eu gostaria de observar que  essas ações estão sendo realizadas em violação do direito internacional “, disse Ivanov a imprensa.

Rússia, Síria, Iraque e Irã Criaram recentemente um comitê anti-ISIS para com a criação de um Centro de Coordenação de Dados. De acordo com a Embaixada dos Estados Unidos em Moscou, os líderes dos Estados Unidos e da Rússia têm interesses comuns na luta contra a ISIS na Síria e concordaram em criar um canal entre os ramos militares dos países para evitar mal-entendidos durante as operações na área.

“Gostaria apenas de reiterar que, quando o presidente Barack Obama se reuniu com o presidente Vladimir Putin, ambos concordaram que os Estados Unidos e a Rússia têm um interesse comum no combate ao ISIS na Síria”, disse o porta-voz da Embaixada dos EUA Will Stevens.

“No entanto, a nossa posição é clara quanto ao presidente Bashar Assad, ele não é um parceiro adequado para a luta contra o terrorismo e o extremismo na Síria. Não há um caminho sustentável para a estabilidade dentro Síria que envolva o presidente Assad e que lhe permita permanecer no poder”, acrescentou.

De acordo com a Fox News citando um oficial norte-americano de alto escalão, a Rússia exigiu que os aviões dos EUA deixassem imediatamente o espaço Aéreo Sírio, de onde aprtir de agora vigorará coordenação de ações e regras russas.

Plano Brasil

Sauditas e Iraquianos interessados em adquirir 1450 BMP-3

BMP3
Iraque e Arábia Saudita estão interessados em adqurir junto a Rússia cerca de 1450 veículos ICV BMP -3. O anúncio foi feito pelo co-proprietário da  Tractor Plants, Albert Tanks  à rede de notícias TASS.

“São cerca de 500 veículos BMP – 3 para o Iraque, bem como 950 unidades da Arábia Saudita “, disse Tanks.  ” Vamos lançar em 2016 uma linha de montagem a tempo de satisfazer todas as encomendas, mas o lançamento do transportador exige um enorme trabalho para o fornecimento de componentes”.

No início de setembro, anunciou-se a aquisição de cerca de 40 unidades do BMP -3 para o Marrocos e Myanmar. Por sua vez, os militares russos encomendaram 200 novos BMP -3 cujas entregas seguem-se até o final de 2017 .

Plano Brasil

Vídeo: Rebeldes sírios treinados pelos EUA entregam material militar à al-Qaeda


Os rebeldes que os Estados Unidos treinaram para combater o movimento Estado Islâmico deram equipamento militar ao braço sírio da al-Qaeda. Ao que tudo indica, os combatentes das chamadas Novas Forças Sírias forneceram seis veículos e munições à Frente al-Nusra para garantir a passagem segura por um território dominado pelo grupo.

Esta alegada violação das regras ainda tem de ser totalmente confirmada. Mas o Pentágono pondera já reestruturar o programa de formação de combatentes, lançado no início do ano, e financiado pelo Congresso americano com 500 milhões de dólares.

O objetivo é treinar cerca de 5 mil rebeldes sírios por ano, ao longo de um período de três anos, para combater o Estado Islâmico. Até agora, foram formados apenas dois grupos de pouco mais de 120 combatentes.

Fonte: Euronews
Plano Brasil

Voa J 11B equipado com motores produzidos na China

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Um caça J-11B da Força Aérea PLA foram equipados com motores fabricados na China, segundo informou  um aviador de uma divisão  da Força Aérea PLA. Um caça J 10 B realizou uma demonstração pública de sequenciadas manobras que atestarama capacidade da motorização.

A exibição ocorreu em Changchun, província de Jilin nordeste da China, em 10 de setembro de 2015, durante o qual o J-11B da Força Aérea PLA realizou três vôos de demonstração. Ao executar uma série de manobras que exigem  sustentação potência e alteração de padrões operacionais, o caça convenceu as autoridades que assistiam a demonstração de que a China pdoe ter alcançado o tão desejado status no desenvolvimento e produção de moteres militares de alto desempenho.

O J-11B é bastante atualizado em comparação com os modelos de caça anteriores, possui uma otimizada interface homem máquina com reduzida carga de trabalho à tripulação. O caça é otimizado a operar sob quaisquer condições meteorológicas em missões de combate ar- ar, ar-mar e ar- terra e seu sistema de arma integra as mais avançadas  armas de curto alcance e médio alcance ar-ar  além disso, ele também pode levar o novo tipo de munições ar-terra recentemente desenvolvidos o que amplia o seu envelope e capacidade de combate em relação aos modleos anteriores.

Um oficial da PLAAF relatou a imprensa local após o evento que os aviadores chineses estão mais orgulhosos e motivados, pois sabem que os seus caças estão sendo equipados com motores de produção própria chinesas, aliando isso as novas armas que foram desenvolvidas especialmente para os caças de novas gerações, ampliando e atualizando as suas capacidades.

Plano Brasil

China realiza com sucesso testes do novo BVR PL-15 e promove reviravolta e preocupação nos EUA

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Em um pronunciamento recente, o Comandante do “Air Force’s Air Combat Command” o Tenente General Herbert Carlisle, mencionou com preocupação o desenvolvimento alcançado pela China no seu mais novo míssil BVR, cujos testes foram executados em meados de Setembro.
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O míssil, designado PL-15, foi relatado por Carlisle por possuir um sofisticado radar de busca e um novo sistema propulsor bem mais poderoso o qual o permite engajar alvos a distâncias iguais ou ainda superiores aos modelos empregados pelos caças dos Estados Unidos.

“Olhem para os nossos potenciais adversários que estão em desenvolvimento, coisas como o PL-15 e seu alcance de combate”,

foi o que disse Carlisle em um discurso no Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais em Washington, DC, em 15 de setembro, data na qual a China supostamente testou o PL-15 pela primeira vez.

“Como é que vamos combater isso? e o que vamos fazer para sustentar a nossa supremacia aérea e responder a essa ameaça?”, Perguntou retoricamente Carlisle.

Informações ainda não confirmadas dão conta de que o míssil chinês possui um alcance superior aos modelosocidentais, segundo notas o PL-15 teria um alcance nominal máxima de 200 km ou 150 km em capacidade real de engajamento. O seu sistema de radar ativo é segundo as informações americanas, bem mais protegido contra ECM e seu novo motor lhe garante maior sustentação em fase terminal de engajamento.

Segundo Carlisle, “O desenvolvimento do PL 15 é um dos bons motivos para a USAF perder algumas boas noites de sono.”

No dia seguinte, revista Flight global publicou uma entrevista com Carlisle em que o Tem. Gal. ressaltou ainda mais o seu tom de preocupação, afirmando ser necessário desenvolver tecnologias e habilidades capazes de neutralizá-lo.

“É óbvio que o PL-15 é um míssil bastante sofisticado. O que é não claro é se o próprio míssil é realmente melhor que a arma principal ar-ar da América, o AIM-120, há poucas armas assim capazes no mundo”.

Segundo o  Maj. Michael Meridith, um porta-voz do Comando de Combate Aéreo.

“Estamos interessados em uma ampla variedade de características operacionais deste míssil tais como a capacidade de carga, sistema de orientação, tipo de ogiva, portabilidade, orientação, resistência a contramedidas, confiabilidade / manutenção, velocidade, alcance, etc., que são diferentes com base no sistema de armas.

Considere que o J-11 é uma variante do icônico caça russo SU-27 Flanker e que este  pode, com upgrades, transportar até 12 mísseis do tamanho do PL-15, além de dois mísseis menores e assim transportar um total de 14 armas sofisticadas. 

Ele continua…

“Em comparação, o F 22 da Força Aérea dos Estados Unidos, o caça topo de linha transporta um máximo de seis mísseis AIM-120 e dois Sidewinder de curto alcance. Isso porque, desde a Guerra Fria, o design do caça americano enfatizou-se na sua capacidade furtiva, a discrição requer uma silhueta lisa, o que minimiza a reflexão das ondas de radar e isso significa manter as armas em compartimentos internos. Mas há menos espaço em uma baia interna que sob a fuselagem e asas, onde os caças chineses penduram suas munições. A Furtividade é uma vantagem em certas situações, mas em um confronto saturado isto pode resultar em um déficit de armas para os “furtivos”. No caso do F-22 contra os J-11, o déficit para o lado americano é de até seis mísseis por caça. Esta situação fica ainda pior. Devido ao seu alto custo, a Força Aérea dos EUA possui apenas 195 caças F-22.”

Meridith ressalta…

 “A China possui nada menos que 300 J-11. A Força Aérea está confortável com a menor carga de armas do F-22 porque a capacidade do avião em evitar detecção deve torná-lo mais difícil de abater, desta forma nega parcialmente a vantagem do poder de fogo do inimigo. Mas há muito poucos caças F-22”.

A decisão do Pentágono em 2009 de encerrar a linha de produção do F-22 foi considerada por Carlisle como “O maior de todos os Equívocos”. Esta decisão comprometeu a vantagem Norte Americana sobre os militares chineses e outros inimigos potenciais, o Pentágono está comprando centenas de novos caças F-35 Joint Strike Fighters, porém ele ressalta que mesmo em sua configuração furtiva, o F-35 transporta até menos mísseis que o F-22,  apenas dois AIM-120.

“Não é difícil imaginar o resultado de um confronto entre um esquadrão de caças Americanos em batalhas contra esquadrões chineses armados com sete vezes mais mísseis”.

Peter Goon, um analista da Air Power Austrália (Think tank) ressalta que

“O PL-15 é apenas uma das preocupações, talvez a maior pesadelo é o fato do F-35A JSF carregar apenas dois mísseis AIM-120 tal como indagou Carlisle.”

Diante deste cenário, não surpreende as recentes ofertas de empresa Americanas para conversão de caças mais antigos em plataformas de lançamento de mísseis, tal como o programa da Boeing para conversão de versões antigas do F15 capacitando-os a transportar até 16 Mísseis AIM 120.

F 15

No mesmo dia em que Carlisle lançou a preocupação com o novo míssil chinês, a  Boeing propôs a adição de novas estações de armas para velhos F-15, dobrando a carga de armas e acrescendo-as em mais dois mísseis além da capacidade do J-11.

“É algo que sabemos ser de interesse para a Força Aérea”,

informou o vice-presidente da Boeing Mike Gibbons ao Flight global.

Ainda há cerca de 200 caças F-15 produzidos nos anos 70 e 80, eles não são furtivos como os caças F-22, mas como ressaltado por Carlisle,

“Ambos os caças poderiam juntar-se aos F-22s que agindo como um “quarterback”*,proveriam a detecção e seleção de alvos para os caças mais antigos”. “Agora que a China está desenvolvendo um míssil ar-ar que é pelo menos tão bom como os mísseis americanos, chegou a hora da USAF lançar-se a uma resposta”.

Ao que parece que a proposta da Boeing é a mais viável…

* Quarterback (QB) é uma posição do futebol americano. Jogadores de tal posição são membros da equipe ofensiva do time e atuam como lideres.

Fontes: Flight Global 

Mil.huanqiu.com

Thedailybeast

Plano Brasil

Rússia começa a fazer ataques aéreos na Síria,Moscou relatório oficial 20-30


Aviões  da Força Aeroespacial Russa (VKS) identificaram e atacaram oito posições do Grupo Terrorista  Estado Islâmico . Foi o que noticiou o Ministério da Defesa da Federação Russa, à rede de notícias TASS tass.

De acordo com o departamento de guerra, o ataque russo foi executado em 20 sortidas. O Ministério da Defesa observou que os pilotos conseguira destruir os centros de controle comando dos militantes do ISIS nas montanhas. O ataque também se intensificou sobre depósitos de armas, munições, combustível e material militar.

O analista de defesa e correspondente diplomático Jonathan Marcus falou a BBC, que a decisão da Rússia de intervir com o seu poder aéreo dificulta enormemente a crise síria, enquanto provavelmente oferece pouca chance adicional de uma solução diplomática.

Fontes russas indicam que caças Sukhoi Su-24  operaram a partir de uma base aérea perto de Latakia. Há sérias questões sobre à quem exatamente as aeronaves russas são dirigidas. Autoridades dos EUA acreditam que os ataques russos iniciais não se concentram no ISIS, levantando a possibilidade de que o poder aéreo russo esteja sendo usado mais sob a forma de apoio aéreo aproximado para as forças do governo sírio contra os vários inimigos do regime Assad.

Claro, muitos desses inimigos são apoiadas por aliados árabes do Ocidente ou Turquia. O tempo de aviso dado pelos russos aos americanos parece ter sido muito curto, sugerindo que a coordenação muito mais detalhada pode ser necessária no futuro para evitar incidentes no espaço aéreo sírio.

Plano Brasil

Aldo Rebelo substitui Jaques Wagner no Ministério da Defesa

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Dilma cede a Lula, tira Alozio Mercadante e coloca Jaques Wagner na Casa Civil

Atual titular da Casa Civil vai para a Educação

Aldo Rebelo ocupará o Ministério da Defesa

Por Fernando Rodrigues, 30/09/2015

A Presidente Dilma Rousseff cedeu ao seu antecessor e decidiu retirar o Ministro Alozio Mercadante da Casa Civil. Para esse posto vai Jaques Wagner, atualmente Ministro da Defesa.

Luiz Inácio Lula da Silva defendia de forma ostensiva a saída de Mercadante do Palácio do Planalto como forma de “distensionar” as relações do Poder Executivo com o Legislativo. Na Casa Civil, Mercadante acumulou muito poder e era visto como um interlocutor arestoso por vários deputados e senadores aliados ao governo.

Nessa troca, a Defesa ficará com Aldo Rebelo (PC do B), que sai da pasta da Ciência e Tecnologia. Já Aloizio Mercadante, que ficou sob forte bombardeio durante vários meses, será realocado para o Ministério da Educação, local que já ocupou durante o primeiro mandato de Dilma Rousseff.

Para ler toda a matéria, acessar a fonte

Fonte: Blog do Fernando Rodrigues  

Plano Brasil

terça-feira, 29 de setembro de 2015

Rússia adverte Israel para que não ataque alvos de aliados de Assad na Síria

Putin adverte Israel pra que não ataque alvos iranianos na Síria

O presidente russo, Vladimir Putin está preocupado com repetidos ataques de Israel na Síria, disse ele, depois de falar por uma hora e meia com o presidente Barack Obama nesta terça-feira, 29 de setembro, à margem da Assembleia Geral da ONU em Nova York. Putin concordara que as preocupações de segurança de Israel devem ser levadas em conta na Síria, mas ele estava preocupado pelos ataques periódicos da IDF em posições no território em apuros.

Domingo à noite, IDF atingiu alvos militares sírios com poderosos foguetes de artilharia Tamuz após dois foguetes sírios errantes caíram no Golan.

Fontes militares do DEBKAfile informam que atingiram o posto de comando da artilharia de 90 Brigada do exército sírio, que está estacionado fora de Quneitra. Fontes de sírios e libaneses dizem que o vice-comandante sírio ficou ferido.
A mensagem que o presidente russo emite, logo após seu encontro com Obama, foi a de que Moscou não irá concordar com ataques israelenses na Síria, mesmo em resposta a um ataque.
Este comentário e os eventos que conduzem a isto agora levantam quatro questões:

1. Por que Putin dar-se ao trabalho de responder pessoalmente a um incidente trivial como um intercâmbio transfronteiriço de fogo no Golã diretamente após suas conversas altamente importantes com Obama?

2. Por que ele estava tão preocupado com este incidente? Ocorreu apenas uma semana após o presidente russo e o primeiro-ministro israelense Binyamin Netanyahu haviam concordado em Moscou para estabelecer um mecanismo de coordenação para evitar confrontos entre IDF e as forças russas. E em qualquer caso, as forças russas não estavam envolvidas.

3. O que estava por trás de declaração emitida pelo ministro da Defesa, Moshe Ya'alon de Israel após o incidente, na qual ressaltou com zero de tolerância de infrações de foguetes sírios de sua soberania ênfase incomum de Israel?

4. As duas declarações altamente carregadas foram, obviamente, ocasionadas por muito mais do que fogo transfronteiriço errante do lado sírio do Golã.

As fontes militares e de inteligência do DEBKAfile informam que as respostas a estes enigmas são incorporados em um indivíduo, Brig. Gen. Saeed Azadi, da Guarda Revolucionária iraniana, cuja presença e operações na Síria são um segredo bem guardado.

Ou, pelo menos, eles foram até Netanyahu deixando o gato fora do saco em sua reunião com Putin na semana passada na residência presidencial russa fora de Moscou. O primeiro-ministro revelou seu conhecimento que o general Azadi tinha vindo para substituir o general Ali Allah Dadi, que morreu no dia 18 de janeiro em um ataque aéreo israelense contra um comboio que levava Guardas iranianas e comandantes do Hezbolah que viajam perto de Quneitra. Eles estavam lá para inspecionar um local para montar uma campanha terrorista dentro de Israel.

O ataque aéreo israelense beliscado este plano à nascença. Mas o Irã e Hezbollah nunca desistiram, e Gen. Azadi foi designado para concluir a configuração da máquina de terror e começá-lo pronto e funcionando.

Há uma semana, Netanyahu notificou Putin que Israel não iria deixar que isso aconteça - mesmo se isso signifique a eliminação de outro general iraniano.

O líder russo explicou que os ataques de Israel contra alvos militares iranianos apresentam um problema porque eles enfraquecem Bashar Assad.
Como a matéria que ai está, pois, Rússia e Israel estão em rota de combate: Enquanto Israel vê Gen. Azadi como um adversário ameaçador, Putin considera-o como parte do eixo russo-iraniano-hezbollhah na Síria e Israel quer manter suas mãos longe dele. Este ponto é de tal importância primordial para os planos do líder russo para a Síria que ele fez um grande negócio ao mais alto fórum internacional - quase como uma sequela para o seu primeiro encontro com o presidente Obama em mais de um ano.
Ele estava sinalizando fortemente que o arranjo para os exércitos russos e israelenses para coordenar suas operações na Síria é inviável e ele estava perdendo a paciência com "questões de segurança" de Israel na medida em que impediu seus planos com o Irã para a Síria.

Fontes militares do DEBKAfile acrescentam: O fogo de foguete sírio entre sexta e sábado não era de fato "errante", como o porta-voz da IDF afirmava . Os foguetes foram disparados sob as ordens do iraniano Brig. Azadi como uma demonstração de que o aviso de Israel a Putin foi um desperdício de tempo e ele queria ir em  frente com sua operação independente. Netanyahu e Ya'alon transmitiram sua mensagem de resistência a esta operação, instruindo a IDF para bater de volta com o foguete Tamuz, um sistema poderoso o suficiente para dar ao outro lado pausa e presente a Putin com uma complicação imprevista em sua venture na Síria.


UND2

China transporta contingente militar e armas para Síria

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Um contingente militar da República Popular da China, a caminho de Latakia, na Síria, é esperado a qualquer momento para o desembarque em portos da região. Outro navio chinês de transporte, com carga militar, também foi avistado na 3ª-feira pela manhã, cruzando o canal de Suez, segundo o diário árabe Al Masdar News.

Informações sobre especialistas militares chineses a caminho de Tartus foram confirmadas pelo comandante do Exército Sírio. A matéria conclui que Moscou criará, na Síria, uma coalizão antiterror que será versão alternativa da aliança que os EUA formaram para abastecer e armar os terroristas do ISIS.

A entrada da China na luta pela Síria será importante acréscimo à declaração de hoje, do Ministério de Relações Exteriores do Irã. Em conferência de imprensa com RT, o vice-ministro de Relações Exteriores do Irã Hossein Amir Abdollahian declarou que o Irã se integrará à coalizão organizada pela Rússia, para combater contra o ISIS. Significativamente, Amir não falou de uma “aliança”, mas de se criar ampla coalizão militar.
— Consideramos bem-vinda a proposta do presidente russo para o estabelecimento de uma frente comum na luta contra o terrorismo, e estamos prontos para a iniciativa de operações conjuntas e cooperação – disse o vice-ministro iraniano de Relações Exteriores.

Que Rússia e Irã combaterão juntos contra os terroristas, fontes russas já anunciavam há uma semana. E a chegada da China para contribuir como mais uma força no grupo de apoio é mais do que se poderia ter imaginado. A presença da coalizão internacional altera a favor de Moscou o equilíbrio de poder – deixando livres as mãos russas para ação militar direta no Oriente Médio, com apoio do Irã. Na nova situação geopolítica, a Rússia volta a se integrar ao Oriente Médio.

FONTESCorreio do Brasil/Agências Internacionais

UND2

Rússia envia navios de guerra para a Síria


Um grupo de fotógrafos de Istambul reuniu evidências do aumento da atividade da marinha russa, no Estreito do Bósforo. São manobras de natureza, aparentemente, militar – os navios deslocam-se a partir do Mar Negro, até ao Mediterrâneo através do Bósforo.

Os observadores turcos descreveram numerosas embarcações, transportando equipamento militar e especulam que se dirigem à Síria.

A Euronews enviou um pedido oficial ao Ministério da Defesa russo, para que comentasse esta questão, mas não recebeu resposta imediata.

O fotógrafo amador, Yörük Işık, explica: “O movimento mais importante que observamos no nosso grupo foi que os navios comerciais são utilizados para transportar equipamento militar, mas não existem explosivos. Vimos tendas pré-fabricadas, tanques de água, camiões militares, com os logos militares das tropas russas, na Ucrânia.”

O fotógrafo amador diz que estas movimentações, pouco habituais por parte da Rússia, aumentaram no final do verão.

“Com este tráfego é muito difícil tirar fotografias a todos os barcos. Na semana passada, todos os dias, havia um navio militar russo no estreito do Bósforo. Nalguns dias havia duas ou três navios russos a passar em alturas diferentes ou ao mesmo tempo. Por exemplo: no último sábado dois navios militares russos, um que voltava ao porto de origem de Sevastopol e outro em direção ao Mediterrâneo, passaram exatamente ao mesmo tempo aqui, debaixo da Ponte do Bósforo”, acrescenta Yörük Işık.

O aumento destas movimentações da marinha russa está a levantar uma onda de preocupação nas potências ocidentais.

O correspondente da euronews, Bora Bayraktar, conclui:“De acordo com os fotógrafos amadores, o tráfego de navios militares russos, nos estreitos da Turquia, aumentou desde agosto. Ao que tudo indica, este tráfego vai aumentar ainda mais, à medida que a Rússia tenta construir nova base naval na Síria, para apoiar o regime de Assad.”

EuroNews PT