sábado, 31 de outubro de 2015

Terrorista da Ahrar Sham é atingido e morrer em caminhão equipado com metralhadora pesada

AlRastan: Os terroristas se atacados


A força aérea do exército destruiu veículos dos terroristas do Estado Islâmico do Iraque e da Síria (ISIS) , alguns equipados com metralhadoras, matando e ferindo vários deles nas operações do exército contra seus esconderijos e reuniões na aldeia de Khanaifis na zona rural de Palmyra, e as aldeias de Rasm al-Sabaa e Gzaileh no campo oriental. Na zona rural do norte de Homs Província Central, A força aérea do exército alvo os encontros dos terroristas "e esconderijos nas aldeias e cidades de al-Ghanto, Tal Abu al-Sanasel, al-farhaniyeh, Talbiseh e Tair Maala. O Exército também destruiu uma série de organizações terroristas ligadas a Jabhat al-Nusra com foco nos veículos, alguns equipados com metralhadoras.

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MiG-31 russo desaparece de radar no Extremo Oriente.Pilotos desaparecidos estão salvos

MiG-31 (Foxhound)Militares russos perderam contato com um MiG-31 Interceptor nesta sexta-feira, informou o Ministério da Defesa da Rússia.

O caça estava realizando uma missão de treinamento no Extremo Oriente russo. 
"Um avião MiG-31 do Distrito Militar do Leste desapareceu das telas de radar nesta sexta-feira, às 06h30min, horário de Moscou", diz o comunicado do ministério.
"A aeronave estava retornando a sua base no Território de Kamchatka após um voo rotineiro de treinamento", completa o texto.

Segundo o ministério, uma missão de busca e resgate está em andamento, mas prejudicada pelo mau tempo. 

Ambos os pilotos do MiG-31 Interceptor russo estão vivos depois de o seu avião ter caído na península de Kamchatka, no Extremo Oriente russo, afirmou o Ministério da Defesa russo neste sábado (31).

Os pilotos foram evacuados assim que o tempo da área de buscas melhorou. 
Uma fonte disse à agência de notícias RIA Novosti que um dos pilotos tinha ficado ferido no incidente. Os pilotos fizeram exames médicos e neste momento nada ameaça as suas vidas.

Nesta sexta-feira (30) os militares russos perderam o contato com um MiG-31 Interceptor que estava realizando uma missão de treinamento no Extremo Oriente russo.

Nas primeiras horas de sábado um avião de patrulha russo encontrou o local onde os pilotos se encontravam.

http://br.sputniknews.com/defesa/20151031/2613552/pilotos-mig31-desaparecido-salvos.html#ixzz3qBqmSx7j

Estado Islâmico diz ter derrubado avião russo no Egito

Familiares ficaram em estado de choque, buscando informações no aeroporto russo. (Foto: Reuters)
A reivindicação pelo Estado Islâmico (EI) da autoria da queda do avião russo no Egito, que deixou 224 mortos, não pode ser considerada exata, afirmou o ministro dos Transportes russos, Maxime Sokolov. A facção egípcia do EI afirmou no Twitter ser o responsável pela queda do avião fretado russo no Sinai egípcio.

“Os soldados do Califado foram capazes de derrubar um avião russo na província do Sinai que transportava mais de 220 cruzados que foram todos mortos”, afirma o grupo extremista em um comunicado publicado em suas contas no Twitter, indicando que agiu em retaliação à intervenção russa na Síria.

“Esta informação não pode ser considerada como exata”, enfatizou Sokolov. “Estamos em contato com nossos colegas egípcios e as autoridades aéreas desse país. Por ora, não dispomos de qualquer confirmação sobre esta reivindicação”.

Vários especialistas militares questionados pela AFP consideram que os insurgentes do EI, presentes no norte do Sinai, não possuem mísseis capazes de atingir um avião a 30 mil pés. Mas eles não excluem a possibilidade de uma bomba a bordo.

O Povo

Avião russo cai no Sinai e deixa 224 mortos

Aeronave transportava 217 passageiros e 7 tripulantes.Airbus da companhia russa KogalymAvia sumiu 23 minutos após decolar.
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Foto feita no dia 20 de outubro mostra um Airbus A321 da companhia Kogalymavia, no aeroporto de Moscou (Foto: AP)
Um avião da companhia áerea russa KogalimAvia, mais conhecida como Metrojet, caiu na madrugada deste sábado (31) na península do Sinai e deixou 224 mortos, segundo o governo egípcio. O voo saiu de uma cidade no litoral do Egito e seguia para São Petersburgo, na Rússia.
O Airbus A-321 transportava 217 passageiros, entre eles 138 mulheres, 62 homens e 17 crianças, além de 7 tripulantes. Segundo a Reuters, 214 são russos e três ucranianos. “Agora vejo uma cena trágica. Muitos mortos no chão e outros tantos ainda presos em suas poltronas”, relatou uma autoridade egípcia. Segundo ele, o avião se dividiu em duas partes.
Uma fonte de segurança disse às agências de notícias internacionais que a caixa preta do avião foi encontrada. Ele afirmou ainda que um exame preliminar indica que não houve nenhuma operação terrorista e que a queda pode ter sido causada por um erro técnico.
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O primeiro-ministro egípcio, Ismail Sharif, confirmou o acidente por meio de comunicado. O avião perdeu contato com os radares 23 minutos após a decolagem, quando sobrevoava a cidade de Larnaka, informou um porta-voz de Rosaviatsia, a agência de aviação civil da Rússia.
O avião caiu em uma área montanhosa no centro de Sinai e más condições atmosféricas dificultaram o acesso das equipes de resgate ao local, de acordo com a autoridade da segurança egípcia que havia acabado de chegar ao local contou à Reuters. Cerca de 50 ambulâncias foram enviadas para o local. Os corpos dos passageiros serão levados de avião para o Cairo, segundo a fonte.
Amostras de DNA serão coletadas dos parentes dos passageiros que estavam a bordo do avião, conforme informou o comitê de políticas sociais da Rússia.
Parentes dos passageiros estão se reunindo no balcão de informações da companhia aérea russa Kogalymavia no aeroporto de Pulkovo, em São Petersburgo, com a esperança de encontrar mais informações sobre o voo.
O Airbus A-321 tinha como destino o aeroporto Pulkovo da cidade russa de São Petersburgo. O voo 9268 transportava muitos turistas do resort egípcio de Sharm el-Sheikh.
As autoridades da aviação civil perderam contato com a aeronave quando o ela estava a 30.000 pés de altitude (9.144 m), segundo um funcionário da autoridade de controle do espaço aéreo do Egito.
Equipes de resgate russas no Egito
O presidente russo, Vladimir Putin, expressou suas “profundas condolências” às famílias das vítimas e ordenou o envio de equipes de emergência russas para o local da queda, segundo a France Presse. Putin decretou luto nacional no domingo (1º).
O chefe de Estado “deu a ordem ao ministro das Situações de Emergência (…) Vladimir Putchov de enviar imediatamente, em acordo com as autoridades egípcias, aviões do ministério para trabalhar no local do acidente”, indicou o Kremlin em um comunicado.
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Parentes chegam ao aeroporto de São Petesburgo, na Rússia, em busca de informações sobre a queda do avião (Foto: AP Photo/Dmitry Lovetsk)
Segundo agência de notícias russa, o ministro da Defesa da Rússia convocou uma reunião de ermergência para discutir a queda do avião. No total, cinco aviões com especialistas em várias áreas estão a caminho do Egito.
O Comitê de Investigação da Rússia lançou um processo criminal contra a companhia aérea Kogalymavia. A agência de notícias RIA informou que o caso será investigado pelo artigo de regulação “violação das regras de voos e preparações”.
A Airbus, fabricante do A-321, informou que dará mais informações assim que tiver mais detalhes sobre o acidente. Veja a íntegra do comunicado da empresa:
A aeronave envolvida no acidente, registado sob o número de série EI-ETJ 663, foi produzido em 1997 e desde 2012 operado pela Metrojet. A aeronave tinha acumuladas cerca de 56.000 horas de voo em cerca de 21.000 vôos. Ele foi equipado com motores IAE V2500.
Em conformidade a lei, um grupo de técnicos da Airbus foi destacada para fornecer as informações às autoridades encarregadas da investigação.
O A321-200 é o maior membro da família A320, com capacidade para 240 passageiros. O primeiro A321 entrou em serviço em janeiro de 1994. Até o final de setembro de 2015, cerca de 6.500 aeronaves da família A320 estavam em serviço com mais de 300 operadoras. Até à data, toda a frota já acumulou cerca de 168 milhões de horas voadas em 92,5 milhões de voos.
A Airbus dará mais informações disponíveis assim que os detalhes forem confirmados e liberados pelas autoridades para a divulgação.
Último acidente aéreo no Egito
O último acidente aéreo no Egito foi em janeiro de 2004 e fez 148 mortos, incluindo 134 turistas franceses. Um Boeing 737 da empresa egípcia Flash Airlines caiu no Mar Vermelho, poucos minutos depois de decolar do aeroporto de Sharm el-Sheikh.
Desde o início em 2011 da revolta que derrubou Hosni Mubarak do poder, o turismo está fraco e as autoridades tentam relançar de todas as maneiras esse setor vital da economia egípcia.
Apesar da instabilidade política do país e os atentados jihadistas contra as forças de segurança no norte do Sinai, os resorts do Mar Vermelho, no sul da península, continuam sendo um dos principais destinos turísticos do país e muito frequentados por turistas russos e do leste europeu, que chegam diariamente a bordo de vários voos fretados.
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Parentes pedem informações sobre a queda do avião, no aeroporto de São Petersburgo (Foto: AP Photo/Dmitry Lovetsk)

Plano Brasil / G1

Rússia Testa Vários misseis em exercício militar

sexta-feira, 30 de outubro de 2015

Pesquisador Gilberto Orivaldo Chierice explica o trabalho de pesquisa com a fosfoetanolamina


Em reunião conjunta na Comissão de Ciência e Tecnologia do Senado, o pesquisador Dr. Gilberto Orivaldo Chierice explica o trabalho de pesquisa com a fosfoetanolamina sintética. Sessão realizada em 29/10/2015.

A sionista Rede Globo e seu fantoche Drauzio Varella virão à público se desculpar perante a sociedade brasileira pela sua nojenta reportagem que tentou colocar os pesquisadores como “farsantes” e a substãncia como “placebo”? E os idiotas que criaram vídeos no Youtube chamando os pesquisadores da fosfo de “charlatães” e “enganadores”? Vão se desculpar?

Quem pesquisou em TODAS as fontes de informação, enquanto a polêmica sobre a fosfo circulava pela internet, percebeu que o assunto é extremamente sério. Estamos diante do que pode ser a cura do câncer. E não de “alguns tipos de câncer”, mas de todo tipo de câncer. O Dr. Chierice explica claramente este ponto no vídeo. Existem dois tipos de células no corpo, aeróbicas e anaeróbias. As cancerígenas são as anaeróbicas. Portanto, é nestas células onde atua a fosfoetanolamina, nas anaeróbicas, atuando como um marcador e permitindo que o próprio sistema imunológico do paciente combata as células cancerígenas. O conceito é muito simples.

Caminho Alternativo

Rússia: Vitória em Aleppo é crucial

26/10/2015, Pepe Escobar, RT

Tradução Vila Vudu

Mais uma vez, o que quer que o futuro reserve para a Síria nos dois fronts, político e militar, depende da nova Batalha de Aleppo. Com o influxo de refugiados internos, é possível que cerca de três milhões de pessoas estejam vivendo na cidade e arredores.

Trata-se, sempre, de Aleppo. Eis o que, na essência, está acontecendo no solo.
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Exército Árabe Sírio

Damasco, com o Exército Árabe Sírio [ing. Syrian Arab Army (SAA)] controla a parte ocidental de Aleppo.
Curdo do PYD que lutam contra o “Estado Islâmico” apoiados por EUA

Algumas áreas no norte são controladas por curdos do Partido da União Democrática, (cur. Partiya Yekîtiya Demokrat , PYD) – muito mais engajados em combater contraISIS/ISIL/Daesh do que contra Damasco. O PYD também é considerado aliado objetivo pelo governo de Obama e o Pentágono, para grande desgosto do ‘sultão’ Erdogan da Turquia.

A chave portanto é o leste de Aleppo. Está sob controle do chamado “Exército da Conquista”, que reúne militantes da Frente al-Nusra, codinome “Al-Qaeda na Síria, e o grupo salafista Ahrar al-Sham. Outras partes no leste estão sob controle de “restos” (© Donald Rumsfeld) do Exército Sírio Livre [ing. Free Syrian Army (FSA), que se recusaram a colaborar com o Exército da Conquista.
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grupo salafista Ahrar al-Sham.

Lá pelos prédios da Av. Beltway onde vivem os operadores do governo norte-americano, todos os supracitados são considerados “rebeldes moderados”.

O desenvolvimento recente mais importante no campo de batalha em Aleppo é que o Exército Árabe Sírio – com a ajuda crucialmente importante dos russos – matou Abu Suleiman al-Masri, também conhecido como Mahmud Maghwari, líder da Frente al-Nusra, egípcio, nome que permanecia há eras na lista de matar do Cairo. (IMAGEM)

Adicionalmente, várias centenas de combatentes xiitas iraquianos, sob a supervisão do comandante superstar das Forças Quds Iranianas, Qasem Soleimani, foram transferidos de Latakia para Aleppo. E uma brigada blindada do Hezbollah, de cerca de três mil combatentes, também está para chegar.
Resultado de imagem para foto Forças Quds Iranianas, Qasem Soleimani
Forças Quds Iranianas

O que está tomando forma é uma espécie de ofensiva pelo sul. Todas essas forças estarão convergindo não só para Aleppo, mas, num segundo estágio, terão também de limpar o terreno todo, até a fronteira turco-síria, que hoje é zona aérea de exclusão de facto, controlada pelos russos.

O alvo supremo é cortar as linhas de suprimento para todos e quaisquer atores salafistas ou jihadistas-salafistas – dos “rebeldes moderados” ao ISIS/ISIL/Daesh. Aí está a razão de Moscou tanto insistir em que a luta se trave contra todas as griffes do terror, sem distinção. Não interessa que ISIS/ISIL/Daesh não seja o principal ator presente dentro e nos arredores de Aleppo.
Para todos os objetivos práticos, toda a campanha síria está agora sob gestão operacional, tática e estratégica dos russos – claro que com o input estratégico chave, do Irã. (IMAGEM)
A coalizão Rússia-Síria-Irã-Iraque-Hezbollah na Síria – também conectada ao centro de inteligência “4+1″ em Bagdá – tem grande chance de vencer a próxima Batalha de Aleppo, se preencher três condições:

1) Coordenação entre a cobertura aérea russa e a inteligência em solo para todas as operações (condição que se pode dar por preenchida); 2) Apoio popular (também se pode considerar condição atendida; a população sunita urbana em Aleppo, principalmente empresários, apoia Damasco); 3) Tropas em solo, com experiência de combate e em número não inferior a 15 mil (condição em vias de ser atendida, considerando a contribuição do Iraque e do Hezbollah).

No escuro

Como se pode prever, há outra coalizão que não está exatamente felicíssima com a configuração que os combates estão assumindo.

No momento, a principal usina geradora de energia de Aleppo, a 25km a leste da cidade, está sob controle de ISIS/ISIL/Daesh. Por alucinado que pareça – mas toda a tragédia síria é alucinada –, há acordo informal entre Damasco e o falso ‘califato': os doidos ficam com 60% da eletricidade produzida, o governo fica com 40%. Afinal de contas, até os degoladores – sejam suaves-moderados ou degoladores do tipo convencional –, também precisam de energia.

Assim sendo, o que fez a Coalizão dos Oportunistas Finórios (COF) – que inclui Turquia, Arábia Saudita e Qatar, além dos EUA – para ajudar na luta contra ISIS/ISIL/Daesh? Ora, há mais ou menos uma semana, bombardearam a usina de Aleppo. É bombardear infraestrutura civil síria – crime clássico, à maneira dos crimes de choque & pavor de 2003, cujas vítimas são, principalmente o “povo sírio” que o ‘Excepcionalistão’ tanto ama.

O que acontecer no campo de batalha em Aleppo e nos arredores nas próximas poucas semanas será essencial para definir o front diplomático. Como se sabe, Bashar al-Assad captou a mensagem de Moscou. Está pronto a discutir emendas à Constituição e preparado para realizar eleições parlamentares e presidenciais. Mas antes disso os “4+1″ precisam de algum grande fato no campo de batalha. (IMAGEM)

Até o secretário de Estado dos EUA John Kerry mudou a cantilena, depois de falar com o ministro russo de Relações Exteriores Sergey Lavrov: qualquer solução política implica envolvimento direto de Damasco e também da “oposição patriótica“.

Mas os “patriotas” do Exército Sírio Livre ainda não entenderam. Lavrov explicitamente comprometeu Moscou com ajudá-los – mesmo depois de terem recebido armas via Turquia e Jordânia para usá-las contra Damasco – desde que combatam contraISIS/ISIL/Daesh. Como seria de prever, os tais “patriotas/rebeldes moderados” desconsideraram o oferecimento de Lavrov.

Outro absurdo nada diplomático é a ausência do Irã na mesa de negociações – por causa da paranoia aguda da Casa de Saud. Generais e conselheiros iranianos são componentes chaves das operações em solo, na análise da inteligência colhida em solo e em toda a concepção estratégica do quadro geral na Síria.

Em vez disso, Washington e Riad insistem em aumentar o apoio àqueles “rebeldes moderados” –, depois que Kerry reuniu-se com o rei Salman em Riad. O Departamento de Estado, pela primeira vez dedicado a fazer suspense, não especificou o que significa“apoio”. Nem é preciso dizer que significa mais treino dado pela CIA e mais mísseis TOW antitanques que de modo algum devem ser mirados diretamente contra ISIS/ISIL/Daesh.

O balé diplomático vai continuar, mais para o fim da semana. Bem na hora, com a crucial Batalha de Aleppo pegando fogo.

Pepe Escobar (1954) é jornalista, brasileiro, vive em São Paulo, Hong Kong e Paris, mas publica exclusivamente em inglês. Mantém coluna no Asia Times Online; é também analista de política de blogs e sites como:  Sputinik, Tom Dispatch, Information Clearing House, Red Voltaire e outros; é correspondente/ articulista das redes Russia Today e Al-Jazeera

Oriente Mídia

Gasodutos-Nord Stream2: Funeral das potências de passagem

Mapa em Fort Russ

Tradução Vila VuduO gasoduto “Nord stream-2″ [Ramo Norte 2] finalmente fará da Alemanha o principal parceiro da Gazprom russa na Europa. Ucrânia, Polônia e os estados do Báltico, inspirados na luta pela independência frente ao gás russo, recusaram voluntariamente aquele papel.Outro dia, Kiev recebeu a explicação de por que o novo gasoduto russo sob o Mar Báltico será implementado, apesar de Kiev opor-se tanto: “Quando dizemos que não seria projeto econômico, mas puramente projeto político que teria como alvo a Ucrânia, todos esquecemos que o projeto envolve empresas europeias. A Gazprom tem só 51%” – disse à European Truth uma fonte na Comissão Europeia envolvida nas negociações com a “Gazprom“.Em outras palavras, cada vez que se falar que Moscou está castigando Kiev com o porrete do gás, que todos lembrem que Londres (Shell), Amsterdã (Shell), Berlim (E. ON, BASF/Wintershall), Paris (ENGIE) e Viena (OMV) são cúmplices no mesmo espancamento.

Além do mais, a fonte do jornal online sugeriu que Kiev não seria vista com muita simpatia entre os principais países da UE. A causa disso seria a real falência da “Naftogaz”. E parceiro falido, numa mesma rota de trânsito, é parceiro pouco confiável – motivo pelo qual a Rússia encontra tão significativo apoio na Europa.

“Nord stream-2″ tem apoios na associação Eurogas, que reúne 44 empresas de gás da Europa. “Por estranho que pareça, entregas diretas de gás, da Rússia à Alemanha pelo fundo do Mar Báltico não contradizem a política comum de energia da União Europeia e, sim, a apoiam. O gás que chega à Europa contornando Ucrânia, Bielorrússia e outros países chega à Alemanha – país com alta competência, mercado livre. O gás pode ser fornecido a preços competitivos, inclusive à Europa Oriental” – disse recentemente o presidente da Eurogas, Gertjan Lankhorst.
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Enquanto isso, a Europa Oriental, imersa na luta contra a “Gazprom”, acabou presa num verdadeiro laço de servidão, aos produtores de gás natural liquefeito.
Пуск в эксплуатацию второй ветки газопровода Северный поток. Архивное фото
Porto de Klaipeda

A Lituânia, que há um ano adquiriu um terminal móvel para gás natural liquefeito para [o porto de] Klaipeda, surpreendeu-se ao descobrir que o gás que vem da Noruega é 1,5 vezes mais caro que o russo. E até tentou ajustar suas obrigações contratuais. Ainda mais surpresos ficaram os poloneses, que também compraram terminal para gás natural liquefeito –, ao verificar que o preço do gás que vem do Qatar é duas vezes superior ao da odiada “Gazprom”. Esses dois países têm contratos por 20 anos, que incluem o princípio “pegue ou pague”.

Recentemente foi assinado um contrato para construção de um gasoduto entre Polônia e Lituânia. A Comissão Europeia anunciou que seria obra prioritária e alocou 300 milhões de euros. 

Presumivelmente, em poucos anos Polônia e Lituânia terão oportunidade de vender uma à outra os excedentes daquele gás caríssimo. O que estão tentando provar ao mundo é, para mim, impenetrável mistério.

Mas agora a “Gazprom” recebeu um bom argumento a seu favor, no litígio sobre preço injusto. Eles podem, sim, pagar! E até muito mais do que à Rússia.

Aplica-se, certamente, também à Ucrânia. Se Kiev está pronta a comprar gás reverso e pagar preço mais alto, evidentemente o argumento sobre o preço ‘caro’ cobrado pela “Gazprom” perde o sentido.

Simultaneamente, a implementação do gasoduto “Nord stream-2″ começa a tomar formas tangíveis. O grupo italiano “Intesa Sanpaolo” já manifestou interesse em participar no financiamento do projeto e na questão seguinte dos Eurobônus da “Gazprom”. O grupo já tem experiência com os seguros do monopólio russo. “O últimos 1 bilhão de euros emitidos desapareceram instantaneamente, num segundo, com a demanda correspondendo ao dobro da quantidade de Eurobônus”, – disse a RIA Novosti o presidente do Conselho de Diretores do grupo “Banca Intesa”, Antonio Falicco.

O presidente da Eurogas entende que é erro converter a questão do gás em tema político. Avaliando novos projetos para transportar gás russo para a Europa, é preciso pensar, sobretudo, que é significativo investimento na infraestrutura do Velho Mundo, não que se trata de reforçar o poder russo no mercado do “combustível azul”. Gertjan Lankhorst não concorda com os que entendem que a “Gazprom” seria um monopólio dado que apenas alguns poucos países na Europa dependem desse gás.

É pouco provável que Ucrânia ou os países Bálticos ouçam a opinião de especialistas que sabem contar dinheiro e não auferem dividendos políticos a cada declaração altissonante. Afinal, a luta contra a “Gazprom” é tãããão emocionante (e tão distanciada da economia real).

Depois de 2019, depois de encerradas as solenidades do funeral das grandes potências de trânsito [de gás], todas terão de optar entre comprar gás na Alemanha ou na Rússia. Na Rússia, claro, o gás será mais caro. Mas não é impossível que a mesma Polônia prefira o gás russo, vindo do ocidente, não do oriente. Ser independente do bom senso não sai barato.

A Rússia não está preocupada. Nos dois casos, receberemos nosso dinheiro.

Oriente Mídia

Putin faz oferta que Obama não pode recusar



Traduzido por Vila Vudu

Por que John Kerry está tão desesperado para conseguir uma reunião de emergência sobre a Síria, de repente, depois de quatro anos e meio de guerra?Estará assim aflito porque a campanha aérea dos russos está varrendo número excessivo de jihadistas terroristas apoiados pelos EUA e sabotando o plano de Washington para depor o presidente Bashar al Assad da Síria? Ah, sim! Podem apostar que sim.Ninguém que esteja acompanhando os eventos na Síria ao longo das últimas três semanas pode ter qualquer dúvida sobre o que realmente se passa ali. 

A Rússia está metodicamente varrendo mercenários que os EUA arma e paga para operarem no solo, ao mesmo tempo em que vai recapturando territórios que estavam perdidos para os mesmos mercenários e terroristas. Isso, por sua vez, fortaleceu a posição de Assad em Damasco e deixou em farrapos a política do governo dos EUA. Por isso, precisamente, Kerry tanto quer mais uma reunião com o ministro das Relações Exteriores da Rússia, o mais urgentemente possível (apesar de os dois terem-se encontrado a menos de uma semana!). O secretário de Estado espera conseguir alguma espécie de acordo costurado sobre a coxa, que ponha fim à matança de terroristas e salve o que resta do puído projeto sírio do Tio Sam.Na 3a-feira, a agência Reuters noticiou que o Irã havia sido convidado para as negociações a se desenrolarem em Viena na 5a-feira. 

O anúncio será ferozmente criticado na colina do Capitólio, mas só faz mostrar até que ponto é a Rússia quem, hoje, determina a agenda. Foi Lavrov quem insistiu em que o Irã fosse convidado, e foi Kerry quem, relutantemente, capitulou. Agora, é Moscou quem ocupa a cabine de pilotagem.E que ninguém se surpreenda se a reunião de Viena produzir também alguns resultados bem chocantes, como virada dramática de 180º na ‘exigência’ de Washington, de que “Assad tem de sair”. Como Putin já assinalou várias vezes, Assad não sairá para canto nenhum. Ele será parte do “corpo de governo transicional” da Síria, quando afinal a equipe de Obama aceitar o Comunicado de Genebra, que é a trilha política que pode, eventualmente, levar ao fim do conflito, restaurar a segurança e permitir que milhões de refugiados voltem às próprias casas.


A razão pela qual o governo Obama acabará por aceitar que Assad fique, é porque, enquanto não aceitar, a Força Aérea Russa continuará a pulverizar mercenários terroristas pagos pelos EUA. Assim, como qualquer um vê, Obama realmente não tem escolha. É como se Putin lhe encostasse uma pistola na cabeça e lhe fizesse oferta irrecusável.

Não significa que a guerra será um mar de rosas para a Rússia ou seus aliados. Não será. De fato, há houve revezes consideráveis, como o ISIS ter conseguido tomar trecho crucialmente importante da autoestrada Aleppo-Khanasser, cortando as linhas de suprimento do governo para Aleppo. É problema grave, não é problema insuperável, nem é coisa que afete o resultado da guerra. É um dos obstáculos com os quais é preciso lidar e ultrapassar. Se se analisa de um ponto de vista mais amplo, o prognóstico é muito mais encorajador para a coalizão dos russos, que continua a cortar linhas de suprimento, a explodir depósitos de munição e combustível e vai rapidamente reduzindo a capacidade do inimigo para manter a guerra. Assim, embora sem dúvida a guerra não seja um mar de rosas, não há nenhuma dúvida de quem vencerá.

E isso pode explicar por que os EUA resolveram bombardear a principal usina de produção de eletricidade de Aleppo, com o que lançou a cidade na mais profunda escuridão: porque Obama obra para “escombrar”

[1] tudo que apareça no caminho. Não esqueçam que as estações locais para tratamento de água exigem energia elétrica. Então, bombardeando a usina geradora, Obama condenou dezenas de milhares de civis ao cólera e outras doenças contraídas pelo contato com água não tratada.Tudo sugere que nosso presidente bombardeador de hospitais não perde jamais o sono com coisas triviais como mandar matar mulheres e crianças. Agora vejam essa, do
Daily Star, Líbano 22/10/2015):

“Forças da coalizão liderada pelos EUA no Iraque e na Síria executaram ataque em grande escala contra o campo de petróleo Omar, da Síria, como parte da missão de minar a capacidade de o ISIS fazer dinheiro, disse na 5a-feira um porta-voz da coalizão.O major Michael Filanowski, oficial de operações, disse a jornalistas em Bagdá que os ataques da 4a-feira à noite atingiram refinarias de petróleo controladas pelo ISIS, centros de comando e controle e nodos de transporte no campo de Omar, próximo à cidade de Deir el-Zour. Porta-voz da coalizão, coronel Steven Warren, disse que o ataque atingiu 26 alvos, o que faz dele o maior conjunto de ataques desde o lançamento da campanha, no ano passado.

A refinaria gera entre $1,7 e $5,1 milhão/mês para o ISIS.

“Foram alvos muito específicos, que resultarão em incapacitação de longo prazo da habilidade deles para vender petróleo, extraí-lo do solo e transportá-lo” – disse Filanowski.
ISIS tomou várias refinarias de petróleo e outras instalações de infraestrutura no Iraque e na Síria, buscando gerar renda para construir estado autossuficiente” (“US-led forces strikeISIS-controlled oil field in Syria“, Daily Star).

Não é mesmo enormíssima surpresa que agora – depois de um ano de varrer o deserto à procura de alvos no ISIS –, repentinamente a Força Aérea dos EUA afinal descobre onde se escondiam as malditas refinarias?! Não surpreende que até a mídia-empresa tenha optado por não comentar esses ‘feitos’.A única conclusão possível é que Obama nunca teve qualquer intenção de cortar o principal fluxo de dinheiro que sempre abasteceu o ISIS(venda de petróleo). A única coisa que Obama queria era que o grupo terrorista florescesse e prosperasse, desde que ajudasse Washington a alcançar suas metas estratégicas. Putin até já disse isso, em recente entrevista:
“Os mercenários ocupam os campos de petróleo no Iraque e na Síria. Começam a extrair petróleo, e esse petróleo é vendido por alguém. Onde estão as sanções contra essas pessoas que vendem esse petróleo?Alguém acredita que os EUA não saibam quem está comprando?

Quem está comprando o petróleo do ISIS não seriam os próprios aliados dos EUA?
Vocês não acham que os EUA tem poder para influenciar seus aliados? Ou será o caso de que os EUA não queiram influenciá-los?”

Putin jamais se deixou enganar pelo empreendedorismo do ISIS no campo da extração e venda de petróleo. Sempre soube que sempre foi pura farsa, desde o primeiro momento, desde quando o Financial Times publicou aquele artigo engraçadíssimo, no qual argumentava que o ISIS tinha seu próprio grupo de “caçadores de talentos”, e oferecia “salários competitivos” para engenheiros com a “capacidade exigida”, e estimulava “empregados potenciais” a procurarem o Departamento de Recursos Humanos do grupo, e preencher uma ficha.”“Departamento de Recursos Humanos do ISIS“?? Alguém algum dia leu ‘jornalismo’ mais ridículo, em toda a sua vida?! (A
história completa está aqui [ing.].)Em entrevista ao NPR, a fantasista profissional a serviço do Financial Times Erika Solomon (autora da peça) explicou por que os EUA não podiam bombardear campos de petróleo ou refinarias. Eis o que

“O que o ISIS fez foi encastelar-se no centro de controle do processo de extração, o que é muito esperto, porque não podem ser bombardeados lá. Causaria desastre natural (sic). Então eles extraem o petróleo e imediatamente o vendem a comerciantes locais – qualquer pessoa comum que possa comprar um caminhão onde possa instalar um tanque de petróleo.”

Ora… com certeza essa ‘organização’ não foi suficiente para deter o major Filanowski, não é? Tudo indica que ele fez voar pelos ares as tais refinarias do ISIS sem nenhuma dificuldade ou preocupação ‘ecológica’, o que apenas comprova que o conto de fadas do tal “desastre natural” da Solomon é pura conversa fiada.Mas se tudo sempre foi conversa fiada, nesse caso por que, de repente, a Força Aérea dos EUA decide acertar os alvos? O que mudou?

Eis aqui uma pista, de artigo que apareceu em RT exatamente um dia antes dos ataques norte-americanos que acertaram as refinarias:

“Para cortar as vias usadas pelo Estado Islâmico (EI, antes chamado ISIS/ISIL/Daesh) para entregar suprimentos do Iraque para a Síria, aviões russos bombardearam uma ponte sobre o Rio Eufrates – informou o Alto Comando russo.A ponte sobre o Rio Eufrates perto de [cidade síria] Deir ez-Zor era ponto chave da cadeia logística [do EI]. Hoje, pilotos russos realizaram ataque cirúrgico contra o objeto” – informou o vice-comandante do Estado-maior da Rússia, coronel-general Andrey Kartapolov, na 5a-feira, em briefing de notícias, acrescentando que a rota pela qual o grupo terrorista recebia armamento e munições já não existe.” (”

Aí está: os russos explodem ponte crítica sobre o Eufrates, tornando impossível o transporte de petróleo e, em seguida, de repente, BUUM, os EUA entram em surto de não-deixe-pedra-sobre-pedra-até-onde-a-vista alcança. É coincidência?Não, não é, de jeito nenhum, absolutamente não é coincidência. O que esse incidente sugere é que a todo poderosa CIA está metendo no saco o seu projeto-menina-dos-olhos na Síria e tomando o rumo da porta da saída. (Vale observar que o ISIS nunca foi franquia empresarial autossuficiente, que embolsaria milhão de verdinhas por dia só com vender petróleo, como a propaganda tenta fazer crer. Tudo aí é parte da cobertura de ‘Relações Públicas’ que opera para ocultar o fato de que aliados do Golfo e provavelmente operadores clandestinos da CIA estão pagando casa e comida e roupa lavada e munição para esses maníacos homicidas.)

Seja como for, a intervenção russa está obrigando Washington a repensar sua política para a Síria. Enquanto Kerry engata marcha a ré, para pôr fim aos combates, Obama sua a camisa para modificar a política de modo que acalme os críticos da direita, sem provocar confronto com Moscou. É cena de equilíbrio em corda bamba, mas a equipe de ‘Relações Públicas’ da Casa Branca acha que dará conta do serviço. Vejam o que diz a rede NBC News:

“O secretário da Defesa Ash Carter revelou hoje que os EUA iniciarão abertamente “ação direta em solo” contra as forças do ISIS no Iraque e na Síria.Em depoimento à Comissão de Serviços Armados do Senado, na 3ª-feira, Carter disse “não deixaremos de apoiar parceiros capazes, em ataques oportunistas contra o ISIL (…) ou de conduzir diretamente essa missão, seja por ataques aéreos ou ação direta em solo” (”
Sec. Carter: U.S. to Begin ‘Direct Action on the Ground’ in Iraq, Syria“, NBC News).
Ouvido assim, soa muito pior do que é. Verdade é que Obama não tem estômago para o tipo de escalada que falcões-doentes-por-guerras (tipo Hillary Clinton e John McCain ) vivem a ‘exigir’. Não haverá nenhuma “zona segura” nem “zona aérea de exclusão” nem qualquer tipo de provocação que gere risco de confrontação sangrenta com Moscou. Obama está à procura da melhor estratégia de livrar a cara que lhe permita sair logo de lá sem incorrer na ira mortal dos doidos-por-guerra em Washington. Não que seja fácil de acreditar, mas o secretário da Defesa Ash Carter apareceu com um plano que talvez opere o milagre. Eis o que se lê em The Hill:
“O secretário da Defesa Ash Carter na 3ª-feira descreveu novos modos como os militares dos EUA planeja aumentar a pressão sobre o Estado Islâmico no Iraque e Síria, depois de meses de críticas de que o governo não estaria fazendo o necessário para derrotar o grupo terrorista.“As mudança que buscamos podem ser descritas pelo que chamo “Os 3 Rs” – Raqqa, Ramadi e Raids” – disse Carter em depoimento à Comissão de Serviços Armados do Senado.
Primeiro, Carter disse que a coalizão liderada pelos EUA contra o ISIS planeja apoiar forças sírias moderadas para atacar Raqqa – quartel-general e fortaleza do grupo terrorista e capital administrativa.
O secretário disse também que espera ativar outra via para equipar a Coalizão Árabe Síria, que consiste em cerca de uma dúzia de grupos.
“A velha abordagem foi treinar e equipar completamente novas forças fora da Síria, antes de mandá-las à luta; a nova abordagem e trabalhar com líderes selecionados de grupos que já estão combatendo contra o ISIL, e dar-lhes equipamento e algum treinamento a eles e apoiar as operações deles com força aérea” – disse ele.

Também disse que a coalizão espera intensificar sua campanha aérea com mais aviação dos EUA e da coalizão, e atacar o ISIS com taxa mais alta e mais pesada de ataques.
“Haverá mais ataques contra alvos de alto valor do ISIL, agora que nossa inteligência melhora, e também contra o empreendimento deles na área do petróleo, que é pilar crítico da infraestrutura do ISIL” – disse Cartar, usando outra abreviatura  para o mesmoISIS.” (”
Pentagon chief unveils new plan for ISIS fight” [Chefe do Pentágono revela novo plano para a luta contra ISIS], The Hill).

Algo de novo aí? NADA-búrguer dos grandes, certo? Vão matar mais “alvos de alto valor”?Grande coisa! E não foi esse o plano, sempre, desde o começo? Claro que foi.

O que tudo isso mostra é que Obama está querendo ver se consegue manter toda essa confusão em fogo baixo, até que ele pule fora do governo e negocie os termos do seu primeiro grande contrato para livros de memórias. A última coisa de que Obama precisa é meter-se em briga de foice com o Kremlin, e logo no último ano de seu mandato.

Infelizmente, o problema que espera Obama é que Putin não pode simplesmente desligar a máquina de guerra, como quem desliga uma lâmpada. Moscou precisou de muito tempo até decidir-se a intervir na Síria, assim como precisou de muito tempo para comandar todas as forças a empregar lá, construir sua coalizão e construir o plano de batalha.

Guerra para os russos é assunto de extremíssima gravidade, e agora que puseram a bola em jogo não pararão até terem completado o serviço, e o núcleo duro reprodutivo dos terroristas tenha sido exterminado. Significa que não haverá cessar-fogo no futuro imediato. Putin tem de demonstrar que, quando Moscou compromete suas forças, o compromisso persiste até a vitória. Pode ser vitória em formato de “libertar Aleppo” e subsequente vedação completa da fronteira turco-síria, ou talvez Putin tenha outra coisa em mente.

Mas é também questão de credibilidade. Se Putin retrocede, hesita ou mostra um átomo que seja de indecisão, Washington verá ali um sinal de fraqueza e tentará explorá-lo. Assim sendo, Putin não tem escolha além de levar a coisa até o fim, amargo que seja. No mínimo, Putin precisa provar a Washington que, quando a Rússia envolve-se, a Rússia vence.

Essa é a mensagem que Washington precisa ouvir.

[*] Mike Whitney é um escritor e jornalista norte-americano que dirige sua própria empresa de paisagismo em Snohomish (área de Seattle), WA, EUA. Trabalha regulamente como articulista freelancenos últimos 7 anos. Em 2006 recebeu o premio Project Censored por uma reportagem investigativa sobre a Operation FALCON, um massiva, silenciosa e criminosa operação articulada pela administração Bush (filho) que visava concentrar mais poder na presidência dos EUA. Escreve regularmente emCounterpunch e vários outros sites. É co-autor do livro Hopeless: Barack Obama and the Politics of Illusion (AK Press) o qual também está disponível em Kindle edition.


[1] Orig. “rubblize” neologia, de rubble [escombro] + sufixo formador de verbo –ize [-izar]. A expressão parece ter surgido em 2014, em discurso de representante Republicano que ‘exigia’ que Obama “rubblize” a Palestina. Tradução também neológica, igualmente horrível, pode ser “escombrizar” [NTs].

Oriente Mídia

É isto que é a "invasão da Europa" olhe como

Na segunda-feiraque lhe trouxe uma série de fotos fixas junto com um vídeo que mostrava o âmbito da crisemigrantes da Europa via zangão metragem.

O ponto em destacar a imagem foi demonstrar o quão fútil esforço da UE para estabelecer uma série derefugiados "campos de detenção" ao longo da rota dos Balcãs para a Alemanha é provável que seja.




Como um lembrete, Jean-Claude Juncker e Angela Merkel estão tentando convencer os Estados recalcitrantes a apoiar os esforços para colocar centenas de milhares de requerentes de asilo, mas um sistema obrigatório de quotas só serviu para enfurecer os gostos de Hungria, que rapidamente moveu-se para fechar as suas fronteiras com os ex-iugoslavos Sérvia e Croácia e que, por sua vez, desencadeou uma batalha de fronteiras dos Balcãs.

Agora, Bruxelas está olhando para fornecer abrigo para os migrantes como eles fazem o seu caminho para a Alemanha, mas como observamos no início desta semana, essas estações de caminho vai rapidamente tornar-se superlotadas, inseguras campos de internamento de refugiado e que provavelmente vai ser alvos fáceis para anti- vociferante protestos migrantes ou pior.

Se você precisava de mais uma prova do grau em que é susceptível de provar não só inútil, mas perigosa qualquer tentativa de abrigar o fluxo de requerentes de asilo com acampamentos improvisados, considere o seguinte vídeo que demonstra vividamente quão aguda a crise tornou-se:

Como você pode ver, a situação é espiral rapidamente fora de controle e não é de todo claro que a Europa possa fazer face aos fluxos de pessoas mesmo se quisesse também.Isto é nada menos que uma mudança demográfica de época e como temos documentado em um número de ocasiões (Veja here e  here por exemplo), não é de todo claroque os europeus estão preparados para isso.

Cuidado: a xenofobia frente.


Zero Hedge 
UND2

Rússia adverte sobre tentativa de assassinato de Donald Trump , EUA não escutam

Um relatório ventilado pelo Serviço de Inteligência Externa (SVR) que circula no Kremlin hoje está advertindo que a vida do atual candidato presidencial republicano dos EUA ,Donald Trump pode estar em "grave perigo" após a descoberta de seu itinerário de viagem pessoal com uma frente  da AgênciaCentral de Inteligência conhecidaexecutando (CIA) "Número / computação encaminhamento" foi descoberto em um dispositivo portátil apreendido dos terroristas islâmicos responsáveis ​​pela morte de 43 cidadãos franceses. [Nota: citações são adicionados para palavras russas não tendo contrapartida exata Inglês e são destinadas a ser entendida no seu contexto mais geral]

De acordo com este relatório, e como tínhamos anteriormente relatado em nosso relatório  de 26 de Outubro de ataque de terror a ônibus francês ligado ao Estado Islâmico que matou 43 pessoas e  , encontrados em poder dos 5 cidadãos sauditas detidos pelos serviços de inteligência do Líbano nesta segunda-feira após a sei jato privado foi forçado a aterrar pelas Forças Aeroespaciais da Federação era um "fortemente criptografado" dispositivo de computador portátil.

Após a Direção Geral da Segurança  do Líbano (GDGS) apreender  deste dispositivo portátil, este relatório continua, solicitaram a assistência do SVR em "derrotar" a sua criptografia, que foi imediatamente concedida.

Uma vez que este laptop estava na posse do SVR, o presente relatório nota, foi levado de avião para Moscou, onde os analistas de segurança  em informática foram capazes de desbloquear as suas "informações secretas", das quais o mais "surpreendente / confusa" foi um documento listando toda a viagem itinerário e planos de segurança privada de Donald Trump para o mês de outubro.

Contido "dentro / on" Este documento itinerário de Donald Trump também, este relatório salienta ainda, era um "encaminhamento / número de computação" o SVR já havia apurado foi utilizado pela CIA em suas comunicações com as forças terroristas islâmicos que estão a apoiar e armar no Iraque Síria e operando na zona de guerra no Levant. Até agora, foram negados.
Quanto ao porquê destes terroristas islâmicos tinham em sua posse um itinerário pela CIA desde de Donald Trump este relatório não indica devido a não haver outros documentos sobre o laptop apreendido associada a ele.

Com posições políticas de Donald Trump sobre o Oriente Médio que espelham da Rússia no entanto, este relatório diz, ele foi insultado pelos belicistas dos Estados Unidos (de ambas as partes) desde julho de 2000, quando ele lançou seu livro intitulado "A América que Nós merecemos" que um total de 14 meses anteriores a 11 de setembro de 2001 (9/11) previu ataques não só  deste crime horrível que  iria acontecer, mas, na verdade afirmou que Osama bin Laden seria responsabilizado.

Na verdade, este relatório adverte, tão temido é Donald Trump por suas nações belicistas que ele deveria tomar o poder e descobrir todos os seus segredos, Rick Wilson  establishment consultor top republicano em uma entrevista à MSNBC aa Chris Hayes na semana passada realmente chamou  para o seu assassinato, e como , em parte, pode-se ler a partir da transcrição:

"Trump ainda é uma força muito poderosa agora", porque ele apela a uma parte da base conservadora do que Wilson disse que foi ativado por sua mensagem "nativista". Wilson insistiu que a classe doadora "não pode apenas sentar-se à margem e dizer, 'oh bem, não se preocupe, isto  é toda a obra em si fora.'"

"Eles ainda estão indo terá que sair e colocar uma bala em Donald Trump", disse Wilson. "E isso é um fato."

Seguindo os procedimentos estabelecidos pelo SVR quando forem detectadas ameaças contra qualquer cidadão estrangeiro, este relatório diz, o Ministério das Relações Exteriores foi dirigido para transmitir essas informações para o Serviço Secreto dos Estados Unidos que tem a responsabilidade de proteger os líderes das nações e os candidatos presidenciais.

Após entrar em contato com o Serviço Secreto dos EUA, porém, este relatório conclui, informando o Ministério das Relações Exteriores que Donald Trump não estava sob sua proteção e se recusou a levar a informação referindo-lo em vez de segurança privada do Sr. Trump empresa, mas que eles afirmaram que não fez saber quem eram ou ter qualquer informação de contato para.

Embora não seja contida neste relatório SVR, é importante ressaltar o fato de que Donald Trump pediu proteção do Serviço Secreto, mas até agora tem sido negado.


  WhatDoesItMean.Com

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