segunda-feira, 30 de novembro de 2015

EUA OFERECE 19 MIL BOMBAS PARA OS WAHABISTAS SAUDITAS APOIADORES DO ESTADO ISLÂMICO.

Poderia estar mais evidente quem está no lado certo, e quem está do lado errado desse conflito?
O recém-nomeado rei Salman da Arábia aperta a mão do presidente americano Barack Obama no Erga Palace em Riad em 27 de janeiro de 2015. Obama desembarcou na Arábia Saudita com sua esposa, a primeira-dama Michelle Obama para fortalecer os laços com o rei Salman e oferecer condolências após a morte de seu predecessor Abdullah.

A teocracia islâmica da Arábia Saudita está adquirindo munição pesada igualando aos bilhões de dólares dos Estados Unidos. Isso vai continuar a ser visto se esta dose de reforço econômico para a indústria de defesa os EUA conduzir a conseqüências na Síria. Os sauditas estão lutando secretamente contra os russos.
O governo dos EUA aprovou um acordo de armas multibilionário com a Arábia Saudita. A fim de reforçar a sua força aérea, a monarquia islâmica quer comprar mais de 19.000 bombas, o que totalizaria até 1,29 mil milhões de dólares (1,19 mil milhões de euros). Isto foi confirmado pelo Departamento de Estado em Washington em 16 de novembro. Embora a palavra final do Congresso dos EUA ainda esteja pendente, é provável que a aprovação vai passar.

A Arábia Saudita é um dos principais aliados dos Estados Unidos no Oriente Médio. O acordo sobre o programa nuclear iraniano causou tensão no relacionamento. Arábia Saudita está engajada em uma luta de poder com Teerã pelo controle no Golfo. A Força Aérea da Arábia Saudita está lançando ataques aéreos no Iêmen, cujo governo não é aceito pelos sauditas. Estes ataques são reconhecidos pela comunidade internacional como ilegais.

Os sauditas desempenham um papel especial na Síria. Eles se sentam à mesa nas negociações de paz síria em Viena, quando, na verdade, são eles que dão suporte aos terroristas que estão em uma luta contra os russos. Não está claro se os sauditas estão agindo em nome dos americanos. Em qualquer caso, não se pode excluir que esse monte de bombas fornecido pelos norte-americanos acabará por ser usado na Síria, também.

Na Arábia Saudita, os direitos humanos se aplicam apenas no contexto de uma teocracia fundamentalista religiosa. Até este ponto, os protestos fora da UE e dos EUA são apenas raramente percebidos.

O carregamento de armas inclui cerca de 12.000 bombas com um peso de combate de 500 a 2000 £, 1500 bombas destruidoras de bunkers e mais de 6.000 bombas de precisão guiadas a laser. De acordo com dados de Washington, o arsenal de bombas das forças armadas sauditas será tributado pelo “alto nível de implantação em várias operações anti-terroristas”. A Arábia Saudita participa dos ataques aéreos liderados pelos EUA contra a milícia islâmica jihadista do Estado Islâmico na Síria.

Traduzido para publicação em dinamicaglobal.wordpress.com


O real começo do Fim? Putin adverte Obama de que os "tempos do Messias" já começou

Um relatório sensacional elaborado pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE) afirma que o presidente Putindurante uma reunião privada com o presidente Barack Obama mais cedo hoje em Paris, apresentou ao líder da América um documento  de 23 de novembro escrito pelo Conselho Supremo da Igreja  Ortodoxa Russa sob a autoridade de Sua Santidade o Patriarca Kirill de Moscou e de Toda a Mãe Rússia proclamando que os "Tempos do Messiasjá começaram.
Presidente Vladimir Putin e o presidente Barack Obama, Paris, França, 30 de novembro de 2015
Sua Santidade o Patriarca Kirill (extrema direita) em 23 de novembro de 2015 em  reunião do Conselho Supremo da Igreja

Operação Destruição Total:Rússia e exército da Síria, com plano de bloquear fronteira turca

Operação "destruição total" irá utilizar navios de guerra, aeronaves e submarinos contra IS.

Damasco e Moscou concordaram em tomar medidas duras para bloquear a fronteira com a Síria com a Turquia e cortar as linhas de abastecimento para o Estado Islâmico e outros grupos jihadistas.

O chanceler russo, Sergey Lavrov anunciou o esforço  depois de conversações com o ministro das Relações Exteriores da Síria, Walid Muallem.

"Apoiamos ativamente isso. Estamos abertos para a coordenação de medidas práticas, certamente, em interação com o governo sírio ", disse Lavrov sobre uma proposta anterior pelo presidente francês François Hollande. "Estamos convencidos de que através do bloqueio da fronteira vamos em muitos aspectos resolver as tarefas para erradicar o terrorismo em solo sírio."

"Esperamos que a iniciativa do Presidente Hollande será implementado no âmbito do nosso trabalho conjunto, incluindo o Grupo de Apoio para a Síria", acrescentou.

Lavrov duvida da dedicação de Ankara para eliminar IS.

"O foco de deleite terrorista está concentrada em vastos territórios da Síria e do Iraque", disse ele. "É o Estado Islâmico chamado do Iraque e do Levante, e nós temos uma opinião comum de que ele pode ser exterminados somente sem quaisquer padrões duplos. Responsabilidade especial em termos de denunciar tais padrões duplos e atuando em uma frente unida contra o terrorismo baseia-se em países vizinhos da Síria ", disse ele, segundo a agência de notícias russa TASS.

No início deste mês, o jornal alemão Deutsche Welle publicou um relatório documentando a transferência de suprimentos através da fronteira turco a áreas controladas pelo Estado islâmico.

O jornal turco Cumhuriyet também publicou relatórios que revelam a transferência de armas para a Síria pela agência de inteligência da Turquia. O governo turco respondeu aos relatórios com a prisão de jornalistas.
Operação destruição total

No sábado, o site de notícias egípcia al-Youm al-Sabe "postou um relatório indicando a Rússia vai lançar em breve uma grande operação apelidada de" destruição total ", segundo a agência de notícias FARS do Irã.

O relatório disse que a Rússia vai usar jatos Sukhoi, bombardeiros Tupolev, submarinos e navios de guerra implantados no Mar Mediterrâneo contra o Estado islâmico.

Na semana passada, a Rússia implantou seu avançado sistema antiaéreo S-400 na Síria.


UND2
PrisonPlanet.com

Os promotores proíbem a Fundação Soros classificando-a como "ameaça à segurança nacional russa"

Georges Soros © Ruben Sprich
O Gabinete do Procurador-Geral russo reconheceu o Instituto de Sociedade Aberta de George Soros e outra organização afiliada tal como grupos indesejáveis, proibindo os cidadãos e as organizações russas de participação em qualquer dos seus projetos.

Em um comunicado divulgado na segunda-feira, os promotores disseram que as atividades do Open Society Institute e da Fundação de Assistência Open Society Institute eram uma ameaça aos fundamentos da Rússia de ordem constitucional e de segurança nacional. Eles acrescentaram que o Ministério da Justiça iria ser devidamente informados sobre estas conclusões e gostaria de acrescentar os dois grupos à lista de organizações estrangeiras indesejáveis ​​da Rússia.

Promotores lançaram uma investigação sobre as atividades das duas organizações - tanto promovido pela Financiadora US bem conhecido George Soros - em julho deste ano, após senadores russo aprovou o chamado "stop-lista patriótica" de 12 grupos que exigia atenção imediata sobre suas supostas atividades anti-russos. Outros grupos na lista incluiu a Fundação Nacional para a Democracia; o Instituto Internacional Republicano; o Instituto Nacional Democrático; a Fundação MacArthur e Freedom House.

No final de julho, o Ministério da Justiça russo reconheceu o US National Endowment for Democracy como um grupo indesejável depois que os promotores descobriram a ONG norte-americana tinha gasto milhões em tentativas de questionar a legitimidade das eleições russas e manchar o prestígio do serviço militar nacional.

A Lei sobre indesejáveis ​​organizações estrangeiras entrou em vigor no início de junho deste ano. Ela exige Gabinete do Procurador-Geral e do Ministério das Relações Exteriores de elaborar uma lista oficial de organizações estrangeiras indesejáveis ​​e proibir suas atividades. Uma vez que um grupo é reconhecido como indesejável, seus ativos na Rússia deve ser congelada, seus escritórios fechados e a distribuição de qualquer dos seus materiais devem ser proibidos.

Se a proibição for violada, o pessoal do grupo proscrito e quaisquer cidadãos russos que cooperem com eles poderia enfrentar multas pesadas, ou mesmo penas de prisão no caso de reincidência ou agravadas.
A Fundação Soros começou a trabalhar na Rússia em meados dos anos 1990, mas embrulhado suas operações ativas em 2003.

RT \ UND2

O ‘ocidente’ nunca atacará o ISIS onde mais dói

Logo no dia seguinte dos ataques em Paris, o ‘ocidente’ tentou alavancar o que esperava que viesse a ser um renovado clamor público por mais e mais guerra longe de casa. Com esse objetivo, EUA e Turquia anunciaram uma operação que visaria a ‘securitizar’ os últimos 98km da fronteira turco-síria – área compreendida entre a margem esquerda do rio Eufrates perto de Jarabulus, até Afrin e Ad Dana mais para oeste.
É a “Zona Segura” da OTAN de 2012, em neoembalagem
Os que acompanham o conflito sírio logo verão que esse trecho da fronteira turco-síria é precisamente a área daquela tão buscada e ansiada “zona segura” que EUA, OTAN e o Conselho de Cooperação do Golfo (CCG) tentam estabelecer desde 2012. Os ataques em Paris e vários incidentes de fronteiras menores, noticiados recentemente, parecem ser apenas a mais nova série de provocações que o tal ‘eixo’ tenta, para implementar aquele plano já concebido há anos.
Perito iraniano: um dia o Estado Islâmico será uma ameaça para EUAEssa região entre Jarabulus e Afrin constitui o corredor primário pelo qual o grupo constituído da Frente Al-Nusra da Al-Qaeda e o chamado ‘Estado Islâmico’ ou ISIS, recebe armas, suprimentos e combatentes recém recrutados. Mediante esforços coordenados entre os curdos sírios e o governo do presidente Bashar al-Assad, todo o restante da fronteira já está selado. À medida que esse processo avançou, avançou correspondentemente o desespero do eixo ‘ocidental’ para derrubar o governo de Damasco.

China testou sua nova arma hipersônica capaz de superar a defesa antimísseis dos EUA

A China tem realizou um novo teste de seu veículo DF-ZF de ataque nuclear, projetado para superar os sistemas de defesa antimísseis dos EUA. Além disso, o DF-ZF também poderiam ser desenvolvidos para ataques globais.
China realizou o sexto voo de teste de sua nova arma de assalto de alta velocidade conhecido como “veículo hipersônico DF-ZF ‘, que foi lançado em um míssil balístico de centro de testes Wuzhai na província de Shanxi,relatórios  O portal Washington gratuito Beacon “.

Flight of the DF-ZF, anteriormente conhecido como ‘WU-14’, foi detectada por agências de inteligência dos EUA e, segundo informações, ele voava a uma velocidade superior a Mach 5, cinco vezes mais do que a velocidade do som.
O portal escreve que, de acordo com um relatório anual da Comissão sobre Economic Review e US-China de Segurança dos EUA, armas hipersônicas chineses estão em fase de desenvolvimento e estão avançando rapidamente. Além disso, o documento sustenta que as velocidades entre Mach 5 e Mach 10, acredita-se, você pode chegar ao veículo, permitir que os braços “bater qualquer alvo na Terra dentro de uma hora.”
“As altas velocidades dessas armas, combinados com a manobrabilidade e a capacidade de viajar para altitudes mais baixas, evitando um radar, seria muito menos vulneráveis ​​do que os mísseis existente para defesas antimísseis atuais”, anunciou o relatório.
Ao mesmo tempo, de acordo com Rick Fisher, do Centro de Avaliação e Estratégia Internacional, o sexto teste indica que Pequim pode estar à procura de uma capacidade total do programa de desenvolvimento golpe rápido convencional semelhante ao dos EUA, chamado de “Prompt Global Strike ‘.
RT
Naval Brasil

Exército sírio castiga grupos terroristas em periferia de Damasco

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Damasco, 30 nov (Prensa Latina) Unidades do exército sírio continuam hoje atacando os grupos terroristas que operam na periferia desta capital, após retomar o controle da localidade de Al-Sultan Maraj e dos arredores do aeroporto.

Porta-vozes militares informaram a jornais locais que, durante as operações, morreram um número não determinado de extremistas armados e foram destruídos uma considerável quantidade de armas, munições e outros armamentos de guerra.

As principais ações combativas aconteceram em áreas de Deir Al-As Safir, Alyia, Al-Hajaria e Al-Rayhan, na região de Douma, a cerca de 20 quilômetros ao leste do centro da capital, onde os militares atacaram posições fortificadas do autoproclamado Exército do Islã (Jaish Al-Islã).

Vários túneis foram destruídos, entre eles um de 350 metros de comprimento na região de Jobar, a escassos nove quilômetros daqui, e outro na região de Harasta, onde eram escondidas armas, munições e explosivos.

lam/mfm/es

Prensa Latina

Caças israelenses bombardeiam o exército sírio


(29-11-2015) Os caças militares do regime israelense bombardearam várias posições do Exército sírio na região de Al-Qalamun, entre Síria e o Líbano, informou neste domingo o jornal israelense Jerusalem Post.
Nesse ataque, como informam fontes sírias citadas pelo site israelense, ao menos 13 soldados do Exército sírio morreram e dezenas resultaram feridos, quatro deles se encontram graves.
Ditos ataques poderiam estar destinados a debilitar ao Exército sírio, já que há evidências sobre cooperações entre o regime israelense e grupos terroristas como o Frente Al-Nusra (filial da Al-Qaeda na Síria) que lutam para derrocar o Governo do presidente sírio, Bashar al-Asad.
Fontehispantv.com
Caminho Alternativo

LDF: A nova unidade militar pró-Assad

Surgi uma nova unidade das Forças Armadas Sírias, a famigerada Forças de Defesa Local (LDF, por sua sigla em inglês).

As LDF é formada por centenas de voluntários sírios, mas é respaldada pelas milícias iraquianas e iranianas. As LDF foram criada para participar de batalhas no sul de Aleppo.

A primeira informação acerca das LDF surgiu quando forças sírias tentaram combater a Jabhat Al-Nusrar e consequentemente romper o cerco à Kefraya e Al-Fua, ambas cidades na província de Idlib.

Recentemente, subiram um vídeo nas redes sociais das LDF. O vídeo mostra um grande contingente da mesma, tropas as quais são armadas com lançadores de foguetes de artilharia e blindados.


O Informante

Consequências de um gesto hostil.


As consequências derivadas do gesto de hostilidade turca para com a Rússia, culminada na emboscada aérea do dia 24 ultimo está tomando proporções maiores do que as previstas. Além do envio de uma bateria do Sistema S-400 “Triunph”, que altera substancialmente o equilíbrio das forças na região, tem-se ações dos combatentes curdos intensificadas. Na madrugada do dia 27 chegou a notícia, via grupo de mídia Voenkor, que combatentes da resistência curda explodiram uma secção do oleoduto Baku-Tibilisi-Erzurum, ato este realizado na província de Kars. O ato foi admitido, inclusive, pelo governador da província junto ao diário Sabah, no qual afirmou: “a explosão foi obra dos membros do Partido dos Trabalhadores do Curdistão. O ataque foi testemunhado por vinte patriotas”.

Os atacantes conseguiram evadir-se sem perdas, após ludibriarem as forças de seguranças incluindo a “gendarmerie” local. De maneira evidente o oleoduto tornou-se inoperante, afetando o abastecimento da Turquia advindo do Azerbaijão via Geórgia. Percebe-se, portanto, que os efetivos do PKK, agora, tornaram-se um “ativo estratégico” da Federação Russa. Uma bela consequência.

Outra consequência imediata está já sobejamente anunciada, é a alocação do Sistema S-400 a meros 30 km da fronteira turca. Sistema dotado de um alcance que avança em muito o espaço aéreo turco acabou de maneira inadvertida por fazer cair as surtidas diárias da “Coalizão Ocidental” de 12,8 missões/dia para apenas 2,8 missões/dia. O motivo para tanto, acredita-se, seja a avaliação dos riscos impostos pelo novo ator, justamente o sistema AAA S-400. O interessante é a alegação do comando da USAF para a repentina queda das surtidas diárias: o “mau tempo”. Com o alegado “mau tempo” a VKS aumentou as suas missões diárias. Já a Força Aérea Turca suspendeu até segunda ordem, todas as suas saídas, não só evitando surtidas sobre a Síria, como mesmo sobre o seu território, em obediência a um limite de 30 milhas da fronteira com a Síria.


O conflito civil sírio, todavia, parece escalar devido as ações turcas. Após a destruição de um comboio de “ajuda humanitária” que explodiu como fogos de artifício ao ser atacado pelas aeronaves de ataque russas, Ankara resolveu mandar mensagens, ao realizar exercícios aeronavais no estreito do Bósforo, local de vital importância estratégica, bem como do envio de Carros de Combate M-60 para a fronteira sírio-turca. Notícias recentes, desta madrugada, dão conta da violação da fronteira síria por regimentos compostos por estes Carros de Combate, que deram combate contra grupos de infantaria do Exército Árabe da Síria. Caso confirmado, teremos uma agressão clara da Turquia a um Estado Nacional representado pelas Nações Unidas e uma guerra de fato entre nações, ao invés de uma guerra civil onde os conflitos se dão por “procuração”. É bom lembrar que uma das condições para que haja o bloqueio dos estreitos é a Turquia estar em guerra.

Autor: César A. Ferreira

Plano Brasil

domingo, 29 de novembro de 2015

Exército sírio repudia ataques terroristas em Deir Ezzor


Damasco, 29 nov (Prensa Latina) As forças armadas sírias repudiaram um ataque simultâneo contra o aeroporto e zonas residenciais da cidade de Deir Ezzor, localizada a 461 quilômetros ao leste da capital, por parte de grupos terroristas armados.

Porta-vozes militares informaram hoje a meios locais que a rejeição das tropas à agressão dos extremistas armados, deixou um saldo de dezenas de takfiristas mortos e a destruição de boa parte de seus arsenais de guerra.

Também se registraram ações combativas na província de Alepo, a 350 quilômetros ao nordeste, onde a aviação militar bombardeou posições do grupo Estado Islâmico (EI) nos povoados de Akoula, al-Swamee, Rasem al-Abed, Deir Hafer e Balat.

Por sua vez, unidades de infantaria do exército puseram fora de combate várias baterias de morteiros e rampas lança mísseis empregadas pelos jihadistas do EI nas imediações do povoado de Balat.

As mesmas fontes confirmaram que a ofensiva antiterrorista se mantém no sul da província, onde foram aniquilados vários veículos equipados de artilharia e acampamentos do grupo Em frente al-Nusra (braço armado da al-Qaeda na Síria), nas zonas de Khan Touman, Khalsa, Kherbet Maarata, al-Amasse, Karasa, e na periferia de Tal Dadin.

Ao norte de Alepo, os uniformizados incursionaron contra acampamentos da o-Nusra e o autoproclamado Movimento Islâmico dos Livres do Levante (Ahrar a o-Sham) nas inmediaciones da o-Mruy e a localidade de Andam.

Dentro do perímetro urbano da cidade cabeceira provincial, o exército combateu os grupos takfiristas nos bairros de al-Sheikh Saíd, al-Sheikh Lutfi, Salah Addin e Boustan al-Basha, provocando a morte de um número indeterminado de terroristas e a destruição de seu armamento.

A aviação militar atacou também vários pontos da periferia da cidade Alepo, principalmente nas zonas de al-Atareb, Tenham e em Tal Yebin.

Mais no centro do país, na província de Homs, a 162 quilômetros ao leste desta capital, a artilharia castigou os grupos do EI ao oeste da cidade de Palmira e nas zonas de Mentar al-Remela, al-Jabal al-Sharque, al-Makalee e al-Bayarat.

Também foram alvo dos aviões de combate objetivos terroristas do grupo Estado Islâmico localizados na periferia de Karyatein e Tir Maala.

lma/mfm/cc

Prensa Latina

Turquia fechará, ou apagará, sua fronteira com a Síria?


Traduzido pelo Coletivo Vila Vudu

Há desenvolvimentos recentes e preocupantes em solo próximo à Síria.

Ontem, o ministro Lavrov de Relações Exteriores da Rússia disse que a Rússia está pronta para fechar a fronteira turco-síria:

Lavrov lembrou que o presidente francês François Hollande, pouco antes, propusera que se adotassem medidas específicas para bloquear a fronteira turco-síria.

"Apoiamos ativamente essa ideia. Estamos abertos para coordenação de passos práticos, com certeza em interação com o governo sírio" – disse Lavrov. – "Estamos convencidos de que bloquear a fronteira resolverá, em vários aspectos, as questões relacionadas à erradicação do terrorismo em solo sírio."

A Rússia está dando passos objetivos, ativos, para fazer acontecer precisamente isso. Seis ou sete áreas de estacionamento de caminhões-tanques próximas aos pontos de passagem de fronteira ao norte de Aleppo foram bombardeadas ao longo dos últimos vários dias. Caminhões e proprietários de caminhões já estão pensando duas vezes antes de iniciar viagens que impliquem cruzar a fronteira. Em Latakia, o exército sírio e aliados estão empurrando os mercenários "turcomenos" da Turquia de volta para a fronteira, rumo à Turquia. No leste, forças curdas com apoio aéreo dos russos empurram a fronteira na direção do corredor de Aleppo.

Um dia depois da declaração de Lavrov, os EUA repentinamente põem-se a dizer que é imperioso que a Turquia sele completamente a fronteira. Mas essa notícia pode ser falsa:

O governo Obama está pressionando a Turquia para que desloque mais milhares de soldados para a linha de fronteira com a Síria, para fazer um cordão num trecho de fronteira de 60 milhas que, dizem funcionários dos EUA, é usado pelo Estado Islâmico para mover terroristas estrangeiros, de um lado para o outro, na zona de guerra.

Os EUA não solicitaram número específico de soldados. Funcionários do Pentágono estimam que podem ser necessários até 30 mil soldados para selar a fronteira do lado turco, para missão humanitária mais ampla. Para fechar apenas um trecho, podem ser necessários 10 mil soldados, ou mais, estimou um funcionário.

Não se tem ideia clara de como a Turquia responderá.

O que ninguém sabe é se os EUA falam sério sobre essa questão. Sabe-se com certeza é que os EUA são coniventes no contrabando de petróleo entre o Estado Islâmico e a Turquia e que os EUA fazem entregas de armas aos tais rebeldes "moderados" através precisamente daquela fronteira turco-síria. Duvido muito que alguma coisa tenha mudado nesses 'negócios'.

Mas a Turquia está, sim, movendo tropas para a fronteira:

A Turquia estacionou mais tanques, veículos blindados de transporte e outras armas ao longo de suas fronteiras com a Síria nesse sábado, depois que a derrubada de um jato militar russo pelas Forças Armadas Turcas fez subirem as tensões entre os dois países.

Um comboio de caminhões militares vindo das províncias do oste da Turquia, veículos blindados e 20 tanques entraram na área do Comando da 5ª Divisão Blindada na província fronteiriça de Gaziantep.

Na véspera, outra leva de tanques foi estacionada ao longo da fronteira turca com a Síria.

Tanques não servem para fechar fronteiras. Para isso é preciso infantaria, milhares de soldados. Mas tanques são bons para combater contra exército de outro estado. Há também um relatório que informa que a Turquia teria estacionado um sistema ASELSAN Koral misturador de sinais eletrônicos junto à fronteira. Pode talvez interferir na defesa aérea dos russos na Síria ou, talvez, deixar cegos os jatos russos. O mesmo sistema já foi usado para cegar eletronicamente o exército sírio e desabilitar os seus rádios, quando os "moderados", no início desse ano, eclodiram para fora da Turquia e conquistaram Idleb.

Para mim, os movimentos dos turcos parecem movimentos ofensivos, sem nada que sugira preparativos para fechar a fronteira.

A Síria alega que os embarques de armas turcas para os rebeldes aumentou, e que soldados sírios foram atacados por fogo vindo de território turco:

"Temos informação segura de que o governo turco aumentou recentemente seu apoio aos terroristas e o nível do fornecimento para eles, de armas, munição e equipamento necessário para dar prosseguimentos aos seus atos criminosos" – lê-se numa declaração do exército sírio.
...
A declaração feita pelo comando do exército sírio dizia que estavam sendo entregues armas em comboios que a Turquia dizia serem de ajuda humanitária. Dizia também que as armas foram fornecidas em troca de antiquidades síria e iraquianas saqueadas e de petróleo vendido a baixos preços.
...
A declaração dos sírios também diz que a Turquia disparou várias bombas de morteiro contra posições do exército sírio na 6ª-feira à noite, de local exatamente sobre a fronteira da província de Latakia no noroeste da Síria.

A Turquia pode retirar-se e desistir da agressão contra a Síria e realmente fechar a fronteira. O suprimento de armas para os 'moderados' nesse caso encolheria significativamente. Se a Turquia apenas parar e nada fizer, a Rússia fará como já começou a fazer. Bombardeará qualquer caminhão ou tipo de transporte que cruze a fronteira em direção à Síria.

Mas talvez a Turquia deseje impedir que isso aconteça e tentará espantar os russos para longe da fronteira e meter soldados turcos pela Síria a dentro para criar uma "zona segura" e, dali, atacar Aleppo e outras cidades sírias. É má ideia. Não funcionará, porque seria sangrento e potencialmente escalará para guerra muito maior.

A questão é saber se Obama dará luz verde a tudo isso e prometerá seu apoio ao "moderado" Erdogan.

PS: Aí está o que bem pode ser um bom título de livro: The Dirty War on Síria [A guerra suja contra a Síria].

Blog do Alok

Moon of Alabama

O que o presidente VLADIMIR PUTIN pensa e diz dos presidentes BARACK OBAMA e RECEP TAYYIP ERDOGAN


Traduzido pelo Coletivo Vila Vudu

Às 14h da 5ª-feira, 26/11/2015:

Nunca antes a animosidade pessoal que os chefes de Estado dos EUA e Turquia manifestam e têm insuflado contra o presidente da Rússia foi tão feroz e expressa tão ostensivamente. As consequências não tardaram. É o que explica o modo como o presidente Vladimir Putin tem-se manifestado.

"Gostaria de lembrar aos senhores que foi a atitude passiva de alguns países e muito frequentemente a colusão direta entre aqueles países e terroristas, que realmente levou à eclosão desse fenômeno terrível conhecido como 'Estado Islâmico'. Esses estados não só dão cobertura a terroristas, encobrem e promovem o tráfico de petróleo, pessoas, drogas, obras de arte e armas, mas, além disso tudo, também lucram, fazem centenas de milhões, talvez bilhões de dólares, lucrados diretamente daqueles crimes.

Tenho a dizer que considero absolutamente inexplicáveis as punhaladas traiçoeiras que nos aplicaram gente que supúnhamos que fossem nossos parceiros e aliados na luta antiterror. Refiro-me ao incidente com o jato bombardeiro russo atacado por forças turcas de defesa aérea."

Às 20h do mesmo dia:[1]

"Todos os que se servem de duplos padrões em suas relações com os terroristas, utilizando-se deles para alcançar seus próprios objetivos políticos e envolvem-se em atividades comerciais ilícitas como sócios de terroristas estão brincando com fogo. A história mostra que cedo ou tarde essas ações viram-se contra os que encorajam os criminosos.

Considerem o seguinte: alertamos nossos parceiros norte-americanos com antecedência sobre as zonas nas quais nossos pilotos operariam, altitude, etc. Os EUA, que dirigem a coalização que inclui a Turquia, sabiam hora e local onde estariam nossos aviões e nossos pilotos. Fomos atacados precisamente nesse ponto.
Pergunto aos senhores: de que nos serviu ter fornecido aquela informação aos EUA? Ou os EUA não conseguem controlar nem o que fazem os seus próprios aliados, ou os EUA distribuem a torto e a direito as informações que recebam, sem nem perceber as consequências.

Mas se nossos parceiros não estão dispostos, muito bem, também podemos trabalhar em outros formatos, em qualquer formato que nossos parceiros considerem aceitável. Sim, estamos dispostos e prontos a cooperar com a coalizão construída pelos EUA.

Mas é claro que incidentes como a morte de nossos militares – o piloto e um Marine russo que tentava salvar os companheiros de armas – e a destruição do nosso avião são totalmente inaceitáveis. Nossa posição é que nada disso pode voltar a acontecer. Para impedir que tais coisas voltem a acontecer, não precisamos nem de cooperação nem de coalizão com país algum.

Se as autoridades turcas queimam o petróleo que teriam confiscado dos contrabandistas... por que ninguém vê qualquer sinal de fumaça? Permitam que repita que o contrabando de petróleo atinge, ali, escala industrial. Seria preciso construir instalações especiais para conseguir destruir tais quantidades de petróleo. Nada disso está acontecendo. Se os mais altos governantes da Turquia não estavam informados do que se passa ali, a partir de agora já têm o dever de abrir os olhos.

Não tenho nenhuma resistência a acreditar que há corrupção e pode haver contratos clandestinos gigantescos. É indispensável que tudo isso venha à luz. 

Mas não resta nenhuma dúvida de que o petróleo viaja diretamente para a Turquia. Já vimos de nossos aviões e já fotografamos e já mostramos as imagens. O fluxo de caminhões é ininterrupto e os caminhões voltam vazios. São carregados na Síria, em território controlado pelos terroristas, vão para a Turquia e retornam à Síria vazios. Todos os dias. Lá estão e podem ser vistos todos os dias."

Quanto à ideia, que também circulou, segundo a qual a aviação turca não teria reconhecido nosso avião, é absolutamente impossível. Fora de questão. Impossível. Nossos aviões são muito claramente identificados. Não há quem não veja que se trata de avião russo. Fora de questão. 

Além disso – permitam que eu repita mais uma vez –, conforme os acordos que temos com os EUA, sempre demos aos norte-americanos todas as informações antecipadas sobre a operação de nossos aviões, formações, zonas e horários. 

No momento, estamos trabalhando a partir da hipótese de que a coalizão EUA-Turquia é efetiva e que todos os membros dela sabiam, sim, que havia aviões russos em operação naquele ponto, naquele momento. Que outros aviões seriam, se não os nossos? E se os turcos tivessem identificado ali um avião dos EUA? Teriam derrubado um avião norte-americano?

De fato, esses argumentos dos turcos são absolutamente absurdos e inverossímeis, tentativa de arranjar desculpas. 

É lastimável que, em vez de determinar investigação aprofundada e séria sobre o que realmente aconteceu, e de tomar medidas para garantir que esse tipo de ação criminosa não se repita, os turcos só façam repetir tolices e declarações confusas. Aliás, nem desculpas apresentaram e entendem que não devem desculpas. OK. Eles resolveram assim. Não é ideia nossa; é ideia da Turquia."

Blog do Alok

Turquia prepara-se para entregar corpo de piloto de avião abatido à Rússia

ANKARA  – O corpo do piloto morto após a Turquia derrubar um jato russo foi levado para território turco na noite de sábado, e está sendo preparado para ser entregue à Rússia, disse o primeiro-ministro Ahmet Davutoglu.
O corpo está sendo tratado de acordo com a tradição ortodoxa, disse Davutoglu, em uma entrevista em Ankara neste domingo, antes de viajar a Bruxelas para uma reunião com os líderes da União Europeia.
Ele não disse como o corpo foi entregue em Hatay, ao sul da Turquia, mas afirmou que um adido militar da Rússia iria se deslocar para lá no domingo, como parte dos procedimentos.
As relações entre a Turquia e a Rússia têm se deteriorado agudamente desde o incidente de terça-feira, com a Rússia impondo no sábado sanções econômicas e a revogação de um acordo de isenção de vistos.
Enquanto isso, a Turquia tem procurado esfriar as tensões, vendo na conferência de clima em Paris nesta semana uma oportunidade para reatar os laços.
Davutoglu disse que, com diferentes coalizões operando na Síria com diferentes objetivos, incidentes semelhantes ao da derrubada do jato russo poderiam acontecer, a menos que haja partilha de informação e coordenação.
Estados Unidos e outros aliados, incluindo a Turquia, assim como a Rússia estão realizando campanhas aéreas contra o Estado Islâmico e outros grupos.
Rússia e Turquia têm acusado um ao outro de ajudar o Estado Islâmico, mas ambos dizem que estão lutando contra os militantes.
Reuters
Naval Brasil

Rússia impõe sanções econômicas contra Turquia

0,,18882222_303,00Vladimir Putin decreta sanções econômicas em retaliação à derrubada de caça russo pela força aérea turca. Decisão é tomada após presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, afirmar que está “triste” por causa do incidente.

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, assinou um decreto neste sábado (28/11) impondo sanções econômicas contra os turcos, quatro dias depois de o governo em Ancara derrubar um caça russo próximo à fronteira entre Turquia e Síria.

No decreto, que entra em vigor imediatamente, estão medidas como a proibição da importação de alguns produtos da Turquia, a restrição da contratação de cidadãos turcos por empresas russas, a suspensão da isenção de vistos para cidadãos da Turquia, a paralisação de voos charter entre os dois países e, ainda, da venda de pacotes turísticos para a Turquia.

O governo em Moscou afirma que o decreto visa “garantir a segurança nacional da Rússia e proteger os cidadãos russos de atividades criminosas e ilegais”. Algumas das medidas anunciadas já estavam sendo informalmente aplicadas.

A Turquia exporta principalmente alimentos, produtos agrícolas e têxteis aos russos. Cerca de 200 mil turcos vivem na Rússia.

Erdogan lamenta incidente

Um pouco antes da divulgação da retaliação russa contra o governo em Ancara, o presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, afirmou no sábado que está “triste” e lamenta o abate do avião militar russo pela força aérea turca na última terça-feira, que deixou as relações entre os dois países mais tensas. O líder renovou ainda o convite para conversar pessoalmente com o homólogo russo, Vladimir Putin.

“Estamos verdadeiramente tristes com esse incidente. Desejamos que não tivesse acontecido, mas aconteceu. Espero que algo assim nunca volte a acontecer”, assegurou Erdogan. “Esperamos que essa questão entre nós e a Rússia não aumente ainda mais, não se torne corrosiva e não tenha consequências terríveis no futuro.”

Erdogan voltou a pedir um encontro “cara a cara” com o colega russo às margens da Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas, na segunda-feira, em Paris. O presidente turco afirmou que a reunião seria uma oportunidade para tentar restabelecer as relações entre os dois países. “A Rússia é tão importante para a Turquia quanto a Turquia é para a Rússia”, frisou.

Nesta semana, Putin rejeitou o convite do líder turco e alegou que a Turquia não estava interessada em pedir desculpas pelo incidente. O russo considerou a derrubada do caça uma “punhalada nas costas dada por cúmplices de terroristas”. Moscou anunciou a restrição de um regime de isenção de vistos para visitantes turcos, depois de ameaçar uma série de medidas de retaliação na área econômica.

Neste sábado, o ministério das Relações Exteriores da Turquia alertou seus cidadãos a adiarem viagens não urgentes e desnecessárias à Rússia. Ancara diz que o caça russo entrou no espaço aéreo turco e ignorou as várias advertências, mas Moscou insiste que o avião não cruzou a fronteira da Síria e exigiu um pedido de desculpas.

Fonte:DW

Plano Brasil

sábado, 28 de novembro de 2015

Combatentes iemenitas e Ansarullah ultrapassam postos sauditas em Najran

Posições terroristas em Ramadi são bombardeadas pesadamente por ataques aéreos

Advogado defensor dos rebeldes curdos é morto na Turquia

Um proeminente advogado e defensor dos direitos humanos turco, que enfrentou uma acusação criminal por apoiar os rebeldes curdos, foi morto neste sábado em um ataque no sudeste da Turquia. Um policial também morreu no atentado, informaram as autoridades do país. Tahir Elci foi baleado enquanto ele e outros advogados faziam uma declaração à imprensa. Dois policiais e um jornalista também ficaram feridos.
Ainda não há informaços sobre quem estava por trás do ataque, e os relatos sobre os motivos que levaram à morte de Elci são conflitantes. O ministro do Interior da Turquia, Efkan Ala, e outros funcionários disseram que o ataque foi contra os policiais, e que Elci morreu em um confronto posterior. No entanto, o uma associação ligada ao movimento curdo disse que o advogado, que era curdo, foi o verdadeiro alvo do ataque.
Elci, 49 anos, era o chefe da associação sediada na cidade curda de Diyarbakir, além de um ativista de direitos humanos. Ele foi brevemente detido e interrogado no mês passado por dizer, durante um programa de notícias ao vivo, que o Partido dos Trabalhadores do Curdistão, ou PKK, não é uma organização terrorista. Logo depois, ele foi acusado de fazer propaganda terrorista, e estava enfrentando acusação que poderia levá-lo a mais de sete anos de prisão.
A Turquia e seus aliados consideram o PKK uma organização terrorista, e o governo tem intensificado os ataques contra o grupo nos últimos meses. O PKK tem lutado pela autonomia no sudeste da Turquia desde 1984.
O ministro do interior turco disse que o ataque começou com duas pessoas disparando contra a polícia, de um ponto a cerca de 100 metros de distância de onde Elci estava falando. Um policial morreu no ataque. Ala disse que Elci morreu logo depois em um confronto entre a polícia e assaltantes.
O primeiro-ministro Ahmet Davutoglu falou de duas possibilidades para a morte de Elci. "Uma é que após este ataque terrorista, os assaltantes mataram o Sr. Elci", disse. "A segunda possibilidade é que Elci tenha sido pego no fogo cruzado". Davutoglu prometeu encontrar os culpados através de uma "transparente investigação" e prometeu não encobrir os culpados.
Elci recentemente relatou, através de sua conta no Twitter, ter recebido ameaças de morte por causa de seus comentários na televisão, em que defendeu os rebeldes. Autoridades declararam um toque de recolher no bairro Sur, onde o ataque ocorreu - um cenário de confrontos frequentes entre forças de segurança e jovens curdos. Fonte: Associated Press
Parana-online

O rebelde que se gabou de matar o piloto do Su-24 russo

Bombardeiro russo Su-24
Foi Alparslan Celik, o segundo no comando da Divisão Costeira dos Turcomenos, que confirmou que tinha disparado contra os dois pilotos russos quando eles estavam descendo de paraquedas. Ele também alegou que ambos foram mortos, embora esta alegação tenha sido refutada mais tarde.

"Ambos os pilotos foram mortos. Os nossos camaradas abriram fogo e eles morreram no ar", disse ele aos repórteres logo após o incidente, mostrando o que parecia ser um pedaço de um paraquedas como prova.

Celik, de acordo com o RT, não é um turcomeno, mas um cidadão turco, e parece ser um dos filhos do prefeito de Keban, uma pequena cidade na província de Elazig. Celik também é alegadamente um membro dos Lobos Cinzentos, uma organização de jovens, muitas vezes descrito como ultranacionalista ou neofascista.


Alparslan Celik, the so-called "Turkmen commander" is actually a nationalist from Keban district of Elazığ

Os Lobos Cinzentos "tentaram exportar a sua ideologia pan-turca e a propaganda neofascista para outros países como o Cazaquistão e Azerbaijão, para reunir todos os povos turcos, mas foram proibidos. A razão da proibição é simples: os Lobos Cinzentos foram responsáveis por uma série de crimes, especialmente na década de 1970 e 1980. Os membros da organização mataram centenas de pessoas na Turquia, e sua vontade de recorrer à violência tem sido sempre bastante óbvia", informou o International Business Times em junho.

A organização está ligada à extrema-direita do Partido de Ação Nacionalista (MHP), o terceiro no país. O MHP recebeu quase 12 por cento dos votos nas últimas eleições legislativas realizadas em novembro.

http://br.sputniknews.com/mundo/20151128/2909884/rebelde-que-se-gabou-de-matar-piloto-russo.html#ixzz3snrJewmj

Exército sírio se aproxima de Aleppo

Exército sírio nos arredores de Damasco
O exército sírio recuperou o controle do território capturado pelo Estado Islâmico no leste de Aleppo, incluindo um trecho da rodovia que leva a Raqqa, principal reduto dos jihadistas, informou o canal televisivo estatal sírio neste sábado (28).

As áreas recuperadas no âmbito do avanço do exército sírio sobre as posições dos terroristas, com apoio de aviões russos, ficam a leste da base aérea de Kweires, ocupada pelo Estado Islâmico no início deste mês.

No início de novembro, o exército sírio rompeu o cerco da base de Kweiris. A base tinha estado cercada pelo Estado Islâmico por dois anos até que as forças do governo sírio, com apoio aéreo russo, avançaram para a área e a libertaram dos jihadistas, deixando um grande número deles mortos e feridos.

De acordo com uma informação da televisão estatal, o exército recuperou o controlo de duas aldeias e grandes áreas de terras agrícolas, bem como de túneis e fortificações construídas pelos jihadistas.
As aldeias estão localizadas a cerca de 60 quilômetros a leste de Aleppo.

O governo sírio e seus aliados também obtiveram ganhos no sudeste de Homs.

http://br.sputniknews.com/mundo/20151128/2910043/exercito-sirio-se-aproxima-de-aleppo.html#ixzz3snqjAfdl

IMPRESSIONANTE!Grande explosão em cima de Terroristas da Al -Qaeda em sua sede em Daraa.

A rede do terror turco entrou na alça de mira da Rússia


Tradução Vila Vudu

Análise cuidadosa das longas declarações russas nos últimos três dias sobre as tensões com a Turquia sugere que Moscou descartou (pode-se dizer, totalmente) a teoria conspiracional de que Ancara teria tomado a desgraçada decisão de derrubar o jato russo na 3ª-feira passada com tácito encorajamento dos EUA.

Dado o clima prevalecente nos laços russos com o ocidente, não deve ter sido surpresa para Moscou que o secretário-geral da OTAN Jen Stoltenberg tenha manifestado o apoio rotineiro à integridade territorial da Turquia, ou que o presidente Barack Obama tenha visto o incidente da 3ª-feira pelo prisma do jogo que se vai consumando na Síria. Importante, Moscou com certeza observou que ambos, a OTAN e Obama aconselharam a Turquia a ‘des-escalar’ com a Rússia e deixaram claro que se trata de assunto entre Ankara e Moscou. (Ver no meu blog, US, OTAN tell Turkey to ‘deescalate’ with Russia.)Moscou logo depois invocou o recente memorando Rússia-EUA sobre garantir a segurança das aeronaves de combate que operam na Síria “pelo qual os EUA assumiram a responsabilidade de que todos os participantes da coalizão liderada pelos EUA observarão regulações relevantes”.Moscou concluiu, depois de consideração meticulosa das evidências circunstanciais do caso, que aTurquia cometeu ato premeditado.  Há muitas explicações acessíveis para por que a Turquia agiu como agiu, mas Moscou parece ter-se concentrado em duas delas principalmente: a) a Turquia tentou precipitar uma confrontação entre a Rússia e a aliança ocidental, que desnortearia as operações militares russas na Síria; b) a Turquia tentou fazer descarrilar a operação russa em curso em áreas altamente sensíveis de fronteira pelas quais passam as principais rotas de suprimento para os grupos extremistas (como para a Frente Nusra).De fato, pela avaliação que os russos estão fazendo, as relações russo-turcas nunca mais serão as mesmas de antes. Há profundo senso de traição que teria sido cometida no nível da liderança turca. 

No mínimo, o Kremlin esperava que o presidente Recep Erdogan manifestasse alguma lástima ou arrependimento pelo incidente. ( Moscou ainda deu bom tempo para o Sultão pedir desculpas se quisesse, adiando a decisão final sobre as medidas de retaliação contra a Turquia.) Claramente, o fracasso do plano de jogo diplomático da Turquia para empurrar a OTAN para um confronto com a Rússia significa que a retaliação de Moscou permanecerá ‘Ankara-cêntrica’ e não será convertida em ‘questão da OTAN’. Moscou já anunciou que não tem intenção de usar força contra a Turquia. 

Dito de outro modo, a Turquia ficará sem álibi para invocar o artigo 5º da Carta da OTAN.Por outro lado, Moscou também deixará a Turquia sem outra opção além de aceitar uma nova realidade das operações militares russa nas regiões de fronteira norte da Síria. De fato, na 4ª-feira jatos russos já estavam novamente em ação na mesmíssima área na qual na véspera acontecera o incidente, e com ainda maior força mobilizada de ataque, para missão de bombardeio massivo.O resumo disso tudo é que Moscou e Damasco (e Teerã) não permitirão que a Turquia demarque alguma ‘área segura’ ou ‘zona aérea de exclusão’ no norte da Síria. Todo o empenho das operações militares

 A Rússia estima que o sucesso da guerra contra o ‘Estado Islâmico’ depende criticamente da destruição das rotas de suprimento pelas quais a Turquia abastece o grupo terrorista. Moscou deixou sugerido, inter alia que tem informações de inteligência que implicam gente poderosa da elite turca em tenebrosos negócios de contrabando de petróleo, com os terroristas do ‘Estado Islâmico’.Se tiver alguma base a versão iraniana da ação de resgate que arrancou o piloto russo das garras de grupos terroristas – a Agência Fars de Notícias tem contatos com o Corpo de Guardas da Revolução Islâmica –, a ação significa principalmente que, se a inteligência iraniana conseguiu tão brilhantemente penetrar as defesas dos grupos terroristas, ela certamente tem ideia bastante precisa das atividades clandestinas da Turquia nas regiões de fronteira e de sua rede de terror. Para garantir, não haverá qualquer redução nas operações militares russas no norte da Síria.

 O incidente da 3ª-feira – e a operação de resgate – podem ter consolidado o eixo Rússia-Irã-Síria-Hezbollah no plano operacional, em grau que, semana passada, seria ainda impensável.Enquanto prosseguem as operações militares em e em torno de Aleppo, a Turquia testemunhará a destruição sistemática de seus centros de comando e controle dentro da Síria; talvez seja forçada a rapidamente retirar suas Forças Especiais que operam dentro da Síria; e talvez veja seus procuradores arrancados dali. 

Moscou entrementes anunciou abertamente uma série de medidas para assegurar que a Turquia compreenda que sofreu derrota retumbante na Síria e que deve manifestar-se capaz de autocontenção. A instalação na Síria dos mísseis S-400 é claro sinal de aviso à Turquia, para que nem pense em fazer loucuras. A Rússia também fortaleceu o sistema de defesa aérea da Síria. Jatos turcos já não são admitidos em livre operação no espaço aéreo sírio. 

E Moscou também ordenou que todas as suas futuras missões recebam cobertura de jatos de combate.O que a Rússia prepara-se para fazer a Erdogan é precisamente o que o ocidente já lhe deveria ter feito há muito tempo. Mas, antes, o leitmotif das políticas do ocidente em relação a Erdogan sempre foi o interesse imediato. Obama prioriza o acesso dos EUA à base aérea de Incirlink; e a União Europeia adula Erdogan (e até o suborna com bilhões de euros) para que não empurre os refugiados sírios para dentro da Europa. Que ninguém se engane: Obama sabia perfeitamente bem do apoio clandestino que a Turquia dá a grupos extremistas na Síria. Se seu vice-presidente Joe Biden já sabia há um ano, Obama com certeza também sabia. Mas preferiu olhar para outro lado e fingir que nada via.O mínimo que Obama pode fazer nesse ponto, no interesse da segurança internacional, portanto, é deixar que a Rússia termine o custoso trabalho de destruir a rede terrorista turca, trabalho que ele, Obama, até hoje não teve o poder ou a coragem moral, para assumir e completar.

Oriente Mídia