domingo, 29 de maio de 2016

Aliados de Israel em Miami planejam campanhas, ameaçam e tomam posições


(27-05-2016) Recentemente, um dos braços de Israel que realiza operações contra as forças democráticas no mundo se encontrou com representantes ultras em Miami.
Para que se reúnem secretamente em Miami a Fundação dos Aliados de Israel e membros do exército, dos serviços secretos e a CIA estadunidense com representantes da ultradireita da Venezuela, Equador e outros 11 países latinoamericanos, mais Ileana Ros Lehtinen, ultra anticubana pertencente ao Congresso estadunidense pelo Partido Republicano do Estado da Flórida, mais Congressistas do mesmo partido pelos Estados da Califórnia e Carolina do Sul, junto com Congressistas do Partido Demócrata de Nova York e Pensilvania, acompanhados pelo espanhol Germán Alcayde, membro da FAES (Fundação de ultradireita pertencente ao Partido Popular); Germán Alcayde, que foi chefe de gabinete do governo de Aznar? Para quê? Segundo os fios desprendidos dessa reunião secreta, o propósito era formar os convocados na mudança a seguir em suas atuações pró-sionistas, a curto, médio, e longo prazo, contra os governos progressistas da América Latina. Elaboraram diferentes ataques contra estes, as forças que lhes são favoráveis e os que fazem frente ao colonialismo no Oriente Médio.
Os projetos estabelecidos pela Fundação dos Aliados de Israel, o exército, os serviços secretos e a CIA estadunidense para os ultradireitistas da América Latina têm os seguintes pontos:
1. Realizar atos que favoreçam a limpeza da imagem pública de Israel em cada país.

2. Empregar um discurso que justifique a violência do exército e os colonos sionistas contra a população palestina.
3. Realizar uma política que mantenha constante o desprezo das Resoluções da ONU sobre Israel.
4. Aumentar os assentamentos de colonos em terra palestina.
5. Justificar a ocupação da Palestina como um direito sionista.
6. Procurar a proibição e perseguição do BDS.
7. Apoiar o bloqueio econômico de Israel sobre os organismos institucionais palestinos.
8. Comprar, pressionar, a cargos políticos, e construir redes de influência política para que reconheçam a Jerusalém como capital de Israel e levem alí sua embaixada.
9. Criar lobbies que se somem aos EUA na ONU para negar responsabilidade alguma diante as condenações que o mundo inteiro dita contra Israel no máximo organismo internacional.
Israel lhes informa e os forma sobre como fazer cair os governos democráticos, e os ultradireitistas se oferecem para abrir as portas de seus países ao novo colonialismo. É o que se chama uma intervenção na soberanía dos países, uma aliança para fazer cair a ordem que sustenta que a justiça social deve ser um assunto de primeira ordem. Voltamos a perguntar, o que fazem os sionistas com o exército estadunidense, os serviços secretos e a CIA às escondidas em Miami?. Não será que o que denominamos Israel hoje é parte do corpo estadunidense? Como podemos entender que Israel receba do governo de Washington mais dinheiro que o Estado da Flórida e vários Estados mais. Como é mais importante que a Flórida e outros, o governador da Flórida, Estado ao que pertence Miami, tenha recebido a ordem de assinar às pressas uma lei que proíbe o uso de dinheiro público para fazer negócios com as empresas que participem do boicote a seu Estado maior: Israel.É a mesma ordem sionista que começou a ser obedecida e convertida em lei alguns governos europeus, francês e inglês. E a Espanha está no caminho, por isso se conheceu a carta enviada por um lobby sionista ameaçando aos representantes eleitos para o Ajuntamento de Tarragona, uma das quatro capitais catalãs, se admitirem a discussão sobre a possibilidade de somar-se a campanha pelo respeito aos Direitos Humanos na Palestina, que promove o Boicote, a Desinversão e as Sancões (BDS) de cidadãos e governos para que a entidade israelense se atenha ao Direito Internacional; leiam e comprovem as pressões e os nervos de semelhantes personagens colonialistas:
Voltando ao plano latinoamericano e a geoestratégia sionista estadunidense, chega uma noticia que nos conduz a reunião secreta em Miami e os planos mencionados: o golpe de Estado institucional que a ultradireita aplicou no Brasil cumpriu, entre outros, um objetivo sionista: o governo encabeçado por Temer (que nome tão ameaçador) tão rápido como pôde nomeou como presidente do Banco Central do Brasil ao israelense Ilan Goldfein, ultrasionista que estava na direção do Banco Itaú, o maior do Brasil, tendo sido antes Conselheiro do Banco Mundial e do Fundo Monetário Internacional. Quantas reuniões nas que se decide o que vai acontecer no mundo controla o Estado estadunidense de Israel? Quantas reuniões secretas como a de Miami? Quantos jornais, emissoras de TV, emissoras de rádio, ( sem falar de governos), ocultam as reuniões intervencionistas como esta porque seu pessoal se comporta mercenariamente? A carta do lobby sionista ameaçando ao Ajuntamento de Tarragona mostra ao sionismo como integrante do imperialismo, sempre opressor, sempre antidemocrático, sempre contra o direito dos povos de decidir seu próprio modo de vida. No macro e no micro a ideologia do sionismo é racista, colonialista e inimiga da paz, o exemplo mais claro é sua invasão e colonização da Palestina.
Você conhece um último segredo de seu próprio inimigo, não permita que continue metido em círculos fechados, ajude a que seja revelado.
Sobre o autor: Ramón Pedregal Casanova é autor de “Gaza 51 dias”, “Sete Novelas da Memória Histórica. Posfacios”, e “Dietário de crise”. É presidente da Associação Européia de Cooperação Internacional e Estudos Sociais AMANE.
Fonteannurtv.com

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