domingo, 28 de agosto de 2016

Nossos vizinhos alienígenas de Alfa Centauri e Elizabeth Klarer


Abaixo, um comentário publicado no fórum abovetopsecret, por AB (?), o qual aproveitou a notícia sobre o planeta que pode ser irmão gêmeo da Terra, para fazer uma pesquisa sobre alegações a respeito de alienígenas oriundos daquele sistema estelar. (Antes de começar a leitura, que fique claro de que não há comprovação alguma sobre as informações relatadas pelo escritor, mas a leitura é de interesse pelo seu comparativo científico entre o que é alegado e o que é comprovado pela ciência.)
Há uma grande empolgação nas últimas notícias científicas sobre a descoberta de um planeta potencialmente habitável, orbitando a estrela mais próxima do nosso sistema solar, a Proxima Centauri.

Decidi fazer uma pequena pesquisa para ver se alguém já tinha alegado contato alienígena com esta parte da galáxia.A pesquisa retornou positiva nas escritas e história de Elizabeth Klarer, a qual alega ter um amante de “Meton”, um planeta similar à Terra com vastos oceanos e uma multitude de ilhas, ao invés de continentes, localizado no sistema Proxima Centauri.
Elizabeth
Elizabeth Klarer
Ela também alegou ter tido um filho com ele, o qual agora vive com seu pai em Meton. Elizabeth disse que eles têm enormes naves, onde cultivam seus próprios alimentos e têm tudo que precisam para suas famílias, inclusive lagos e jardins, habitação, etc.  Cada uma dessas “naves mãe” têm várias naves menores que podem sair em missões.  Ela também alegou ter tido conexões, através de seu marido, com militares / inteligência governamental da África do Sul. (Isto está em seu livro, o qual, honestamente, ainda não terminei de ler.)
De qualquer forma, pensei que isto seria divertido e excitante!  Assim, aqui está um pouco de uma introdução sobre Elizabeth Klarer, com uma exploração em somente alguns poucos detalhes.  Há muito mais que eu não incluí, e espero que outros irão contribuir com coisa que eles acham interessantes.
“Akon”, (pronunciado Ah-kahn), o alienígena amante, disse à ela que seu esposo uma vez viveu em Vênus, e que de lá saíram para semear a vida pela galáxia, inclusive a Terra e, uma vez, em Marte.
Deve ser observado que o nome “Meton” foi para a referência de Elizabeth, mas que o nome do planeta, para o povo de Akon, é mais como uma ‘assinatura de energia’, e não um nome falado.  Eles são telepáticos, e assim a linguagem é diferente. Deve ser compreendido, então, que as citações abaixo atribuídas ao Akon foram ‘faladas’ telepaticamente e podem perder algo na tradução.  Isso, é claro, presumindo-se que o contato foi real.  Elizabeth é uma pessoa muito intrigante, e tinha laços através do seu marido com governos.
Aqui estão mais algumas fotos de Elizabeth, um desenho e um busto de Akon, algumas fotos de OVNIs que ela tirou, etc.
akon
disco-voador-de-Akon-3disco-voador-de-Akon-2disco-voador-de-Akon
Dizem que os alienígenas de Proxima Centauri são basicamente humanos. Eles vivem milhares de anos, tendo resolvido problemas de saúde e longevidade, bem como a viagem espacial, que os permite não se preocuparem com o tamanho populacional.
Eles originaram em Vênus há muito tempo.
Esta civilização teve origem há mais de 65 milhões de anos, quando Vênus tinha uma existência mais física na sua superfície do que seria possível hoje. Sabia-se que o nosso Sol era uma estrela variável (frequências irregulares) e que em certos períodos ele expandiria com a liberação de intensa radiação.  Como salvaguarda eles construíram vastas naves mãe para levar todas as pessoas e o máximo possível de  usa flora e fauna de Vênus para a Terra, que era o vizinho mais próximo.
Hoje, acreditamos que Vênus foi, em algum ponto, capaz de sustentar a vida, porém, isso foi há 715 milhões de anos, por seus cálculos atuais, e não 65 milhões. Assim há uma discrepância aqui com a nossa ciência atual.
Akon diz para Elizabeth:
“O berço da humanidade, Vênus, permanece velado e despojado de vida, após o ciclo Pelistoceno da expansão solar; seus éons frutíferos de fertilidade no fim; seus vastos mares mornos que alimentaram o nosso começo, secaram e se tornaram estéreis.  Mas sua glória ainda permanece como uma realidade na miragem elétrica, aperfeiçoada por sua progenitura, que foi compelida a se mudar de sua protetora superfície, foi para os confins do espaço, para propagar suas espécies na superfície de um planeta alienígena chamado Terra, onde nos adaptamos a uma diferente velocidade e tempo de um planeta mais jovem.  Alegando posse da Terra, com uma anfitriã para vida, continuamos a aperfeiçoar nossas espaçonaves em preparação para o tempo em que teríamos que deixar este sistema solar antes de outra onda de extinção em massa vinda da estrela deste sistema.”
Tendo procurado por informações sobre Vênus, pensei em fazer uma investigação inicial sobre algumas das coisas que Elizabeth diz que Akon mencionou…
Akon diz que as luas de Júpiter uma vez abrigaram a vida, e que o próprio Júpiter é uma estrela em formação, e que o nosso é  um sistema duplo (ou melhor, irá eventualmente se tornar um sistema duplo), com o Sol sendo a estrela primária atual, e Júpiter sendo uma estrela em formação.
Akon diz para a Elizabeth:
“A Lua é alienígena à este sistema e veio com Júpiter e sua companhia de planetas.  Júpiter é uma estrela em formação, uma estrela que está condensando, e assim retendo uma alta velocidade de rotação, uma grande massa e baixa densidade e o calor normal no núcleo retido pela estrela. Um sistema solar dentro de um sistema solar.  Sete dos planetas de Júpiter têm retido atmosferas e vida, como sabemos.”
Procurei, e de forma interessante encontrei isto:
“Júpiter é como uma estrela em composição. Se Júpiter fosse aproximadamente 80 vezes mais massivo, ele teria se tornado uma estrela, ao invés de um planeta.”
A ciência que vi diz que Júpiter NÃO irá se condensar e se tornar uma estrela, porque não tem tamanho suficiente.  Porém, como oferecido pelo autor de ficção científica, Arthur C. Clarke, SE massa fosse de alguma forma adicionada a Júpiter, ele encolheria sobre si mesmo e ascenderia como uma nova estrela.
Se Júpiter fosse menos massivo, ele seria menor que Saturno ou Urano.  Mas se você pudesse adicionar 2 vezes, 5 vezes, 10vezes ou mais à massa de Júpiter, talvez com a ajuda do monólito mágico de Clarke o planeta não cresceria. Ele encolheria.
Como está agora, o núcleo denso de Júpiter gera calor que irradia ao espaço.  Se a massa do planeta aumentasse em 50 ou 60 vezes, o núcleo ficaria mais quente e mais denso, até que o planeta se transformaria numa anã marrom, que é um tipo de estrela que falhou.  À essa massa, o planeta começaria a crescer novamente até seu tamanho atual. De fato, todas as anãs marrons, sejam 10 ou 60 vezes maiores que a massa de Júpiter, têm aproximadamente o mesmo diâmetro de Júpiter.
Se Júpiter crescesse 70 vezes a sua massa atual, seu núcleo ficaria quente o suficiente para fundir o hidrogênio em hélio.  Ele se tornaria uma estrela anã vermelha, e queimaria por bilhões de anos. Embora, mesmo então, seu diâmetro como uma anã vermelha seria somente 30% maior do que o diâmetro atual do planeta.
Por comparação, o nosso Sol, que é maior do que a maioria das estrelas, tem o diâmetro de 10 vezes o de Júpiter, mas uma massa 1000 vezes maior.
Quanto a Lua da Terra, há teorias, mas estas são muito debatidas. Então???
Agora, Akon diz muitas coisas para Elizabeth, algumas das quais são muito pouco compreensíveis e parecem estar tentando explicar suas compreensões avançadas da física em termos de leigo.
Por exemplo, Akon disse à Elizabeth:
“Forças da mente, força espiritual, realização da alma e pensamentos são todos feitos de velocidades diferentes do comprimento de onda da luz, ou micro-átomos.  A eletricidade são micro-átomos de luz, enquanto o som e a cor ocorrem quando os micro-átomos tem diferentes velocidades, e quando os micro-átomos são parados eles criam calor. A luz é uma energia inteligente que pode ser trazida à existência e substância pelo pensamento.
“O padrão dos micro-átomos de luz muda com as mudanças de pensamento, quando uma pessoa alcança a fórmula para a vibração harmônica da luz.  A chave para toda a vida e para o Universo está na interação harmônica da luz.  Uma fórmula matemática para todo o transporte está nas frequências vibratórias da harmonia da luz, com as ondas anti-gravitacionais que são simplesmente a taxa de frequência entre cada pulso de espiral de luz.”
Honestamente, não tenho tempo para comparar tudo isto com o atual conhecimento científico de nós, meros terráqueos, e nem tenho certeza se até mesmo entendo isto, mas gostaria de ver o que os outros acham disso.  Não estou defendendo isto, para ser claro, estou apresentando aqui para as pessoas olharem e pensarem a respeito do caso.
Isto também poderia ser o que Elizabeth Klarer lembra de Akon dizer, e assim poderia ser que ela também confundiu as coisas, ou talvez ela disse isto literalmente. Não tenho certeza.
Peço as pessoas que leiam esta história, em celebração do nosso recém encontrado “planeta como a Terra”, no mesmo lugar que Elizabeth Klarer diz que Akon veio.

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