sexta-feira, 28 de outubro de 2016

Barack Obama enrolado nas mentiras de Hillary, ou Hillary Clinton corrompe tudo em que toca


Alex Christoforou, The Duran, Nicosia, Chipre

Traduzido pelo coletivo da Vila Vudu

Hillary destruiu o Departamento de Justiça, o FBI e, agora, o Gabinete do Presidente dos EUA.

Qualquer coisa e tudo que entra em contato com o sindicato de crimes de Clinton é corroído e destruído.

A mais recente vítima de Hillary Clinton é Barack Obama. O legado dele – oito anos de guerra ininterrupta, introdução nos EUA de um sistema de saúde pública fracassado – é acrescido agora de prova de que Obama mentiu aos cidadãos norte-americanos, para se auto proteger do escândalo corrosivo, épico, dos e-mails de Hillary.


Quando o New York Times noticiou que Hillary usava um servidor privado de e-mails, o presidente Barack Obama declarou, de público, que só soubera pela mídia, do arranjo "pouco usual" para gestão de e-mails, de sua secretária Clinton.

Em entrevista em março de 2015, o principal correspondente da rede CBS News para a Casa Branca, Bill Plante perguntou a Obama quando, precisamente, ele soubera do servidor privado de Hillary. Obama respondeu:


"No mesmo momento em que todos soubemos, pelos noticiários. A política do meu governo é encorajar a transparência, motivo pelo qual meus e-mails, o BlackBerry que levo comigo sempre, todas essas gravações são arquivadas e acessíveis. 

Alegra-me que Hillary tenha dado instruções para que todos os e-mails sobre assuntos oficiais tenham de ser públicos" Vídeo (íntegra da entrevista).

Agora, graças a Wikileaks, ficamos sabendo que Obama mentiu sobre quando soube do sistema privado que Hillarry usava para seus e-mails.

Num e-mail de Cheryl Mills para John Podesta (sobre o que Obama dissera à CBS na entrevista), a principal assessora de Clinton ordenava a Podesta que "limpe tudo isso, com urgência":

Temos de limpar tudo isso – ele tem e-mails dela – não dizem "state.gov" [imagem do e-mail, ing.]


Zerohedge noticia:

"Isso, senhoras e senhores, é prova de que o presidente não apenas mentiu, mas mentiu com a clara intenção de proteger a campanha de Clinton."

Ainda para reforçar,Politico já havia noticiado que o Departamento de Estado recusara-se a tornar públicos esse e outros e-mails que Clinton trocara com Obama. 

Advogados falaram do "privilégio presidencial para comunicações", uma variação do privilégio executivo, para manter ocultas da opinião pública as mensagens e a prova de que os telegramas viajavam por provedor privado ("não dizem state.gov"), nos termos da Lei da Liberdade de Informação [ing. Freedom of Information Act]. Problema é que ninguém sabe qual seria essa conta "alternativa" de e-mail do presidente, ou onde está hospedada.

Também se explica por que, em e-mail divulgado antes por Wilileaks, Podesta perguntava a Mills, num e-mail intitulado "Categoria Especial", se ela acha que "devemos segurar e-mails de e para POTUS [President of the United States]? É o cerne do privilégio executivo dele [de Obama]. Podíamos conseguir que exigissem [o privilégio]. Talvez nem se importem, mas parece que sim, se importarão." Mills não respondeu por e-mail.

Os e-mails Clinton-Obama foram entregues ao Departamento de Estado, o qual, adiante, anunciou que não os divulgaria.

Eis como Mills e Podesta "limparam" o fato de que Obama mentiu ao povo dos EUA, tática que, como alguns poderão alegar, é clara manobra para encobrir a evidência de que o presidente mentiu para proteger Hillary Clinton (e para se autoproteger!).

Dado que temos certeza de que outros exigirão explicações, à luz da mais recente revelação que sugere fraude contra a opinião pública que já chega ao escalão mais alto do governo dos EUA, ou, nas palavras de Mills, a tal "limpeza", talvez seja hora de o Departamento de Estado revelar, finalmente: sobre o que conversaram o presidente e a campanha de Clinton?   

blogdoalok

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