quarta-feira, 22 de março de 2017

Delator que trabalhou na NASA dá entrevista sobre OVNIs / UFOs


O escritor, pensador e “caçador da verdade”, J.P. Robinson, entrevistou Robert Oeschsler (BoB), um ex-especialista de missões espaciais NASA e pesquisador veterano de OVNIs.

O histórico de conhecimento científico de Oeschsler validou seu ponto de vista a respeito do fenômeno dos OVNIs, que culminou com sua intensa pesquisa no caso dos avistamentos de OVNIs em Gulf Breeze (EUA), que ocorreram início da década de 1990.  De acordo com J.P. Robinson, Oeschsler é um indivíduo de mente aberta e grande honestidade e integridade.  Robinson ainda menciona que o testemunho de Oeschsler tem muito mais validade do que o de uma pessoa comum, devido a sua associação com a NASA e seu trabalho de pesquisa.
delator que trabalhou para NASA
Robert Oeschsler – delator em prol da realidade OVNI

A entrevista ocorreu em 12 de março de 2017.

JPR: Primeiro, você poderia confirmar que trabalhou na NASA em meados da década de 1970 como especialista de missão em vários projetos, inclusive o projeto de testes Apolo-Soyuz. Você trabalhou no anel de acoplagem que acoplava as duas naves e também no International Ultraviolet Explorer, vários projetos para o espaço profundo e alguns do Departamento de Defesa.

BoB: Sim, está correto. Na verdade, o anel de acoplagem usado hoje na Estação Espacial Internacional é substancialmente o mesmo aparelho que criamos em meados da década de 1970.


JPR: Exatamente, quais anos você trabalhou para a NASA, e seria o seu  crachá de identidade, que Tim Good publicou no Alien Update, oficialmente sua verdadeira identidade?

BoB: Eu tive vários períodos nos quais trabalhei no Centro de Voo Espacial Goddard, sob contratos diferentes, o primeiro dos quais foi entre 1974 e 1977 e continuei esporadicamente por 1979; e novamente em meados e no final de 1980.  O crachá que Tim Good publicou é autêntico; crachás subsequentes foram retornados, de acordo com regulamentos de segurança.

Crachá de Bob.

JPR: Por que você deixou a NASA?

BoB: A maior parte da minha permanência no Goddard foi sob uma variedade de contratos de defesa. Quando os contratos finalizaram nas instalações da NASA, muitas vezes eu era enviado para trabalhar em locais de outros empreiteiros. O original era com a Bendix Field Engineering Corporation; as outras tarefas eram pela maior parte restritas sob o status de segurança.  Por 1979, eu havia formado um consórcio de empresas sob o guarda-chuva da minha empresa, Robots Internationale, Inc., e em 1980 recebi um prêmio da Câmara de Comércio dos EUA como pai das tecnologias de aplicação em campo, na área da robótica.

JPR: Quando você ficou ciente sobre o fenômeno dos OVNIs como sendo uma situação real: antes, durante seu tempo com a NASA, ou depois, quando você foi chamado por várias agências, inclusive do Departamento da Marinha, para avaliar filmagens da atividade OVNIs? Por favor elabore.

BoB: Suponho que eu tenha ficado fascinado com os prospectos dos OVNIs na década de 1950, após ver “O Dia Em Que a Terra Parou”.  Após, o caso de George Adamski capturou minha atenção e plantou a sugestão de que eles poderiam possivelmente ser uma realidade.  Pelo que me lembre, não levei isto seriamente até a década de 1980, quando me envolvi com FUFOR (Fundo para a pesquisa OVNI com o Dr. Bruce Maccabee). Após, eu me tornei um especialista em análise de fotografia de OVNIs anos mais tarde, e mais especificamente em análise de Polaroid com o Caso de Avistamentos em Gulf Breeze. Foi quando a DIA, NSA, CIA e outras do Pentágono começaram a seguir meu trabalho. Antes daqueles anos, eu fiquei intrigado por vários livros sobre o assunto dos OVNIs e experiências de contatados. Betty e Barney Hiil, Howard Menger e alguns outros vêm em mente.

JPR: Qual foi o primeiro pedaço de filmagem que lhe foi pedido para analisar, e de onde originou o filme?

BoB: A primeira filmagem foi feita por uma câmera de uma Base da Força Aérea, em algum lugar no sudoeste dos Estados Unidos. Era durante o crepúsculo e você podia ver um traço de cor na cadeia de montanha distante e, é claro, você podia ver o perfil completo das montanhas. Era uma nave iluminada que se movia lateralmente, parava e reiniciava. Ela foi capturada em 24 quadros por segundo, se lembro bem; não lembro exatamente quando foi filmada, pois não tenho certeza se a informação estava disponível na época.

Forneceram-me algum equipamento extraordinário (para a época), que me permitiu dividir os quadros em fase A e fase B. Por exemplo, um segmento de 10 segundos que analisei gerou na ordem de 60 páginas quando impresso.  Isto era usado para mensurar as assinaturas de luz em quadros de tempo tão pequenos quanto possíveis… …O que derivou da análise foi que este objeto pareceu estar usando algum tipo de gerador de gravidade pulsante como propulsão. Ele parecia estar pulando de um ponto para o próximo literalmente durante o piscar dos olhos, desaparecendo e reaparecendo ao longo de um trajeto linear de voo, se você pode visualizar o que estou dizendo.  Essencialmente ‘beliscando’ o espaço ao usar compressão de gravidade.

JPR: Durante seu tempo com a NASA, você ficou alguma vez ciente de que a NASA estava editando algumas de suas evidências fotográficas, a fim de esconder objetos inexplicáveis que eram visíveis nos negativos (como George Leonard e Ken Johnston alegam)?  Você teve contato em primeira mão com isto?

BoB: Não me foram compartilhadas quaisquer dessas possibilidades, e não estou em posição de questionar esses tipos de coisas, mesmo se estivesse ciente dessa potencialidade.

JPR: Quando e por que você decidiu falar em público sobre o segredo dos OVNIs e dos ETs?

BoB: Após todo o meu trabalho de análise de fotos no caso Golf Breeze, e uma multitude de viagens para investigação em campo na cidade de Pensacola, na Flórida, se tornou imperativo apoiar o meu trabalho e o do Dr. Bruce Mccabee que estava sob ataque dos céticos.

JPR: Você já viu uma nave extraterrestre de perto? Poderia descrevê-la e explicar como você sabe se não era feita pelo homem?

BoB: É difícil usar o termo extraterrestre quando se trata de OVNIs, já que realmente não sabemos com certeza de onde eles vêm. Porém é muito fácil avaliar as capacidades de voo extraordinárias, flutuação no ar, e a dramática aceleração, o que excede quaisquer tecnologias humanas conhecidas.  Num punhado de ocasiões, tive observações extremamente próximas, tanto de dia, quanto à noite. A maioria era de naves estruturadas, com detalhe extremo, inclusive algum tipo de plasma gerado na parte inferior.  Vi formas de disco, naves parecidas com bola de golf, e o tipo físico de naves de Gulf Breeze, as quais haviam sido descritas como tendo a aparência de lanternas chinesas.

JPR: Onde as naves estavam sendo mantidas?

BoB: Além daquelas observadas em voo, ou sob as operações locais vistas em vários locais dos Estados Unidos e do Canadá, e algumas envolvidas em operações militares, não seria prudente especular onde as naves sob o controle humano poderiam ser mantidas. Pelo menos três localizações foram publicadas anteriormente, inclusive a Base Wright-Patterson, na qual tenho experiência pessoal, Groom Lake em Nevada, e Lago China na Califórnia. Também estou ciente de outra localização na Califórnia, onde novamente tenho experiência e conhecimento pessoais.

JPR: Você tem uma ideia sobre a origem de tais naves?

BoB: Mantendo em mente que há numerosas espécies de visitações não humanas conduzindo uma variedade de operações aqui, seria difícil tentar definir quaisquer origens em específico.  Alguma credibilidade está na especulação sobre Zeta Reticuli, que está a aproximadamente 39 anos-luz de distância. A distância não parece ser um obstáculo.

JPR: Você já esteve pessoalmente dentro de uma dessas naves, ou conhece alguém que esteve?

BoB: Conheço vários indivíduos e equipes militares que tiveram. Não posso confirmar 100% que eu estive.

JPR: Você já entrou em contato com uma entidade não humana, ou conhece alguém que entrou? Por favor, elabore.

BoB: Conheci uma mulher em Dallas, no Texas, numa conferência onde eu estava dando uma palestra, a qual compartilhou uma experiência de vida incrível. Sua família residia numa comunidade isolada próxima da Linha de Tiro White Sands, no Novo México. Seu pai foi ordenado a dirigir um equipamento de construção na área de San Agustin Plains.  Era uma operação de resgate de um acidente, que envolvia sobreviventes.  Ele ajudou a escurecer as janela de um ônibus que foi trazido para levar os ocupantes (dois sobrevivente, um morreu em rota) para o Laboratório de Los Alamos. Toda a família dirigiu até Los Alamos em pelo menos duas ocasiões, e seu pai foi capaz de ver o sobrevivente em ambas as vezes. Eu não sei se ele interagiu com o alienígena, ou não, além dos encontros no local do acidente. Sua tarefa principal na missão original era a de enterrar a nave para resgate posterior. Ele trouxe de volta um pequeno console da nave que ficou na mesa de centro da família por muitos anos, ela disse.

JPR: As pessoas dizem que tratados têm sido assinados entre o nosso governo e várias raças extraterrestres. Um desses tratados seria o sistema de tratado Tau-9, com a negociação ocorrendo durante a Conferência Tau-9 para a Preservação da Humanidade em tempos mais recentes. Seria isto algo que você saber ser verdadeiro?

BoB: Não posso confirmar sobre quaisquer tratados, porém acredito que há evidência credível de uma Conferência da OTAN que ocorreu, discutindo algo na ordem de 85 diferentes espécies de alienígenas que tiveram contato com vários governos através das épocas.

Há também evidências substanciais de cooperação entre pelo menos os militares dos EUA e algumas espécies de alienígenas.

JPR: Você poderia elaborar um pouco sobre o cenário de abdução alienígena e seu laço com o nosso governo, pois muitas das ‘experiências’ mencionam que há uma presença militar a bordo de algumas dessas naves durante as abduções.

BoB: Aparentemente, as abduções têm sido uma parte integral das vidas de algumas famílias por muitas gerações, indo até quatro gerações atrás. A maioria tende a focar nas mulheres que são usadas para experimentos genéticos híbridos. As mulheres tendem a carregar o feto por aproximadamente três meses, quando os visitantes vêm e os levam, continuando a gestação fora da abduzida. Porém, estas mulheres são muitas vezes contatadas novamente para fornecer um vínculo.  Parece que os alienígenas perderam vários tentando criá-los sem o benefício do cuidado materno.  Estou ciente de muitos casos envolvendo abduzidos, com o envolvimento de militares humanos.

JPR: Com isto em mente, você acredita que ainda estamos mantendo um registro da quantidade de abduções humanas que ocorrem no mundo todo, ou você suspeita que isto está fora de controle?

BoB: Os números, de acordo com os especialistas no campo, são astronômicos e nada sugere que algo mudou.

JPR: A situação ET é muito complexa, com muitas raças diferentes envolvidas. Alguns parecem ter estado neste planeta por um longo tempo. Muitos acreditam que a razão para as abduções é um estudo impulsionado das populações humanas, outros focam nos programas de cruzamento genético que parecem estar ocorrendo, e também foi dito que os ETs, possivelmente os Greys, são humanos do futuro, cuja raça está morrendo e estão tentando encontrar algum tipo de cura. Quais são os seus pensamentos sobre o porquê dos ETs estarem aqui?  E você tem qualquer evidência que possa confirmar suas ideias?

Bob: Se há um consenso de opiniões especialistas que cobre tantas espécies de interação alienígena, suspeito que todos nós estaríamos cientes. É provável que a visitação alienígena tenha muitos propósitos para eles estarem aqui. Além dos objetivos óbvios relativos aos experimentos de cruzamentos, os quais podem ter propósitos múltiplos, o prospecto de que pelo menos uma espécie vem do futuro possui grande promessa e intriga. Se há prova de qualquer filosofia específica de origem ou propósito, provavelmente será mantido como parte de um programa de doutrinação a longo prazo, a fim de nos ajudar a evitar o processo de aculturação, como determinado pela Instituição Brooking em seus “Estudos Propostos nas Implicações de Atividades Espaciais Pacíficas para os Assuntos Humanos” 1960.

JPR: Vamos retornar a nossa atenção à NASA e as missões Apolo. Continua havendo muito debate sobre as missões Apolo, e eu gostaria de escutar sua opinião sobre isto. Primeiramente, nós realmente pousamos na Lua?

BoB: Estou completamente confiante de que pousamos na Lua, tendo falado pessoalmente com vários astronautas da missão, cujos comentários a respeito dos encontros anômalos tornariam a prospecção de missões forjadas além da compreensão.

JPR: Então a filmagem que a NASA tornou pública foi real, ou forjada em muitos de seu conteúdo?

BoB: Tenho a opinião de que algumas das filmagens foram liberadas. Também tenho a opinião de que nem todas as filmagens foram ou serão liberadas, se elas ainda existem. Não tínhamos nada além da capacidade de gravações em fita metálica naquela época.

JPR: Você acredita que fomos até lá nos ônibus espaciais, ou poderíamos ter usado uma tecnologia mais avançada, tal como naves em formato de disco que associamos com o fenômeno dos OVNIs?

BoB: Os projetos da Lua ocorreram tão cedo em nossa evolução tecnológica, que tenho confiança que não tínhamos naquela época a tecnologia de disco.

JPR: Estávamos sós quando chegamos lá?

BoB: Claramente não eramos a única espécie inteligente envolvida, embora estávamos sós no sentido de que não parece ter havido quaisquer interações ou comunicações.

JPR: Você acredita que há bases e formas de vida já assentadas na Lua? E quais evidências você conhece do que pode sustentar tal hipótese?

BoB: Confiança muito alta de que bases não humanas de operação existem na Lua. A evidência fotográfica de Howard Menger, das instalações durante uma ‘carona’ não malevolente até a Lua, numa nave de origem não humana, poderia ser uma das evidências mais preciosas.  Tenho muita certeza que a NASA tem fotos explícitas, ou mesmo filmagens, de tal atividade.

JPR: Você acredita que a Lua seja oca, como os testes sísmicos da NASA sugerem, e se sim, você acredita que a Lua poderia ser um satélite artificial?

BoB: Não estou familiarizado com os dados, assim não seria meu lugar o de especular sobre isto.

JPR: Por que as missões Apolo pararam após a Apolo 17 em 1972?  Se aquela missão foi a mais produtiva na breve história do projeto Apolo a respeito da exploração física da superfície lunar e das amostras adquiridas, por que nunca retornamos?  Ou você acha que temos um programa secreto ocorrendo entre aqui e a Lua?

BoB: Em 1972 os custosos esforços da Guerra do Vietnã colocaram o programa espacial e a NASA numa rédea curta, fiscalmente falando. Embora haviam pelo menos mais três missões planejadas, o tapete foi puxado debaixo do orçamento da NASA. Também acho que naquela época o público havia perdido o romance pela Lua após pousar 12 astronautas na superfície, somente um dos quais era um cientista. Além disso, embora não lançamos até 1981, o STS (mais popularmente conhecido como o programa de Ônibus Espaciais), que começou em 1972 e tinha um maior apoio congressional do que o programa Apolo. Quanto a qualquer voo secreto até a Lua, é improvável que eles começaram muito antes de meados ou final da década de 1980, em minha opinião.

Robert Oeschsler é só mais uma das inúmeras pessoas que trabalharam para a NASA, comprovando a realidade extraterrestre em nosso planeta. Estariam tantas pessoas simplesmente mentindo em troca de fama, mesmo arriscando suas reputações e ficando sujeitos à zombaria?

Como diz o velho ditado: “Onde há fumaça, há fogo”.

jp-robinson

ovnihoje

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