terça-feira, 4 de abril de 2017

Especialista militar: EUA temem submarino nuclear russo Kazan? Têm todos os motivos!


O jornal norte-americano NI se referiu ao submarino russo Kazan como "o rival mais perigoso da Frota dos EUA". Neste contexto, o especialista militar, Viktor Litovkin, apontou ao serviço russo da Rádio Sputnik que não há submarino nuclear como o Kazan.Novo submarino nuclear russo - Kazan

O submarino nuclear russo Kazan, que entrou em ação no fim de março, vai se tornar uma ameaça real para Marinha dos EUA, acredita o observador do jornal National Interest, Dave Majumdar.
Ele tem certeza absoluta que a Marinha dos EUA ainda não encontrou rival como o Kazan: "Logo que o submarino Kazan entrar em serviço militar, ele irá se tornar um rival terrível nunca enfrentado antes pela nossa Frota."
Segundo ele, o Kazan será usado primeiramente para "caçar submarinos nucleares estratégicos norte-americanos".
"Não há dúvidas de que os russos possuem experiência suficiente para construir tais submarinos mortíferos", resume o autor do artigo.
As alterações do Kazan dizem respeito aos sistemas de armamento radioeletrônico, equipamentos e materiais, que foram modernizados e fornecidos por fabricantes russos.
O especialista militar russo revelou ao serviço russo da Rádio Sputnik que o submarino pode funcionar no regime de multitarefas.
"Esse submarino na verdade é único", disse o especialista. Ele acrescentou que o submarino é destinado para combater não só aviação ou outros submarinos, mas também pode alcançar bases militares localizadas perto da costa.
Viktor Litovkin destacou que para atingir isso, o submarino possui "conjunto de mísseis de cruzeiros, armamentos modernos, tem sistema de direção, vigilância e reconhecimento de outros submarinos eficientes…".
"A maior vantagem deste submarino é que não provoca barulho algum — pode reconhecer um adversário antes de ser reconhecido. Por isso os norte-americanos têm razão em recear as capacidades dos nossos submarinos. Eis a única coisa que podemos lhes aconselhar: não vale a pena realizar planos agressivos em relação ao nosso país", confirmou.
Ao mesmo tempo, ele apontou que as declarações do Ocidente são sempre feitas com objetivos claros: "Quando os norte-americanos falam sobre nosso armamento na forma superlativa, têm somente um único objetivo — assustar alguém e extrair dinheiro para desenvolver seus próprios exército e frota", concluiu.

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