sexta-feira, 8 de junho de 2018

Terra Convexa - O Documentário






O Documentário Terra Convexa pode ser republicado em outro canal desde que seja desativada a monetização e seja informada a fonte conforme texto abaixo: "Terra convexa é uma pesquisa independente de Dákila Pesquisas www.dakila.com.br e Centro Tecnológico Zigurats ctzbrasil.com.br publicado originalmente em www.terraconvexa.com.br e convexearth.org " Terra Convexa - O Documentário Após sete anos de investigações sobre o formato da Terra, experimentos científicos realizados por pesquisadores brasileiros do Dakila Pesquisas e do Centro Tecnológico Zigurats em parceria com profissionais de diversas áreas do Brasil e de outros países, como Estados Unidos, Rússia, Chile, Holanda, Espanha, demonstraram que a Terra não é esférica.
As provas estão sendo apresentadas no longa-metragem Terra Convexa: O Documentário, disponível em três idiomas: português, inglês e espanhol e publicado nos websites terraconvexa.com.br e convexearth.org
Foram realizados sete experimentos científicos, entre eles, o geodésico, que consistiu em medir as distâncias entre as bases e os topos de um prédio em Torres (RS) e outro em Natal (RN), com distância de 3.050 km entre eles, tendo como referência o nível do mar. “As medidas foram iguais. Se a Terra fosse esférica, a medida da distância entre as bases deveria ser menor do que a medida entre as partes superiores dos prédios, porque elas estariam acompanhando a curvatura da Terra”, explica Urandir de Oliveira, fundador do Dakila Pesquisas. Engenheiros do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) participaram da ação.
Um laser de longo alcance foi usado para medir a planicidade e o nivelamento das águas na Represa de Três Marias (MG); na Lagoa dos Patos (RS), no Lago Titicaca, no Peru; e nos mares de Ilhabela (SP) e no estreito de Gibraltar. Os testes realizados em até 35 km não identificaram nenhuma curvatura.
Os experimentos realizados com telescópios refratores e refletores, comprovaram que os barcos não desaparecem na linha do horizonte, mas sim perdemos a capacidade de observá-los, devido a um fenômeno ótico. Esse fenômeno foi estudado pelos pesquisadores, que formularam uma nova teoria física, a qual explica física e matematicamente como isso funciona.
Já experimentos realizados com o prumo (verticalização) e o nível (horizontalização) provaram que a gravidade não existe, pois o comportamento físico das águas é o de buscar sua forma original, ou seja, a planicidade. Segundo Urandir, o que nos mantém firmes ao solo é o MDPL (magnetismo, densidade, pressão e luz).
Por meio imagens obtidas através de várias sondas atmosféricas lançadas pelos pesquisadores, assim como de incursões realizadas, inclusive na Antártica, com a colaboração das Forças Armadas do Brasil, além de outras análises de materiais encontrados em geleiras da Sibéria e às margens do Oceano Gacial Ártico, como pólen, poeira e fragmentos de folhas, foi descoberto um novo continente, denominado “Norte Maior”, separado por uma grande massa de gelo.
A trajetória dos astros, inclusive o Sol e a Lua, é totalmente diferente do que diz a ciência. As novas informações possibilitaram o posicionamento correto dos continentes.
As informações completas das pesquisas, com relação de equipamentos, coordenadas, imagens, todas as técnicas empregadas, conteúdo de pesquisas, relatórios técnicos, papers científicos, cálculos matemáticos e teorias propostas estarão disponibilizados em breve nos websites

http://www.terraconvexa.com.br e http://convexearth.org

Em breve será lançado um livro com a compilação completa da pesquisa.



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