A Marinha americana no Japão revelou mais uma vulnerabilidade de caças F-35B, dessa vez o problema está relacionado às forças da natureza.

Como se já não bastassem os defeitos tecnológicos e alguns outros detalhes incômodos, o caça fraqueja em tempestades, sendo altamente necessária a aquisição de para-raios, caso contrário, sua disponibilidade após uma tempestade será seriamente ameaçada, pois o projeto do F-35 não é adaptado para enfrentar raios, conforme informa o site The Drive.
O problema envolve o Sistema Autônomo de Informações de Logística (ALIS), sendo o cérebro do caça, o sistema atualmente é vulnerável a choques elétricos, o que pode afetar diretamente o caça, já que sem o sistema, ele se torna totalmente inoperável. Além disso, outro fato é que os tanques de combustível não estão suficientemente protegidos contra faíscas, além de precisar da proteção contra os raios.
Essa vulnerabilidade eleva o número de problemas relacionados aos F-35B, que já conta com problemas envolvendo a necessidade de aeródromo para abrigá-lo e a falta de peças de reposição
sputniknews

Como se já não bastassem os defeitos tecnológicos e alguns outros detalhes incômodos, o caça fraqueja em tempestades, sendo altamente necessária a aquisição de para-raios, caso contrário, sua disponibilidade após uma tempestade será seriamente ameaçada, pois o projeto do F-35 não é adaptado para enfrentar raios, conforme informa o site The Drive.
O problema envolve o Sistema Autônomo de Informações de Logística (ALIS), sendo o cérebro do caça, o sistema atualmente é vulnerável a choques elétricos, o que pode afetar diretamente o caça, já que sem o sistema, ele se torna totalmente inoperável. Além disso, outro fato é que os tanques de combustível não estão suficientemente protegidos contra faíscas, além de precisar da proteção contra os raios.
Essa vulnerabilidade eleva o número de problemas relacionados aos F-35B, que já conta com problemas envolvendo a necessidade de aeródromo para abrigá-lo e a falta de peças de reposição
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Este comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirIsso é tudo mentira. Não passa de estratégia militar suinonista. Caso contrário, os israelenses não teriam aceitado sua entrada em serviço na força aérea daquele país, já teriam visto estes problemas.
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