Beirute, 27 jul (Lusa) - Vários bairros de Aleppo, a segunda maior cidade síria, foram bombardeados esta manhã por helicópteros das forças leais ao governo de Bashar al-Assad, indicou o Observatório Sírio dos Direitos Humanos(OSDH).
Os bairros de Salaheddine (sudoeste), al-Azamiyé (sudoeste), Boustane el-Kasr (sul), al-Machad (sul) e al-Soukkari (sul) foram alvejados por helicópteros segundo aquela organização não governamental sedeada na Grã-Bretanha.
Os combates entre rebeldes e o exército tiveram lugar em al-Jamiliyé, no centro, Mahatat Bagdá e em Saadallah al-Jabiri.
Ban Ki-moon pede que regime sírio detenha ofensiva em Aleppo
Imagem divulgada por grupos de oposição mostra o distrito de Juret al-Shayah, na Síria, destruído por forças do governoO secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, pediu nesta sexta-feira que o regime sírio detenha sua ofensiva em Aleppo, segunda maior cidade da Síria, em meio a temores de um violento ataque contra rebeldes e civis.
"Estou seriamente preocupado com a escalada de violência em Aleppo", disse Ban durante uma visita a Londres pelos Jogos Olímpicos. "Faço um apelo ao regime sírio para que detenha a ofensiva", completou.
"A violência dos dois lados deve parar para o bem dos civis que sofrem na Síria", acrescentou, depois de um encontro com o chanceler britânico, William Hague.
O alerta de Ban Ki-moon foi feito em meio aos temores manifestados pelas grandes potências de que o presidente sírio, Bashar Assad, esteja preparando um "massacre" contra seu próprio povo.
Hague havia afirmado antes que o ataque poderia desencadear um desastre humanitário.
"Esta escalada de violência totalmente inaceitável do conflito pode desencadear uma devastadora perda de vidas civis e uma catástrofe humanitária", considerou Hague.
Tanques, helicópteros de combate e caças atacaram Aleppo nos últimos dois dias, enquanto tropas disparam contra uma série de bairros rebeldes no sudoeste da cidade nesta sexta-feira, na batalha para controlar seu centro comercial.
Rebeldes sírios disseram nesta sexta-feira que haviam capturado 100 soldados e milicianos em Aleppo.
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