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segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Israel:a Tragédia

Esta não é nenhuma guerra, como nos pretendem fazer crer. É um genocidio levado a cabo sobre a população dna faixa de Gaza concentram-se 1 milhão e setecentas mil pessoas, completamente cercadas e isoladas das ajudas e solidariedade externa da qual dependem para tudo, desde os alimentos aos cuidados médicos, desde os livros para a educação das crianças até à liberdade. Esta não é nenhuma guerra, porque no Israel sionista não existem civis. Toda a população está militarizada e obedece a mobilizações gerais em conjunto com o exército. Pelo contrário, apesar das mentiras e calúnias que se dizem do Hamas, na Palestina só existem civis, que combatem os invasores e ladrões da sua terra com tudo o que têm à mão: pedras, varapaus e uns poucos fuzis (contra blindados e aviões supersónicos de combate)

Exigimos o fim do bombardeamento à faixa de Gaza e o fim da campanha militar de Israel contra a população Palestiniana
"Os judeus, que são algo como nómadas, nunca até agora criaram uma forma cultural por si mesmos, e até onde eu posso ver, nunca o farão, uma vez que todos os seus instintos e talentos requerem uma nação mais ou menos civilizada como hospedeira para o seu desenvolvimento."
C. G. Jung
The State of Psychotherapy Today, Collected Works (Routledge), vol. 10 (1934).

O MANIFESTO DE GANDHI

O pedido por um lar nacional para os judeus não me convence.
Por que eles não fazem, como qualquer outro dos povos do planeta, que vivem no país onde nasceram e fizeram dele o seu lar?
A Palestina pertence aos palestinianos, da mesma forma que a Inglaterra pertence aos ingleses, ou a França aos franceses.
É errado e desumano impor os judeus aos árabes. O que está acontecendo na Palestina não é justificável por nenhuma moralidade ou código de ética. Os mandatos não têm valor. Certamente, seria um crime contra a humanidade reduzir o orgulho árabe para que a Palestina fosse entregue aos judeus parcialmente ou totalmente como o lar nacional judaico.
O caminho mais nobre seria insistir num tratamento justo para os judeus em qualquer parte do mundo em que eles nascessem ou vivessem. Os judeus nascidos na França são franceses, da mesma forma que os cristãos nascidos na França são franceses.
Se os judeus não têm um lar senão a Palestina, eles apreciariam a ideia de serem forçados a deixar as outras partes do mundo onde estão assentados? Ou eles querem um lar duplo onde possam ficar à vontade?

E agora uma palavra aos judeus na Palestina:

Não tenho dúvidas de que os judeus estão indo pelo caminho errado. A Palestina, na concepção bíblica, não é um tratado geográfico. Ela está em seus corações. Mas se eles devem olhar a Palestina pela geografia como sua pátria mãe, está errado aceitá-la sob a sombra do belicismo britânico. Um ato religioso não pode acontecer com a ajuda da baioneta ou da bomba. Eles poderiam estabelecer-se na Palestina somente pela boa vontade dos palestinos. Eles deveriam procurar convencer o coração palestino. O mesmo Deus que rege o coração árabe, rege o coração judeu. Só assim eles teriam a opinião mundial favorável às suas aspirações religiosas. Há centenas de caminhos para uma solução com os árabes, se descartarem a ajuda da baioneta britânica.
Como está acontecendo, os judeus são responsáveis e cúmplices com outros países, em arruinar um povo que não fez nada de errado com eles.

Eu não estou defendendo as reacções dos palestinianos. Eu desejaria que tivessem escolhido o caminho da não-violência a resistir ao que eles, correctamente, consideraram como invasão de seu país por estrangeiros. Porém, de acordo com os cânones aceites de certo e errado, nada pode ser dito contra a resistência árabe face aos esmagadores acontecimentos.

Deixemos os judeus, que clamam serem os Escolhidos por Deus, provar o seu título escolhendo o caminho da não-violência para reclamar a sua posição na Terra. Todos os países são o lar deles, incluindo a Palestina, não por agressão mas por culto ao amor.
M. K. Gandhi
Harijan, 26 de novembro de 1938

In M.K.Gandhi, My Non-Violence
Editado por Sailesh K. Bandopadhaya
Navajivan Publishing House
Ahmedabad, 1960

A tragédia Palestiniana é global e não apenas local.



Para quem quiser saber um pouco mais, uma reportagem muito interessante sobre a actuação dos judeus (de aproveitar enquanto está na net e chamo a atenção de que estes filmes estão sempre a ser retirados), para conseguirem através da força e do "engenho" a terra a que hoje chamamos Israel. Esta reportagem mostra a facilidade com que Edouard Rotschild e outros judeus sionistas corromperam os políticos britânicos para a causa sionista. Mostra como os judeus usaram a tirania britânica contra os palestinianos. Como usaram a "inteligência" para combater os pobres palestinianos. Depois e quando já não mais precisavam do apoio britânico, porque se tinham envolvido com os EUA, o país emergente pós 2ª Guerra Mundial e contribuido com dois milhões de dólares para a campanha do já eleito Presidente Truman. a forma como se viraram contra os britânicos através da sua célula terrorista Irgun.

«Menachem Begin era o líder da célula terrorista Irgun. As autoridades britânicas prenderam-no depois de terem distribuido fotos suas como terrorista procurado. 30 anos depois Begin torna-se primeiro ministro de Israel. Em 1978 Begin ganhou o prémio Nobel da Paz com o Presidente do Egipto Al-Sadat.
Nos ultimos 8 anos de mandato britânico, documentos demonstram mais de 500 ataques terroristas sionistas.
Entre 1946 e 1947 os judeus mataram mais de 169 soldados britânicos
Winston Curchill comentou os ataques terroristas israelitas dizendo: "Eles chocaram o mundo", "Eles afectaram pessoas como eu que no passado eram amigos de judeus e persistentes arquitectos do seu futuro"
Relatório com o parecer do antigo secretário de guerra dos EUA, General Patrick Hurley, em 1946, enviado à Casa Branca.

A Organização sionista na Palestina comprometeu-se a um programa maior que incluiria:
1- Um Estado soberano judeu que incluiria a Palestina e provavelmente a Transjordânia
2- A possível transferência da população árabe para o Iraque
3- A liderança judaica em todo o Médio Oriente e controlo nos campos de desenvolvimento económico »
Um documentário a não perder, A verdade está acima de tudo.
Este post foi alterado devido à pouca limpidez das fontes, como me fez ver o amigo JMS .

Guerra Silenciosa

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