Nota de Esclarecimento em resposta a artigo publicado na Revista Força Aérea esclarece motivo da desativação das aeronaves em dezembro deste ano, abordando também a modernização de caças F-5 e o programa F-X2
Nesta quinta-feira, 4de julho, o Centro de Comunicação Social da Aeronáutica (CECOMSAER) publicou Nota de Esclarecimento, em resposta a artigo publicado na Revista Força Aérea N° 82, editada pela Action Editora. O artigo de opinião em questão tem como título “F-X Made in Brazil”. Destacamos abaixo alguns trechos da resposta da FAB, assinada pelo chefe do CECOMSAER, brigadeiro do ar Marcelo Kanitz Damasceno, por também serem de interesse de nossos leitores – afinal, abordam assuntos comumente debatidos aqui no Poder Aéreo e que também são tratados, com frequência, na nossa revista Forças de Defesa, referentes à retirada de serviço dos caças Mirage 2000 (F-2000 na FAB) e ao programa F-X2. Seguem alguns trechos (a nota na íntegra pode ser acessada clicando aqui), com destaques nossos em negrito:
“A desativação das aeronaves Mirage 2000 no final de 2013 ocorrerá por razões técnicas que o autor do artigo desconhece, conforme contrato assinado pelo Comando da Aeronáutica em 29 de setembro de 2011, há quase dois anos. Portanto, este Comando nega veementemente a especulação de que a desativação dessas aeronaves é uma ‘manobra de pressão’ do Comando da Aeronáutica sobre o Governo Federal.”
“O fechamento da Base Aérea de Anápolis é outra especulação levantada pelo autor sem qualquer ligação com a realidade. A Base Aérea de Anápolis foi construída para defender a Capital do País e é fundamental para a principal missão institucional do Comando da Aeronáutica: a defesa da soberania do espaço aéreo brasileiro. A Base também é sede 2°/6° GAV, outra unidade ímpar na Força Aérea Brasileira, que a partir dali cumpre missões estratégicas em todo o Brasil.”
“Sobre as novas aeronaves de caça, não há qualquer indecisão do Comando da Aeronáutica. Necessitamos de uma nova aeronave, de alto desempenho, com tecnologias do século XXI e que represente um salto operacional para a Força Aérea Brasileira.”
“(…) A Comissão Coordenadora do Programa Aeronave de Combate (COPAC) desenvolveu um exemplar processo de análise e seleção das opções disponíveis no mercado. A Gerência do Projeto F-X2 (GPF-X2), instituída em maio de 2008, realizou uma análise detalhada que envolveu aspectos comerciais, técnicos, operacionais, logísticos, de compensação comercial, industrial e tecnológica (Offset), e de transferência de tecnologia. Em 2010, o relatório final foi encaminhado ao Governo Federal para a necessária fase de análise política a estratégica.”
“Enquanto a decisão final do Governo Federal não é anunciada, o Comando da Aeronáutica tem um planejamento definido para a defesa aérea do País, que não ficará desguarnecida e que não envolve novas aquisições de caças F-5.”
“As onze unidades adicionais de caças F-5E/F, adquiridos do Reino da Jordânia, em breve serão incorporadas aos Esquadrões da Força Aérea Brasileira. O contrato de modernização destas aeronaves, por exemplo, já foi assinado com a Embraer. Estes aviões terão as mesmas capacidades dos F-5EM/FM hoje em uso.”
Poder Aéreo
quinta-feira, 4 de julho de 2013
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Nota da FAB em resposta a revista aborda a desativação do Mirage 2000
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