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quarta-feira, 10 de julho de 2013

Síria inicia Ramadã em meio à guerra, mas confia na vitória

Damasco, 10 jul (Prensa Latina) O ministro de Assuntos Religiosos e de Culto da Síria, Muhammad Abdul Saltar Al-Sayyed, estimou que o país inicia hoje no mês sagrado de Ramadã em condições difíceis, açoitado por uma guerra da qual, considerou, sairá vitorioso.
Em entrevista divulgada na noite da terça-feira na televisão nacional, o titular explicou que o período de jejum dos muçulmanos ocorre quando a nação enfrenta uma grande investida a nível político, social e econômico, que ameaça a segurança, a estabilidade e a unidade nacional.

Mas com o patriotismo, dignidade, determinação e fé do povo sírio, sairemos vitoriosos desta crise e com a frente em alto, afirmou.

Analisou Al-Sayyed os valores presentes no Corán, de onde obtém seu essência o Islã, e considerou que o Ramadã constitui um chamado a fazer o bem, a praticar a justiça e generosidade, a dar constância do amor pelo próximo.

Ramadã equivale à harmonia; não aos homicídios e confrontações (...); o Islã veio para unir, salvaguardar e construir entre todos, argumentou.

Recusou neste sentido os chamados de extremistas em vários países da região a desenvolver uma Yihad ou Guerra Santa na Síria, ao mesmo tempo em que esclareceu que "a Yihad no Islã é uma luta pelo bem, desenvolvimento e defesa da pátria e a religião".

A julgamento do servidor público, ignorar a essência do Islã leva ao sectarismo, ao fundamentalismo e terrorismo de alguns muçulmanos que chamam ao extermínio de quem não professem sua fé.

O Islã não conhece minorias ou maiorias que se imponham sobre o resto, senão que compele à formação de valores na cidadania e recusa o terrorismo intelectual e a ideologia takfirí (extremista), destacou.

Por último, Al-Sayyed fez votos pela permanência da fé, a segurança, a paz e a tranquilidade durante a celebração do Ramadã nesta nação levantina.

Prensa Latina

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