
Durante a entrevista, Al-Ghwail afirmou que Gaddafi “tem muitos adeptos”, mesmo entre aqueles que “estavam anteriormente comprometidos com a agenda de eventos em 17 de fevereiro.” Isto foi em referência àqueles que eram contra Muammar Gaddafi durante a guerra civil da Líbia.
"Saif al-Islam vai se apresentar no momento certo, e então todas as máscaras vão cair, e todos os meandros serão revelados", disse Al-Ghwail.
"A Líbia retornará ao seu roteiro, voltará a ser democrática, soberana e a lei prevalecerá nela", continuou Al-Ghwail, concluindo dizendo que "o povo líbio deve decidir por si mesmo seu próprio destino".
Muammar Gaddafi foi removido em uma guerra apoiada pelo imperialismo contra a Líbia por causa de sua política externa independente e controle estatal do vasto petróleo da Líbia. Ele foi morto durante a chamada “Primavera Árabe” ou, mais precisamente, no “Inverno Árabe” em 2011, depois de ter sido capturado, espancado e sodomizado. Seus assassinos, que tinham o apoio da Otan, eram os mesmos jihadistas vistos hoje na Síria, retratados pela grande mídia como "rebeldes moderados".
Hoje a Líbia é um estado arruinado depois de ser o mais avançado da África antes do inverno árabe. Muitos vêem o filho de Muammar como a única esperança da Líbia para trazer a paz, a estabilidade e a prosperidade de volta ao país.
fort-russ


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