
"Eles o fizeram para que tivéssemos que pagar dezenas de milhões de dólares a fim de reiniciar o trabalho nestes campos", afirmou o vice-ministro das Relações Exteriores da Síria, Faisal Mekdad.
O diplomata sublinhou que alguns campos de petróleo são controlados no momento por vários grupos, incluindo pelos curdos das Forças Democráticas da Síria (FDS).
"Queríamos frisar outra vez que os curdos fazem parte do povo sírio. Não queremos que quem quer que seja […] trabalhe nos interesses de outros países contra os interesses da Síria. Espero que eles [os curdos] o entendam", detalhou Mekdad.
Além disso, Damasco acredita que os Estados Unidos apoiam as forças curdas "enquanto os interesses das partes coincidirem".
Segundo as estimativas do especialista russo Dmitry Marinchenko, diretor do grupo de recursos naturais e matérias-primas Fitch, poderão ser precisos centenas de milhões de dólares para recuperar a indústria petroleira síria, que sofreu grandes destruições durante as ações militares no país.
O conflito armado na Síria continua desde 2011. No fim de 2017, a Síria e o Iraque proclamaram a vitória sobre o grupo terrorista Daesh (proibido na Rússia e em outros países). No entanto, em algumas regiões destes países ainda permanecem jihadistas.
sputniknews


Ainda hà terroristas norte americanos
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