
Esta área pertence à ASPA – que significa Área Especialmente Protegida da Antártica. No total há 170 laboratórios ASPA distribuídos em toda a Antártica, a maioria dos quais são usados para pesquisa científica.
Uma das teorias da conspiração diz ela é usada para a busca por alienígenas, mas esta tese não pode ser confirmada no momento. A instalação secreta serve os cientistas que trabalham lá para explorar a aurora astral e a camada de ozônio.
A instalação tem uma cúpula que se assemelha a um sistema de radar, mas seu interior é inofensivo e nada misterioso. Os pesquisadores mantêm contato com suas famílias, empregadores, amigos e parentes via satélite.
O mistério está na vigilância militar rigorosa da instalação de pesquisa, que fica nas profundezas das montanhas do Pólo Sul. A área 122 está sob controle militar 24 horas por dia e foi hermeticamente fechada.
Intrusos em potencial, sem liberação de segurança, não teriam a oportunidade de entrar na base. Os soldados em guarda prenderiam a pessoa imediatamente e provavelmente a interrogariam.
A Área 122 é operada pelo Programa Antártico dos Estados Unidos e a Antártica da Nova Zelândia. A equipe de pesquisa tem que trabalhar com computadores antigos que não estão equipados com uma porta USB, mas com uma unidade de disquete. Os computadores funcionam e são usados.
As clarabóias são distribuídas no telhado e oferecem acesso direto ao mundo fora do laboratório secreto. No canto há um espectrômetro de Dobson com um grande periscópio que se projeta dele. O espectrômetro é usado para analisar a camada de ozônio, enquanto outros instrumentos exploram a atmosfera superior e as luzes do norte.
Desde 1959, 122 cientistas da Nova Zelândia trabalham na Área 122, perto da estação de pesquisa norte-americana McMurdo. A estação McMurdo é a maior instalação de pesquisa e logística na Antártida, operada pelo Programa Antártico dos Estados Unidos desde 1955. Quer saber mais?
Assista ao vídeo abaixo:
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