
Na semana passada, o Ministério da Defesa russo disse que os ataques aéreos indiscriminados da coalizão liderada pelos EUA levaram à morte de mais de 120 civis no leste da Síria no último mês. O ministério também disse que a coalizão liderada pelos EUA estava usando munições proibidas em seus ataques.
A coalizão de mais de 70 países liderada pelos EUA está conduzindo operações militares contra o Daesh na Síria e no Iraque. As operações da coalizão no Iraque são conduzidas em cooperação com o governo iraquiano, mas as da Síria não são autorizadas pelo governo do presidente Bashar Al-Assad ou pelo Conselho de Segurança da ONU.
O diretor do Escritório do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR), Amin Awad, disse ao Sputnik na quinta-feira que alguns combatentes do Daesh e outros grupos extremistas ainda permanecem em numerosas áreas difíceis de alcançar.
A Al-Ghad Press informou em outubro que cerca de 4.000 terroristas do Daesh foram enviados para a Síria, perto da fronteira com o Iraque. Os terroristas teriam tentado atravessar a fronteira sírio-iraquiana, mas as tropas iraquianas estavam em alerta máximo e prontas para repelir qualquer ataque.
Em outubro, um representante do Pentágono disse ao Sputnik que todos os sistemas de armas usados pela coalizão liderada pelos EUA na Síria estão em conformidade com a Lei do Conflito Armado.
Sputnik
almasdarnews


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