
A Reuters tem tentado obter o vídeo através do Freedom of Information Act, sem sucesso desde o momento do ataque. O vídeo, tirado de um helicóptero Apache, mostra claramente o assassinato não-provocado de um funcionário ferido da Reuters e seus salvadores. Duas crianças pequenas envolvidas no resgate também foram seriamente feridas.
Os militares não revelaram como os funcionários da Reuters foram mortos e afirmaram que não sabiam como as crianças ficaram feridas.
Após demandas da Reuters, o incidente foi investigado e os militares dos EUA concluíram que as ações dos soldados estavam de acordo com a lei do conflito armado e suas próprias "Regras de Engajamento".
Conseqüentemente, o WikiLeaks divulgou as Regras de Engajamento classificadas para 2006, 2007 e 2008, revelando essas regras antes, durante e depois dos assassinatos.
O WikiLeaks lançou o vídeo original de 38 minutos e uma versão mais curta com uma análise inicial. Legendas foram adicionadas a ambas as versões das transmissões de rádio.
O WikiLeaks obteve este vídeo, bem como documentos de apoio de inúmeros denunciantes militares. O WikiLeaks faz um grande esforço para verificar a autenticidade das informações que recebeu. Analisamos as informações sobre este incidente a partir de uma variedade de material de origem. Nós falamos com testemunhas e jornalistas diretamente envolvidos no incidente.
O WikiLeaks quer garantir que toda a informação que vazou recebe a atenção que merece. Neste caso em particular, algumas das pessoas mortas eram jornalistas que estavam simplesmente fazendo seu trabalho: colocando suas vidas em risco para relatar sobre a guerra. O Iraque é um lugar muito perigoso para os jornalistas: de 2003 a 2009, 139 jornalistas foram mortos enquanto trabalhavam.
wikileaks


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