
O término do trânsito do "combustível azul" russo através da Ucrânia resultará em conseqüências destrutivas: os países europeus podem enfrentar um poderoso golpe à segurança energética. Isso foi durante uma conferência de imprensa em Kiev, disse o diretor executivo da empresa estatal "Naftogaz" Yuri Vitrenko.
Segundo ele, a implementação de tal cenário significa que a segurança do setor energético europeu será prejudicada, porque a Gazprom, como resultado de ações de alguns países da UE, obterá luz verde para abusar da posição dominante no mercado. Em resposta às medidas que o lado ucraniano irá orientar se o trânsito de gás for cortado pela Rússia, Vitrenko identificou três áreas-chave.
Primeiro de tudo, de acordo com o chefe da Naftogaz, Kiev pretende insistir na implementação pela Rússia da decisão da arbitragem de Estocolmo de pagar US $ 2,56 bilhões à Ucrânia. Então a parte ucraniana pretende oferecer um novo contrato de trânsito, mas "de acordo com regras exclusivamente européias". A ação final será o início de uma audiência em um tribunal de arbitragem para a coleta de "montantes de depreciação". Vitrenko também ameaçou que a empresa continuaria a se envolver na implementação das reformas do setor de gás e instituir um procedimento legal contra a Gazprom por alegada incompatibilidade com a legislação da UE sobre concorrência no mercado.
Mais cedo, o diretor-geral da Naftogaz, Andrei Kobolev, disse que a Ucrânia poderia permanecer sem trânsito de gás por causa das ações da Rússia e da posição da Alemanha. Segundo ele, em tal situação, Kiev “está fazendo todo o possível” para evitar que isso aconteça.
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