Como indica o portal, os MiG-29 são aviões confiáveis e manobráveis, com boas características de ataque. A principal tarefa dos MiG-29 é repelir os F-16 paquistaneses na fronteira indiana ocidental, algo com o qual lida muito bem.
Antes de os caças mais pesados entrarem em serviço da Força Aérea indiana, o MiG-29 era a aeronave mais importante da aviação do país. A Índia fez as primeiras encomendas destes aviões soviéticos ainda em 1980, pois o país necessitava de um caça capaz de fazer frente aos F-16 Fighting Falcon americanos que os EUA haviam fornecido ao Paquistão.
O MiG-29 era ótimo para este objetivo, pois foi construído como "adversário" do F-15 Eagle mais pesado e havia sido inestimável durante a guerra de Kargil em 1999, quando os MiG contiveram com sucesso os caças paquistaneses devido aos seus mísseis de maior alcance e à superioridade geral das suas características básicas.
Segundo a publicação, desde a entrega do primeiro avião em 1985, a Força Aérea indiana foi significativamente reforçada.
No início dos anos 2000, foi assinado um contrato com a Rússia para adaptar o MiG-29 à utilização de mísseis de longo alcance R-77, que são capazes de detectar e atingir aviões inimigos fora do alcance visual. A Índia teria começado a usar estes mísseis ainda antes da Força Aérea russa, escreve a revista Militarywatch.
Mais tarde, a Índia comprou 45 caças MiG-29K com asas dobráveis, que formaram a unidade aérea do único porta-aviões indiano Vikramaditya (antigo porta-aviões soviético Kiev). A Índia também espera usar a versão naval dos MiG-29 adaptada para o seu porta-aviões Vikrant, construído no país.
Apesar de os MiG-29 terem de competir com os aviões russos mais modernos Su-30MKI, o caça MiG-29 ligeiro continua sendo muito importante para a Força Aérea indiana, especialmente tendo em conta a recusa de Índia em comprar 136 caças franceses Rafale devido ao seu alto custo e problemas com a produção do caça HAL Tejas.
sputniknews


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