
Em um dos materiais publicados recentemente, "VO" informou que a República Popular da China falou sobre a possibilidade de adquirir vários Su-57 devido às características impressionantes da aeronave em termos de capacidade de manobra e capacidades em combate aéreo aproximado. Essa opinião, lembramos, veio dos especialistas militares chineses, que foram citados inclusive pela mídia ocidental.
A mídia indiana também replicou declarações de especialistas chineses. Ao mesmo tempo, mais uma vez, ouviram acusações peculiares contra o governo, que decidiu impedir a participação indiana no desenvolvimento do caça FGFA de quinta geração em conjunto com a Rússia. Assim, observa-se que a China "não tem vergonha de anunciar a possibilidade de comprar o Su-57 para estudar tecnologias mesmo tendo seus próprios desenvolvimentos (por exemplo, o caça J-20), e o governo indiano, não tendo nada, se recusa a cooperar".
Não muito tempo atrás, especialistas indianos pediram à Rússia para “provar” que o Su-57 é um avião de baixa visibilidade (stealth). Para esses especialistas, a mensagem é: "Enquanto a Índia espera" provas "da Rússia, a China vai adquirir dois tipos de sua própria aeronave de quinta geração e adquirir uma terceira que seria a da Rússia."
Neste contexto, há comentários particularmente interessantes. IDN:
Manik Kumar:
"Nós pagamos caro pela participação neste projeto russo. Se a aeronave for vendida para a China, a Índia deve solicitar sua parte dos lucros".
Vale ressaltar que essa iniciativa foi endossada por usuários individuais indianos, que afirmaram que “é necessário usar todas as alavancas possíveis”, inclusive as de mercado.
Ou seja, para especialistas indianos individuais ainda é mais importante obter uma “ação”, e não a mais nova aeronave de combate para a Força Aérea do país?


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