Assim, a Administração Federal de Aviação dos EUA (FAA) emitiu um decreto recomendando que as companhias aéreas americanas e suas aeronaves deixassem o território da Venezuela em 48 horas.
Não é necessário abrigar ilusões sobre o fato de que isso é apenas uma recomendação. Nem uma única companhia aérea americana se atreveria a tratar essa declaração como uma recomendação, mas a cumpri-la, pois a ordem é executada no exército.
Além disso, a FAA proibiu voos de aeronaves americanas sobre o território da Venezuela a uma altura inferior a 8 quilômetros.
Essas “recomendações” e proibições do departamento de aviação americano podem muito bem ser uma das etapas da preparação da operação aérea dos EUA na Venezuela.
Esse desenvolvimento se encaixam perfeitamente nas táticas dos americanos: a Força Aérea dos EUA realizará ataques pontuais a objetos militares e estratégicos, e o trabalho sujo na forma de uma operação militar terrestre irá para os satélites americanos na região - Colômbia e Brasil.
Dadas as mais recentes ameaças do conselheiro do presidente dos Estados Unidos em matéria de segurança nacional, John Bolton, esse cenário não pode ser descartado.


Esse brasik q se cuide nas maos desse imbecil de governo q esta sendo manipulado pelos eua.
ResponderExcluireu fico imaginando se os militares Brasileiros cometerem a loucura de atacar um pais soberano membro da ONU e com dois aliados de peso que são membros do conselho de segurança e players mundiais...O Brasil depende dos dois economicamente(principalmente da china) e não tem nenhuma capacidade bélica de enfrentá-los.
ResponderExcluirSe o Brasil entra no jogo americano e atacá,qualquer país tem o direito de contra-atacar o Brasil,já que isso seria um crime de guerra contra a lei internacional,como no caso da Síria,líbia,Iugoslávia e Iraque.