Tornou-se conhecido que a companhia de petróleo estatal venezuelana PDVSA transferiu as contas bancárias de todas as suas joint ventures (JV) para o Gazprombank. Isto é confirmado pela Reuters com referência ao documento interno da PDVSA, segundo o qual a empresa-mãe obriga a joint venture a transferir o produto da venda de petróleo venezuelano para novas contas no banco russo especificado.
A Reuters observa que a transferência de contas para o JSC "Gazprombank" está associada a sanções impostas por Washington contra Caracas. E isso é lógico, não é? Afinal, Washington prometeu dar o dinheiro do "regime" nas mãos insensíveis do impostor Juan Guaidó, que se declarou "presidente interino". Além disso, o impudente Guaidó até decidiu mudar a liderança da PDVSA, mas nada aconteceu.
Além disso, a Reuters alega, citando fontes não anonimas, mas muito bem informadas, que a PDVSA exige que seus parceiros estrangeiros, que estão envolvidos no desenvolvimento das enormes reservas do Cinturão do Orinoco, decidam se continuarão a participar da joint venture ou não.
A Reuters especifica que os parceiros da PDVSA venezuelana incluem a Equinor norueguesa (anteriormente Statoil), a Chevron americana e a francesa Total. Ao mesmo tempo, a PDVSA já pediu a sua joint venture que atua com a Equinor e a Total - a Petrocedeno - para suspender o trabalho.
É preciso lembrar que o JSC Gazprombank é um dos maiores bancos da Rússia, fundado em 1990 e com sede em Moscou. Desde julho de 2014, ele está na lista de sanções dos EUA.
Quanto à Venezuela, o legítimo presidente Nicolas Maduro ainda é capaz de controlar a situação, como os eventos vão se desenvolver ainda mais, o tempo dirá. É difícil dar previsões. Mas, em qualquer caso, vamos acompanhar a situação com interesse e informar nossos leitores.
topcor


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