O diplomata disse que uma área promissora nesse sentido é o pagamento por petróleo e gás, mas por enquanto é muito difícil fazer previsões sobre se uma transição é possível em 2019. "Nossas relações com a União Europeia (não com os estados da UE, mas com a organização internacional) não estão na melhor forma", disse Pankin.
O processo de dedolarização é uma reação à política dos EUA, mas não podemos falar em recusa total de assentamentos em dólares, disse o Ministério das Relações Exteriores.
Anteriormente, o vice-ministro das Relações Exteriores mencionou que Moscou, juntamente com a Comissão Europeia e Kiev, tinha que resolver a questão da preservação do trânsito de gás através da Ucrânia. O lado russo está pronto para isso somente se os acordos existentes forem ajustados de acordo com seus requisitos. Além disso, Pankin salientou que a pressão sobre o "Nord Stream-2" não vai forçar Moscou a concordar com a preservação do trânsito ucraniano nas condições atuais.
No final de 2019, está previsto o início do gasoduto Nord Stream 2, que ligará a Rússia e a Alemanha pelo fundo do Mar Báltico os Países europeus apenas em 8 de fevereiro chegou a um compromisso sobre o projeto. Ao mesmo tempo, os Estados Unidos, que ameaçaram repetidamente as empresas europeias que participam do projeto com sanções, aumentaram a pressão sobre a Alemanha.
in24


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