
Como a publicação Air & Cosmos explica, inicialmente era esperado que no próximo mês de junho a empresa chegasse a 57 unidades para este modelo, que agora está em sérias dúvidas. A solução indicada parece bastante lógica, tendo em conta os requisitos dos reguladores da aviação para fazer alterações no software instalado nos sistemas de revestimento após as falhas.
A desaceleração na produção do 737 MAX e o adiamento de seu crescimento afetarão a cadeia de suprimentos do Boeing 737 MAX, que inclui muitas empresas de todo o mundo. Ao mesmo tempo, de acordo com as informações mais recentes, isto é apenas o começo: devemos esperar mais redução na produção.
Após a divulgação das informações sobre a redução na produção, a empresa chinesa de leasing CALC decidiu suspender o pagamento de seus pedidos bastante substanciais para o Boeing 737 MAX. Em junho de 2017, ela adquiriu o primeiro lote de 50 aeronaves e, em dezembro de 2018, assinou um contrato adicional para 25 unidades, com opção para mais 25 aeronaves. A CALC deveria receber seu primeiro 737 MAX no terceiro trimestre de 2019.
O pedido foi suspenso e paramos de transferir os pagamentos previstos pelo contrato.
- afirmou na empresa.


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