A "longa conversa", de 1,5 horas de duração, foi iniciada pelo lado americano, sobre o estado atual e as perspectivas de relações bilaterais "com ênfase na cooperação econômica" foi dito isso segundo o site do Kremlin.
Note-se que os presidentes dos dois países falou "para o desenvolvimento de relações comerciais e de investimento mutuamente benéficas", confirmou a intenção de "intensificar o diálogo em vários campos, inclusive sobre questões de estabilidade estratégica."
"Vladimir Putin informou Donald Trump sobre os principais resultados do encontro com o presidente do Conselho de Estado da RPDC Kim Jong-un em Vladivostok em 25 de abril, enfatizando que o cumprimento consciencioso de Pyongyang de suas obrigações deve ser acompanhado por medidas recíprocas para reduzir a pressão sobre a Coréia do Norte", disse o Kremlin.
Ambos os lados notaram a importância do progresso consistente na questão da desnuclearização da península.
Além disso, Putin e Trump discutiram a situação na Ucrânia no contexto das eleições presidenciais ali realizadas.
"Vladimir Putin enfatizou que a nova liderança de Kiev precisa tomar medidas reais para implementar os acordos de Minsk, que são fundamentais para resolver o conflito interno ucraniano", informa o Kremlin.
Falando sobre a situação na Venezuela, Putin ressaltou que "somente os venezuelanos têm o direito de determinar o futuro de seu país".
"Ao mesmo tempo, a interferência nos assuntos internos e tentativas de mudança forçada de poder em Caracas minam as perspectivas de uma solução política para a crise", disse o serviço de imprensa do Kremlin.
É enfatizado que os chefes de estado "expressaram satisfação com a conversa". As negociações foram “construtivas”.
Enquanto isso, a secretária de imprensa da Casa Branca, Sarah Sanders, disse que "foi uma conversa muito positiva", informa a RIA Novosti . Segundo ela, durante as negociações, Trump ressaltou que a Venezuela precisava de uma transferência pacífica de poder.


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