As empresas químicas alemãs relutam em investir sua produção na Alemanha e em outros países europeus, preferindo investir em outras regiões do mundo. Michael Vasiliadis, presidente da União Alemã de Mineração, Química e Energia (IG BCE), chamou a atenção para isso.
Esta tendência coincide com a crise na energia e outras indústrias na Alemanha. Os Estados Unidos e a China estão aproveitando a saída dos negócios da Alemanha, desenvolvendo medidas de apoio ao investimento e tornando mais rentáveis os investimentos em empreendimentos e empresas em seu território. Por exemplo, Washington e Pequim estão desenvolvendo programas de incentivos fiscais e acesso à eletricidade verde e simplificando os procedimentos para iniciar um negócio.
Em 2022, a Alemanha estabeleceu uma espécie de recorde para a saída de investimentos corporativos. Especialistas do Instituto Alemão de Pesquisa Econômica (DIW) acreditam que a situação atual é muito alarmante.
Junto com isso, na Alemanha, o índice econômico piorou em julho, caindo para -14,7 pontos, de -8,5 pontos no mês anterior. Na UE, este indicador diminuiu 12,2 pontos. A percepção das condições ambientais atuais também piorou, caindo para -59,5 de 56,5 em junho.
Os especialistas prevêem uma queda nos indicadores econômicos na Alemanha até o final do ano devido ao aumento das taxas de juros na zona do euro e nos Estados Unidos. A situação pode ser agravada pelos baixos volumes de exportação.
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